30 de julho de 2011

Saúde e conhecimento após os 60 anos

Ansiedade e expectativas marcaram o primeiro dia de aula para as quatro turmas da Universidade da Melhor Idade (UMIC), que iniciaram o segundo semestre letivo na última quarta-feira (27). Os cabelos brancos e os 67 anos do senhor Izandir Luiz Zuffo não chamam atenção no meio de tantos acadêmicos com as mesmas características. A vontade de aprender e a saudade dos colegas fizeram com que os mais de 100 alunos retornassem à Unoesc Chapecó.

    “No primeiro semestre, conhecemos melhor sobre a pessoa humana, os relacionamentos familiares e tivemos aula sobre saúde, o que nos ajudou a melhorar a nossa vida. Agora, esperamos ter a sequência do que aprendemos”, assinalou Zuffo.

Para recebê-los, a instituição preparou uma programação com palestras, apresentações artísticas e musicais. Os intérpretes do curso de Libras da Unoesc apresentaram a música “Faz um milagre em mim”, de Regis Danese. Os alunos do curso de Educação Física, Oandro e Maylan, apresentaram um espetáculo de dança contemporânea. Para finalizar, a coordenadora do curso de Psicologia, Fernanda da Cruz Bertan, palestrou sobre saúde mental do idoso.saedu60

    A psicóloga enfatizou questões como a longevidade, expectativa de vida e características do envelhecimento. Segundo ela, no Brasil, os investimentos são cada vez maiores em estudos para fornecer elementos necessários ao desenvolvimento de políticas adequadas aos idosos. “O idoso precisa vencer as doenças, o cansaço, as síndromes, a depressão. Para isso, é fundamental reforçar a necessidade do lazer, da socialização e da família para a saúde e também para a qualidade de vida dessas pessoas”, observou.

    O diretor da Unoesc Chapecó, professor Eliandro Gustavo Bortoluzzi, e a presidente da Fundação de Ação Social de Chapecó (FASC), Belenite Frozza, deram as boas vindas aos estudantes. “Para a instituição, esse projeto pioneiro também é um desafio. É diferente entrar na sala de aula da UMIC, pois as experiências e conhecimentos são amplos. Estamos sempre aprendendo com vocês”, assinalou o diretor. Belenite destacou que a UMIC está servindo de exemplo a outros municípios, que começam a implantar o projeto.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

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27 de julho de 2011

Academia: heroína ou vilã?

A prática de atividade física sem orientação adequada, especialmente no inverno pode provocar lesões graves. Resultado: os consultórios médicos ficam lotados de pacientes com dores no joelho e ombro. O médico ortopedista e traumatologista Joaquim Reichmann confirma que, realmente nesta época, aumenta o número de pacientes que o procuram com dor no ombro. “Muitas vezes, o problema é fruto de exercícios físicos feitos de forma incorreta. É preciso praticar atividade física regular. E quem está voltando de um tempo de inatividade, precisa de orientação específica”.academia

Entre os casos mais comuns em pacientes com dores no ombro está a lesão do manguito rotador. Trata- se de uma lesão nos tendões do ombro, que podem ser geradas por algum tipo de trauma ou microtraumas de repetição, como esforço, queda ou exercício praticado incorretamente, principalmente na musculação. Neste caso, o paciente sente muita dor, principalmente durante a noite, e quando levanta o braço acima da cabeça. Há uma grande variedade de problemas no ombro, seja de origem traumática ou não.

Dentre as de origem traumática, é possível citar a lesão do manguito rotador, luxações, fraturas da clavícula e lesões do músculo bíceps braquial. As de origem não traumáticas estão relacionadas à tendinite calcárea, capsulite adesiva, artrose glenoumeral e bursite Após o diagnóstico médico de alguma dessas doenças, a fisioterapia deve ser  prescrita de acordo com a necessidade do paciente. O especialista explica que “a bursite e a tendinite são problemas comuns nos ombros. Alguns sintomas são: dificuldade para elevar os braços, dor noturna e durante os esforços físicos. Também pode ocorrer enformigamento dos braços.

A dor pode ser amenizada com medicamentos, medidas físicas como: aplicação de compressas, gelo e fisioterapia. O alongamento e fortalecimento desses tendões ajudam a prevenir novas lesões.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

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25 de julho de 2011

Excesso de realidade

É muito difícil viver na “realidade”, tomando aqui realidade no sentido de vivências compartilhadas através da linguagem. Viver a todo o momento tendo absoluta consciência do que nos concerne pode ser insustentável, assim como inventar uma outra realidade imaginária também o é.

Falo dos efeitos que devem estar causando em todos nós as inúmeras notícias sobre corrupção. Não que seja algo novo. O fato é que cada vez mais as situações estão a descoberto e somos induzidos a cada vez menos nos esconder atrás do poderio e da tranqüilidade da ignorância. O que vai dar disso tudo não sei. Temos várias possibilidades: ou exercemos a nossa cidadania, tendo mais critérios para votar nos políticoRealidades, por exemplo, e exercitamos o direito de exigir no mínimo uma melhor aplicação do nosso dinheiro, ou entramos naquela famosa e conhecida zona de impotência e anestesiamento que é a posição em que estamos inseridos em relação à violência. Não se sente mais nada; passamos a considerar esperado o fato de podermos ser assaltados a qualquer momento. Já é algo natural encher as nossas casas de alarmes, não andar em locais escuros, etc. Cada um cuida de si na medida do possível, se protegendo dessa forma, mas não exercendo o direito de exigir que o Estado cumpra uma de suas funções que é cuidar da segurança dos cidadãos. Mas como fazer isso?

Cada povo tem o governo e a sociedade que merece. Pode ser duro ouvir isso, mas não sei se tem como pensar diferente. Pois se as coisas estão como estão é porque nós deixamos estar assim. Somos co-responsáveis pelo ambiente que nos envolve e pelo tipo de vida que levamos. É muito cômodo justificar sempre que a responsabilidade está fora de nós: no passado que tivemos, no pai ou na mãe, nas experiências “traumáticas”, nos políticos, no sistema econômico e por aí afora.

Botemos “a mão na consciência”! Podemos pensar que é quase impossível fazer frente a essa “podridão” que vivemos, onde o poder cega e valores como honestidade, lealdade e integridade parecem estar em desuso. Somos espoliados diariamente pelas taxas escorchantes de impostos, pelo pagamento duplo na área da educação, saúde e segurança. E, mais do que isso, somos agredidos e aviltados por termos geralmente um atendimento de péssima qualidade por parte dos órgãos públicos e por ver o nosso dinheiro indo para o ralo da corrupção e da manutenção do poder estabelecido.

Quem sabe a sensação de impotência e revolta que sentimos diante disso tudo – diante desse excesso de realidade - consiga mexer com os nossos brios e nos desperte da letargia da nossa alienação! A perda da esperança de que pelo menos alguém ou algum partido poderia representar a salvação da falência dos nossos valores talvez nos ajude a refletir que parte nos cabe da responsabilidade sobre isso tudo! Podemos começar por analisar como são os nossos atos e palavras dentro da nossa própria casa: com nossos filhos, companheiro ou companheira, pais, funcionários. O quê efetivamente valorizamos e transmitimos?

Por: Návia T. Pattussi/Psicanalista

naviat@terra.com.br

Fonte: MARCOS A. BEDIN

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24 de julho de 2011

Secretaria dos Direitos Animais

O prefeito de Porto Alegre(RS), José Fortunati, sanciona nesta segunda-feira, 25, a lei que cria a Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda), durante solenidade no Salão Nobre do Paço Municipal, às 14h30. A proposta de criação da pasta, que tem como objetivo estabelecer e executar políticas públicas destinadas à saúde, proteção, defesa e bem-estar animal, foi aprovada na Câmara Municipal em 27 de junho.


Para Fortunati, a nova secretaria irá aglutinar e potencializar o trabalho que a prefeitura jákuki desenvolve relacionado ao bem-estar animal. "Significa um grande salto de qualidade na relação do poder público para com as políticas voltadas aos animais domésticos, com atenção para questões de saúde pública", afirmou.


De acordo com a primeira-dama, Regina Becker, o trabalho desenvolvido pela Seda terá embasamento legal, fundamentado na Constituição Federal e em legislações específicas. "Pela primeira vez no Brasil e América do Sul essa abordagem tem caráter jurídico, cujo enfoque recai em um princípio constitucional que reza que os animais são portadores de direitos e devem ser tutelados pelo Estado", frisou.


Caberá à secretaria gerir ações, em desenvolvimento e futuras, como o projeto Bicho Amigo, que atua no controle reprodutivo de cães e gatos, combate aos maus-tratos, educação ambiental e guarda responsável, implementado pela Coordenadoria Multidisciplinar de Políticas Públicas para Animais Domésticos (Comppad).

Fonte: PMPA

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