24 de setembro de 2011

Elisabetta Canalis prefere ficar nua a usar peles

A superstar italiana Elisabetta Canalis é mais uma estrela a ficar nua para uma campanha da PETA - People for the Ethical Treatment of Animals(Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais). Elisabetta disse que prefere dicar nua do que usar roupas de peles.Elizabeta

"Eu decidi ficar nua porque acho que a nudez sempre cria uma grande reação", explica ela. "Isso é necessário para chamar a atenção das pessoas sobre essa prática brutal. Esses pobres animais são eletrocutados, esfolados vivos, afogados, e espancado apenas por uma questão de moda."

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22 de setembro de 2011

Comércio eletrônico deve faturar R$ 18,7 bilhões

O comércio eletrônico deve faturar este ano R$ 18,7 bilhões, ante os R$ 14,8 bilhões registrados em 2010. A estimativa é da Empresa de Inteligência e Comércio Eletrônico (Ebit), que divulgou hoje (22) um levantamento sobre o segmento, durante evento promovido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), na capital paulista.

Segundo o levantamento, os eletrodomésticos lideraram as vendas na internet, no primeiro semestre deste ano, seguido por produtos de informática, saúde, beleza e medicamentos, livros e assinaturas de jornais e revistas e eletrônicos.

De acordo com os dados divulgados, o Brasil é o quinto país com maior número de usuários de internet (80 milhões), com 27 milhões de consumidores eletrônicos. Este ano, 4 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra online, sendo que 61% pertenciam a classe C.PJMelo7

A pesquisa mostrou ainda que durante o ano passado a satisfação com o serviço prestado pelas lojas virtuais ficou perto dos 90%, caindo em dezembro, período em que a satisfação ficou em 84%.

Para o presidente do Conselho de Tecnologia da Informação e E-Commerce da Fecomercio, Pedro Guasti, é importante o consumidor antecipar suas compras para o Natal para fugir de um possível “apagão logístico” que impeça as empresas de entregar as mercadorias no prazo prometido. “É importante no começo de dezembro o consumidor já efetuar a maioria de suas compras. Se ele mora em um grande centro urbano, na maioria das capitais, ele pode até comprar com uma semana de antecedência, mas fora dos centros urbanos não”.

O presidente de uma das três maiores empresas de correio privado, Marcos Queiroz Monteiro, ressaltou que a plataforma de negócios montadas por algumas empresas já é bem maior e a capacidade de absorver mais envios também aumentou. “Estamos prontos para assumir a demanda do Natal. Claro que não posso falar por todo o setor, mas é importante que cada um faça sua parte, que o consumidor saiba onde está comprando, o embarcador saiba fazer promessas ajustadas e que o transportador cumpra sua parte”.

Fonte: Agencia Brasil 

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20 de setembro de 2011

Portal Catarina está no ar

Quando o Núcleo de Pesquisas em Informática, Literatura e Linguística da Universidade Federal de Santa Catarina iniciou, em 1995, o que viria a ser a maior biblioteca digital de literatura brasileira do País, a grande discussão era se o meio eletrônico desbancaria o papel do livro impresso. Passados 16 anos, essa oposição entre velhas e novas tecnologias de leitura saiu de foco. O Portal Catarina, que a UFSC, através do NuPILL, lança no dia 7 de outubro, aposta no reforço que o meio digital pode dar à leitura e à própria expansão da literatura. Com acesso livre e gratuito, o banco de dados reúne informações e obras de 311 autores, representando o mais completo catálogo da literatura catarinense já publicado em qualquer meio.

O Portal entrará em completo funcionamento no endereço www.portalcatarina.ufsc.br, durante o I Seminário de Literatura e Meio Digital da UFSC, promovido pelo NuPILLnos dias 6 e 7 de outubro, com apoio da Secretaria de Cultura e Arte e como parte das comemorações do aniversário de 40 anos dos Cursos de Pós-graduação em Letras (Literatura Brasileira, Inglês e Linguística).Portalcatarina

São informações sobre 1.399 obras e 311 autores cadastrados de todos os tempos, escolas literárias e estilos, incluindo referência bibliográfica, local e ano da edição, editora, gênero, dados biográficos do escritor, profissão, gêneros que publicou e produção bibliográfica. São ainda 95 obras literárias digitalizadas que já estão sob domínio público. Um grande diferencial é a reunião de 2.937 documentos digitalizados de acervos pessoais dos escritores, dando testemunho de sua vida intelectual.

O navegador poderá entrar direto pelo Portal Catarina ou ter acesso ao banco catarinense pelo banco de dados geral doNuPILL (www.nupill.org), que mantém hoje o mais completo acervo digital de literatura brasileira, com informações sobre mais de 71 mil obras de mais de 16.500 autores, além de trazer 3.364 arquivos de obras digitalizadas que já se encontram em domínio público.Os usuários não precisam se inscrever nem pagar qualquer taxa e podem ler os arquivos online, fazer download ou inclusive imprimir as obras caso prefiram a leitura no papel.

Duarte Schutel, Horácio Nunes Pires, Araújo Figueredo, Virgílio Várzea, Cruz e Sousa (obra completa),Delminda Silveira, Maura Senna Pereira, Luiz Delfino e Ernani Rosas (obra poética) são alguns exemplos de autores que estarão com suas obras no portal. Além disso o Portal Catarina está aberto à atualização permanente e a inclusão de críticas e resenhas literárias sobre os autores em questão, que serão selecionadas e publicadas.

Fonte: www.secarte.ufsc.br

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18 de setembro de 2011

Medo da Crise? Não, medo do governo

“Não temos medo da crise, temos medo do governo”. A expressão é do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Glauco José Côrte, ao palestrar sobre a competitividade da indústria barriga-verde em jantar-palestra organizado pela Universidade do Oeste de SC (Unoesc Chapecó), Associação Catarinense de Imprensa (ACI) e Vice-presidência regional oeste, na sede do Simovale, em Chapecó. Participaram empresários de todas as áreas da indústria, profissionais de imprensa, docentes e acadêmicos da Unoesc.

O dirigente manifestou preocupação com a queda das condições brasileiras de competitividade, aferida pelas agências internacionais. A falta de investimentos em rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, hidrovias, armazéns etc, aumenta os custos de quem produz. Mencionou que as estradas ruins chegam a absorver 40% da receita do transportador.

O presidente frisou que os empresários fazem sua parte, mas o Estado não cumpre com seu papel. “Para melhorar a competitividade são necessárias as reformas fiscal, previdenciária, trabalhista, eleitoral e administrativa”, assinalou. Glauco Côrte manifestou-se preocupado com o fato de que todos os projetos em tramitação no Congresso Nacional sobre essas reformas estruturais tratam de aumentar os encargos do setor produtivo.Gov

Outra preocupação é o crescimento da máquina pública: “O Estado brasileiro é grande, perdulário e ineficiente e não cabe no tamanho da economia brasileira”, enfatizou.

O consultor da Fiesc, engenheiro Ricardo Saporiti, apresentou análise situacional da rodovia BR-282, visando a redução dos índices de acidentes rodoviários. Essa rodovia tornou-se um gargalo logístico para o transporte de toda a produção agropecuária da região oeste, reconhecida como maior produtora de suínos do país, uma das maiores produtoras de aves, a maior exportadora de suínos e aves e o maior polo brasileiro de carnes industrializadas.

A construção foi desenvolvida entre 1960 e 1975, embora efetivamente concluída na região do Planalto Serrano somente em 2008. Agora, de acordo com esse estudo, são necessários R$ 320 milhões para desafogar e melhorar as condições de segurança da BR-282, que liga Florianópolis com a divisa Argentina, no extremo oeste. Nesse trecho ocorrem 6,5 acidentes por dia com uma morte a cada três dias no local do acidente, sem contar os óbitos no transporte e nos hospitais.

Transita pela BR-282 parte da economia que atende um quarto da população catarinense.Somente a cadeia industrial instalada na região Oeste, que abrange o transporte de carne e insumos, movimenta cerca de 1,1 mil carretas de 30 toneladas por dia na rodovia. O setor de alimentos tem 3,4 mil indústrias, 96,8 mil trabalhadores e foi responsável por 39% das exportações catarinenses em 2010.

O estudo da FIESC mostra que, como o transporte das agroindústrias e dos diversos fornecedores de empresas de outros setores é terceirizado, os pequenos e médios transportadores enfrentam os altos custos de manutenção dos veículos. Há situações em que até 40% do faturamento do caminhão é destinado para manutenção do veículo. Estatísticas da PRF (Polícia Rodoviária Federal)de janeiro de 2007 a julho de 2011 apontam a ocorrência de uma média de seis acidentes diários e uma morte a cada três dias no local da ocorrência.

O estudo sugere a implantação de terceiras-faixas, readequação de trevos de acesso, restauração de pavimentos, melhora da sinalização e o aumento do efetivo e de equipamentos da PRF.

O vice-presidente regional da Fiesc, Waldemar Antônio Schimitz, destacou a busca da competitividade para as empresas do oeste e a prioridade que a Fiesc está dispensado a questão logística. O representante da Unoesc Chapecó, Jeancarlo Zuanazzi, realçou a importância da busca permanente pela eficiência e a integração entre universidade e setor produtivo.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

mb@mbcomunicacao.com.br

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