4 de fevereiro de 2012

3º Computer on the beach em Florianópolis

As tendências de pesquisa e mercado da computação aplicada, focados em educação, entretenimento, saúde, meio ambiente, engenharia e cultura digital serão debatidas durante a 3ª edição do Computer on the beach. O evento organizado pela Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI e o Centro de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar - CTTMar, através dos seus cursos de Ciência da Computação, Engenharia de Computação, Tecnologia em Jogos Digitais e Mestrado em Computação Aplicada do Campus de São José, na Grande Florianópolis, ocorre entre os dias 23 e 25 de mcomputerarço, no hotel Porto Ingleses, na praia dos Ingleses, em Florianópolis.

O encontro reúne pesquisadores, estudantes e profissionais para intercâmbio de experiências, misturando atividades técnico-científicas com atividades de lazer ao ar livre. As inscrições custam entre R$ 40,00 e R$ 180,00 e podem ser feitas pelo www.computeronthebeach.com.br. No mesmo endereço estão disponíveis mais informações sobre o evento.

Este é um evento técnico-científico que visa reunir profissionais, pesquisadores e acadêmicos da área de computação, a fim de discutir as tendências de pesquisa e mercado da computação aplicada, tendo como pano de fundo a educação, o entretenimento, a saúde, o meio ambiente, a engenharia e a cultura digital.

O evento procura unir o útil ao agradável em prol de um intercâmbio de experiências, discutindo de maneira informal, porém técnica, misturando atividades técnico-científicas com atividades de lazer, ao ar livre, das quais se pode desfrutar nas praias de Florianópolis durante o verão.

Fonte: Univali

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2 de fevereiro de 2012

Vídeo: Campanha de Prevenção à Aids no Carnaval 2012

Foi lançada hoje, no Rio de Janeiro, a Campanha de Prevenção à Aids no Carnaval 2012 com o objetivo de estimular a prevenção e o uso de preservativo durante as festas de carnaval, voltada para jovens de 15 a 24 anos, priorizando o público gay.

Este é um dos vídeos:

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31 de janeiro de 2012

Luxação pode afetar qualquer movimento do cotovelo

Caracterizada como a perda da relação das superfícies articulares que se separam e deslocam, a luxação do cotovelo pode ser parcial ou completa. A incidência em adultos não é comum e, geralmente, ocorre quando uma pessoa cai com uma mão estendida. “Quando a mão toca o solo, a força é enviada para o cotovelo. Geralmente, há um movimento de rotação que pode girar o cotovelo para fora de seu encaixe, provocando dor intensa, deformidade e incapacidade de movimento”, explica o médico ortopedista e traumatologista Joaquim Reichmann.

Três ossos se juntam para formar a articulação do cotovelo. O úmero é o osso do braço e dois ossos do antebraço (rádio e ulna) formam a parte inferior do cotovelo. Cada um tem uma forma diferente e os ligamentos mantêm todos esses ossos no alinhamento apropriado. O movimento do cotovelo ocorre através da articulação entre o úmero, a úlna e o rádio. A rotação ocorre através de uma articulação entre o rádio e a ulnacotovelo, o que permite que a palma da mão seja rodada para baixo e para cima. Isso é chamado de pronação e supinação. Lesões e luxações no cotovelo podem afetar qualquer um desses movimentos.

Reichmann destaca que uma luxação simples não tem qualquer lesão óssea maior. Nas lesões ósseas e ligamentares graves, os vasos sanguíneos e nervos que percorrem todo o cotovelo também podem ser afetados.

A luxação completa é extremamente dolorosa e o braço fica deformado na região do cotovelo. Já a luxação parcial pode ser mais difícil de detectar. Normalmente, o cotovelo move-se razoavelmente bem, mas pode haver dor.

Uma luxação do cotovelo deve ser considerada uma lesão de emergência. O objetivo do tratamento imediato é o retorno do cotovelo ao seu alinhamento normal, visando restaurar o mais rápido possível a função do braço. O tratamento pode ser cirúrgico ou não, dependendo de cada caso. A restauração do alinhamento do cotovelo é chamada de manobra de redução e pode ser feita numa emergência de hospital ou clínica especializada.

Numa luxação simples, o cotovelo é imobilizado com uma tala ou tipoia por duas ou três semanas, seguida de exercícios de movimento precoce. A fisioterapia pode ser útil durante este período de recuperação.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

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29 de janeiro de 2012

Aparelho dentário ou cirurgia?

Cada vez mais as pessoas se preocupam com a aparência, especialmente com o sorriso. Mas, muitas vezes, para alcançar um sorriso bonito e saudável, é preciso passar por alguns procedimentos. Um deles é o uso de aparelho ortodôntico, que se tornou acessível e confortável ao paciente. No entanto, quando o problema está nos ossos e não nos dentes, a recomendação é a cirurgia ortognática, explica o especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial e mestre em lasers em odontologia, Silvio Mauro Gallon, da Clínica Arte e Face de Chapecó.

O tratamento ortodôntico tem por objetivo movimentar os dentes dentro do seu osso de suporte, retirando-os de uma posição incorreta para um engrenamento equilibrado, onde as forças da mastigação possam ser corretamente aproveitadas para essa função, sem danos aos próprios dentes ou às suas estruturas de sustentação. Entretanto, muitas vezes são os ossos que se encontram numa posição incorreta ou com uma dimensão alterada.

“Muitos pacientes chegam ao tratamento cirúrgico depois de terem experimentado apenas o aparelho ortodôntico, mas vivenciaram o retorno ou agravamento do problema. Ou seja, dedicaram-se anos a um tratamento sem sucesso”, enfatiza Gallon.

Posicionar os ossos de forma que fiquem na situação ideal em relação à face e equilibrados entre si é fundamental para o resultado e a estabilidade do tratamento. “Do contrário, os dentes é que se inclinarão para compensar essa diferença e isso levará à perda dentária num prazo médio”, salienta.apardente

Gallon destaca que, hoje, as cirurgias ortognáticas são muito seguras e têm como característica uma técnica precisa, embora seja necessária muita experiência profissional e planejamento para sua correta execução. “Atualmente, não é mais necessário o uso de bloqueio intermaxilar, ou seja, deixar a boca fechada por uns dias para a recuperação. O paciente sai da sala de cirurgia movimentando a boca livremente, apenas com o auxilio de pequenos elásticos presos ao aparelho”.

O tratamento dura em média de dois a três anos e é realizado em conjunto com a ortodontia e a cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial. Durante o tratamento serão feitas uma ou duas intervenções cirúrgicas, dependendo de cada caso.

Os benefícios da cirurgia vão muito além dos dentes e, por vezes, esse é até um ganho secundário, uma vez que em certos casos a cirurgia é utilizada para tratar apneias do sono, correção de estreitamento das vias respiratórias e viabilização da função mastigatória. “Muitos pacientes após a cirurgia são questionados se fizeram cirurgias plásticas, porque fica evidente a melhora da harmonia estética da face após o tratamento, pois as desproporções entre os ossos são corrigidas”, finaliza o especialista.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

mb@mbcomunicacao.com.br

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