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5 de maio de 2014

Cesar Passarinho - Guri

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13 de fevereiro de 2014

Pixinguinha, Carinhoso

pixinguinha
 


         C  C5+  C6
Meu coração
C5+ C C5 C6
Não sei por quê
C7 Em Em5 Em6
Bate feliz
Em5+ Em Em5 Em6
Quando te vê


E7        Am7    D7      G6
E os meus olhos ficam sorrindo
C7 F6 A7 Dm7
E pelas ruas vão te seguindo
D7 G/F C/E Ab7 G7 C6


Mas mesmo assim,        foges de mim


             Em7                         Am
Ah, se tu soubesses como eu sou tão carinhoso
B7 Em7
E o muito e muito que te quero
Eb7 G/D Em7
E como é sincero o meu amor
A7/C# D/C G/B
Eu sei que tu não fugirias mais de mim
Bbm7 Dm/A G7 C
Vem, vem, vem, vem


                B  B/A   B7/F#   Eb   Dm7
Vem sentir o calor dos lá_______bios meus
G7 C6 E7/B
À procura dos teus
Am E7/B Am/C
Vem matar esta paixão
C7/E F A/G Dm/A
Que me devora o coração
Ab7 C A7
E só assim, então
Dm7 G7 C
Serei feliz, bem feliz
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24 de janeiro de 2014

Raul Seixas, Maluco Beleza

   G               B-
Enquanto você se esforça pra ser
Em C
Um sujeito normal
D G D
RaulSeixas E fazer tudo igual
G B-


Eu do meu lado aprendendo a ser louco
Em C
Um maluco total
D G Em
Na loucura real


Am                      D
Controlando a minha maluquez
Am D
Misturada com minha lucidez


       G    B7
Vou ficar
C D
Ficar com certeza maluco beleza
G B7
Eu vou ficar
C D D7
Ficar com certeza maluco beleza




G                    B-
E esse caminho que eu mesmo escolhi
Em C
É tão fácil seguir
D G Em
Por não ter onde ir


Am                      D
Controlando a minha maluquez
Am D
Misturada com minha lucidez


G          B7 


Vou ficar 


               C                D 


Ficar com certeza maluco beleza 


G             B7 


  Eu vou ficar 


              C               D D7 


Ficar com certeza maluco beleza

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11 de janeiro de 2014

Titãs, Pra dizer adeus

  A       G	  A     G
Você apareceu do nada
D A G D
E você mexeu demais comigo
titas D A G D
Não quero ser só mais um amigo
A G A G
Você nunca me viu sozinho
D A G D
E você nunca me ouviu chorar
D A G D G A
Não dá pra imaginar quanto






  D       F#7       G
É cedo ou tarde demais
D A G D
Pra dizer adeus, pra dizer jamais
D F#7 G
É cedo ou tarde demais
D A G D
Pra dizer adeus, pra dizer jamais






    A       G	      A     G
Às vezes fico assim pensando
D A G D
Essa distância é tão ruim
D A G D
Por que você não vem pra mim
A G A G
Eu já fiquei tão mal sozinho
D A G D
Eu já tentei, eu quis chamar
D A G D G A
Não dá pra imaginar quanto


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15 de dezembro de 2013

Feche os Olhos, Renato e Seus Blue Caps

F         Gm      C7          F         Dm
RESBC feche os olhos e sinta um beijinho agora
Bb Gm Eb C7
de alguém que não vive sem você
Gm C7 F Dm
que não pensa e nem gosta de outra menina
Bb C7 F
e tem medo de lhe perder

Gm C7 F Dm
todo a...mor desse mundo parece querida
Bb Gm Eb C7
que está dentro do meu coração
Gm C7 F Dm
por favor queridinha divida comigo
Bb C7 F
um pouco da minha paixão

Dm C F
coisa linda coisa que eu adoro
Dm C F
a gotinha de tudo que eu choro

Dm C F
coisa linda coisa linda
Dm C F
coisa linda eu amo você

Bm E A F#m
feche os olhos e sinta um beijinho agora
D Bm G
de alguém que não vive sem você
Bm E A F#m
que não pensa e nem gosta de outra menina
D Bm G
e tem medo de lhe perder

Bm E A F#m
todo amor desse mundo parece querida
D Bm G
que está dentro do meu coração
Bm E A F#m
por favor queridinha divida comigo
D Bm G
um pouco da minha paixão


 



      F#m		      A
coisa linda coisa que eu adoro
F#m A
a gotinha de tudo que eu choro

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24 de novembro de 2013

Bob Dylan: Like a Rolling Stone

G                    Am
Once upon a time you dressed so fine
Bm C D
You threw the bums a dime in your prime, didn't you?
G Am
People'd call, say, "Beware doll,
Bm C D
you're bound to fall" You thought they were all kiddin' you

C D
You used to laugh about
C D
Everybody that was hangin' out

C Bm Am G
Now you don't talk so loud
C Bm Am G
Now you don't seem so proud

C G D
About having to be scrounging for your next meal.

G C D
How does it feel
G C D
How does it feel
G C D
To be on your own
G C D
To be without a home
G C D
Like a complete unknown
G C D
Like a rolling stone

( G C D )

G Am Bm
Aww, You've gone to the finest school all right, Miss Lonely
C D
But you know you only used to get juiced in it
G Am Bm
Nobody has ever taught you how to live on the street
C D
And now you're gonna have to get used to it

C D
You said you'd never compromise
C D
With the mystery tramp, but now you realize

C Bm Am G
He's not selling any alibis
C Bm Am G
As you stare into the vacuum of his eyes

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17 de setembro de 2013

Teatro Carlos Gomes e Fundação Fritz Muller iniciam programa de Prática de Conjunto Musical

Podem se inscrever alunos de música de qualquer instituição que tenham entre 16 e 20 anos. Os instrumentos desta primeira fase são violino, viola, violoncelo e contrabaixo acústico. Nova audição dia 30 de setembro de 2013. A Escola de Música no Teatro Carlos Gomes começa um novo projeto de estímulo à formação de artistas na região. Através de uma parceria com a Fundação Fritz Muller será ofertada gratuitamente durante 18 meses aulas de Prática de Conjunto Musical para 15 jovens de 16 a 20 anos. Além de prática nos instrumentos violino, viola, violoncelo ou contrabaixo acústico, são pré-requisitos para participação conhecimento sobre leitura de partituras e estar cursando aulas de música em qualquer instituição da região.Teatro-Carlos-Gomes-130912-Prática-Foto-Rodrigo-Dal-Molin1-636x1024


A audição para seleção dos alunos acontece no dia 30 de setembro (segunda-feira), a partir das 18h30min. Para se inscrever, é preciso ir até a secretaria da Escola de Música do Teatro Carlos Gomes, preencher a ficha e retirar duas partituras de peças que devem ser executadas na data da avaliação.
Segundo Noemi Kellerman, diretora artístico pedagógica da Escola de Música, o programa “possibilita valorizar e investir em jovens talentos e criar celeiros de talentos para a manutenção e a prática da música de conjunto para as próximas gerações”. Para Elisete Beck, diretora geral do Teatro Carlos Gomes, “programas específicos fazem-se necessários para atender as expressões culturais de menor apelo mercadológico e este programa abre novas possibilidades para a prática instrumental tão presente na história do Teatro e que certamente trará em breve bons frutos para Blumenau”. Os encontros acontecerão às segundas-feiras, das 18h20min às 20h e serão ministrados pelo professor Paulo Mannes.


O Projeto Prática de Conjunto Musical tem a finalidade de introduzir os participantes no universo da musica instrumental, desenvolver alunos aptos para a prática de conjunto instrumental, alinhando o repertório à faixa etária e atuar na formação continuada de músicos para a constituição de grupos instrumentais.
Segundo Rodrigo Dal Molin, coordenador cultural do Teatro Carlos Gomes, “as atividades quando desenvolvidas de forma continuada, tendem a ter resultados transformadores, na formação humana, na percepção das expressões da arte e constituem efeito multiplicador no ambiente que o beneficiado está incluído”.
A turma de cordas é apenas a primeira de um programa mais amplo, que está em fase de captação de empresas para adotarem outras turmas, a exemplo da Fundação Fritz Muller. A programação completa atinge jovens de 12 a 20 anos divididos em 13 turmas que, além de instrumentos de cordas, atingem sopros madeira (flauta e clarinete), sopros metais (trompete, trombone e sax) e percussão (tímpano, triângulo, prato e xilofone).


Interessados podem entrar em contato com a direção do Teatro Carlos Gomes através do telefone (47) 3144-7166 ou do e-mail

diretoria@teatrocarlosgomes.com.br.

Foto: Rodrigo Dal Molin
Texto: Melz Assessoria de Imprensa

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31 de julho de 2013

Coisas que o Dilúvio me Trouxe

A mente de um artista trabalha exatamente como as catástrofes naturais das grandes e pequenas cidades. Mesmo com a certeza de uma ideia, nunca se sabe ao certo o que ela despertará quando a obra estiver finalizada. Assim é "Coisas que o Dilúvio me Trouxe", de Andréia Peres, conhecida como Meow by Miu. A exposição com incentivo do Fundo Municipal de Apoio à Cultura pode ser visitada a partir desta quarta-feira, dia 31 de julho, na Fundação Cultural de Blumenau.

As obras de Meow by Miu são cheias de cores e significados abrangentes, que comparam um dilúvio ao pensamento artístico. Desta maneira, o inconsciente coletivo de fixação pela catástrofe, pelo caótico e pelo drama transforma-se em objetos cotidianos - pratos, azulejos, pentes, cadeiras e colheres - desencadeando significados lúdicos. Além de elementos frequentes como bandeirolas, postes, mãos e diamantes.

Peças reais e palpáveis como galhos e pedras mostram a inspiração da artista pela natureza. Cenários oníricos, personagens e símbolos misteriosos lembram montanhas e casinhas populares no campo, que remetem à cidade natal. Traços livres do estilo acadêmico, pouca ou quase nenhuma perspectiva e cores vibrantes são elementos trabalhados sobre esses objetos.meow

Igualmente ao dilúvio, que traz e leva várias coisas, a exposição está em constante adaptação e mutação e evolui conforme novos objetos são acrescentados ou quando trabalhados sobre outras superfícies. São expostas nove obras feitas em tela e inúmeros itens rústicos garimpados, onde destacam-se trabalhos repletos de cores e significados que tratam do mundo real e do mundo imaginário.

Desde criança, Andréia Peres sempre esteve em contato com giz de cera, tinta e lápis colorido. Passou por muitas escolas e cursos de arte e pintura e até por um curso de Vitrinismo. Já foi produtora gráfica em agência publicitária, mas interessava-se em criar livremente e desenhar gatos.

Andréia valoriza a arte popular e o tom de humor. Seu estilo artístico está sempre em transformação, com influências da arte naif e kitsch, ficção científica, cores vibrantes e anos 1980 e 1990. Seu forte é a representação da cultura popular e humana através de desenhos de gatos. Entre os principais trabalhos, destacam-se os desenhos produzidos para os materiais gráficos do Festival de Cinema de Blumenau, do Espetáculo Teatral Interrogatório e ilustrações para a Revista Glam.

Locais e datas:

Onde: Espaço Alternativo, Fundação Cultural de Blumenau (Rua XV de Novembro, 161, Centro)

Quando: 31 de julho a 9 de agosto, das 10h às 16h de terça-feira a domingo

Site da artista:www.meowbymiu.com

Para agendar monitorias e visitas: meowbymiu@gmail.comou (47) 8426-7479 ou (47) 3237-0554

Entrada franca

Fonte: PMB

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19 de março de 2013

150 anos de nascimento de Ernesto Nazareth

Não importa se eles são de formação erudita ou popular, mas, para muitos músicos brasileiros de hoje, uma das influências mais marcantes é a obra do carioca Ernesto Nazareth (1863-1934), que nasceu há 150 anos, no dia 20 de março. Considerado um dos formadores da identidade musical brasileira, ao lado de Chiquinha Gonzaga e outros compositores surgidos ainda no século 19, Nazareth deixou 211 composições, muito bem elaboradas, segundo os estudiosos de sua obra.

São valsas, polcas, tangos brasileiros – que abriram caminho para o choro - e diversos outros gêneros. Jacob do Bandolim (1918-1969), um dos mestres do choro, considerava Ernesto Nazareth o Chopin brasileiro. Guardião do acervo do compositor de Odeon e Apanhei-te Cavaquinho, o Instituto Moreira Salles (IMS) comemora o aniversário com dois eventos na cidade: um recital do pianista André Mehmari, hoje (19), às 20h, e um simpósio, amanhã (20) e quarta-feira (21), com quatro painéis, às 11h30 e às 15h30.

O Simpósio Ernesto Nazareth - 150 Anos reunirá especialistas brasileiros e estrangeiros na obra do compositor e será aberto ao público, com distribuição de senhas meia hora antes de cada mesa-redonda. Os ingressos para o recital estão à venda na sede do IMS, na Rua Marquês de São Vicente, 476, na Gávea, zona sul do Rio.

Além disso, o site www.ernestonazareh150anos.com.br, criado pelo IMS, que entrou no ar em 20 de março de 2012, dando início à contagem regressiva do sesquicentenário, traz novidades, como um depoimento de Jacob do Bandolim sobre Nazareth e informações sobre todos os eventos relacionados aos 150 anos do compositor.ErnestoNazareth

O pesquisador Alexandre Dias é um dos coordenadores do site, que contém uma linha do tempo elaborada por Luiz Antonio de Almeida, biógrafo de Nazareth e herdeiro honorário do compositor. “Nazareth teve quatro filhos, mas nenhum neto. Diniz era o último filho que ainda estava vivo na década de 1980. Naquela época, Luiz Antonio, com apenas 14 anos, começou a pesquisar a vida do compositor e se tornou amigo de Diniz, que acabou doando a ele o acervo, adquirido anos depois pelo IMS”, conta Alexandre.

O site traz também uma discografia, que procura catalogar as gravações feitas no mundo inteiro das músicas do Nazareth. No momento, são mais de 2.700, das quais cerca de 2.300 estão disponíveis para serem ouvidas online, na íntegra. “Temos também toda a obra dele em partituras, para download na versão original, para solo de piano, e dezenas de músicas adaptadas para a versão em melodia e cifras. Isso facilita a leitura das partituras por grupos de choro”, explica o pesquisador.

Ernesto Nazareth nasceu em uma casa modesta, no bairro do Santo Cristo, na zona portuária do Rio. O pai era um ex-despachante aduaneiro e a mãe, pianista, foi a responsável por sua iniciação musical. Ele começou a compor aos 14 anos de idade e a primeira música, a polca-lundu Você Bem Sabe, foi dedicada ao pai.

“Nazareth começou a se apresentar profissionalmente em 1878. Nessa época, era o piano que mandava na cidade do Rio de Janeiro. A cidade chegou a ser chamada por um escritor de 'pianópolis'. Para ouvir música, as famílias, mesmo as de poucos recursos tinham em casa um piano”, conta o biógrafo Luiz Antonio de Almeida.

Pianista profissional, Nazareth vivia de música, tocando em bailes, casamentos, batizados e cinemas, tanto nas salas de espera quanto acompanhando filmes mudos. “Quando surgiu o rádio, ele foi logo chamado para tocar em vários programas. Só entrou em declínio quando os pianistas começaram a ser substituídos pelas gravações”, diz Luiz Antonio, autor de uma biografia ainda não publicada, resultado de 37 anos de pesquisas.

As circunstâncias da morte do compositor continuam sendo um mistério. Vitimado pela surdez, que lhe causou perturbação mental, Nazareth acabou sendo internado, primeiramente no Instituto Neuro-Psiquiátrico, na Praia Vermelha, e depois na Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá. Em fevereiro de 1934, saiu para um passeio pelas alamedas do sanatório e desapareceu. Depois de alguns dias, seu corpo foi encontrado nas águas de uma represa, na mata próxima à colônia. “Nazareth sofria de sífilis, que afetou seu sistema nervoso, causando a surdez”, informa o biógrafo.

No depoimento reproduzido no site, Jacob do Bandolim dizia não ter dúvidas de que foi mesmo suicídio. “Eu estive no local onde o corpo dele foi encontrado e cheguei à conclusão de que ele se suicidou mesmo, em um momento de lucidez da doença mental da qual ele sofria. Isso não foi dito porque na época não era elegante a notícia do suicídio de um membro de família reputada, como era a de Nazareth”, disse Jacob, entrevistado em 1965 pelo apresentador Glaucio Gill, em um programa de televisão.

De temperamento tímido e afetado pela surdez, Ernesto Nazareth não escondia sua amargura por não ser reconhecido como um compositor erudito, a exemplo de seu amigo Heitor Villa-Lobos. Segundo Luiz Antonio de Almeida, esse reconhecimento se dá hoje e cada vez mais internacionalmente. “Há milhares de estudantes de música em todo o mundo pesquisando a obra dele. Quando os chineses descobrirem o Nazareth, vamos ter outro planeta ouvindo e tocando sua música”, prevê.

Para Alexandre Dias, Ernesto Nazareth “fez uma confluência tão bem engendrada das vertentes erudita e popular” que a música dele serve tanto para concertistas de formação clássica quanto para músicos populares, das mais diversas formações. No blog do site, sob o título de Querido por Todos estão listadas as homenagens musicais que Nazareth recebeu. De um lado, Villa-Lobos, Camargo Guarnieri, Francisco Mignone e Marlos Nobre. De outro, instrumentistas como Armandinho e o sanfoneiro Dominguinhos.

Fonte: Agência Brasil

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21 de janeiro de 2013

Quem lê, viaja!

A Unoesc – Universidade do Oeste do Estado de Santa Catarina, está com uma campanha nas redes sociais que incentiva os alunos e usuários da biblioteca a lerem nas férias e despertarem o hábito e o gosto pela leitura. Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a leitura precisa ser uma tradição nacional, incentivada em casa e contar com investimento na formação de novos leitores. Os dados da Unesco, divulgados pela revista Superinteressante, apontam que, no Brasil, a média do número de livros lidos é de um por habitante/ano. Os brasileiros ficam atrás dos vizinhos argentinos e chilenos que lêem cinco livros por ano dos uruguaios que leem seis livros no mesmo período.

A diferença também é grande no número de livrarias disponíveis em cada país. No Brasil, é 1,25 para cada 100 mil habitante, enquanto no Chile e no Uruguai é 3,33 e na Argentina 2,5. Outro dado que chama a atenção é a diferença entre o valor médio dos livros: os brasileiros pagam em torno de R$ 10 a R$ 15 mais caro que os demais leitores desses três países.leia

Os índices de analfabetismo também são os mais preocupantes no Brasil. Aqui, eles chegam a 15%, contra 4% do Chile, 3% da Argentina e 2% do Uruguai.

A coordenadora geral de graduação da Unoesc Chapecó, professora Graziele Ninbla Trentin Scussiatto, lembra que o período de férias pode ser aproveitado para fazer outros tipos de leitura que são deixadas em segundo plano durante as aulas. “Geralmente, os alunos ficam restritos às leituras técnicas e obrigatórias das disciplinas. Variar as fontes de leitura é importante para a formação integral do profissional, que mais do que conhecimento técnico, precisa estar, constantemente atualizado, para enfrentar o mundo globalizado”, afirma.

A responsável pela biblioteca da Unoesc Chapecó, Viviane Disarz informa que a biblioteca conta com um acervo de mais de 20 mil obras e, no período de férias, o horário de funcionamento é das 13 às 19. Os livros que forem retirados agora poderão ser devolvidos até o dia 21 de fevereiro. A Biblioteca está localizada na universidade no bairro Seminário.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

mb@mbcomunicacao.com.br

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9 de dezembro de 2012

Professora lança livro sobre ensino para surdos

Ensinar língua portuguesa requer preparo, imagina então, como é ensinar para pessoas que não escutam. É sobre esse desafio que Veridiane Pinto Ribeiro, professora dos cursos de Licenciatura da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), trata no livro “Ensino de língua portuguesa para surdos: percepções de professores sobre adaptação curricular em escolas inclusivas”.  A obra será lançada no dia 15 de dezembro, na Associação de Surdos de Balneário Camboriú (Asbac).

A pesquisa, feita no Mestrado em Educação da Univali, apresenta um levantamento do ensino de português para turmas do 6º ao 9º, nas escolas inclusivas, estaduais e municipais, de Itajaí.

“A educação para surdos em Itajaí está passando por uma adaptação. São muitas as tentativas, mas ainda há muitas incertezas”, relata a autora. Para Veridiane, os professores que ensinam para turmas mistas, com ouvintes e não ouvintes, ainda carecem de auxílio e olivrosurdosrientações nas suas práticas diárias.

O livro é dividido em duas partes. Na primeira investiga a educação bilíngue, traça um perfil do professor e detalha o papel das escolas inclusivas. Na segunda, faz a relação das estratégias e práticas usadas pelos professores em sala de aula com as diretrizes dos documentos oficiais, com o objetivo é caracterizar a percepção dos professores sobre adaptação curricular.

“Ensino de língua portuguesa para surdos” é lançado pelas Editoras Prismas e Appris, e poderá ser adquirido no dia do lançamento, ou então, no site das editoras, no valor de R$ 42,00 .

Além de egressa do Mestrado em Educação, Veridiane Pinto Ribeiro é docente das disciplinas de Libras e Educação Inclusiva nos cursos de Licenciatura da Univali, e é professora do curso de intérprete do Núcleo de Estudos de Línguas e Literaturas Estrangeiras (Nelle) da universidade.

O lançamento da obra ocorrerá durante a noite cultural surda da Associação de Surdos de Balneário Camboriú (Asbac). Na ocasião, os integrantes da entidade farão exposição de artes plásticas, apresentação de teatro e interpretação de músicas em Libra. O evento terá início às 18h, dia 15, na Asbac, situada na rua Itália, em Balneário Camboriú.

Mais informações: (47)3341-7516, Mestrado em Educação.

Fonte: Univali

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24 de outubro de 2012

Portal da Biblioteca Digital do Patrimônio Ibero-Americano

Num exemplo de cooperação internacional, foi apresentada na última terça-feira, 19, a versão beta do portal da Biblioteca Digital do Patrimônio Ibero-Americano (BDPI), que reúne 136 mil itens. O projeto da Associação de Bibliotecas Nacionais da Ibero-América (Abinia)  integra os acervos das Bibliotecas Nacionais do Brasil, Chile, Colômbia, Panamá e Espanha, e permite a consulta aos acervos das mesmas através de ferramentas de buscas específicas.

Com a iniciativa, a Abinia pretende incentivar as bibliotecas associadas a promoverem a digitalização de suas coleções, aBDPI automação e padronização de seus catálogos, adaptando-os aos padrões internacionais. O portal ainda é uma versão beta (experimental) porque a Abinia espera incorporar nos próximos meses o maior número de bibliotecas nacionais da região.

O portal da BDPI apresenta seleção de documentos, livros, mapas, imagens, testemunhos das grandes viagens e explorações, mais de 15 mil gravações de som, cerca de 8,6 mil partituras, obras, monografias e periódicos sobre literatura, escritores e estudos literários. A Biblioteca Nacional da Espanha contribui com 87,5 mil registros, a do Chile com 21,5 mil registros, a do Brasil, que tem sede no Rio de Janeiro, com 19,5 mil registros, a da Colômbia com 7,1 mil registros e a do Panamá com 925 registros.

A BDPI pode ser acessada através do link http://www.iberoamericadigital.net/gdl/

Fonte: ALC

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15 de setembro de 2012

Filme arranca aplausos da platéia

O filme Intocáveis (Intouchables, dos diretores Eric Toledano, Olivier Nakache, com François Cluzet, Omar Sy, Anne Le Ny, comédia, França) tem arrancado aplausos insistentes das plateias. Diferente da versão anterior, a intocabilidade não resulta do pleno poder dado a policiais para investigarem a rede criminosa de Al Capone em Chicago nos anos 30, nem da condição dos párias, pessoas pertencentes ao grupo mais simples e socialmente discriminado na Índia, que sequer faz parte de uma classe social. Mas, pelas mesmas vergonhosas razões, para descrever um homem rico e culto, e jovem negro, simples e autêntico, que com ele partilhou a cumplicidade na luta pela vida.

Trata-se da relação de trabalho – na qual as pessoas não estão imunizadas da condição humana, ao contrário, podem atuar por causa dela – em que o aristocrata rico Philippe (François Cluzet), tetraplégico por causa de um acidente após a perda da mulher amada, contrata Driss (Omar Sy), um jovem negro, descendente dos povos colonizados pelos franceses, para ser seu condutor, mesmo não tendo experiência no atendimento a deficientes físicos.

Driss é escolhido após uma lista de candidatos, após saltar na frente apenas para conseguir uma assinatura para que possa recorrer ao seguro desemprego, e por isso sem os cuidados básicos para tratar ricos como semideuses, ser formalmente educado e cumprir as tarefas que lhe cabem. Ah, e se possível, ter alguma empatia com a pessoa de quem vai cuidar até durante o sono. Do empregado, claro.

E então acontece o possível, mas no mais das vezes inimaginável. O aristocrata tem sensibilidade humana, percebe a naturalidade do empregado, ri de sua linguagem e das suas expressões culturais, diverte-se com sua espirituosidade e, a despeito dos cuidados e cautelas dos que o cercam, decide contratá-lo.intocaveis

Qualidades o distinguiam dos que o cercavam. O empregado não tem piedade dele, nem o trata como uma babá, interage em situações do cotidiano, tem uma autenticidade que  conquista sua confiança e da qual surge a cumplicidade imprevista, e depois a amizade. Driss na realidade está descrente das possibilidade e quer apenas um atestado para solicitar o auxílio desemprego do governo. Já esteve preso, tem uma conduta conturbada, mas mesmo assim Philippe o contrata e os dois desenvolvem um vínculo forte, unindo valores e descobertas do conflituoso entrechoque dos mundos distintos.

O público se diverte, assiste o filme com emoção, o enredo toca em situações limítrofes das perspectivas em contradição. De um lado, a ousadia e as novidades trazidas por quem tem uma visão desobrigada dos deveres da aristocracia, e de outro, o rico que encontra uma amizade autêntica, desinteressada e sem valer-se da convivência e das proximidades econômicas do outro. Depois começou a segunda parte lúdica da película: perceber como a imprensa informada por valores elitista lidou com o tema.

Os primeiros comentários diziam que o enredo é plausível, mas muito improvável. Outros disseram que roteirista, diretor e produtores fizeram uma aposta grande. Engendraram riscos mil ao contar o que seria um drama – redimir um tetraplégico rico pelas façanhas do ‘bobo da corte’ – onde histórias de superação que a Europa se acostumou a ver durante séculos e que o Brasil começou a vivenciar na última década.

As suspeitas, as emendas descabidas e os limites que ‘não poderiam ser superados’ nos dramas reais do cotidiano, pretendia ensinar a imprensa da axiologia ‘correta’. E finalmente uma surpresa agradável para a maioria dos que viram o filme: ele agradou ao público e à crítica, arrancou aplausos, não terminou em tragédia e dramas intermináveis, e começou a levantar suspeitas sobre o enredo que aproxima um rico e doente de um negro simpático e espirituoso.

Quase chegando à tragédia, houve quem indagasse se seria um drama, enfatizando o sofrimento do ‘condenado’ à cadeira de rodas e de um pobre sem teto e com familiares em conflito com a lei. Com uma suspeita remota e desconsiderada de que a amizade surgida dos dramas cotidianos pode ajudar na superação de sofrimentos. Mais que isso, empolga pessoas diferentes, mostrando o elo entre amigos de universos que têm na colisão o momento de reconstrução de novos cenários, ricos e propositivos.

Ao começar a filmar 'Intocáveis', os diretores Eric Toledano e Olivier Nakache não tinham completa certeza de estar no caminho certo, embora soubessem que era um grande papel para um comediante que já fez três filmes sob sua direção. E que tem crescido artisticamente. Daí ao fato de Intocáveis ter se tornado um sucesso, para alguns um fenômeno, é uma sequência de ganhos imprevistos e surpreendentes.

Ter se tornado a segunda maior bilheteria da história do cinema francês – o povo que venceu uma Copa de futebol por ter a base do time com imigrantes das antigas colônias – desaprendida na Copa seguinte e com problemas de discriminação e desrespeito a imigrantes ter feito perder jogos praticamente ganhos, com cenas patéticas como a rejeição da solidariedade do técnico brasileiro, já tendo sido visto por 19 milhões de pessoas, atrás dos 25 milhões de espectadores de A Riviera Não É Aqui, de Dany Boon.

Uma expectativa de Toledano é ganhar o público brasileiro, no qual o Tropa de Elite 2, de José Padilha, é o filme mais visto, com 12 milhões de expectadores. O que torna o Brasil um mercado preferencial do cinema francês, com um público que privilegia o cinema de autor. Nas duas últimas semanas, Intocáveis já cruzou os principais mercados brasileiros, com muito aplauso no Rio, São Paulo, Porto Alegre e Recife.

Indagado sobre a fórmula, os diretores negaram sua existência e rebateram críticos dos EUA, que “nos acusaram de ser manipuladores, imagine, logo os norte-americanos, que manipulam tanto com o cinema deles. Mas é compreensível. Eles dominam o mercado de cinema no mundo, não podiam aceitar que a gente entrasse num território que é deles, o das duplas birraciais", falando da “força da amizade superando os limites”.

Por: Antonio Carlos Ribeiro/ALC

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19 de agosto de 2012

O cinema artesanal do Brasil

Nos anos 1920, o cinema brasileiro entra em fase de expansão. Surgem pioneiros em vários estados, diversificando a temática cinematográfica. Em São Paulo, José Medina, que se associara a Gilberto Rossi em 1919, lança em 1920 o filme Perversidade. Pintor e fotógrafo, Medina abraçara o cinema com paixão. Era um tempo de artesanato. Com a falta de tecnologia para iluminação, as cenas eram filmadas à luz do sol. Medina montava cenários no quintal de seu estúdio e filmava ao meio-dia, para não ter sombras. Produziu obras como Gigi em 1925, baseada num conto de Viriato Correia, e Fragmentos da Vida em 1929, adaptação de um conto do norte-americano O’Henry.TesouroPerdido

No Rio de Janeiro, em 1920, a portuguesa Carmem Santos criou a empresa Films Artísticos Brasileiros e lançou o filme A Carne, adaptado de um romance de Júlio Ribeiro. Depois veio Mademoiselle Cinéma, baseado na obra escandalosa de Benjamin Costallat. Era a moda do cinema picante. Também no Rio, Ademar Gonzaga e Pedro Lima fazem uma verdadeira escola de cinema, através das revistas Para Todos, Seleta e Cinearte, publicando informações sobre a produção cinematográfica brasileira e divulgando atores e atrizes como Grácia Moreno, Eva Schnoor, Lelita Rosa, Nita Ney, Eva Nil, Estela Mar, Luís Soroa, Carlos Modesto, Paulo Morano e Raul Schnoor.  

Além de divulgar estes nomes para competir com o cinema norte-americano, que dominava 90% do mercado brasileiro, essas revistas influenciaram jovens cineastas de outros estados, como Humberto Mauro, mineiro de Volta Grande, que iniciou sua carreira em Cataguases com o filme Valadião, o Cratera de 1925 que conta a história de um bandido. Em 1926 Mauro filma Na Primavera da Vida, Tesouro Perdido, Brasa Dormida e Sangue Mineiro.

No nordeste o movimento cinematográfico concentrou-se em Pernambuco, onde se destacaram dois jovens talentos, Edson Chagas e Gentil Roiz que dirigiu Aitaré da Praia, filme que retratava a vida dos jangadeiros. No sul, destacaram-se os gaúchos Eduardo Abelim e Eugênio Kerrigan, que se associaram para dirigir Amor que Redime, melodrama urbano muito comentado em Porto Alegre.

Fonte: Nosso Século, Abril Cultural, 1981

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27 de julho de 2012

Biblioteca itinerante beneficia cerca de 5 mil pessoas

O mundo encantado da leitura envolveu 4.925 pessoas em quatro meses, por meio do projeto contação de histórias e da kombi da Fundação Aury Luiz Bodanese. A iniciativa integra o programa “Amigo Energia” e conta com o apoio da Coopercentral Aurora Alimentos e do Instituto Guga Kuerten (IGK).

No período de janeiro a abril deste ano, foram desenvolvidas 22 ações, em diversos municípios, beneficiando centros de educação infantil, escolas, hospitais, entidades e outros espaços públicos.

Neste ano, as atividades foram intensificadas com o reforço da kombi, que é uma biblioteca itinerante onde os voluntários levam conhecimento de maneira lúdica à comunidade. “Percebemos, que neste ano, há uma procura maior porque essa iniciativa tem estimulado os participantes a gostarem de histórias e da leitura”, ressalta a presidente da Fundação, Isabel Cristina Machado.

Em janeiro, a “Ação Comunitária” atendeu moradores de Quilombo e dos municípios próximos. O evento contou com a presença de 232 pessoas que participaram do projeto contação de histórias, do programa Vivendo Saúde, do programa A Turminha da Reciclagem e de artesanato. Também receberam apoio jurídico e outras atividades socioculturais.

No mês de fevereiro, a kombi esteve em sete locais. No FACH I durante todo o dia os contadores de história interagiram com 280 colaboradores nas áreas de lazer, entrada de vestiário e no refeitório. Em Quilombo, 226 trabalhadores foram recepcionados com histórias temáticas e a biblioteca itinerante. Na Casa Maria Maria e Casa Dona Jeneci tiveram momentos de descontração 25 mulheres e crianças, que estão em estado de vulnerabilidade social e familiar. Vinte e nove alunos participaram da roda de leitura na Aquarela Pró-Autista. Em Erechim, fobibliotecaitinerram desenvolvidas duas ações: na Fábrica de Rações foi abordada contação de história com palestra sobre cooperativismo, que integrou 242 pessoas; no FAER II foi feita leitura, contação de histórias e outras atividades com 193 colaboradores. No município de São Carlos ocorreu capacitação para 50 coordenadores dos projetos das unidades da Aurora Alimentos.

Em março foram promovidas sete ações com a participação da kombi da Fundação. No município de Catanduvas, 1.330 crianças da pré-escola até o nono ano da rede municipal e estadual usufruíram da contação de história e do programa “A Turminha da Reciclagem”. Em Maravilha, a roda da leitura atendeu 40 pessoas na APAE. Em Chapecó, a kombi esteve na IACH e no FACH II com o objetivo de incentivar a leitura dos 326 participantes. Na Casa Acolhedora Dona Geneci e na Casa Acolhedora Dona Jurema o projeto beneficiou 24 crianças. Em Maravilha, 80 colaboradores da Unidade Aurora Alimentos conheceram os programas da Fundação. No município de Cunha Porã, 64 trabalhadores da Fábrica de Rações tiveram momentos de interação e de imaginação com os contadores de história.

No mês de abril, o projeto contação de histórias promoveu sete ações. Em Chapecó, as atividades foram desenvolvidas na Aurora Matriz com 65 crianças da dança; em Alto da Serra com 178 estudantes; na Praça Coronel Ernesto Bertaso com 200 alunos e no Centro de Convivência dos Idosos. Em São Miguel do Oeste foi realizado o projeto nos dias 11 e 27 de abril, com a integração de 598 participantes. No município de Quilombo a kombi atendeu 950 crianças das escolas Branca de Neve, Madre Paulina, Presidente Goulart, João Paulo I, APAE e CEIM Branca de Neve. Em Erechim, a roda de leitura integrou 250 crianças.

As escolas, entidades e instituições interessadas em agendar atividades de contação de histórias devem entrar em contato com a Fundação através do telefone 3321-3131 ou enviar e-mail para amigoenergia@falb.org.br

Fonte: MARCOS A. BEDIN

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25 de julho de 2012

Quinteto Persch se apresenta no Projeto Bravíssimo

A sonoridade da música de câmara, por meio do acordeon, estará presente no palco do Projeto Bravíssimo 2012. O Quinteto Persch se apresenta, no domingo (29), às 20 horas, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó.

O Quinteto começou suas atividades no ano de 1999, em Porto Alegre, com o objetivo de difundir o acordeon por meio da música de câmara. O grupo é formado porAdriano Persch, André Machado, Daniel Castilhos, Fernando Ávila e Luciano Rhoden. Em suas apresentações, demonstra a versatilidade do instrumento, bem como sua exploração com repertório erudito.

Durante 13 anos de atividades ininterruptas, o grupo contabiliza mais de 200 apresentações nos municípios brasileiros, onde participou de concertos em teatros, auditórios, programações de universidades, grupos artísticos e festivais de música. O primeiro CD do Quinteto Persch foi gravado, com patrocínio do Projeto Petrobrás Cultural 2007, que teve um grande número de inscrições em todo o Brasil e possPerschui uma seleção rigorosa. O álbum integrou obras de Astor Piazzolla, Claudio Santoro, Antonio Vivaldi, Gioacchino Rossini e Wolfgang Amadeus Mozart. Neste ano, o grupo lança o segundo CD com músicas de Astor Piazzolla, Lèon Boëllmann, Antonio Vivaldi e Ivano Battiston.

Em 2009, o Quinteto foi indicado em três categorias ao “Prêmio Açorianos de Música”, promovido pela Prefeitura de Porto Alegre (RS), sendo premiado com o Troféu Açoriano de Música na categoria instrumentista. Também foi vencedor do “Prêmio Circuito Funarte de Música Clássica 2010”, que viabilizou turnê na região nordeste do país. No mesmo ano foi selecionado para se apresentar na Terceira Feira Música Brasil, em Belo Horizonte (MG). Em 2011, o grupo foi escolhido nos editais de ocupação dos teatros da Caixa Econômica Federal – Caixa Cultural Brasília e do BNDES.

O Bravíssimo é uma iniciativa da Oeste Capital Eventos e do Rotary Club Chapecó Oeste. A coordenadora Luciana Lang enfatiza que o projeto visa construir um município que valoriza a cultura. “Chapecó está sendo fortalecida culturalmente, por meio de eventos e iniciativas que celebram a boa música e promovem a integração de amigos. Preparem o coração, o Bravíssimo 2012 ainda tem muitas novidades que expressão a qualidade da música”, afirma.

Em 2012, a renda arrecadada será destinada à Apae de Chapecó, entidade que atende mais de 300 educandos com deficiência intelectual, múltipla e condutas típicas.

PROGRAMAÇÃO do Projeto Bravíssimo 2012

Em setembro, dia 30, haverá o espetáculo do Trio Madeira Brasil, de cordas. OGrupo Kervanserai de música mediterrânea fará sua apresentação no dia 28 de outubro. A Orquestra Brasileira de Música Jamaicana será a última atração do ano, no dia 25 de novembro.

O Projeto tem apoio da Prefeitura de Chapecó, RICTV Record e MB Comunicação. O patrocínio é da Avianca, Datelli, Gráfica Rota, Renova Marcas e Patentes, Hotel Lang Palace, Codecal Materiais de Construções, Celeiro e Santa Maria Imóveis.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

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19 de fevereiro de 2012

Carnaval pelo mundo

Sem o samba brasileiro, as marchinhas, o frevo e o axé baiano, o carnaval é comemorado por foliões em várias partes do mundo, seguindo padrões e estilos próprios. Para os portugueses, hoje (19) é o principal dia do carnaval chamado de domingo gordo por eles. O tom é crítica política e social. Os latino-americanos brincam o carnaval ao som de rumba, salsa e ritmos indígenas.

Os foliões de Portugal deixaram de lado a tensão que o país enfrenta devido aos impactos da crise econômica internacional para sair às ruas em sátiras políticas e sociais. Mascarados e em carros alegóricos, eles não poupam as autoridades portuguesas e as demcarnavalais europeias. As festas se concentram nas regiões de Ovar, Figueira da Foz, Mealhada, Torres Vedras, Sesimbra, Lazarim e Loulé.

Na região de Algarve, a crise econômica internacional é tema de 15 carros alegóricos. Alguns dos carros vão apresentar figuras, como o presidente da França, Nicolas Sarkozy, e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel – ambos se tornaram os líderes das negociações que tentam impedir o agravamento da crise na União Europeia.

O carnaval também é comemorado em alguns países da América Latina. Sob chuva intensa, os bolivianos não se furtaram de participar das festas. O carnaval mais famoso do país é o de Oruro, que foi aberto pelo presidente da Bolívia, Evo Morales, ao som de ritmos indígenas locais e dançarinas em fantasias comportadas.

No México, a cidade de Santa Cruz faz o carnaval mais famoso do país. Os foliões mexicanos brincam o carnaval ao som de rumba e salsa. No Equador, três regiões dominam as festas Guaranta, Ambato e Guayaquil. O governo informou que nos quatro dias de feriado os turistas optaram por viajar para as cidades balneárias e a costa do país.

Fonte: Agência Brasil

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22 de novembro de 2011

Livro: Enfermagem em Santa Catarina, Recortes de uma História (1900-2011)

Será lançado nesta quarta-feira, dia 23, às 17h30min na Assembleia Legislativa de SC o livro Enfermagem em Santa Catarina, Recortes de uma História (1900-2011), organizado pelas professoras Miriam Susskind Borenstein e Maria Itayra Padilha. O livro foi produzido pelo Grupo do Estudos de História do Conhecimento da Enfermagem e Saúde (GEHCES), que existe desde 1995 e está ligado ao Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PEN) da UFSC.

Formada por 14 artigos, a obra está organizada em três partes. A primeira conta a história do GEHCES, explica como foram feitas as pesquisas históricas, baseadas em análise documental e entrevistas, e traz os relatos dos primórdios da enfermagem em Santa Catarina no início do século XX.

A segunda parte conta como foi o trabalho dos enfermeiros nos três hospitais de exclusão criados na década de 1940: Hospital Nereu Ramos, que cuidava de casos de tuberculose, a Colônia Santana, dedicada aos tratamentos psiquiátricos, e o Hospital Colônia Santa Teresa, para os tratamentos dos casos de hanseníase.enfermagemlivro

A terceira parte do livro aborda a enfermagem praticada na Maternidade Carmela Dutra e no Hospital Infantil Edith Gama Ramos, que atualmente chama-se Joana de Gusmão. No último capítulo o leitor pode conhecer alguns personagens que contribuíram para essa história. São pequenas biografias que dão a dimensão história e mostram que, para períodos diferentes foram criados hospitais diferentes, nos quais se praticava uma enfermagem diferente.

“Trata-se de uma obra densa e consistente com rigor científico e valor histórico sem precedentes, pois lega às futuras gerações o conhecimento acerca da profissão de Enfermagem e do contexto da saúde da população catarinense ao longo dos séculos XX e XXI”, escreve na apresentação a professora Marta Lenise do Prado.


Mais informações:

O quê: Lançamento do livro “Enfermagem em Santa Catarina, Recortes de uma História (1900-2011)”, Editora: Secco, 277 páginas.

Local: Assembleia Legislativa de Santa Catarina

Data e hora: 23/11/2011 às 17h30min

Contato: Profa. Miriam Borenstein – fones 3223-1050 e 9911-8543, email: miriam@nfr.ufsc.br

Fonte: Agecom

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14 de outubro de 2011

Moda de viola aproxima gerações na EFAPI 2011

O senhor Aneto Spanhol nasceu no primeiro ano da década de 1940. Já Juliano, da dupla Elias e Juliano, tem apenas 22 anos, quase meio século menos que Seu Aneto, como é conhecido o simpático senhor de olhos azuis. A vida dos dois poderia não ter absolutamente nada em comum, não fosse ela: a paixão pela viola caipira.

    Seu Aneto, quando criança, ouvia no rádio de madeira a moda de viola da dupla Tonico e Tinoco. Quando a “Dupla Coração do Brasil” anunciou um show em Joaçaba, Seu Aneto tinha 16 anos. Não pensou duas vezes: chegou cedo para prestigiar os que são hoje sua grande inspiração. A dupla não sabia, mas lá no meio da “multidão” de seis mil pessoas, as músicas encantavam o então menino Aneto e o faziam querer aprender a tocar viola.

    Juliano cresceu ouvindo viola nas reuniões de família. Há nove anos formou a dupla com Elias, o irmão mais velho. Para Juliano, a música caipira “não faz muito a cabeça do povo” da região Sul. “Mas no Sudeste e Centro-oeste a moda de viola é muito forte. Muita gente confunde música caipira com sertaSeuanetonejo e outros estilos. Tem muita gente que diz que não gosta, mas na verdade não conhece”, complementa.

    A música caipira, também chamada de música de raiz, tem temática rural, fala do estilo de vida no campo, amor, família e religiosidade; conta causos e mostra a beleza das coisas simples. As letras geralmente são tristes, mas a dança é alegre. Uma das músicas favoritas de Seu Aneto é da dupla Tonico e Tinoco e chama-se “Filho de carpinteiro”. Conta a história de um menino, filho de carpinteiro, que vendia jornais para ajudar na renda da casa e teve de anunciar, em voz alta para o público da cidade, a morte do próprio pai estampada no jornal.

    A típica viola caipira tem 10 cordas e é um pouco menor que o violão. Tanto Seu Aneto quanto Juliano são autodidatas: Seu Aneto aprendeu viola imitando os movimentos dos violeiros que via se apresentar na cidade, mas conta que os livrinhos de música comprados na banca de jornal também ajudaram. Viola mesmo, não tinha. Seu Aneto pegava o violão do irmão mais velho e fazia a afinação ficar parecida com a da viola caipira. Sua primeira viola foi comprada muito tempo depois, e o acompanha até hoje nos shows.

    Juliano aprendeu a tocar com os mais velhos da família, que logo acharam que o menino levava jeito. Hoje Juliano dá aulas de viola em um projeto da SAVI. Até Seu Aneto já foi aluno. Elias e Juliano estão gravando o primeiro CD, que deve sair até o final do ano. “Algumas regravações, mas a maioria são composições próprias”, ressalta.

Juliano e Seu Aneto fazem parte da Sociedade Amigos da Viola (SAVI), associação criada em Chapecó há 12 anos para difundir a música caipira na região. A entidade realiza jantares caipiras e encontros de violeiros, além de tocar nas feiras agroecológicas da prefeitura aos sábados. De acordo com a secretária da SAVI, Eliane Corona, a associação também promove, em parceria com a Fundação Cultural de Chapecó (FCC), aulas de viola para cerca de 50 crianças carentes. “Tudo com o objetivo de divulgar a música caipira”, comenta Eliane. A SAVI tem hoje cerca de 40 duplas. A SAVI se apresentou no palco alternativo da EFAPI 2011, nesta semana.

De acordo com a coordenadora das apresentações do palco alternativo na EFAPI 2011, Marlei Dambros, este novo espaço, cedido pela FCC e instalado pela primeira vez na feira, oportuniza um grande número de artistas a divulgar os seus trabalhos. “Temos uma média de seis artistas se apresentando por dia, cada um permanece de 45 minutos à uma hora no palco. É uma divulgação legal”, comenta Marlei.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

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20 de setembro de 2011

Portal Catarina está no ar

Quando o Núcleo de Pesquisas em Informática, Literatura e Linguística da Universidade Federal de Santa Catarina iniciou, em 1995, o que viria a ser a maior biblioteca digital de literatura brasileira do País, a grande discussão era se o meio eletrônico desbancaria o papel do livro impresso. Passados 16 anos, essa oposição entre velhas e novas tecnologias de leitura saiu de foco. O Portal Catarina, que a UFSC, através do NuPILL, lança no dia 7 de outubro, aposta no reforço que o meio digital pode dar à leitura e à própria expansão da literatura. Com acesso livre e gratuito, o banco de dados reúne informações e obras de 311 autores, representando o mais completo catálogo da literatura catarinense já publicado em qualquer meio.

O Portal entrará em completo funcionamento no endereço www.portalcatarina.ufsc.br, durante o I Seminário de Literatura e Meio Digital da UFSC, promovido pelo NuPILLnos dias 6 e 7 de outubro, com apoio da Secretaria de Cultura e Arte e como parte das comemorações do aniversário de 40 anos dos Cursos de Pós-graduação em Letras (Literatura Brasileira, Inglês e Linguística).Portalcatarina

São informações sobre 1.399 obras e 311 autores cadastrados de todos os tempos, escolas literárias e estilos, incluindo referência bibliográfica, local e ano da edição, editora, gênero, dados biográficos do escritor, profissão, gêneros que publicou e produção bibliográfica. São ainda 95 obras literárias digitalizadas que já estão sob domínio público. Um grande diferencial é a reunião de 2.937 documentos digitalizados de acervos pessoais dos escritores, dando testemunho de sua vida intelectual.

O navegador poderá entrar direto pelo Portal Catarina ou ter acesso ao banco catarinense pelo banco de dados geral doNuPILL (www.nupill.org), que mantém hoje o mais completo acervo digital de literatura brasileira, com informações sobre mais de 71 mil obras de mais de 16.500 autores, além de trazer 3.364 arquivos de obras digitalizadas que já se encontram em domínio público.Os usuários não precisam se inscrever nem pagar qualquer taxa e podem ler os arquivos online, fazer download ou inclusive imprimir as obras caso prefiram a leitura no papel.

Duarte Schutel, Horácio Nunes Pires, Araújo Figueredo, Virgílio Várzea, Cruz e Sousa (obra completa),Delminda Silveira, Maura Senna Pereira, Luiz Delfino e Ernani Rosas (obra poética) são alguns exemplos de autores que estarão com suas obras no portal. Além disso o Portal Catarina está aberto à atualização permanente e a inclusão de críticas e resenhas literárias sobre os autores em questão, que serão selecionadas e publicadas.

Fonte: www.secarte.ufsc.br

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