6 de junho de 2009

Santos Dumont lança moda é acusado de espionagem

Deauville era conhecida como a “Paris à beira-mar” na sua primeira época áurea durante a belle époque, antes da Primeira Guerra. Uma pequena estância balneária, na baía do Sena, a 30 quilômetros de Caen na França.

Meca do high life internacional, durante o verão era o ponto de encontro de celebridades como Winston Churchill e Anatole France. Foi nas redondezas dessa cidade que Santos Dumont mandou construir, em 1912, uma casa em estilo modernista que chamou de La Boite.dumont

Quando não estava em Deauville, encontrava-se com certeza em Paris, onde lançou com sucesso o traje de listras verticais, para disfarçar a estatura. Fez do chapéu panamá, afunilado, sua marca registrada. E não dispensava gravatas de cores vivas e uma flor na lapela.

Embora famoso, ainda havia pessoas que o confundiam. Uma noite, no teatro, durante a apresentação da peça A Gueixa e o Cavaleiro, a Condessa de Notalles tomou-o por um japonês. Seu amigo, Paul Hellen, respondeu que não se tratava de um japonês e sim de “Monsieur Santos Dumont, o aeronauta brasileiro". Mas a Paris das condessas e dos homens encasacados começava a desaparecer. O fantasma da guerra sepultava a Belle Époque européia.

Em sua casa de Deauville, Dumont tinha uma luneta de longo alcance e um criado alemão. Foi o que bastou para ser encarado como um possível espião. Ofendido, fechou La Boite  e deixou Deauville em 1914, voltando para o Brasil. Mas já não era o mesmo, dizia sentir-se com os nervos cansados.

Fonte de Pesquisa: Nosso Século, Abril Cultural, 1981

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Recomendado o fechamento de creche por causa da Influenza A

O Ministério da Saúde, a Secretaria de Saúde do estado Santa Catarina e a Secretaria Municipal de Florianópolis recomendaram a suspensão das atividades de uma creche da capital após a confirmação de que uma aluna foi infectada pelo vírus influenza A (H1N1) – gripe suína. Segundo nota divulgada hoje (6) pelo Ministério, ela manteve contato com um paciente infectado que esteve fora do país.

Nesse caso, a transmissão é chamada de autóctone, ou seja, ocorreu dentro do território nacional com uma pessoa que teve contato com infectados vindos do exterior. As 19 crianças com que a aluna divide espaço, os funcionários da creche e outras pessoas que tiveram contato com ela estão sendo monitoradas pelas autoridades de saúde municipais e estaduais.

Hoje o ministério confirmou mais quatro novos casos de influenza A (H1N1) – gripe suína. Agora são 35 casos confirmados no país, além de mais 35 em monitoramento. Na segunda-feira, eram 20 pacientes infectados, o que significa um aumento de 15 casos em menos de uma semana.

Os quatro novos pacientes confirmados com a doença são de São Paulo, Rio de Janeiro e Tocantins. Segundo o ministério, todos estão em isolamento domiciliar e passam bem. No caso registrado no Tocantins, a transmissão foi autóctone. Os casos registrados no Rio de Janeiro e São Paulo são de pessoas que estiveram fora do país.

Mesmo com o registro de nove transmissões que ocorreram dentro do país, o Ministério da Saúde considera que a transmissão no Brasil é limitada, sem evidências de transmissão sustentada do vírus de pessoa a pessoa.

Fonte: Amanda Cieglinski - Repórter da Agência Brasil

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Prêmio Nacional de Redação do Programa Cooperjovem

A ação tem por objetivo fortalecer os princípios do cooperativismo, bem como estimular a cultura da cooperação no ambiente escolar.

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) promovem em parceria com a Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc) e as demais Organizações Estaduais, a 3a edição do Prêmio Nacional de Redação do Programa Cooperjovem. As inscrições podem ser feitas através do preenchimento da folha de redação na secretaria das escolas no período de 15 de junho a 11 de setembro.

O coordenador de treinamentos dos Sescoop/SC, Ramiro Hensel, explica que a ação tem por objetivo fortalecer os princípios do cooperativismo, bem como estimular a cultura da cooperação no ambiente escolar. O tema da redação é “As aventuras da Turma da Cooperação na minha cidade”.

Podem participar alunos matriculados no 4º e 5º ano do ensino fundamental (3ª e 4ª séries) e estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental (5ª a 8ª séries) de escolas de todo o país, aderentes ao Programa Cooperjovem. As escolas terão até o dia 18 de setembro para enviar as redações escolhidas ao Sescoop estadual, que selecionará três finalistas.

A unidade nacional do Sescoop terá até o dia 16 de outubro para definir as vencedoras por categoria. O resultado das três redações selecionadas por categoria será conhecido no 30 de outubro.

A premiação das duas categorias será uma viagem com foco no cooperativismo (1o lugar); aparelho de MP4 (2º lugar) e
Bicicleta (3º lugar).

Por: Marcos A. Bedin
MB Comunicação
Assessoria de Imprensa
(49) 3323-4244, (49) 9967-4244
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5 de junho de 2009

Teste do pezinho garante a saúde do bebê

O nome é infantil mas sua importância é maiúscula. Neste sábado, 6 de junho, o Brasil comemora o dia nacional do Teste do Pezinho. Trata-se de um exame laboratorial simples que tem o objetivo de detectar precocemente doenças metabólicas, genéticas e infecciosas que poderão causar lesões irreversíveis no bebê. Por ser realizado através da análise de amostras de sangue coletadas do calcanhar do recém-nascido, o exame ficou popularmente conhecido como Teste do Pezinho.

O farmacêutico e bioquímico Carlos Henrique Sguissardi, coordenador do laboratórpezinhoio da Unimed Chapecó, realça que a maioria das doenças pesquisadas pode ser tratada com sucesso desde que identificadas antes mesmo de manifestar seus sintomas claramente, para pais e médicos. Neste sentido, todos os recém-nascidos devem ser submetidos ao teste, a partir do terceiro dia de vida e, mesmo após este período, o mais breve possível, mesmo os que não apresentam nenhum sintoma clínico.

Sguissardi informa que 16 doenças são detectadas pelas diferentes modalidades do Teste do Pezinho: fenilcetonúria e outras aminoacidopatias, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme e outras hemoglobinopatias, hiperplasia adrenal congênita, fibrose cística, galactosemia, deficiência de biotinidase, toxoplasmose congênita, deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase, sífilis congênita, citomegalovirose congênita, doença de chagas congênita, rubéola congênita, hiv 1 e 2, deficiência da mcad e pesquisa da mutação 35delg da conexina.

Outras três doenças são detectadas pela espectrometria de massa em Tandem no teste do pezinho: aminoacidopatias, acidemias orgânicas e defeitos na beta-oxidação dos ácidos graxos.

A Unimed Chapecó realiza, em média, 30 testes por mês. Os exames são agendados no momento em que a mãe e o bebê estão dando alta do hospital. O material é enviado para o CTN Diagnósticos, laboratório de referência nacional neste setor.

Por: Marcos A. Bedin
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Teu planeta precisa de ti

A Associação Mundial para a Comunicação Cristã (WACC, a sigla em inglês) emitiu apelo, hoje, Dia Mundial do Meio Ambiente, para a ação, mais do que palavras, para resolver ou prevenir os problemas ambientais, que ameaçam as gerações futuras e o planeta.

“É tempo de avançar para uma visão compartilhada de um futuro sustentável. Tempo de fortalecer a capacidade de construir” dentro dos limites do mundo finito, destaca a WACC.

Apesar de todas as manifestações em defesa do meio ambiente, a mudança climática causada pelas atividades humanas continua ameaçando a vida e a sustentação de bilhões de pessoas e a existência de milhões de espécies, lembra a organização mundial. terra

Movimentos sociais exigem ações radicais, e maior responsabilidade pelo quadro do mundo cabe aos ricos. Que deixem os combustíveis fósseis no solo e adotem soluções justas e efetivas de igual acesso aos recursos, pede a WACC.

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi introduzido pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972, e o tema deste ano destaca “Teu planeta precisa de ti – Une-te para combater a Mudança Climática”.

O apelo da WACC indica que as emissões globais que provocam o efeito estufa “devem ser reduzidas dramaticamente”, ao mesmo tempo em que precisa se elevar a qualidade de vida de boa parte da população mundial.

Aos comunicadores, a WACC solicita que se empenhem para uma melhor comunicação das questões relacionadas ao meio ambiente. “A comunicação ambiental não é tanto a disseminação de informação”, mas muito mais a construção e o reforço “de uma visão compartilhada de um futuro sustentável no Sul e no Norte”.

Fonte: ALC

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Produtores e trabalhadores rurais serão capacitados

O Serviço Nacional de Aprendizagem (Senar/SC), entidade vinculada à Federação da Agricultura e Pecuária (Faesc) promove em parceria com os sindicatos rurais de Santa Catarina mais de 450 cursos de formação profissional rural e promoção social, neste mês de junho. As aulas são desenvolvidas por instrutores especializados com o acompanhamento dos supervisores do Senar/SC de cada região.

A iniciativa tem como objetivo organizar, administrar e executar o ensino da formação profissional rural e a promoção social dos produtores e trabalhadores rurais e seus familiares. O superintendente do Senar/SC, Gilmar Zanluchi, destaca que a expectativa é capacitar mais de sete mil produtores e trabalhadores do campo em Santa Catarina. “Dessa forma, é possível incentivar a geração de renda e condições de competitividade no mercado de trabalho”, salienta Zanluchi.

Nesta segunda-feira, iniciam cursos em Abdon Batista (Embutidos e defumados de carne suína); Abelardo Luz (Cortes e assados de carne suína); Trombudo Central (Bordado – ponto alemão e Cortes, assados e empanados de frango); Agrolândia (Tratamento de Madeira); Água Doce (Aplicação de Agrotóxicos); Alfredo Wagner (Bordado em Tela – Tapeçaria); Araranguá (Aplicação de agrotóxicos); Armazém (Conservas de Frutas); Chapadão Nova Itália (Tratores agrícolas); Corupá (Controles gerenciais da propriedade rural); Araquari (Produção de frangos e ovos caipiras).

O calendário com a programação dos cursos e suas especificidades, carga horária, local e data, podem ser obtidos no site do Senar (www.senar.com.br) ou pelo telefone (48) 3333 0322.

Por: Marcos A. Bedin
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4 de junho de 2009

Saiba como ganhar dinheiro com o Zync

Análise patrocinada via Zync

Tão importante quanto ganhar dinheiro, é conquistar a admiração de seus parceiros de negócios. Para que isto aconteça à parceria tem que ser satisfatória para todos. Não seria ótimo se você pudesse ganhar dinheiro para escrever no seu blog?

Pois esta é isso que o Zync, um site espanhol (Zync.es) e que agora está disponível também para o Brasil (Zync.com.br) e Portugal (Zync.com.pt), está propondo para todos os blogueiros que concordam com a política de posts pagos no seu blog. O que o Zync propõe é simples, ele paga aos blogueiros para analisarem produtos, serviços e sites de anunciantes. Parte do que é pago pelo anunciante fica com o Zync, na forma de comissão, e a outra parte vai para o blogueiro. Os pagamentos são feitos através de PayPal ou cheque, e o valor mínimo para recebimento é de 50 Euros.zync

Mas não pense que esta seja mais uma daquelas promessas de ganhar dinheiro fácil na internet. Este é um trabalho que exige , responsabilidade, conhecimento, boa redação, criatividade e sinceridade. Portanto para ganhar algum é preciso ter um certo tempo de sobra para analisar, pensar e escrever sobre o assunto contratado.

Já para os anunciantes o Zync é uma poderosa ferramenta de divulgação, com um custo é muito baixo em relação a outros formatos de anúncio, além disso terão muito mais exposição em um blog do que se simplesmente usassem o sistema de banners ou links para anunciar.

Este sistema do Zync é denominado de Oferta de Mercado. Trata-se de um sistema com o qual os anunciantes podem solicitar um número determinado de análises a um conjunto de blogs. Por cada análise realizada será pago a quantidade que o anunciante tenha estabelecido. Se o seu blog coincide com os requisitos da oferta, você será informado e poderá então, aceitar ou não uma das análises até que se esgotem as ofertas.

Se você é blogueiro pode se cadastrar gratuitamente no Zync e indique seu blog. Caso seja aprovado você passa a receber pedidos de analise de produtos, serviços ou sites dos anunciantes em troca de dinheiro. O pagamento varia entre 10 e 150 Euros, por análise. Você não é obrigado, em momento algum, a escrever uma análise no seu blog caso você não queira. Você vai apenas escrever sobre produtos, serviços e sites que você e seus leitores se identifiquem.

Para os anunciantes o cadastro também é gratuito. Depois basta criar a sua campanha definindo que produtos e serviços gostaria que fossem analisados. O pedido é então enviado aos blogueiros e você receberá notificações toda vez que a sua análise seja publicada.

Promoção para anunciantes

De Junho a Setembro aos anunciantes de Portugal e Brasil que se inscreverem no Zync.com.pt e/ou no Zync.com.br e que comprarem análises , o Zync irá devolver-lhes em forma de pontos, a comissão que ganharia com essas análises. Por exemplo, se comprar uma análise que vale 14€, o Zync lhe devolverá 4€, parte correspondente à comissão do Zync e o blogger recebera sua parte , neste caso 10€.

Acho que esta é uma excelente oportunidade tanto para blogueiros como para anunciantes. Acreditando nisto fiz meu cadastro e estarei publicando periodicamente os resultados. Caso tenha dúvidas você pode obter mais informações baixando o folheto explicativo em PDF.

 

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Denúncia contra o ministro do meio ambiente

A decisão da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em apresentar denúncia pública à Comissão de Ética do governo federal contra o ministro Carlos Minc, do Meio Ambiente, recebeu apoio do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo.

A medida da CNA foi uma reação a atitude do ministro que classificou de “vigaristas” os produtores rurais, em recente audiência no Congresso. “Esse é um ato agressivo e inaceitável, uma ofensa aos empresários e produtores rurais que alimentam o Brasil e garantem o superávit na balança comercial brasileira”, reclama o dirigente.

Pedrozo concorda que Carlominc s Minc rompeu com os limites da civilidade, desrespeitando as regras elementares da convivência democrática e assumindo os riscos de responder por suas afirmações difamatórias, ao tentar desqualificar os produtores rurais do Brasil.

A Faesc já tinha queixas contra Carlos Minc que atacou violentamente – em abril último – o recém-aprovado e sancionado código ambiental catarinense. Para a Faesc, trata-se de norma jurídica perfeitamente sintonizada com o artigo 24 da Constituição Federal, segundo o qual, compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre floresta, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição. Cabe à União definir os preceitos gerais, mas os Estados devem elaborar leis para atender a suas peculiaridades.

Por isso, a Faesc julgou “lamentável a retrógrada” atitude do “despreparado” ministro Carlos Minc, do Meio Ambiente, em ameaçar os agricultores que seguirem as normas ambientais do Estado. O ministro teria desrespeitado os poderes Legislativo e Executivo de Santa Catarina e o próprio Supremo Tribunal Federal, pois somente o STF pode declarar a constitucionalidade ou inconstitucionalidade de norma legal.

Pedrozo assegura que os produtores rurais reafirmam ao País o compromisso com a preservação ambiental e com a manutenção da produção de alimentos. Lembra que, nas democracias, presidente da República, ministros e demais autoridades, debatem e buscam o consenso sobre os assuntos de interesse da sociedade – “o que não está fazendo o ministro Carlos Minc”.

O ministro é contrário a uma tendência que começa a solidificar-se na esfera nacional, segundo a qual cada Estado deve criar seu Código Ambiental, como já o fizeram Santa Catarina e Minas Gerais. “Essa tese é defendida pela Faesc e pela CNA, mas combatida pelo ministro”, aponta Pedrozo. A Faesc entende que a elaboração de normas ambientais deve ser balizada por conclusões científicas e não por orientação ideológica.

Por: Marcos A. Bedin
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Decisão russa chega num momento de sufoco

A reabertura do mercado russo à carne suína de Santa Catarina havia sido anunciada em março passado, mas somente agora vai se tornar uma realidade comercial. Esta é a notícia mais aguardada nos últimos tempos pelo agronegócio catarinense: depois de quatro anos criando barreiras e empecilhos, a Rússia anunciou ontem, em Moscou, que fechará em uma semana os primeiros negócios para comprar, efetivamente, carne suína barriga-verde.

“A decisão russa chega num momento de sufoco, quando as agroindústrias detêm mais de 30.000 toneladas em estoques somente em território catarinense”, festeja o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo.

O vice-presidente da Faesc, Enori Barbieri, avalia que, num primeiro momento, as aquisições russas não aumentarão: o que ocorrerá é que, em lugar de comprar 100% da carne do Rio Grande do Sul, como acontece agora, a Rússia dividirá a cota com Santa Catarina. O presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Marcos Antônio Zordan, é mais otimista e prevê que os russos aumentarão o volume das compras porque “eles sabem que temos a melhor e a mais barata carne suína do mundo”.

A situação estava ficando insustentável, de acordo com os dirigentes. No mercado doméstico, o consumo caiu até 75% em alguns centros urbanos em decorrência da errônea associação da influenza A, indevidamente chamada de gripe suína, com a carne de porco. “O consumidor ficou com medo e parou de consumir”, explica Zordan.

No mercado mundial, o volume de consumo é normal, mas os preços despencaram 50% e a tonelada, que era vendida a US$ 3.000 caiu para US$ 1.500. A crise de preço ficou ainda pior com a desvalorização do dólar, o que achatou ainda mais os ganhos da indústria exportadora brasileira.

O presidente da Coopercentral Aurora, Mário Lanznaster, prevê que, agora, poderá começar uma lenta recuperação do setor: os preços praticados com os criadores vão parar de cair e o produto voltar, paulatinamente, a se valorizar. Observou que “será um processo demorado, lento e gradual”.

O diretor de mercado interno da Abipcs, Jurandir Machado, disse que a Rússia enviará um veterinário para revisar as plantas (indústrias), não sendo necessário missões técnicas, pois as unidades industriais já foram vistoriadas e aprovadas no passado.

Atualmente, o Estado produz 750.000 toneladas por ano e pode destinar a maior parte para o mercado mundial. O último ano em que Santa Catarina exportou para a Rússia foi em 2005 e chegou a 250.000 toneladas por ano, enquanto as exportações brasileiras totalizavam 400.000 toneladas. Daquele ano em diante, a Rússia deixou de comprar carne catarinense, embora continuasse importando do Rio Grande do Sul. Em 2008,o Brasil exportou 600.000 toneladas, 45% para a Rússia. Em 2009 deve exportar 700.000 toneladas, 50% para a Rússia.

“De forma injusta, Santa Catarina não participou desta festa”, lamenta Pedrozo, lembrando que, em 2008, as vendas para a Rússia somaram 225,79 mil toneladas, num total de US$ 741,52 milhões, uma queda de 18,99% em volume e 11,08% em valor, ante igual período de 2007. O maior fornecedor para o mercado russo foi o Rio Grande do Sul. Considerados todos os mercados (e não apenas a Rússia), as exportações brasileiras totais de carne suína do ano passado atingiram um resultado histórico em divisas econômicas: o país exportou US$ 1,48 bilhão (crescimento de 20%) chegando a 529,41 mil toneladas (77 mil a menos que em 2007).

Por: Marcos A. Bedin
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3 de junho de 2009

Acupuntura aumenta as chances de fertilização

Pesquisadores americanos e holandeses realizaram um trabalho científico onde a Acupuntura foi a responsável pelo aumento de até 65% das chances de sucesso dos tratamentos de fertilização in vitro (FIV).

Os especialistas, da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, e da VU University, na Holanda, basearam-se em sete outros estudos que analisaram 1.366 mulheres desde 2002.

Durante o tempo em que os levantamentos foram realizados, todas as mulheres tentavam engravidar por meio de fertilização in vitro - método pelo qual o óvulo é fertilizado em laboratório e em seguida implantado no útero.

Algumas delas estavam sendo submetidas à Acupuntura, outras eram tratadas com o "sham" - uma espécie de Acupuntura falsa, onde as agulhas são aplicadas em lugares que não surtem efeito - e outras mulheres não foram tratadas com nenhum método.

Ao analisar o índice de gravidez resultante da fertilização, os pesquisadores observaram que as mulheres que foram tratadas com a técnica da Medicina Chinesa tiveram mais 65% de chances de engravidar. O método havia sido aplicado até um dia depois de o embrião ser implantado no útero.

Os especialistas acreditam que a principal ação da Acupuntura tenha sido o alívio do estresse gerado pelo tratamento para engravidar, conseguido por meio do relaxamento proporcionado pelas agulhas.

Eric Manheimer, pesquisador da Universidade de Maryland, disse que outros estudos devem ser realizados para comprovação da eficácia do método chinês.

Fonte: Amba, Universidade de Mariland (EUA) e VU University (Holanda)

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Otra América es posible

O movimento indígena, do México à Patagônia, está propondo “um desafio em termos de civilização”, que, devido a crise mundial, aparece hoje na ordem do dia, afirma o economista colombiano Hector-Léon Moncayo

Entre todos os movimentos sociais do continente, o mais importante dos últimos tempos é o indígena, assinala Moncayo. Indígenas postulam uma relação diferente com a natureza e entre os seres humanos, “substituindo o ânimo do lucro e da competição pela harmonia e a solidariedade”, diz.

O economista colombiano admite, em entrevista ao Instituto Humanitas, da Universidade movimento_indigenado Vale do Rio dos Sinos (Unisinos),  que o avanço do movimento indígena é desigual. Eles estão presentes no governo boliviano, são atores principais nas transformações do Equador, e ganham peso no Peru e na Colômbia.

O pesquisador colombiano Alfredo Molano aponta o movimento indígena, sobretudo no Sul, como o mais importante da Colômbia, por sua capacidade de mobilização nacional e por desafiar o poder estabelecido.

“O assassinato de indígenas (na Colômbia), que é muito alto, não conseguiu derrotá-los. Pelo contrário, fortaleceu-os em sua luta por territórios, cultura e autoridade territorial”, arrola.

O padre jesuíta José Maria Blanch, do Paraguai, detecta uma grande diversidade quanto ao peso político e cultural dos povos indígenas em cada um dos países onde estão estabelecidos. Admite, contudo, avanços em sua presença e reivindicação de direitos, porém em grau bastante diversificado.

Na Bolívia, abrem-se espaços para a representação indígena, destaca o jesuíta René Cardozo. Politólogo e pároco de congregações em área rural, Cardozo entende, contudo, que essa abertura, mesmo na Bolívia, que tem um indígena na presidência da República, ainda é em pequeno grau.

Fonte: ALC

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Bordadeira do Piauí fará vestido ao vivo em São Paulo

PiauíSampa tem 17 estandes: 13 para comercialização de artesanato e degustação de mel, castanha e caju e outros quatro para peças customizadas da moda piauiense.

Uma das grandes novidades da 5ª edição do PiauíSampa, que começou nesta segunda-feira (1º) em São Paulo no Shopping Eldorado, será a bordadeira Alexandrina Leite, ou Lili Castro, como gosta de ser chamada. Pela primeira vez na capital paulista, dona Lili bordará ao vivo durante a mostra um vestido de festa.


O vestido, todo preto, com decote em V, na frente e nas costas, foi montado no Piauí pelo estilista José Feitosa. “A peça é feita em tafetá com tule de seda e será todo rebordado em frivolité”, diz o estilista.


O bordado frivolité, como o nome indica, é francês. A técnica desse bordado pode ser resumida como uma seqüência de nós e picos que formam círculos e semicírculos, que vão formando um rica trama rendada. Para este vestido, os bordados foram criados pela própria Dona Lili, que conta com a ajuda de outra bordadeira.

Bordado
“É um bordado que realmente pede muito a nossa atenção; há toda uma técnica e um padrão a serem seguidos. Além do bordado em si, vamos colocar um minipaetê no centro de cada flor, dando um pouco de iluminação à roupa”, conta dona Lili. Além de dona Lili, dois mestres do artesanato santeiro também estarão produzindo ao vivo durante a PiauíSampa: mestre Dim e mestre Dico. A arte santeira é um dos maiores símbolos do Piauí.


A mostra tem 17 estandes, sendo 13 para comercialização de artesanato e degustação de mel, castanha e caju e outros quatro para apresentar peças customizadas da moda piauiense.


Em São Paulo, o público poderá ver trabalhos desenvolvidos por associações, cooperativas e grupos de produção assistidos pelo Sebrae nos municípios de Parnaíba, Luis Correia, Ilha Grande de Santa Isabel, Teresina, Pedro II, Campo Maior, Floriano, São Raimundo Nonato, União e José de Freitas. Na edição passada, apenas um banco mexicano levou R$ 72 mil em peças para fazer uma exposição itinerante pela América Latina.

Serviço:
PiauíSampa 2009 – Terra do Sol na Terra da Garoa
De 1º a 7 de junho
Shopping Eldorado – piso Átrio Pinheiros
Das 10h às 22h – segundo a sábado
Das 12h às 20h – domingo
Assessoria de Imprensa do Piauí Sampa
Eduardo Ritschel – (11) 9688-0850
Cris Batista – (11) 9664 07 54
Sebrae no Piauí - (86) 3216-1356
Gerente Graça Batista - (86) 9405-4498

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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Faesc estuda medidas para fortalecer o produtor de leite catarinense

O decreto 2091/09, que desde 11 de fevereiro retirou o incentivo fiscal para o leite in natura que sai do Estado, beneficiando a grande maioria das indústrias, está gerando polêmica na classe produtora, pois atingiu alguns estabelecimentos que, por não terem estrutura para comercializar o leite de forma industrializada (longa vida, em pó, queijo), continuam vendendo o produto fresco e pagando ICMS sobre ele.

O vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), Nelton Rogério de Souza, salienta que a entidade não é contra o incentivo às indústrias. No entanto, não concorda com medidas de ICMS que trazem prejuízos aos produtores. Segundo ele, no momento, o decreto não trará grandes impactos porque a produção de leite reduziu 35% no Estado e 50% na região oeste (maior região produtora), em razão da estiagem. “Mas por volta do mês de agosto, quando a produção estiver recuperada, a tendência é sobrar leite e o preço cair, o que trará grandes impactos negativos aos produtores”, destaca.

A Faesc está analisando o decreto e pretende fazer uma comparação com os Estados do Paraná e Rio Grande do Sul, que prestigiam as indústrias, mas valorizam os produtores. Na visão da entidade, os incentivos às indústrias não devem ser via ICMS e sim através do Prodec (Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense), que tem como finalidade conceder incentivo à implantação ou expansão de empreendimentos industriais, que produzem e geram emprego e renda no Estado. “É importante que as indústrias se fortaleçam, mas sem prejudicar os produtores", reforça o vice-presidente da Faesc, Nelton Rogério de Souza.

        O diretor geral da Fazenda, Pedro Mendes, que conduziu a reunião do dia 30 de abril, realizada na Secretaria da Fazenda para avaliar os impactos da medida, lembrou que atualmente o Governo do Estado concede alguns benefícios fiscais para o leite em pó, longa vida e derivados do leite, e que o objetivo da Fazenda é manter a competitividade do setor. "A Faesc acha que os benefícios deveriam ser para todos os derivados e de forma igual”, finaliza Nelton Rogério de Souza.

Marcos A. Bedin
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2 de junho de 2009

Está nevando em Santa Catarina - veja as imagens

Na estação meteorológica de São Joaquim-SC foi observada queda de neve, por volta das 15h00m com temperatura de 3,2°C e com duração de alguns segundos. Nas próximas horas ainda pode ocorrer precipitação de neve e, até o final da noite, o frio mais intenso aumenta as condições de geada em SC. As informações são da Epagri/Ciram.

 

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Oktoberfest 2009: Seja criativo e ganhe uma viagem

O Parque Vila Germânica e o Blumenau Convention & Visitors Bureau irão premiar o convite mais criativo para a Oktoberfest 2009. A promoção “Oktoberfest, um postal de alegria”, acontece a partir do dia 1° junho até o dia 10 de julho, com a intenção de divulgar a maior festa alemã das Américas.


Para participar é fácil. Basta residir em território brasileiro, ter acima de 16 anos e escrever uma frase, de até três linhas com um convite criativo para a Oktoberfest 2009. Abaixo da frase, deverá constar o nome completo e o telefone do remetente. oktoberfest


Os postais podem ser retirados, gratuitamente, nos postos de distribuição e coleta distribuídos pela cidade: Shopping Neumarkt, FURB, Praça do Cidadão-PMB, Parque Vila Germânica e Blumenau Convention & Visitors Bureau. Lembrando que cada participante poderá enviar quantos postais quiser. Os postais deverão ser endereçados a destinatários de localidades que se situem a uma distância superior a 100km de Blumenau. Será vedado o envio de mais de um postal para o mesmo endereço.

 
Escolha do vencedor
Uma comissão escolherá as melhores frases-convite, classificando-as em 1°, 2° e 3° lugar. Entre os critérios de escolha estão a criatividade, originalidade e adequação da idéia ao conceito da festa. O nome do vencedor do concurso será divulgado no site oficial da festa,
www.oktoberfestblumenau.com.br  no dia 15 de julho, a partir das 12h.


Premiação
Os autores das duas melhores frases ganharão uma viagem de quatro dias, com acompanhante, para a Semana Alemã na Pousada do Rio Quente (GO). O 3° lugar ganhará uma televisão de plasma 32 polegadas.
O regulamento completo da promoção está disponível no site:
www.oktoberfestblumenau.com.br, no link Oktober 2009.

Fonte: Rafaella Fernandes/Prefeitura Municipal de Blumenau

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Jovens se preparam para cuidar dos rios

Jovens matriculados no ensino médio de dez municípios do entorno do parque de Ibitipoca e do corredor ecológico da Serra da Mantiqueira participarão de um curso sobre monitoramento da qualidade da água. O curso será realizado no Campo Experimental de Coronel Pacheco (CECP) e oferecido a 17 estudantes.


A iniciativa faz parte de um projeto sobre monitoramento das águas naturais em áreas produtoras de leite. O projeto visa qualificar monitores ambientais de recursos hídricos. Os jovens, futuros monitores, têm entre 14 e 18 anos e são filhos de produtores de leite de base familiar.


Entre os dias primeiro e cinco de junho, os alunos ficarão alojados no CECP. Lá, eles terão aulas teóricas e práticas sobre análise da qualidade da água, ecologia, produção de leite a pasto, criação de site na internet etc. Nas aulas práticas, os alunos aprenderão a trabalhar com um kit de análises chamado “Ecokit”, que analisa a água por completo (características físicas, químicas e microbiológicas). Cada um dos jovens receberá o kit quando retornar aos seus municípios. Com essa ferramenta, eles irão fazer as análises em um curso d’água que seja representativo da comunidade da qual fazem parte.


Os resultados coletados pelos monitores serão enviados periodicamente para a Embrapa Gado de Leite. “Iremos criar um site para divulgar os resultados”, diz o coordenador do Projeto e pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Marcelo Otênio. Para realizar o trabalho, os monitores ambientais irão receber, por dois anos, uma bolsa de caráter científico e social da Fapemig, no valor de R$100,00. O transporte, a alimentação e a hospedagem dos estudantes durante o curso serão custeados pelo Projeto.


Otênio informa que os monitores serão uma referência nas comunidades com relação aos cuidados com o meio ambiente. No decorrer do projeto, serão escolhidas quatro comunidades para servir de unidades demonstrativas. “O objetivo dessas unidades será divulgar ações positivas de conservação e preservação de recursos hídricos”, conclui o pesquisador.

Fonte: Rubens Neiva/Embrapa Gado de Leite

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1 de junho de 2009

Suinocultores catarinenses protestam e cobram maior atenção do governo

“A gripe não é suína”. Esse foi o refrão mais ouvido na tarde fria e cinzenta desta segunda-feira, em Seara, no oeste de Santa Catarina, onde se reuniram cerca de 3.000 produtores rurais em ato público para pedir a atenção da sociedade brasileira à maior e mais extensa crise que vive o setor nos últimos 20 anos.

“É mais que um ato, é um pedido de socorro”, resumiu o vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), Enori Barbieri. O manifesto “Para a Suinocultura continuar, Seara Pára”, promovido pela Faesc, Prefeitura Municipal de Seara, Câmara Municipal de Vereadores, Núcleo Municipal e Regional de Criadores de Suínos de Seara, Sindicato de Produtores e Trabalhadores Rurais do município e Associação Catarinense de Criadores de Suínos, teve o apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas e Associação Comercial e Industrial de Seara. Durante duas horas, lideranças classistas, econômicas e políticas se juntaram aos criadores de suínos para pedir apoio governamental para o setor.protesto

Há dois problemas – preço e consumo –, explica Barbieri. A crise financeira internacional derrubou, inicialmente, o volume das exportações e, depois, os preços. Atualmente, o Brasil exporta um volume razoável de carne suína, mas o preço é 40% inferior ao praticado em 2007 e 2008. “Estamos pagando para consumirem nossa carne”, diz o presidente do Sindicato Rural de Seara, Waldemar Zanluchi. No mercado doméstico, o consumo caiu 75% em grandes praças, como São Paulo, em razão da indevida associação feita entre a carne suína e a gripe A, erroneamente chamada de “gripe suína” pelos meios de comunicação.

O tropeço inicial foi da Organização Mundial de Saúde (OMS) que, logo de início, em lugar de dar uma denominação territorial, como seria esperado (“gripe norte-americana”, por exemplo), denominou a patologia de “gripe suína”, o que levou a imprensa mundial a adotar esse nome. Mais adiante, quando a OMS corrigiu a nomenclatura para “gripe A” ou H1N1, não foi possível neutralizar o fenômeno comunicacional criado: a mídia gostou do nome inicial e dele não se afastou. Por isso, o ato de Seara encerrou com a distribuição de carne suína assada e pronta para o consumo, no horário do lanche escolar, para 500 alunos do Colégio Estadual Raimundo Corrêa, em Seara.

“Nós temos a melhor, a mais saudável e mais barata carne suína do mundo”, assinalou o presidente da cooperativa agropecuária Copérdia, com sede em Concórdia, Valdemar Bordignon. “Nós só sabemos trabalhar e produzir”, disse o criador Amilton Brusamarello, porque, “se houvesse outra opção, estaríamos fora”.

O presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos, Volmir de Souza, assinala que todos os caminhos foram percorridos para abrir novos mercados, valorizar a carne suína e recuperar preços para o criador. Ele tem esperança que a Rússia - onde se encontra uma nova missão oficial brasileira negociando a troca de trigo e fertilizantes por carne – volte a comprar o produto catarinense.

As queixas de todos os atores da cadeia produtiva contra o governo são muitas: ele ignora o tamanho da crise e a importância da cadeia produtiva da suinocultura. Santa Catarina, o maior produtor nacional de carne suína, gera 660 mil toneladas de carne com o abate de 7 milhões de suínos por ano. Há 54 mil suinocultores em território barriga-verde que representam 25% da produção brasileira. O setor gera 65 mil empregos diretos e 140 mil indiretos. O Estado obtém mais de meio bilhão de dólares com exportações. No Brasil são 500 mil pessoas envolvidas em toda a cadeia: o país produz 3 milhões de toneladas, consumo 2,4 milhão por ano (200 mil toneladas por mês) e precisa exportar as outras 600 mil toneladas.

Criadores e lideranças querem para o agronegócio suinícola a mesma atenção que o governo deu à indústria automobilística. Mas, de acordo com a Faesc, no momento, a prioridade é prorrogação das dívidas, aprovação de créditos novos para manutenção da atividade, liberação dos estoques de milho da Conab, isenção de tributos na venda de leitões e material genético, além de uma política de preços mínimos para a carne suína.

Marcos A. Bedin
MB Comunicação
Assessoria de Imprensa
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Saiba quais são os riscos das flores

A presença de flores em hospitais está relacionada a infecções (principalmente fúngicas), à captação de insetos (como formigas, moscas e abelhas), e a casos de alergia a pólens. Por isso, apesar de ser uma manifestação de amizade e atenção, a flor não é um bom presente para pessoas internadas.

A recomendação para evitar flores no interior de hospitais foi publicada, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em um manual sobre prevenção e controle de infecção hospitalar no tratamento pediátrico. De acordo com este material, já foram descritos casos de transmissão do fungo Aspergillus terreus para pacientes imunodeprimidos (como os portadores de câncer ou do vírus HIV), por causa da presença de plantas no ambiente hospitalar. Vários microorganismos patogênicos têm sido isolados de plantas e flores em hospitais, representando potenciais fatores de risco para infecção.flor

O ideal é que não haja nenhum tipo de planta nas áreas internas dos hospitais, pois a umidade e a presença de material orgânico em decomposição na terra dos vasos favorece o crescimento de bactérias e de fungos.

Dentro de casa também é necessário ter cuidados, principalmente com as crianças. Recomenda-se não colocar flores nos quartos das crianças pelo risco de elas serem picadas por um inseto ou entrarem em contato com microorganismos presentes na terra, além da chance de envenenamento por plantas tóxicas como a copo-de-leite e a comigo-ninguém-pode.

É necessário se desfazer das flores tão logo elas percam o viço e trocar a água dos vasos diariamente para evitar a proliferação de bactérias,fungos, larvas de mosquitos (dengue, febre amarela), e outros agentes patogênicos. Para os que gostam de flores, sugere-se que façam seu cultivo no jardim, em ambiente ventilado e ensolarado, ou em estufas adequadas para o seu crescimento. A adoção destas recomendações evita os riscos à saúde e colabora para o bem-estar de todos.

Fonte: ANVISA

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Nas pegadas de Lampião

Projeto beneficiará 17 municípios do Rio Grande do Norte, com desenvolvimento cultural e criação de rota turística por onde passou o bando do cangaceiro mais famoso do Nordeste

A cultura popular nordestina, que preserva a memória do Cangaço, deu a tônica ao lançamento do Projeto Território Sertão do Apodi – Nas Pegadas de Lampião, rememorando momentos marcantes vividos pela população da região e aproximando as novas gerações de um capítulo importante da história do Nordeste brasileiro, protagonizado pelo líder cangaceiro Virgulino Ferreira, o Lampião.


O projeto, lançado na Casa da Cultura de Apodi pela Agência Cultural do Sebrae no Rio Grande do Norte, na semana passada, agrega um conjunto de ações integradas com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento territorial.


O ator Marcos Palmeira, protagonista do filme 'O Homem que desafiou o diabo', baseado no livro 'As pelejas de Ojuara', do escritor potiguar Nei Leandro de Castro, convidado especial para o evento, se declarou um apaixonado pela cultura do Nordeste, especialmente a do Cangaço. Segundo Palmeira, a execução do projeto Território Sertão do Apodi trará mais visibilidade para a região.
lampiao


“Nós que moramos em outras regiões do País sabemos pouquíssimo da história nordestina. É pouco explorada. Sou um apaixonado pelo Nordeste e pela cultura dessa região, principalmente o cangaço. A iniciativa do Sebrae é bastante louvável”, elogiou Palmeira.


O turismo cultural, a cultura do empreendedorismo e o associativismo são os pilares do projeto que beneficiará 17 municípios localizados na região conhecida como Chapada do Apodi. Nove deles serviram como rota de passagem para o bando de Lampião durante as incursões no sertão do Rio Grande do Norte.


O projeto teve início em setembro de 2008, com ações exploratórias na região. O material resultou na elaboração de um inventário, entregue a prefeitos dos municípios envolvidos e ao Governo do Estado, representado na ocasião do lançamento pelo vice-governador, Iberê Ferreira de Souza.


Para incrementar o desenvolvimento na região, a gestora do projeto 'Nas pegadas de Lampião', Cátia Lopes, explica que serão realizadas dez ações prioritárias durante o período de implantação do Sertão do Apodi. Dentre elas destaca-se a constituição de roteiro turístico que segue as pegadas de Lampião, envolvendo diversas atividades ligadas à estética do Cangaço, como o artesanato, as expressões artísticas, teatro de bonecos, a culinária regional e a produção de fitocosméticos.


“Vamos fazer mesmo uma radiografia de tudo que pode ser trabalhado na região, resgatando a cultura e, acima de tudo, orientando a força empreendedora das populações destes municípios”, explica Cátia.
O superintendente do Sebrae/RN, José Ferreira de Melo Neto, destacou a importância do evento e lembrou o apoio da instituição para a realização de ações que visam o desenvolvimento da região. “Este projeto é grandioso. Apostamos na cultura para alavancar o desenvolvimento desta região da Chapada do Apodi. Uma coisa é certa: o Sebrae/RN continuará investindo em projetos como este”, prometeu Melo.


A prefeita do município de Messias Targino, Shirley Targino, está otimista com a realização do projeto. Para ela, os municípios precisam de apoio para alavancar o desenvolvimento. “Este projeto aparece em ótimo momento. Será um apoio a mais para trazer melhorias para os cidadãos. Estou muito feliz pela iniciativa do Sebrae, e por Messias Targino estar entre as cidades contempladas pelo projeto”, comemorou Shirley. O Projeto Território Sertão do Apodi tem como parceiros o Ministério do Desenvolvimento Agrário, Governo do Estado e prefeituras municipais.

Durante o lançamento do projeto, foi montada uma exposição fotográfica na área externa da Casa da Cultura com 50 registros fotográficos de paisagens, manifestações culturais, bens materiais e imateriais da região. Durante a execução do projeto, a exposição, que é itinerante, percorrerá todos os municípios que compõem o Sertão do Apodi.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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31 de maio de 2009

Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Canela

O Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Canela-RS, que acontece de 18 a 21 de junho, chega a sua maioridade cheio de novidades.

Por 20 anos, Canela trouxe centenas de espetáculos, milhares de bonequeiros do mundo inteiro. Nesta edição, a cidade tem o prazer de apresentar o seu primeiro espetáculo de teatro de bonecos. Este era um questionamento do público e dos participantes do evento: por que Canela não faz teatro de bonecos, já que conhece a arte titeriteira como poucos.

Nesta edição Canela estará mostrando que a semente se criou, que “a criança nasceu”, que não mais Canela apenas trará o mundo para sua platéia, mas estará levando a sua arte bonequeira para o mundo. Os experientes bonequeiros, canelenses de coração, Nelson Haas e Beth Bado, formaram competentes títeriteiros, que apresentam seu primeiro espetáculo no Bonecos Canela 2009. O grupo foi formado através do Ponto de Cultura Bonecos Canela Cultura Viva e apresenta o espetáculo "Sonho de uma Noite de Verão", de William Shakespeare, com uma releitura de um dos maiores clássicos da literatura mundial, criada e adaptada nas oficinas pelo próprio elenco. A direção geral da peça é feita por Nelson bonecosHaas, texto e direção por Julio Saraiva, com uma pitada da realidade canelense. Nesta edição até mesmo a arte do material de divulgação do Festival é mais real, mais canelense. A figura principal é um boneco produzido na cidade, que faz parte de um dos espetáculos que estão na grade de programação.

Para manter a tradição de um dos festivais referência no mundo todo, o Bonecos Canela, nos seus 21 anos irá trazer grupos como o Gioco Vita, um dos mais conhecidos em teatro de sobras, da Itália; a bonequeria espanhola Valéria Guglietti, que também apresenta teatro de sombras, mas com uma técnica super simples, mas pouco utilizada profissionalmente, com sombras projetas na parede com formas feitas pelas próprias mãos; grupos brasileiros conceituados mundialmente como o Giramundo, que dispensa comentários; e, pela primeira vez em Canela, um grupo da Finlândia, a maior novidade do Festival, que estará apresentando uma peça com manipulação de formas e idéias, com alta tecnologia, com técnicas circenses, algo que o público não está acostumado a ver. Além destes, que são destaques da programação, o Festival contará com a participação de grupos de vários estados brasileiros, numa grande festa bonequeira, comemorando 21 anos de Festival.

A Praça João Corrêa, o Teatro Municipal, o Teatro Casa de Pedra, o Teatro Laje de Pedra servirão de palco para estes apaixonados pela arte de fazer rir, de fazer chorar, de fazer refletir, de encantar, de interagir, que só mesmo o teatro de bonecos é capaz.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social da Prefeitura de Canela

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Para a Suinocultura continuar, Seara Pára

A prolongada crise na suinocultura levará o setor ao colapso caso não sejam adotadas medidas para fortalecer a exportação e reestruturar a comercialização da carne suína no Brasil, que foi fortemente afetada pela Gripe “A”, em função do uso indevido do nome Gripe Suína.

Esta é a principal justificativa para o manifesto “Para a Suinocultura continuar, Seara Pára”, promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), em parceria com a Prefeitura Municipal de Seara, Câmara Municipal de Vereadores, Núcleo Municipal e Regional de Criadores de Suínos de Seara, Sindicato de Produtores e Trabalhadores Rurais do município e Associação Catarinense de Criadores de Suínos, com apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas e Associação Comercial e Industrial de Seara, nesta segunda-feira, dia 1o de junho, a partir das 13 horas, na praça Dr. Harry Quadros de Oliveira.

A programação do manifesto envolve pronunciamento dos produtores, autoridades e representantes de porco entidades de classe, além de apresentação da pauta de reivindicações do Núcleo Municipal de Criadores de Suínos de Seara das 13 às 14h30. Às 15 horas será servido para mais de mil estudantes no Colégio Estadual Raimundo Corrêa, prato à base de carne suína assada, com o objetivo de desmistificar a opinião da população sobre a necessidade de informações a respeito de seu consumo.

O vice-presidente da Faesc, Enori Barbieri, explica que 2008 estava se encaminhando para ser um ano positivo para a suinocultura. A produção foi de três milhões de toneladas, com projeção para exportar 600 mil toneladas. Tudo se encaminhava para terminar o ano com resultados significativos, quando estourou a crise internacional e o Brasil deixou de exportar 60 mil toneladas nos meses de novembro e dezembro. “Os compradores ficaram sem dinheiro e as empresas passaram a pressionar o mercando interno, fazendo com que os preços reduzissem drasticamente”, justifica.

De acordo com Barbieri, se todos os estados da federação tivessem a qualidade sanitária de Santa Catarina, o Brasil venderia 1 milhão e 700 mil toneladas de carne suína ao exterior e não as atuais 600 mil toneladas/ano. “Há deficiências sanitárias graves em outros Estados que dificultam as exportações e quem paga é SC, única região decretada área livre de aftosa sem vacinação”.

Barbieri lembra que mesmo com redução de 60 mil produtores para 12 mil nos últimos anos, o Estado catarinense continua sendo o maior produtor nacional de carne suína. “Mas se o governo não adotar uma política de garantia de preços mínimos, o setor entrará em colapso”, adverte.

Os principais vilões da crise são a falta de crédito e o prejuízo pela diferença entre o custo de produção e o preço de venda, que apresenta prejuízos de R$ 50 a 70 reais por animal terminado para o produtor. A forte divulgação da Gripe “A” com nome de Gripe Suína causou uma retração ainda maior, levando a redução de 75% no consumo do produto no Brasil. “É necessário que a mídia contribua para a reconstrução da imagem do setor, mostrando que o consumo de carne suína não oferece risco algum em relação à gripe”, salienta Barbieri.

Por: Marcos A. Bedin
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Um governo que transforma quartéis em barris de pólvora

Militares não podem andar fardados pelas ruas que já são interpelados sobre a atitude que tomará o Exército.

Artur Bernardes tomou posse em novembro de 1922 sob estado de sítio, provocado pela Revolução dos Tenentes em Copacabana, e que se estenderia por quase todo o seu mandato. Sua candidatura fora proposta pelos estados politicamente dominantes, São Paulo e Minas Gerais. A oposição, aglutinada na Reação Republicana, expressão das oligarquias do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco, apresentara Nilo Peçanha como candidato à presidência, mas fora derrotada em eleições fraudulentas. arturbernardes

Entretanto, alguma coisa mudara na República Velha. Os antigos esquemas da política dos governadores e do império dos coronéis mostravam sinais de fraqueza. As cidades haviam criado novos personagens que começavam a atuar no cenário nacional: as classes médias, que se ocupavam no funcionalismo público civil ou militar, no clero, nas profissões liberais e no comércio.

A estrutura política brasileira nesse período se caracterizava pelo domínio das oligarquias agrárias, aliadas sob a hegemonia dos cafeicultores. Essas oligarquias nomeavam seus representantes políticos e não estavam isentas de conflitos entre si. Nas cidades, a massa eleitoral das classes médias era requisitada para tomar partido entre as facções oligárquicas, em troca de alguma representatividade política. Além de defender a oligarquia da qual era porta-voz, o político propunha, por exemplo, aumento para o funcionalismo público.

Fazendo um governo autoritário, Artur Bernardes tirou do poder as oligarquias descontentes, decretando intervenção no Rio de Janeiro e na Bahia. No Rio, o governador Raul Fernandes, simpático à oligarquia oposicionista de Nilo Peçanha, foi substituído pelo interventor Aureliano Leal. A população urbana, fiel aos apelos populares de Nilo Peçanha, foi amordaçada pela censura à imprensa e ameaçada pela suspensão das liberdades civis, o que deu ensejo a prisões por motivos políticos.

Recrutada nas classes médias, a baixa oficialidade do Exército, tenentes cuja ascensão social seria determinada pela carreira, tinha razões para se mostrar descontente, A insatisfação diante do papel atribuído pelo governo oligárquico à corporação militar gerou conspirações, que explodiriam durante o governo Artur Bernardes.

Fonte de pesquisa: Nosso Século, Abril Cultural, 1980.

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