4 de junho de 2011

Salvar o planeta é sexy

A sueca Leona Johansson e o norueguês Tommy Hol Ellingsen estão ha onze anos vendendo sexo e pornografia como uma forma de levantar dinheiro para ajudar a salvar o meio ambiente. Desde que o casal escandinavo estabeleceu este caminho diferente para a salvação do meio ambiente, com a criação da sua organização Fuck For Forest , ou FFF, eles atraíram mais de 1300 ativistas em todo o mundo.

Da Alemanha até o Chile, os membros estão compartilhando suas vidas sexuais em uma tentativFFFa de salvar as árvores. Desde 2000, a organização já arrecadou 345 mil dólares com a venda de material pornográfico através do seu site: fotos explícitas e vídeos de si mesmos fazendo sexo, geralmente a céu aberto.

"Salvar o planeta é sexy", dizem eles. Johansson e Ellingsen ganharam fama na Noruega em 2004, quando fizeram sexo ao vivo no palco ao lado do grupo local The Cumshots no Festival Quart, em Kristiansand. Apesar de terem recebido dinheiro até do governo norueguês , e seu sucesso evidente em levantar dinheiro para causas ambientais, grupos ambientalistas mais tradicionais continuam não interessados em receber este dinheiro.

Até mesmo o World Wildlife Fund , da Noruega, se recusa a aceitar seu dinheiro. “Nós somos a favor do amor e da natureza, mas não nessa versão ", disse um porta-voz do WWF.

Fonte: EITB

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2 de junho de 2011

Supermaracujás surpreende produtores

Maracujás com mais de 800 gramas, frutos convencionais pesam em torno de 200 gramas, é o que está conseguindo o fruticultor José dos Reis Landim, do Núcleo Rural do Pipiripau II, localizado em Planaltina no Distrito Federal. “Já conseguimos maracujá aqui de até 900 gramas”, conta o produtor que cultiva há pouco mais de um ano os híbridos lançados em maio de 2008 pela Embrapa Cerrados, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e parceiros – o BRS Sol do Cerrado, Ouro Vermelho e Gigante Amarelo.

Dos 20 hectares da chácara do produtor, cerca de 3,5 são reservados para o cultivo do maracujá. Segundo ele, na última colheita a produtividade foi de 72 toneladas por hectare. “A produção é excelente e o produto muito mais comercial e com alto rendimento de polpa”, afirma. No entanto, o produtor faz um alerta. “Para conseguir esses frutos diferenciados é necessário que a adubação também seja diferenciada. Temos que nos dedicar bastante, mas vale muito a pena”, garante.maracuja


E não é só com a adubação que o produtor deve se preocupar para conseguir obter frutos com essas características, a partir do uso de sementes de materiais melhorados. “O manejo adequado é fundamental”, afirma o pesquisador da Embrapa Cerrados, Nilton Junqueira. Segundo ele, é importante que o produtor dê a atenção devida à correção do solo, ao controle fitossanitário, à irrigação, à polinização manual e às podas. De acordo com o estudioso, outra recomendação é que o produtor plante simultaneamente as três variedades, já que é necessário diversificar o pólen. “Uma planta depende do pólen da outra”, explica.


Os supermaracujás também são realidade na propriedade dos produtores Lúcio da Silva e Deiguison da Silva (foto), pai e filho, do município goiano Sítio d` Abadia. Em julho do ano passado eles colheram frutos de 650 gramas. Este ano, os maracujás colhidos nos últimos dias chegaram a 685 gramas. O plantio nessa propriedade tem um ano e meio. “Todos os frutos têm apresentado o tamanho acima do esperado o que tem dado um bom rendimento na produção de polpas”, contou um dos produtores. Eles vendem os frutos in natura e os utilizam para a produção de polpas congeladas. Para o produtor, o sucesso desse maracujá é devido aos estudos desenvolvidos na Embrapa. “Nós agradecemos esses agrônomos que buscam melhorar a qualidade de frutos para os produtores”.


O pesquisador da Embrapa Cerrados Fábio Faleiro destaca a importância desse reconhecimento. “É um combustível para continuarmos trabalhando e desenvolvendo novas e melhores variedades que possam, de alguma forma, melhorar a qualidade de vida dos produtores rurais”, afirmou. Segundo Faleiro, agricultores de todo o país estão aprovando o desempenho agronômico dos híbridos e estão se surpreendendo com o tamanho de alguns frutos. Os híbridos de maracujá da Embrapa já estão sendo plantados em praticamente todos os estados do Brasil. De acordo com dados da Embrapa Transferência de Tecnologia, em 2010, o estado que mais demandou sementes da variedade de maracujá BRS Gigante Amarelo foi São Paulo, seguido por Bahia e Minas Gerais.

Fonte: Embrapa

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30 de maio de 2011

O fascínio da violência

Quero pensar com vocês sobre uma coisa que me intriga há tempos: todos condenamos a violência manifestada no nosso dia a dia, abominamos atos desta ordem, até campanhas pela paz estão sendo conduzidas, mas ao mesmo tempo a TV, o cinema, os games, os livros e jornais aumentam o seu IBOPE e as edições, quando exploram este tema. Se isso ocorre é porque toca fundo em alguma necessidade nossa, em algum desejo que jaz, na maioria das vezes, escondido dentro de nós, que faz parte das nossas fantasias. Os publicitários sabem, como ninguém, detectar e explorar os desejos, as carências dos sujeitos! Eles criam objetos ou imagens que se encaixam perfeitamente nos nossos “buracos negros”, saciando momentaneamente, nem que seja de uma forma ilusória, desejos inalcançáveis ou socialmente inaceitáveis.

Por essa via é possível indagar-se sobre quais desejos estão em jogo quando nos deixamos fascinar por cenas de violência. O psicanalista Alfredo Jerusalinsky, no artigo “Mocinhos ou bandidos? A lei não se sustenta quando prevalece o imaginário”, nos fala sobre o quanto nos colocamos em relação à lei respeitando-a ao mesmo tempo que, consciente ou inconscientemente, procurando sempre burlá-la. “Todos temos a esperança de gozar um pouco além do permitido, sem por isso perturbar ninguém. Ultrapassar a barreira da lei sem alterar a lei e continuar sendo honesto e bom. A esperança é constituirmos a exceção de poder gviolenciaozar um pouco mais do que os outros, sem Ter de pagar nada por isso.” Lembrem-se de quantos vezes, ao estacionarmos em locais proibidos, ao ultrapassarmos o sinal vermelho estamos sempre desejosos de termos a multa perdoada. Ou então, aquele sujeito que sabe da proibição de fumar em determinado lugar e mesmo assim transgride essa norma. Parece que estamos sempre querendo ser uma exceção e ocupar um lugar privilegiado que nos coloque numa posição mais segura quanto ao reconhecimento do Outro. Será que esta não é mais uma forma que inventamos de testar o quanto somos aceitos e reconhecidos, principalmente quando transgredimos?

O paradoxo que envolve a nossa relação com a lei é que nos submetemos à ela para podermos conviver socialmente, normatizando as relações sociais, ao mesmo tempo que a sentimos como uma privação de nossa liberdade. Portanto, a lei carrega em si o propósito de restringir e ordenar os nossos desejos. Os bandidos, os criminosos que assistimos horrorizados e extasiados realizam em atos os nossos desejos suprimidos, desafiam as autoridades que nos amedrontam através dos seus poderes. Por outro lado os passos do crime andam lado a lado com as pegadas da lei, mesmo desafiando-a, mas sempre, inconscientemente buscando-a, testando-a até as últimas conseqüências, para finalmente encontrá-la nem que seja submetendo o próprio corpo ao cárcere para, enfim, descansar, encontrar um limite que possibilite continuar vivendo nem que seja momentaneamente.

Por: Návia T. Pattussi , psicanalista, naviat@terra.com.br

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

mb@mbcomunicacao.com.br

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