13 de maio de 2011

GP-WEB: mais um Software Público

O Portal do Software Público alcança sua solução de número 50. O sistema GP-Web foi desenvolvido pelo capitão Reinert do 3o Batalhão de Comunicações do Exército. O software foi lançado na PROCERGS, no último dia 04/05, na cidade de Porto Alegre. O sistema possui um módulo de gerenciamento de projetos e práticas de gestão integrado ao módulo de tramitação interna de mensagens e documentos protocolados, o que o torna uma das ferramentas mais robustas disponíveis no mercado.


O GP-WEB foi desenvolvido em PHP e Javascript com o banco de dados MySQL e funciona em qualquer navegador web, inclusive por celular. A solução também conta com uma ferramenta para criação e envio de documentos e possibilita que o documento seja acompanhado pela agenda de trabalho.


O lançamento contou com a presença do coordenador do Portal SPB Corinto Meffe e do diretor-presidente da PROCERGS, Carlson Aquistapasse, que destacou a qualidade do GP-WEB. A solução poderá servir para uso interno na PROCERGS e também para oferta de serviços pela empresa, afirmou Aquistapasse.gpweb


Para os participantes do Portal SPB a solução pode ser baixada diretamente pelo endereço http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=31574974

O GP-WEB é composto pelos seguintes módulos integrados:


Correio corporativo: assinatura eletrônica, criptografia, aviso de leitura, controle de agenda;


Criação e envio de documentos: ambiente de formatação de conteúdos, inclusive contando com inserção de imagens, gerencia o envio dos documentos e acompanha o caminho do documento, tal como o software público SPED, entretanto de forma mais fácil e flexível;

Gerenciamento de projetos: completo, inclusive podendo importar do MS Project e Dot Project, contendo também WBS;
Gestão da Excelência: controle de indicadores, práticas de gestão, relatório de gestão, com as réguas de 250, 500 e 1000 pontos do Gov. Federal (PQGF) e da Fundação Nacional da Qualidade, assim como a régua de 500 pontos do Exército;

Agenda coletiva: lista de atividades a realizar, integrada ao demais módulos, com funcionalidades semelhantes ao Lotus Notes e Google Agenda, com integração com o módulo de documentos.

Fonte: Portal do Software Público

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11 de maio de 2011

Garis não podem trabalhar pendurados

Os garis de Florianópolis (SC) não podem mais ser transportados pendurados nas plataformas dos caminhões de lixo. A sentença do juiz Roberto Masami Nakajo, da 1ª Vara do Trabalho de Florianópolis, em Ação Civil Pública, também condena a Companhia Melhoramentos da Capital, empresa de economia mista municipal responsável pela coleta de lixo, a uma indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 100 mil.

O juiz levou em conta que, até o momento, a empresa não tomou "uma efetiva providência para solucionar o problema da insegurança no transporte de seus colaboradores garis, o que se apresenta inaceitável, quanto mais que o Procedimento Investigatório foi instaurado no ano de 2001".

Nakajo também considerou que o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/1997) determina que o trânsito, em condições seguras, é um direito de todos e dever dos órgãos do Sistema Nacional de Trânsito. Além disso, lembra o juiz, "o trabalhador tem o direito constitucional de ter reduzidos os riscos inerentes ao trabalho".

A sentença determina que a Comcap deixe de transportar irregularmente os trabalhadores e que o transporte seja feito em "veículos de passageiros", tanto na ida como na volta, até o local dos roteiros. Foi fixada multa no valor de R$ 5 mil, atualizáveis e reversíveis ao Fundo de Amparo ao Trabalhador ou entidade assistencial, para cada vez que for constatado transporte irregular.gari

Nakajo constatou que, apesar das tentativas do Ministério Público do Trabalho, mais de nove anos se passaram sem que a empresa tenha tomado providências efetivas e eficazes para minimizar os riscos dos garis. Por isso, condenou a empresa ao pagamento de R$ 100 mil, também reversíveis ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) ou entidade assistencial.

Para fixar o valor, ele levou em conta o porte e o tempo de inércia da empresa, além do caráter pedagógico da medida. No processo, ficou provado que durante os mais de 75 itinerários cumpridos nos bairros, os garis recolhem os sacos plásticos de lixo nas lixeiras das casas ou edifícios e os carregam nos caminhões de lixo. Segundo o MPT, os garis são transportados "em condição insegura, agarrados, em pé, na parte traseira dos caminhões coletores".

De acordo com o MPT, houve várias audiências no procedimento administrativo e a Comcap se comprometeu a fazer análise técnica. Mas, após várias tentativas de solução para o problema, a empresa limitou-se a apresentar diversos empecilhos para a adoção de uma solução.

Em sua defesa, a empresa alegou que várias das soluções sugeridas nas tentativas de acordo não geravam segurança aos trabalhadores ou se tornavam impraticáveis (cancela no estribo, cinto de segurança, cabine dupla) e que nos 39 anos de existência da Companhia somente um acidente ocorreu com os garis, por conta da irresponsabilidade do motorista. A Comcap pode recorrer da decisão.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª região

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10 de maio de 2011

Cada vez mais perfeitos e acessíveis

Os implantes dentários são a garantia de saúde, bem-estar e inserção social para aqueles que perderam dentes por traumas, doenças ou outras causas. Cada vez mais seguros, perfeitos e acessíveis, é possível a reabilitação com implantes localizados ou de toda a boca.

A especialista em implantes e próteses dentárias, Iara Giovana Gallon, da Clínica Arte & Face, de Chapecó, realça que o avanço tecnológico, aliado ao acesso ao crédito e a melhora do poder de compra da população, abre uma banda mais larga de possibilidades de tratamento.

Considerando as indicações clínicas, atualmente é extremamente raro o fato de um paciente não poder ser tratado com implantes dentários. “Doenças de ordem geral podem ser compensadas, pequenas alterações de saúde medicadas e a cirurgia realizada”, acrescenta.

O tempo de tratamento varia de apenas uma semana até três anos. De acordo com a especialista, mesmo nessa última hipótese, é considerado um tratamento rápido. “Basta compreender que a maioria dos dentes foi perdido dos 12 aos 20 anos e que a maioria dos pacientes procura o tratamento entre os 40 e 60 anos de idade, para que possamos ver como a reversão de uma severa perda de qualidade mastigatória pode ser revertida num prazo curto”, salienta.sorriso

Iara observa que os casos mais longos são aqueles que requerem quatro etapas, incluindo a confecção de enxertos ósseos inicialmente, seguido de implantes dentários que fazem um papel semelhante às raízes dentárias, mais adiante a instalação de próteses e, por fim, uma última cirurgia para coordenar as arcadas dentárias adequadamente.

A precisão dos tratamentos aumentou muito em poucos anos. “Agora, é possível confeccionar uma réplica fiel dos ossos do paciente e fazer todo o estudo como se estivéssemos com os ossos na mão, avaliando sob todos os ângulos e medidas. Planejamentos totalmente computadorizados, cirurgias minimamente invasivas, enfim, há uma verdadeira caixa de ferramentas de alta tecnologia à disposição dos tratamentos de casos difíceis”, diz a especialista.

Os benefícios do implante vão desde a melhora da autoestima, passando pela capacidade de poder mastigar novamente, processar o bolo alimentar, permitir a boa digestão e, por consequência, a nutrição até a correção de apneias obstrutivas do sono, além da melhora no nível de atenção no pique cotidiano e na harmonia estética facial.

“Ao envelhecermos, vamos perdendo capacidade muscular, como fator de um processo normal. Partes do nosso corpo ficam flácidas, entre elas estão as gengivas, lábios e bochechas. Nesses casos, a capacidade de manter uma prótese total, como uma dentadura, estável na boca, se reduz muito, levando muitas vezes ao desuso de uma ou ambas as próteses, com todas as consequências que isso traz”, afirma Iara.

Não há limite de idade para as reabilitações, o que se faz necessário são a adequada avaliação de saúde, equilíbrio das funções vitais e planejamento bem conduzido. “Dessa forma, os riscos de insucesso se reduzem a menos de 4% e normalmente os problemas que eventualmente surgem durante o tratamento alteram pouco o tempo do processo, mas sem modificar o resultado final”, comenta.

A odontóloga enfatiza que o paciente deve estar atento na hora de escolher o plano de tratamento. “Seja crítico, avalie o plano, a formação profissional, a estrutura e a explanação sobre o que você passará durante o seu tratamento. Isto feito, trate, pois a situação mudará muito pra melhor”, avalia.

Natural de Erechim (RS), Iara Gallon tem especialização em implantes dentários pela APCD de São Paulo e especialização em prótese dentária pelo Centro de Estudos Odontológico Meridional (CEOM) do Rio Grande do Sul. Essas duas especialidades se complementam e possibilitam ao paciente iniciar e concluir o tratamento com o mesmo profissional.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

mb@mbcomunicacao.com.br

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