21 de agosto de 2009

Tráfico de mulheres usa 241 rotas no Brasil

Pesquisa do Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria) detectou 241 rotas de tráfico que passam pelo Brasil, das quais 110 dizem respeito ao tráfico interno e 131 ao tráfico internacional.

As maiores vítimas do tráfico são mulheres negras, entre 15 e 27 anos de idade. Pará, Amazonas e Amapá são Estados ponto de origem das principais rotas internacionais, que levam mulheres ao Suriname e à Bolívia, Espanha e Alemanha.

A Região Norte também absorve boa parte do tráfico sexual interno. “As mulheres acompanham o fluxo de desenvolvimento da Amazônia emigram junto com a mão-de-obra masculina para construções e fazendas, dando apoio a esses homens como cozinheiras ou prostitutas”, disse o pesquisador Marcel Hazeu, da Sociedade de Defesa dos Direitos Sexuais da Amazônia (Só Direitos) à repórter Fabíola Munhoz, do sítio Amazônia.

O tráfico de mulheres da região Norte para o Brasil dá-se a partir do Acre, Amapá, Amazonas, Tocantins, Rondônia e Roraima, levantou o Cecria. A maioria das mulheres e adolescentes que migra para se prostituir dificilmente consegue se restabelecer depois, afirmou Hazeu.

“Temos um tipo de coronelismo na Amazônia, em que as pessoas que têm uma certa posição de poder se apropriam das pessoas que estão submetidas a elas. Prefeitos, delegados, grandes fazendeiros, comerciantes atuam especialmente no interior do Estado, vivendo como 50 anos atrás, em que podiam mandar nas pessoa do seu entorno”, relatou o pesquisador da Só Direitos.

De maio de 2003 a outubro de 2008, o Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes – Disque 100 – recebeu 14 mil ligações da Amazônia Legal, o que dá uma média de 2.800 denúncias por mês.

A informação é muito importante nesses casos, por causa da impunidade reinante, uma vez que é difícil de chegar até os criminosos responsáveis pelo tráfico de mulheres e adolescentes.

Fonte: ALC

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Ser grato

Isso é para poucos! Mas é possível ser um dos motivos para entrever felicidade.

Por: Návia T. Pattussi/Psicanalista/naviat@terra.com.br

Em tempos de “estragos” éticos e morais pensar em falar sobre GRATIDÃO parece quase uma heresia, um produto em extinção e quiçá uma variante bizarra do que seja justiça, conceito por demais confuso para nós, pelo menos no momento em que estamos vivendo.

Ser grato por algo ou ser alvo de sentimentos de gratidão por parte de alguém possivelmente não seja uma situação muito comum, tendo em vista a tendência de ensimesmamento e individualismo exacerbado que vivemos. Então, falemos de gratidão antes que daqui um tempo esse valor não exista mais, pois por certo ainda é possível experienciarmos isso.

Comecemos então pelo que diz o dicionário Aurélio sobre o que seja a palavragratidão: “1. Qualidade de quem é grato. 2. Reconhecimento por um benefício recebido; agradecimento, reconhecimento.” Analisemos!

Reconhecer algo recebido significa ter condições de perceber que o que recebemos não faz parte de nós e, portanto, que somos separados do objeto que recebemos. Quando nascemos e até um bom tempo, não conseguimos discernir que o seio no qual mamamos, por exemplo, não faz parte do nosso corpo e nossa primeira visão de mundo é de que nós somos o mundo. A princípio, não há diferenciação entre a criança e as outras pessoas. Um exemplo disso é quando nas escolas, crianças até geralmente 3 anos, choram se vêem outra chorar, gritam se outra grita; há uma imitação de comportamentos.

Quando adultos ingressamos num mundo que nos exige independência financeira, a constituição de uma nova família, o ingresso nas relações sociais e mesmo assim podemos continuar achando que o mundo gira em torno do nosso próprio umbigo, como se fossemos o Sol que ilumina tudo e tudo girasse em torno dele. A esse tipo de pessoa chamamos de narcisista, uma condição extremamente infantil de não diferenciação entre si mesmo e os outros. É um “saco” conviver com pessoas que funcionam desse jeito! É o tal do sujeito que só quer receber e não se considera implicado numa relação de reciprocidade. Ainda é capaz de se ofender por que não é tão bem tratado como imagina que deva ser. Portanto, tudo o que ele recebe é tomado como algo que por direito sempre deve ter sido seu. Nesses casos então, não há a possibilidade de manifestar-se o mínimo sentimento de gratidão.

Realmente esse é um sentimento para poucos. Conseguir ser grato é uma dádiva talvez maior do que ser alvo de gratidão por parte de alguém, pois implica numa relação de desprendimento, de humildade, de, ao agradecer, reconhecer que não é completo, que lhe falta sempre algo e que quando alguém lhe proporciona o mínimo agrado ou dom é mister agradecer pelo que lhe foi dado.

Isso é para poucos! Mas é possível ser um dos motivos para entrever felicidade. Há que se descobrir que os seus laivos estão para muito além de um consumo exorbitante de objetos, ou de uma imagem enfeitada ou de uma ostentação de bens. Há vida, e que vida... para além do mundo das imagens e das coisas!

Fonte: Marcos A. Bedin
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20 de agosto de 2009

Frango caipira é alternativa de renda

O frango caipira é criado em sistema de semiconfinamento

A criação de frango caipira está trazendo bons resultados para produtores da microbacia Córrego das Flores, em Canoinhas-SC. O projeto envolve inicialmente quatro famílias que criam, no total, 300 frangos.

Os animais se destinam ao consumo próprio e à venda nas comunidades vizinhas. A ação é da Epagri e do Projeto Microbacias 2 em parceria com o Centro de Educação Profissional Vidal Ramos e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural.galinha140[3]


Uma das principais diferenças em relação à avicultura convencional está na idade de abate: o frango colonial é abatido com pelo menos 85 dias. Já o frango convencional recebe promotores de crescimento e outros medicamentos para prevenir doenças e melhorar a produtividade, o que reduz a idade para cerca de 40 dias.


O frango caipira é criado em sistema de semiconfinamento: à noite, fica no aviário e recebe ração e, durante o dia, é mantido em piquetes onde se alimenta de quirera e pasto. Os animais não recebem promotores de crescimento e as raças são específicas para esse sistema de produção. “O bem estar animal, respeitando aspectos fisiológicos do crescimento natural do frango, se reflete na qualidade da carne. Além disso, a probabilidade de doenças diminui devido à menor concentração de animais por metro quadrado”, explica o engenheiro agrônomo Daniel Uba, extensionista da Epagri/Escritório Municipal de Canoinhas.


O manejo sanitário é realizado dentro das exigências técnicas. Os medicamentos são alopáticos, mas também são usados produtos naturais com a meta de evoluir para o sistema orgânico no ano que vem. “Os alopáticos são ministrados conforme a necessidade e não de forma rotineira e preventiva. Para esses casos, usamos produtos naturais como própolis, vinagre e chás”, explica o agrônomo.


As vantagens para o produtor estão na autonomia de produção, no uso de alimentação de origem vegetal, no consumo próprio da carne e no maior valor agregado dos produtos. Enquanto o frango convencional é vendido a cerca de R$ 2,00 o quilo, os produtores de Canoinhas vendem o caipira entre R$ 4,50 e R$ 5,00 o quilo. O custo de produção varia entre R$ 2,80 e R$ 3,20, mas já se busca diminuir esse valor com o uso de ração própria.

Fonte: Matéria elaborada por Cinthia Andruchak Freitas/GMC/Epagri

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Prêmio MPE Brasil valoriza iniciativas inovadoras

Inscrições podem ser feitas até o dia 14 de setembro

Estão abertas as inscrições para o Prêmio MPE Brasil 2009 – Prêmio de Competitividade para as Micro e Pequenas Empresas, antigo Prêmio Talentos Empreendedores. Criado para promover e destacar iniciativas e atividades de micro e pequenas empresas relacionadas à aplicação de métodos de gestão inovadores, o Prêmio MPE Brasil é um incentivo para a busca da melhoria contínua da gestão dos negócios.

As empresas interessadas em participar do MPE Brasil podem se inscrever gratuitamente pelo endereço eletrônico www.premiompe.sebrae.com.br ou preencher a ficha de inscrição nas Agências do Sebrae/SC em todo o Estado até o dia 14 de setembro. Em Santa Catarina, o prêmio é uma parceria entre o Sebrae/SC, Gerdau e RBS. Mais informações pela Central de Relacionamento Sebrae, no telefone 0800 570 0800.

“É um movimento pela competitividade”, explica Claudia dos Anjos, gestora do prêmio. Ela destaca que o processo de participação se dá em duas etapas. Na primeira, as empresas preenchem a ficha de inscrição e respondem o questionário de autoavaliação; e na segunda devolvem o questionário preenchido ao Sebrae/SC. A análise das informações do questionário resulta em um diagnóstico da empresa em forma de um relatório completo que o SEBRAE/SC disponibiliza a cada inscrito, “detectando e apontando as melhorias e oportunidades para cada empresa, independentemente dela ter sido premiada ou não”, esclarece a gestora. “O Prêmio MPE Brasil torna-se, assim, uma ferramenta de auxílio gerencial às empresas participantes”.

O diretor técnico do Sebrae/SC, Anacleto Ortigara, lembra que em Santa Catarina, o prêmio é realizado há 16 anos. Até 2008 chamava-se Prêmio Talentos Empreendedores e, após ser nacionalizado, passou a chamar-se Prêmio MPE Brasil. O padrão de avaliação é o mesmo em todo o país. O objetivo é promover o aumento da qualidade, da produtividade e da competitividade das MPE.

Os inscritos concorrerão em 7 categorias: indústria; comércio; serviços; serviços de turismo; serviços de educação; serviços de tecnologia da informação, serviços de educação e agronegócio. Há ainda uma categoria especial denominada “Destaque de boas práticas de responsabilidade sócio-ambiental”, que considera a atuação da empresa em ações/programas que contribuam para o desenvolvimento social.

O vencedor da etapa estadual e também da etapa nacional na categoria Serviços – Saúde e Destaque de Boas Práticas de Responsabilidade Socioambiental, foi o Laboratório Ghanem de Análises Clínicas, fundado no final de 2005, em Joinville. Desde o início de suas atividades, o Ghanem adota práticas da gestão pela qualidade e melhoria contínua, aumentando o crescimento no número de exames realizados, e obtendo maior índice de desempenho dos profissionais. “Visualizamos que nossos processos de melhoria contínua estão transformando nosso cotidiano, inovando, criando diferenciais competitivos e obtendo resultados positivos”, destaca o sócio-administrador Omar Amin Ghanen Filho.

COMO PARTICIPAR

Podem participar empresas com receita bruta anual de até R$ 2.400.000,00; com pelo menos um ano de exercício fiscal; com domicílio fiscal no Estado de Santa Catarina e regularidades fiscais e estatutárias comprovadas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do sitewww.premiompe.sebrae.com.br ou nas agências do Sebrae/SC e entidades empresariais credenciadas. Mais informações através do 0800 570 0800 ou com Dreikes pelo e-mail dreikes@sc.sebrae.com.br .

Fonte: Marcos A. Bedin
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19 de agosto de 2009

Fisioterapeuta monstruoso estupra menina de 12 anos

A violência tem outros requintes de perversidade: a menina de 12 anos seria, no futuro, possível cunhada do fisioterapeuta, pois namorava o irmão do réu.

A 8ª Câmara Criminal do TJRS condenou um fisioterapeuta a 22 anos e 9 meses de prisão por estupro e atentado violento ao pudor contra uma menina. Em primeira instância, o homem - que tem 29 anos de idade atual - já havia sido condenado, a 14 anos e um mês de reclusão, em sentença da juíza Luciana Fedrizzi Rizzon, da 2ª Vara Criminal de Caxias do Sul(RS), proferida em 17 de outubro de 2007.

A decisão do TJRS ocorreu no dia 5 de agosto, mas foi divulgada somente ontem (18). O julgamento proveu integralmente, por maioria, o recurso do MP para o aumento da pena e proveu em parte a apelação do réu. Ao contrário da decisão em primeira instância, o julgado da 8ª Câmara Criminal entendeu que o réu Laudinei Crespi Gomes praticou dois crimes distintos, sem continuidade delitiva: estupro e atentado violento ao pudor.


Segundo o TJ gaúcho, em 2006, o réu, na época com 24 anos, em conjunto de vontades com Lori Gonçalves Pereira - que veio a ser assassinado depois - viajavam com a menina de Lagoa Vermelha para Caxias do Sul, quando pararam o carro em um motel e obrigaram a jovem a manter relações sexuais com  ambos. Cerca de seis meses depois, em outra viagem, o réu fisioterapeuta voltou a violentar a jovem, sob a ameaça de que - se não acedesse - a deixaria na estrada.


Num desdobramento posterior, Lori, o padrasto da vítima da violência sexual, foi morto. Segundo os autos da ação penal, a mãe da menina expulsou o companheiro de casa depois de saber que ele abusava da enteada desde que ela tinha 9 anos de idade. O homem insistia em continuar vendo a menina e quando foi até a residência da família, foi morto pela mãe e pelo irmão da criança.


O voto da relatora da apelação criminal, desembargadora Fabianne Breton Baisch afirmou como sendo "em grau elevado a reprovabilidade da conduta do acusado, relativamente a todos os atos sexuais praticados contra a vítima". A magistrada  avaliou que as consequências foram muito graves: "uma pessoa ainda em formação, tanto física quanto emocional e psicologicamente, foi atingida em seus sentimentos mais íntimos e profundos - e haverá de conviver eternamente com as sequelas dos abusos sexuais e emocionais gerados pela ação do réu”. Votou de acordo com a relatora, o desembargador Dálvio Leite Dias Teixeira.


O desembargador Danúbio Edon Franco também destacou o elevado grau de reprovação da conduta do fisioterapeuta. Descreveu detalhes dos abusos contra a menina, reforçando o desvio de caráter do acusado, “que já se revelava em toda sua pequenez moral quando do primeiro fato”.


No entanto, Danúbio divergiu da relatora e admitiu a continuidade delitiva entre atentado violento ao pudor e estupro, “embora a orientação contrária do Supremo Tribunal Federal”. Afirmou que em ambos os delitos, o objeto da proteção jurídica é a liberdade sexual que retrata a unidade de espécie entre eles.


Como a decisão não foi unânime, o réu - que está preso preventivamente - poderá recorrer (embargos infringentes) ao 4º Grupo Criminal do TJRS, tentando revigorar a pena da sentença de primeiro grau que - como visto - foi de 14 anos e um mês de reclusão. É preceito constitucional que "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória".

Leia a matéria completa no site do Espaço Vital

Fonte: Espaço Vital

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Milho: Área plantada despenca em SC

Com isto a  importação subirá a 3 milhões de toneladas em 2010.

A área plantada com a cultura de milho nas regiões mecanizadas de Santa Catarina cairá 50%, criando o maior déficit da história agrícola e gerando a necessidade de importação de até 3 milhões de toneladas desse grão, em 2010. A avaliação é do vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), Enori Barbieri.

Essa situação deriva, em parte, da falta de uma política agrícola consistente para sustentação de preços no sul do país. A conseqüência mais grave, além do empobrecimento da família rural, é o afastamento do sistema agroindustrial catarinense que vai, aos poucos, migrando para o Brasil Central e outras regiões com maior oferta de grãos. “Nesse cenário, soa trágica a recente decisão do governo em cortar o crédito do ICMS na importação de milho”, observa o vice-presidente.

O milho, insumo fundamental para as vastas cadeias produtivas de frangos, suínos e leite, é cultivado em 815.000 hectares que produzem 4 milhões de toneladas por ano, numa média de produtividade de 50 sacos/hectare. Nos anos de normalidade de produção, Santa Catarina importa 2 milhões de toneladas para abastecer o vasto sistema de produção agroindustrial.

Com a decisão dos produtores de áreas mecanizadas, onde há maior produtividade, em reduzir 50%, a Faesc calcula que a área total cultivada no Estado (incluindo as lavouras não mecanizadas) ficará em 30% menor.

Os produtores rurais vão migrar do milho para a soja, que oferece custo 50% menor e remuneração maior, 40 reais a saca. Por isso, para as agroindústrias, 2010 será um ano difícil, prevê o dirigente.

Em 2008, o preço do milho não gerou renda aos produtores: apesar da queda de produção em consequência da seca,o preço se manteve baixo (17 reais a saca), pouco acima do preço mínimo fixado em R$ 16,50 a saca. Pouca produção e preço baixo potencializaram o prejuízo, explica Barbieri.

O mercado praticou preços reducionistas porque havia um estoque de passagem de 2008/2009 de 12 milhões de toneladas. O ano vai terminar com nova sobra de passagem 2009/2010 da ordem de 10 milhões de toneladas, porque as exportações de milho foram pífias em razão da situação cambial – dólar baixo e pouca competitividade do produto brasileiro no exterior.

Este cenário não deixa dúvidas: Santa Catarina terá que importar até 3 milhões de toneladas do Paraná, Mato Grosso e Paraguai, no próximo ano.

Fonte: Marcos A. Bedin
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18 de agosto de 2009

Dificuldade de ereção? 12 perguntas para fazer ao seu médico

A dificuldade de ereção ainda é um tabu, que faz com que milhares de homens se sintam envergonhados em procurar ajuda médica. A dúvida de muitos homens é "como abordar o problema com o médico?"


E a melhor solução é ser franco e direto sobre o assunto. O médico é a pessoa ideal para se conversar sobre dúvidas sexuais, incluindo a dificuldade de ereção. Ele irá avaliar o quadro do paciente e irá prescrever o tratamento mais adequado. Abaixo, algumas perguntas que todo homem deve fazer para tirar todas as dúvidas a respeito do problema.


1- Porque estou tendo problemas de ereção?
A disfunção erétil é um problema comum a muitos homens no Brasil e no mundo e está ligada a fatores orgânicos e psicológicos. Se o homem tiver alguma doença como hipertensão, colesterol, diabetes e depressão, as chances de apresentar disfunção erétil aumentam significativamente. Entre as causas psicológicas se destacam a ansiedade, medo de falhar, baixa auto-estima, etc.


2- O stress pode influenciar no meu desempenho sexual?
Sim, o desempenho sexual está intimamente relacionado à qualidade de vida. Quem leva uma vida muito agitada, submetido a pressões, cansaço, rotina pesada, etc, pode ter a vida sexual prejudicada, inclusive com o surgimento da dificuldade de ereção.


3- As causas do meu problema podem ser somente de natureza psicológica?
Sim, estima-se que em grande parte dos casos no Brasil, a dificuldade de ereção seja de origem psicológica. Entre os principais fatores psicológicos estão a ansiedade do homem em relação ao desempenho sexual, conflitos conjugais, problemas com a auto-imagem, baixa auto-estima, stress, problemas com o meio social ou profissional, fatores de desenvolvimento e educação (crenças sexuais errôneas), transtornos psiquiátricos (depressão, ansiedade, psicoses) e outros transtornos sexuais e de identidade sexual.


4- Qual a melhor forma de resolver o meu problema?
Procurar ajuda de um médico ou de um psicoterapeuta é a melhor solução. Somente um profissional poderá avaliar o quadro clínico do paciente e indicar o tratamento mais adequado. Atualmente, existem opções de tratamento seguras e eficazes, sendo o mais usado deles o tratamento com medicamentos orais, que apresentam níveis de eficácia superiores a 80%. Além disso, a dificuldade de ereção pode ser tratada com injeções e próteses penianas.


5- Se eu usar os remédios, com certeza vou curar minha doença?
Atualmente, não existe cura para dificuldade de ereção, dependendo de sua causa, mas o problema pode ser tratado com os medicamentos disponíveis no mercado, que são altamente eficazes.


6- Eu preciso mesmo tomar um medicamento ou posso resolver meu problema sozinho e ter ereção novamente?
A dificuldade de ereção ainda é encarada com muito preconceito e um grande número de homens considera que o uso de medicamentos é uma prova de que ele tem um problema sexual e isso os faz se sentirem menos homens. Mas o tratamento com orientação de um médico é sempre a melhor maneira de resolver o problema. Só ele pode avaliar o grau da disfunção erétil e recomendar o tratamento apropriado, seja medicamentoso ou psicológico.


7- Se eu tomar um medicamento, quanto tempo vou ter de ereção?
O efeito varia de acordo com o medicamento. Pode ser de 4 a até 36 horas, tempo de ação de Cialis. Quanto maior o efeito do medicamento, mais liberdade o casal terá para escolher o melhor momento da relação sexual. É importante lembrar que a ereção só ocorre mediante estímulo sexual e que esses medicamentos não podem ser usados por pessoas que tomam medicamentos a base de nitrato ou por pessoas em que qualquer atividade física, incluindo sexo, possa ser desaconselhada.


8- Como posso conversar com a minha parceira sobre o meu problema?
Falar francamente é o melhor caminho. O envolvimento da parceira é fundamental no tratamento, afinal é um problema que afeta a vida a dois. As mulheres estão dispostas a ajudar o parceiro a procurar ajuda e resolver a questão.


9- Quais são as principais contra indicações dos medicamentos que combatem a dificuldade de ereção?
Os medicamentos são geralmente bem tolerados, mas somente um médico pode avaliar se um paciente deve ou não usá-los. A contra-indicação absoluta é para quem usa algum medicamento a base de nitrato, indicados para o tratamento da angina e infarto do miocárdio. Neste caso, não se deve usar nenhum medicamento para dificuldade de ereção da classe dos inibidores da PDE5 (tadalafila, sildenafila ou vardenafila).


10- Durante o tratamento, posso sentir alguns efeitos colaterais?
Os efeitos colaterais relacionados ao uso dos medicamentos para dificuldade de ereção geralmente são leves, passageiros e desaparecem logo no início do tratamento. Os principais são: rubor facial, dor de cabeça, dor muscular e congestão nasal.


11- Vou ter problema de ereções pelo resto da vida?
Se a disfunção erétil for de origem psicológica, o tratamento psicoterápico pode resolver o problema e fazer com que o homem se sinta seguro e confiante em relação a sexualidade. Se as causas da doença forem orgânicas, é preciso avaliar o quadro clínico do paciente. É possível que as doenças associadas à disfunção erétil, como hipertensão, diabetes, colesterol, e hábitos como o tabagismo, etc, tenham causado danos ao sistema circulatório, que entre outras funções, controla as ereções. Nesse caso, a dificuldade de ereção é caracterizada como um problema crônico e se estenderá pelo resto da vida, devendo ser tratada com orientação de um médico.


12- Vou voltar ao normal se usar algum medicamento para dificuldade de ereção?
O tratamento com medicamentos faz com que o homem seja capaz de ter relações sexuais normalmente. Sob efeito do medicamento, sempre que houver um estímulo sexual, o homem terá uma ereção. O tempo de ação do medicamento também ajuda o homem a se sentir como era antes do surgimento do problema. Quanto maior for o efeito, mais liberdade o casal terá para escolher o melhor momento para a relação sexual, sem se sentir pressionado e preocupado com o fim do efeito da pílula.


Fonte: www.esteticderm.com.br

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Saúde: A eficiência da vídeoartroscopia de ombro

90% das doenças do ombro podem ser solucionadas com Videoartroscopia.

A utilização do método de vídeoartroscopia de ombro é a forma mais inovadora e eficaz no tratamento de 90% das patologias dolorosas, inclusive LER-DORT (síndrome do impacto, ruptura do manguito rotador), além de os resultados apresentarem a minimização de cicatrizes, menos aderências e menor tempo de recuperação.

     Em Chapecó, o médico ortopedista e traumatoligista, Joaquim Reichmann, diretor da Clínica Reichmann – especializada em vídeo artroscopia de ombro e joelho e traumatologia, relata que o procedimento por vídeo é realizado em bloco cirúrgico com método minimamente invasivo. O tratamento exige técnica, profissional capacitado, ambiente hospitalar seguro e arsenal cirúrgico completo. O procedimento é feito através de pequenas incisões (0,5 cm) conhecidas como portais. A articulação do ombro é distendida com soro fisiológico, o que permite a visualização interna da cavidade glenoumeral (articulação verdadeira), subacromial (articulação falsa) entre o acrômio (parte anterior da escápula) e o manguito rotador.

     O manguito é composto por quatro tendões (subescapular, supra e infra-espinhal e redondo menor) e situa-se no espaço subacromial, local onde pode ocorrer a síndrome do impacto do ombro por compressão do manguito rotador entre a cabeça umeral e o acrômio (parte anterior da escápula), já que estes tendões estão situados entre as duas estruturas ósseas.

     O método trata patologias intra-articulares, que podem ser visualizadas com ampliação de 20 vezes apenas pela vídeoartroscopia e não pela cirurgia aberta, assim como lesões do lábio glenoidal, lesões de cartilagem, corpos livres, calcificações, tendinite calcária, capsulite adesiva, sinovites, lesões da cabeça longa do bíceps, lesões SLAP (parte superior do lábio glenoidal), instabilidades por ruptura de ligamentos ou de fraturas.

     O médico relata que a síndrome do impacto começa com inflamação e bursite e evolui para tendinopatia e ruptura parcial ou completa de um ou mais tendões do manguito rotador. Quando ocorre a lesão completa dos tendões, faz-se a reinserção óssea com pequenos parafusos intra-ósseos (âncoras) e fios de sutura de alta resistência. No caso de síndrome do impacto, é possível retornar às atividades leves do dia-a-dia em duas semanas. Na ruptura do manguito rotador é necessário esperar 30 dias e, nas luxações, 90 dias.

     Joaquim Reichmann salienta que o diagnóstico da síndrome do impacto é  subestimado e muitas pessoas sofrem desnecessariamente com tratamentos não-eficazes para a patologia.

     A bursite e a tendinite ocorrem apenas no início da patologia – que é progressiva e podem ser tratadas sem cirurgia. Na síndrome do impacto, que necessita de vídeoartroscopia para correção, a reabilitação fisioterápica é iniciada no 2º dia pós-operatório. A tipóia é utilizada por um ou dois dias e, após, libera-se o ombro para recuperação passiva do arco de movimentos que deve estar quase completa em duas semanas. Passado esse período, pode ser iniciado trabalho de reforço muscular. O médico orienta que ao sentir dor no ombro por mais de um mês, é necessário procurar um especialista que tenha familiaridade com o método videoartroscópica.

Fonte: Marcos A. Bedin
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17 de agosto de 2009

Homeopatia garante bons resultados de vacas leiteiras

Quem visita a propriedade do agricultor Salésio Cabreira, em Içara, Sul de Santa Catarina, percebe logo o capricho da família no trato com as plantas e criações.

A produção de leite é hoje a principal atividade econômica da propriedade, que tem seis vacas em ordenha, de um total de dez, que produzem em média 100 litros de leite por dia. Basta chegar nas pastagens para entender a razão da boa produtividade. Dividida em piquetes, a área de pastoreio está sempre verde, viçosa e com uma variada oferta de pastos.


Por enquanto, o produtor tem disponíveis 20 piquetes, separados entre si por cerca elétrica. A meta dele é chegar aos 30 no médio prazo e dobrar este número dentro de dois a três anos. Assim, a cada ordenha, as vacas pastoreiam numa área diferente e o pasto encontra tempo suficiente para se regenerar, além de possibilitar o aumento do número de vacas e conseqüentemente a produção leiteira. Salésio conta que desde que decidiu trabalhar com pecuária leiteira, dois anos atrás, a idéia foi investir em pastagens de qualidade para diminuir os custos. “Junto com o veterinário da Epagri, Marcelo Pedroso, nós fizemos um projeto e planejamos a atividade de maneira que fosse produtiva e rentável”, afirma.


Com a orientação do técnico, as melhorias não aconteceram somente no campo e no rebanho. O local da ordenha é um capricho só. As instalações são limpas, apropriadas para que tudo funcione com tranqüilidade. Animais calmos respondem com maior produção de leite. Todos os cuidados são tomados na limpeza e higienização do úbere e dos equipamentos de ordenha. O teste da mastite, que detecta uma das principais doenças do gado leiteiro em todo o mundo, tornou-se rotina na propriedade.


Mas, o que tem chamado mesmo a atenção de outros produtores e técnicos é o tratamento das enfermidades das vacas. Em vez dos remédios tradicionais, a família Cabreira agora faz uso somente da homeopatia. Em pequenos frascos estão guardadas soluções valiosas para a saúde das vacas leiteiras. Marcelo explica que a homeopatia trata o animal como um todo e não uma doença específica. “Diferentemente da alopatia que tem um remédio para cada enfermidade, aqui nós temos um remédio para cada animal”, destaca.


O uso da homeopatia melhorou em muito a sanidade dos animais por lá. Para se ter idéia, testes realizados na propriedade indicavam que quase todas as vacas tinham problemas de mastite. Depois de três meses de tratamento homeopático, a doença desapareceu. “Com o tratamento da mastite, conseguimos avançar e curar outras doenças como problemas respiratórios, de pele e feridas crônicas porque o medicamento equilibra o rebanho de maneira geral”, revela Marcelo.


A facilidade na administração do remédio é outra vantagem. O veterinário demonstra que é simples. “Basta agitar o vidro 10 vezes para ativar a substância, pingar cinco gotas em um copo com água, mexer e virar o medicamento na ração do animal”. Um detalhe importante é que o leite pode ser aproveitado também no período de tratamento das vacas, já que a homeopatia não deixa resíduos no produto.


Para Cilézia Cabreira, a aposta na homeopatia deu certo e hoje ela está convencida de que este é o caminho. “Quando o Marcelo nos falou do tratamento homeopático, no começo estranhamos homevaca1um pouco, mas tomamos a decisão certa. Além de tratar as doenças, a gente percebe mudanças no comportamento das vacas que estão mais tranqüilas”, afirma Cilézia.
Na regional de Criciúma, a Epagri presta orientações em homeopatia em seis propriedades rurais, num trabalho piloto distribuído em quatro municípios da região. Além do Marcelo Pedroso, que atende o Sul do Estado, outros seis médicos veterinários da empresa participaram de um curso de especialização em homeopatia e hoje desenvolvem trabalhos nas diferentes regiões de Santa Catarina.

Na foto, o casal Salézio e Cilézia e seus animais tratados com homeopatia.

Fonte: Matéria elaborada por Eonir Teresinha Malgaresi /Epagri/Florianópolis


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Homem é condenado por apalpar a Minnie na Disney

Ele foi condenado a 180 dias de condicional, 50 horas de serviços comunitários e multa de US$ 1 mil (cerca de R$ 1,84 mil).

O norte-americano John Moyer, de 60 anos, foi condenado pela Justiça acusado de apalpar uma jovem mulher enquanto ela trabalhava vestida de ‘Minnie’, namorada de ‘Mickey’, na Disneyworld, em Lake Buena Vista, no Estado da Flórida (EUA). As informações são da emissora de tevê "Local 6 News".

John Moyer foi acusado em junho pela mulher de ter tocado em seus peitos e nádegas. Durante o julgamento, os promotores mostraram fotografias que mostrariam “Minnie” empurrando as mãos de Moyer após ter sido apalpada por ele.


O homem também deve ser submetido a uma avaliação de saúde mental e escrever uma carta de desculpas à vítima.  Após a sentença, Moyer continuava a alegar sua inocência. “Eu não sou culpado", disse Moyer para o juiz. Ele afirmou que não molestou ‘Minnie’, admitindo que "pode ter tocado nela de forma involuntária".


O advogado do réu, Zahra Umansky, alegou que as fotos só provam que seu cliente estava se divertindo durante as férias com sua família. Segundo ele, os seguranças que vigiam os personagens não presenciaram nada inadequado.

Fonte: Espaço Vital

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Gripe A: Universidade adota atividades via portal virtual

Com as aulas suspensas desde o dia 07/08, medida adotada como prevenção à propagação do vírus H1N1, alunos e professores da Unoesc mantêm as atividades acadêmicas na modalidade à distância. A instituição adotou o portal acadêmico como alternativa para dar prosseguimento aos conteúdos que seriam ministrados em sala de aula.

O diretor da Unoesc Chapecó, professor Eliandro Gustavo Bortoluzzi, explica que os docentes foram orientados a disponibilizar as atividades adaptadas para a aula à distância, inclusive com fóruns on-line.

"Embora as aulas não sejam presenciais, estamos tentando minimizar o impacto dessa suspensão temporária ao máximo e nestes primeiros dias sem aula, a experiência tem dado certo", argumenta Bortoluzzi.

A estudante do 6º período do curso de Direito da Unoesc Chapecó, Helen Burtett Bedin, mora no município de Seara e vem a Chapecó todas as noites de ônibus. Ela aprovou a iniciativa. "Lógico que não é a mesma coisa e depende muito do interesse do aluno em participar dos fóruns on-line. Porém, a medida nos tranqüiliza, já que para vir à aula somos obrigados a passar quase uma hora dentro de um ônibus fechado" argumenta.

A decisão dos dirigentes por suspender as aulas aconteceu em função do aumento no número de confirmações de casos no oeste catarinense e do constante fluxo de alunos de todos os estados da Região Sul em todos os Campis da Unoesc.

Também foram suspensas as práticas em laboratório, extensão, pesquisa, estágios e monitoria. As aulas de pós-graduação estão mantidas, mas com recomendação para que se faça, quando possível, a substituição de aulas presenciais por atividades à distância.

As solenidades de formatura já marcadas serão mantidas, mas terão duração menor, limitando-se ao ato formal. Os bailes, festas e jantares não são recomendados, e, se realizados, serão de responsabilidade das turmas. O expediente está mantido apenas para atividades acadêmicas e administrativas internas da Unoesc. Os docentes e funcionários técnico-administrativos terão a assistência do Serviço de Segurança e Medicina do Trabalho de cada campus e, em caso de apresentarem sintomas, serão encaminhados aos postos oficiais de atendimento em cada município.

Fonte: Marcos A. Bedin
MB Comunicação
Assessoria de Imprensa
(49) 3323-4244, (49) 9967-4244
mb@mbcomunicacao.com.br

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16 de agosto de 2009

Pandorga: mais um software livre para educadores

Programa com atividades e jogos pedagógicos está disponível no Portal do Software Público Brasileiro.

Um sistema operacional com 120 atividades pedagógicas voltadas para o ensino infantil e fundamental que utiliza jogos e programas para exercitar a mente das crianças sem que elas percam o prazer de estudar. Esse é o Pandorga, a mais nova solução desenvolvida em software livre (GNU/Linux) disponibilizada no Portal do Software Público Brasileiro com acesso direto no endereço: http://www.softwarepublico.gov.br/


O Pandorga pode ser utilizado em laboratórios de aula das escolas de ensino fundamental e por alunos desta faixa etária. A solução conta com programas pedagógicos e jogos educativos em língua portuguesa para incentivar o aprendizado e pesquisa dos alunos. Também há uma coleção de ferramentas como editor de textos, planilhas de cálculo, navegador Web e tocadores de mídia, entre outros.


Os programas contemplam várias áreas como matemática, geografia, química e Língua Portuguesa. Os aplicativos oferecem jogos com operações matemáticas e módulos que exercitam a coordenação motora e exercícios de lógica e raciocínio. Outras atividades também estimulam o uso do vocabulário.


A solução permite ainda o estudo dos elementos químicos da tabela periódica, além de oferecer questionários com perguntas e respostas sobre geografia. As atividades envolvem o uso de mapas, bandeiras e localizações. O Pandorga foi desenvolvido em 2006 pela Empresa Rkrüger Tecnologia da Informação, com o apoio da Secretaria Municipal de Ensino e Pesquisa, ambas do município de Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul.


Segundo os desenvolvedores, Francine Krüger e Rainer Krüger, o programa surgiu da necessidade de professores e profissionais de diversas áreas das escolas municipais da cidade de Cachoerinha participantes de uma pesquisa cujo resultado apontou a necessidade de haver um pacote de programas pedagógicos específico para seus laboratórios de informática.


Eles contam que a solução recebeu o nome de pandorga, ou pipa em outros estados, para representar as idéias de liberdade e divertimento. “Liberdade por seguir a ética e as diretrizes do Software Livre, e brincadeira por acreditarmos que o ensino numa forma mais lúdica pode ser uma maneira fácil de aprender e aumentar o interesse pela disciplina”, afirmam.


O Pandorga no Portal do Software Público foi disponibilizado pelo diretor de Governo Eletrônico da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, João Batista Ferri de Oliveira, e pelo desenvolvedor Rainer Krüger. A assinatura ocorreu no dia 31 de julho, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul.

Fonte: Portal do Software Público Brasileiro

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O cavalo pantaneiro

Resistente e adaptado ao ambiente quente e úmido e às longas distâncias da planície pantaneira, quase chegou à extinção.

Uma raça única de equinos, que se adaptou como nenhuma outra ao ambiente quente e úmido e às longas distâncias da planície pantaneira. O cavalo pantaneiro tem sua origem dos cavalos Ibéricos trazidos ao Brasil na época da colonização.


Os animais introduzidos na região multiplicaram-se e formaram uma raça muito bem adaptada às condições ecológicas do Pantanal. Isto foi fruto da ação da seleção natural durante centenas de anos. Desde a implantação de fazendas no Pantanal, o cavalo pantaneiro tem sido importante para a lida do gado e como meio de locomoção para os habitantes da região.


Apesar das suas qualidades, a raça quase chegou à extinção devido a fatores como doenças e cruzamentos indiscriminados com outras raças. O trabalho feito por instituições como a Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Pantaneiro (ABCCP), criada em 1972, evitou a extinção da raça, que hoje se encontra em estado vulnerável, o que ainda necessita de programas específicos para a sua conservação.


Um dos principais motivos para a conservação do cavalo pantaneiro é o seu valor genético. Adaptada de maneira singular às condições do Pantanal, a raça apresenta hoje uma grande utilidade no manejo do gado de corte, principal atividade econômica da região.

A pesquisadora especialista em produção e manejo animal, Sandra Santos, da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, revela que o homem do campo do Pantanal reconhece hoje o grande valor do cavalo pantaneiro na lida do gado. “Ele faz questão que a raça seja preservada com suas características rústicas de força e agilidade para o trabalho de campo. A beleza para exposições não é a qualidade mais valorizada por eles”, explica.

Existem atualmente cerca de 5 mil cavalos pantaneiros puros registrados na ABCCP, com mais de 130 criadores localizados em 21 subregiões. O número total estimado de equinos no Pantanal é 100 mil, o que revela uma grande quantidade de animais mestiços, segundo Sandra Santos.

Para saber mais leia o artigo completo no site da Embrapa

Veja também este vídeo sobre o cavalo pantaneiro

Fonte: Saulo Coelho Nunes/ Embrapa Pantanal, Corumbá (MS)

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