7 de janeiro de 2009

Escolas de samba paulistanas apostam na gastronomia

A partir deste ano, algumas escolas de samba da capital paulista vão investir em um Festival Gastronômico logo após o Carnaval. A idéia é atrair visitantes e turistas para tornar o negócio lucrativo, para além das festas do Rei Momo.

A primeira escola a lançar a novidade é a Mocidade Alegre. A partir de maio, a comunidade da agremiação vice-campeã de 2008 será convidada a criar um prato que simbolize a escola. Chefs de grandes hotéis da cidade escolherão o melhor prato e a receita vencedora será comercializada para os visitantes das escolas.

O evento faz parte das ações do SP Samba, projeto promovido pelo Sebrae/SP, por meio do Escritório Regional Capital Norte, desde 2003. O objetivo é profissionalizar as escolas de samba de São Paulo, para que promovam atividades além do desfile e aumentem a lucratividade das agremiações e da comunidade envolvidas na festa, durante o ano todo.

Turismo amplia lucratividade

O foco do SP Samba em 2009 é na atração do turista. “O turismo é o pano de fundo que norteia a escola durante o ano todo. É preciso criar um ambiente favorável para atrair o turista”, explica Camila Patricio, gestora do SP Samba.

Algumas escolas fizeram adequações nas quadras para facilitar o acesso de deficientes físicos, ou melhorias na infra-estrutura com a construção de camarotes, por exemplo. Também houve investimento na melhoria da qualidade do atendimento dos bares das agremiações.

Segundo Camila, é importante investir em atividades que permitam a lucratividade nas agremiações. “Em algumas escolas, capacitamos oficinas de trabalho, como de costureiras, que trabalham na confecção de fantasias e agasalhos”, comenta.

Além da Mocidade, o SP Samba fez parceria com a Unidos de Vila Maria, Rosas de Ouro e Unidos do Peruche. “Para os próximos anos, a idéia é ampliar para toda capital”, comenta a gestora.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias
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Criciúma comemora 129 anos

Para marcar a passagem dos 129 anos do início da colonização do município, a Prefeitura de Criciúma, por meio da Fundação Cultural (FCC), promoveu na noite de ontem(6/01/2009) uma comemoração em homenagem aos homens e mulheres desbravadores, que deram início à história da cidade.

Com uma exposição de fotos que retratam a cidade de Criciúma, a população criciumense foi recebida no Criciúma Shopping, e contou também com a participação da Banda do 28° GAC e da Associação Coral de Criciúma.

Ao canto dos parabéns a cidade por todos os presentes ao evento, as velas do bolo que tinha 50 quilos foram apagadas, e um brinde com champagne foi acompanhado pelos presentes.

Breve Histórico

Criciúma tem seu nome originado de um vocábulo indígena, utilizado para designar uma graminácea, semelhante à taquarinha, abundante no centro da cidade. O local era habitado por indígenas carijós e xoklengs. A partir de 1880 recebeu muitos imigrantes europeus e pouco a pouco, os indígenas foram desaparecendo.

A história de Criciúma começou a ser registrada a partir da vinda dos primeiros imigrantes europeus em 1880. A cidade foi composta basicamente por sete etnias: afro-descendentes, portuguesa, polonesa, alemã, árabe, italiana e espanhola. Para festejar essa diversificação cultural foi criada a Quermesse de Tradição e Cultura, atualmente Festa das Etnias, que proporciona espaço para várias manifestações culturais.

O trabalho agrícola foi a primeira atividade econômica nesta região e o comércio já se desenvolvia no final do século XIX. Vinculada ao pequeno comércio, a passagem de tropeiros e ao cruzamento de estradas que alcançavam vários pontos do nascente município, surgiu a praça principal da cidade - Praça Nereu Ramos - que recebeu urbanização e ajardinamento na década de 1930.

A partir de 1913, foram desenvolvidas atividades carboníferas, marco econômico e social na história de Criciúma. A mineração não só ofertou empregos fixos, como atraiu um grande contigente de mão-de-obra, pessoas que vieram do litoral e região próxima da serra, num momento em que o lugar não dispunha de infra-estrutura para receber tantas pessoas. A população praticamente triplicou entre as décadas de 1940-1950, o que acarretou um problema social, pois o aglomerado de pessoas, juntamente com a poluição do carvão, desembocou em problemas de falta de água potável, saneamento básico, motivando ploriferação de várias doenças.

Hoje as indústrias de cerâmica, vestuário, alimentícia, calçado e construção civil se consolidarame no cenário da cidade, que antes era reconhecida pela extração do carvão.
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6 de janeiro de 2009

A simbologia do sapato

Atirar um sapato em alguém, no mundo muçulmano é uma das maiores ofensas que se pode imaginar. É sabido que para adentrar a uma mesquita todos os seguires do Islã devem tirar seus sapatos na porta da Mesquita. Sapatos são os protetores dos pés contra as impurezas da terra. Boa parte das coisas ruins e várias doenças adentram em nosso corpo pelos nossos pés. As solas dos sapatos retêm grande parte dessas impurezas. Assim, a simbologia não poderia ser melhor. Uma imensa ofensa ao chefe do império. Além do que chamá-lo ainda por cima de "cachorro", foi duplamente ofensivo.

Esse contexto é toda a simbologia que se poderia ter, de um final mais do que melancólico e dramático do governo mais impopular da história dos Estados Unidos. Que deixa o maior rombo de caixa na maior economia do planeta. Que deixa de legado para todo o planeta o modelo neoliberal, que foi devidamente enterrado com a maior crise da história financeira do mundo. O presidente mais odiado do mundo, que encerra seu mandato em mais 30 dias apenas, mas que ninguém agüenta mais e não se vê a hora de que tudo esteja terminado e que o novo governo tome logo posse, antes que todo o sistema se derreta.

A simbologia não poderia ser melhor. Mais do que vaias ao final do seu impopular mandato, Bush sai sob sapatadas de um jovem combativo comunista e jornalista iraquiano de consciência elevada. Naquela sapatada desferida contra o chefe do império, Al Zaide representava o mundo inteiro. Representava todos os que lutam contra as injustiças, contra as ocupações, contra os ataques covardes que o exército americano praticou e continua praticando contra o povo do Iraque. Se em 2003 a simbologia era contra Saddam - quem não se lembra da derrubada da sua estátua na praça central de Bagdá e as várias chineladas e sapatadas desferidas contra a sua imagem - agora ela se volta contra aquele que se arvorou em ter derrubado um ditador. Mas pagará para toda a posteridade de sua vida, os imensos erros que a sua gestão deixou para o mundo. O povo árabe que o diga. Podemos nos sentir, como disse Gilles Lapouge (Estadão de 16/1/8), de "alma lavada, aliviados". Não é qualquer dia que se presencia dois sapatos sendo atirados contra o presidente dos Estados Unidos.

Certo mesmo está Lapouge com sua conclusão de que vencedor da guerra, Bush, se iguala ao vencido Saddam e o dito "vencedor" é agora vencido por uma sapatada de número 42 partindo de um iraquiano, de um árabe. Pode haver maior simbologia do que isso?

Fonte: Lejeune Mirhan
Presidente do Sindicato dos Sociólogos de São Paulo, Escritor, Arabista e Professor Membro da Academia de Altos Estudos Ibero-Árabe de Lisboa, Membro da International Sociological
Adital
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Empresa que não pagar multa do Procon vai para Dívida Ativa do Estado

Empresas que deixaram de pagar multas aplicadas pela Gerência do Programa de Defesa do Consumidor (Procon) têm mais um motivo de preocupação: os débitos estão sendo lançados na Dívida Ativa do Estado e executados pela Procuradoria Geral do Estado (PGE).

A iniciativa é resultado da ação do Núcleo de Defesa do Consumidor, órgão vinculado à PGE, que em 2008 iniciou seus trabalhos, a partir de convênio assinado com o Procon/SC.

No ano passado, cerca de R$ 500 mil em multas não pagas foram incluídas na Dívida Ativa. Assim, as empresas que não recolherem esses valores ficaram inadimplentes com o fisco estadual. No final de dezembro, o convênio entre a PGE e o Procon foi prorrogado por mais um ano.

A principal contribuição do Núcleo foi normatizar os procedimentos que resultam na posterior cobrança das multas que, desde a implantação do Procon, em 1988, não eram cobradas e prescreviam em cinco anos.

As multas são aplicadas pelo Procon quando uma empresa causa prejuízo a um consumidor. Essa notificação é feita independentemente de haver um acerto com o cliente.

Até pouco tempo, a empresa que não pagasse ou recorresse da multa, não tinha maiores transtornos, já que faltava um órgão que efetivamente cobrasse a dívida.

A partir de 2008, após a implantação do Núcleo, os inadimplentes com o Procon são obrigados a acertar as contas, sob pena de inadimplência junto ao Estado.

O valor incluído na Dívida Ativa do Estado corresponde a 111 multas, referentes a 27 reclamações de usuários e 84 autos de infração, feitos pelos fiscais do Procon ao verificar irregularidades diretamente nos estabelecimentos.

Fonte: Procuradoria Geral do Estado de Santa Catarina
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Unoesc incorpora a Faculdade Exponencial e se consolida como uma das maiores universidades de SC

A Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc) anunciou hoje, durante entrevista coletiva, em Chapecó, a aquisição da Faculdade Exponencial (FIE) que funciona há dez anos neste município-pólo. A Unoesc desembolsará 13,3 milhões de reais para a compra do patrimônio físico e a incorporação dos cursos da FIE.

A comunicação foi feita pelo reitor da Unoesc, Aristides Cimadon; pelo presidente da Funoesc (mantenedora) Genésio Téo, pelo diretor do novo campus da Unoesc em Chapecó, Eliandro Bortoluzzi ao lado do diretor-presidente do Centro Educacional Exponencial, Amélio Bedin e do diretor geral da FIE, Élio Maldaner.

Enquanto o processo de transferência tramitar no Ministério da Educação e no Conselho Estadual de Educação, a FIE continuará funcionando normalmente. A partir de fevereiro, a Unoesc assume pedagógica e administrativamente a FIE. A faculdade, como instituição de ensino superior, desaparecerá após a publicação da Portaria do Mec, da Resolução do Conselho Estadual e da incorporação dos cursos superiores.

Os alunos matriculados concluirão seus cursos normalmente, com a matriz curricular em que fizeram matrícula. Seus diplomas serão expedidos pela Unoesc, porém, se algum aluno exigir que seu diploma seja expedido pela FIE, terá esse direito garantido.

Os professores prosseguirão normalmente com suas disciplinas e serão contratados pela Fundação Universidade do Oeste de Santa Catarina (Funoesc), mantenedora da Universidade, emergencialmente em 2009 e, no decorrer desse período, farão processo seletivo para ingresso permanente na carreira docente da Unoesc. Da mesma forma, todos os funcionários da FIE serão mantidos.

As mensalidades não sofrerão mudanças, mas apenas o reajuste normal anual já definido pela atual administração. No decorrer do ano os estudantes incorporarão alguns benefícios que hoje a FIE não tem, como bolsas de filantropia, bolsas do artigo 170, intercâmbio internacional e nacional com outras instituições, participação no projeto Rondon e nos jogos universitários catarinenses e nacionais.

A FIE se transformará em um campus da Unoesc e terá como diretor o professor Eliandro Bortoluzzi com o acompanhamento do vice-reitor do campus de Xanxerê e presidente da Funoesc, Genésio Téo.


O reitor Aristides Cimadon destacou que o maior objetivo da Unoesc, em Chapecó, são os cursos de pós-graduação, especialmente em nível de mestrado e doutorado. Será implantado um centro de negócios para parcerias, treinamento e inovação com as empresas privadas e organismos do setor público. Na avaliação do reitor, o período de expansão do ensino de graduação chegou ao seu limite. “Há, todavia, muito a fazer, especialmente no ensino técnico e na pós-graduação. A pesquisa é incipiente e não temos alta especialização com cursos de mestrado e doutorado.”

O presidente do Centro Educacional Exponencial, mantenedora da FIE, professor Amélio Bedin, revelou que a negociação teve total aprovação de professores, funcionários e alunos. Pesaram positivamente na decisão o caráter filantrópico e comunitário da Unoesc, o aproveitamento integral de docentes e colaboradores e a oferta de benefícios e vantagens aos acadêmicos. “A FIE tinha que ou crescer ou especializar-se ou ser incorporada. Acreditamos que a região ganhará mais com essa decisão”, concluiu Bedin.


A Faculdade Exponencial tem sede em Chapecó (SC) e foi fundada em 28 de fevereiro de 1999 por um grupo de educadores com status de faculdade isolada. Atualmente tem 112 professores e 1.561 alunos matriculados em sete cursos superiores: Administração, Direito, Ciências Contábeis, Análise de Sistemas, Educação Física, Tecnologia em Logística e Psicologia. A instituição também mantém cursos de pós-graduação em nível de especialização nas áreas de direito processual civil, gestão estratégica empresarial, gestão estratégica em tecnologia da informação, educação e escola da magistratura.

Uma das maiores universidades catarinenses, a Unoesc – com sede em Joaçaba (SC) – foi fundada em 22 de novembro de 1968 revestida do status jurídico de Fundação ligada ao poder público municipal, mas com gestão de direito privado. Mantém 749 docentes e 17.980 alunos matriculados em 54 cursos de graduação. Também oferece 48 cursos de especialização e dois mestrados, além de cinco mestrados projetados, incluindo Administração em Chapecó.

Marcos A. Bedin
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1843 O nascimento de uma grande idéia

No século 18 aconteceu a Revolução Industrial na Inglaterra. A mão-de-obra perdeu grande poder de troca. Os baixos salários e a longa jornada de trabalho trouxeram muitas dificuldades socioeconômicas para a população. Diante desta crise surgiram, entre a classe operária, lideranças que criaram associações de caráter assistencial. Esta experiência não teve resultado positivo .

Com base em experiências anteriores buscaram novas formas e concluíram que, com a organização formal chamada cooperativa era possível superar as dificuldades. Isso desde que fossem respeitados os valores do ser humano e praticadas regras, normas e princípios próprios.

O cooperativismo teve sua origem na Inglaterra por iniciativa de operários da cidade de Rochdale. Prejudicados pelo novo modelo industrial - onde as máquinas inventadas substituíram o trabalho artesanal e algumas atividades - os operários foram levados a se preocuparem com outras formas de garantirem o sustento de suas famílias. Discutindo as dificuldades e buscando soluções, eles decidiram pela criação de uma sociedade de consumo, baseada no cooperativismo puro.

Combinaram que cada um economizaria pequenas parcelas de seus rendimentos, mesmo submetendo-se a inúmeras privações, pelo menos durante um ano, para tentarem formar algo que pudesse tirá-los da aflitiva situação em que se encontravam.

Essa reunião, que teve a participação de 27 homens e uma mulher, foi realizada em novembro de 1843 e repetiu-se em 21 de dezembro de 1844, para a fundação de um armazém comunitário, com um capital inicial de 28 libras, representando uma libra que cada um do grupo havia economizado.

Nascia assim a Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale Limitada, conhecida como a primeira cooperativa moderna do mundo. Ela criou os princípios morais e a conduta que são considerados, até hoje, a base do cooperativismo autêntico. Em 1848, já eram 140 membros e, doze anos depois chegou a 3.450 sócios com um capital de 152 mil libras.

No Brasil o movimento iniciou-se na área urbana, com a criação da primeira cooperativa de consumo de que se tem registro no Brasil, em Ouro Preto (MG), no ano de 1889, denominada Sociedade Cooperativa Econômica dos Funcionários Públicos de Ouro Preto. Depois, se expandiu para Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, além de se espalhar em Minas Gerais.
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Nesta quinta tem Primeira Noite de Oktoberfest da Sommerfest

Blumenau deu a largada para mais uma Sommerfest – A Festa de Verão – e promove, nesta quinta-feira(8/01/2008), a primeira Noite de Oktoberfest da temporada 2009. A promoção revive a alegria e as emoções da tradicional e consagrada Festa de Outubro de Blumenau. Para isso, não falta música e dança típicas, culinária alemã e uma variedade de chope artesanal e nacional. A Oktoberfest de Verão inicia às 19h no Pavilhão 3 do Parque Vila Germânica.

A festa abre com um desfile reunindo os símbolos da Oktoberfest – Rainha e Princesas, Vovô e Vovó Chopão e o Embaixador da festa, Sr. Harold Letzow. Integram a parada festiva, grupos de danças folclóricas, sociedade de atiradores e bandas típicas regionais. A primeira Noite de Oktoberfest deste ano será animada inicialmente pela Banda XV e, em seguida, pela Banda do Barril, que prometem reviver a alegria contagiante de outubro. Os grupos folclóricos Grünes Tal e Germânia também prometem um espetáculo para blumenauenses e turistas.

Este ano, a festa vai contar com a presença de cinco cervejarias artesanais: Bierland, Wunderbier e Eisenbahn, de Blumenau; Das Bier, de Gaspar; e Heimat, de Indaial. Os visitantes terão ainda o chope nacional Brahma como opção de bebida. A comida terá espaço no pavilhão em restaurante especial com pratos típicos, como Marreco Recheado, Eisbein e Kassler, e ainda opções de lanches rápidos e a tradicional Batata Recheada (confira preços na tabela abaixo).

A Sommerfest com as noites típicas de Oktoberfest já emplacou no calendário de eventos do Estado durante a temporada de Verão, observa o secretário de Turismo Norberto Mette. “Além de opção de lazer para os blumenauenses, a cada ano a festa atrai mais visitantes. Esta é nossa proposta: oferecer lazer para a comunidade local e trazer para a cidade os turistas que se encontram no Litoral do Estado”, comenta.

Preços:
Ingresso - R$ 3,00, R$ 1,50 (meia-entrada) e entrada franca para traje típico germânico
Copo de chope (400 ml) – R$ 4,00
Refrigerante e Água – R$ 2,00
Pastel (R$ 4,00)
Big Cachorro Quente (R$ 6,00)
Cachorrão (R$ 5,00)
Batata Recheada (R$ 10,00)
Strudel (sobremesa) (R$ 6,00)
Salsichas alemãs (R$ 16,00)
Hackerpeter (R$ 16,00)
Frango à Oktoberfest (R$ 16,00)
Kassler (R$ 18,00)
Eisbein (R$ 18,00)
Marreco Recheado (R$ 20,00)
Picanha ou Medalhão ao Molho de Chope (R$ 25,00)

Por: Tânia Rodrigues
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Empresas ligadas à cultura terão apoio financeiro

Apoiar micro e pequenas empresas do segmento da economia da cultura no desenvolvimento e implantação de produtos e processos novos ou com melhorias tecnológicas. Esse é o objetivo da Encomenda do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Sebrae e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançada em dezembro para vigorar neste ano de 2009. As inscrições estão abertas até 30 de janeiro.

Trata-se de uma seleção pública de instituições interessadas em obter apoio para projetos de inovação ligados à criação, produção, circulação, difusão e consumo de bens e serviços culturais nas cadeias produtivas da música, audiovisual ou editorial. Para isso, serão comprometidos recursos não-reembolsáveis no valor de R$ 4 milhões.

A seleção das entidades para o apoio financeiro ocorrerá em duas fases. Na primeira, a instituição proponente deverá apresentar uma carta de manifestação de interesse, explicitando o escopo em que atua e os produtos e serviços prestados pela entidade, assim como disponibilidade de equipe, de infra-estrutura, portfólio de projetos voltados para o segmento da economia da cultura e investimentos de parceiros locais.

A proponente que tiver a carta de manifestação selecionada estará habilitada para apresentar seu projeto. Essas propostas podem ter solicitação de apoio financeiro de, no mínimo, R$ 300 mil, e, no máximo, R$ 500 mil. Esses limites não devem considerar valores de contrapartida e outros aportes ao projeto.

A apresentação da carta de manifestação de interesse deve ocorrer até o dia 30 de janeiro. O resultado dessa seleção acontece em fevereiro e em março os interessados devem enviar a proposta de projeto. Todos esses prazos e o regulamento completo podem ser encontrados em documento no site www.sebrae.com.br/inovacao.

O prazo de execução do projeto será de até 24 meses, podendo ser prorrogado a critério da Finep e do Sebrae. Com esse financiamento poderão ser apoiadas despesas correntes, como material de consumo, software, instalação e manutenção de equipamentos, passagens, diárias e participação em eventos. Também serão apoiadas despesas de capital como equipamento, material permanente e material bibliográfico, obras e reformas. Além disso, o recurso poderá ser empregado em despesas operacionais e administrativas destacadas na Lei de Inovação (Lei no 10.973/04).

Fonte:
Giovana Perfeito-Agência Sebrae de Notícias
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5 de janeiro de 2009

AIDS: prevenção continua sendo a melhor alternativa

Chegamos à estação mais agitada do ano... É temporada de festejar com a família, curtir uma praia e badalar nos bares e boates das mais variadas cidades brasileiras. O momento é de relaxar, esquecer os problemas do dia-a-dia e aproveitar as férias da melhor maneira possível. Mas é importante lembrar que curtir as férias não significa deixar de lado a prevenção de uma das doenças mais temidas entre os seres humanos – a AIDS.

Conhecida como doença que se manifesta após a infecção do organismo humano pelo Vírus da Imunodeficiência Humana, mais conhecido como HIV, os primeiros casos de AIDS foram descritos em 1981 nos Estados Unidos, pelo CDC (Center for Desease Control), um Centro de Controle de Doenças que tem a função de receber notificações, pesquisar, investigar e identificar as diferentes doenças e seus agentes causadores. A nova doença, que causava diminuição drástica da imunidade, afetando o sistema imunológico da pessoa foi denominada AIDS ou SIDA (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida).

A causa era desconhecida, porém com os avanços científicos, houve grande evolução ao longo desses anos. “No início, as pessoas infectadas morriam por falta de remédios que bloqueassem a multiplicação do vírus HIV, que causava danos progressivos no sistema imunológico e provocava o surgimento de doenças oportunistas”, explica o médico infectologista do Hospital Unimed Chapecó, Hugo Noal.

No Brasil, existem cerca de vinte remédios anti-retrovirais e fornecidos gratuitamente para pessoas em fase de tratamento. Segundo o médico, embora os efeitos colaterais dos medicamentos provoquem alterações morfológicas e metabólicas que exijam acompanhamento especializado e controle continuado, atualmente é possível oferecer melhor qualidade de vida às pessoas com AIDS. “Acompanho pacientes com HIV há cerca de 18 anos e posso contar histórias de profundo sofrimento”, declara o médico ao contar que a pessoa infectada se depara, num primeiro momento, com a sensação de morte iminente, ocorrendo o processo de fuga da realidade, onde tudo perde o sentido. Em seguida vem a depressão, a vergonha e a sensação de que todos sabem de sua situação. “A AIDS carrega um estigma de doença de pobres, miseráveis, de indivíduos promíscuos e drogados, de lixo da sociedade”, afirma.

Na visão de Noal, poucos estão preocupados com a AIDS. Para os políticos, os aidéticos estão condenados à morte e são votos perdidos; para os administradores hospitalares são prejuízos certos e para os pagadores de impostos são buracos no orçamento. “Não nos damos conta de que são seres humanos, ou melhor, que pode ser eu ou você. Portanto, a prevenção é fundamental e necessária e deve ser lembrada sempre”, finaliza.

Fonte:
Marcos A. Bedin
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Crise: ministro se demite

A vida econômica do Brasil totalmente desorganizada, o pânico entre os produtores e exportadores, e opondo-se a política adotada pelo governo brasileiro, após a crise econômica mundial, levaram o ministro a pedir demissão.

A quebra da bolsa de Nova York, que começou em 21 de outubro de 1929, deu início à Grande Depressão que atingiu todo o mundo capitalista. Um ano depois, a Revolução de 1930 encontrou a vida econômica do Brasil totalmente desorganizada e o pânico instalado entre os produtores e exportadores de café.

Os anos 20 haviam assistido a pujança econômica da República Velha, baseada na produção de bens agrícolas destinados à exportação. Mas, o que fizera a força desse sistema, fez também sua fraqueza. Aberto para o exterior, ele fora beneficiário de uma década de riquezas, mas agora que o mercado mundial entrara em colapso, suas possibilidades de expansão chegavam ao fim.

Em agosto de 1929, a saca de café custava 200$000(200 mil réis); em janeiro de 1930, o preço caiu para 21$000. no entanto, a produção brasileira continuava crescendo e os cafeicultores faziam pressão sobre Washington Luiz, reivindicando a prorrogação de suas dívidas. A resposta do governo foi negativa.

Atitude bem diferente seria adotada por Getúlio Vargas. Em fevereiro de 1931, o governo federal decretou a compra de 17,5 milhões de sacas de café, retirando-as do mercado para forçar a alta dos preços. Estes, porém, continuaram a cair.

Em 1931 a produção brasileira foi de 28.333.000 sacas; o Brasil conseguiu exportar 15.589.000, o que dava um excedente de 12.744.000. Insatisfeitos, os cafeicultores propuseram a queima dos estoques do produto. O ministro da fazenda, José Maria Whitaker, opunha-se à medida, mas Vargas acabou cedendo aos produtores e em junho de 1931 começou a queima de 3 milhões de sacas de café.

Em novembro de 1931 José Maria pediu demissão, Vargas aceitou e nomeu Oswaldo Aranha para seu lugar.

Fonte de pesquisa: Coleção Nosso Século, Ed. Abril,1981
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Festa universitária inspira negócio bem-sucedido

Ao organizar uma festa para os amigos, três estudantes de comunicação encontraram o caminho para ter o próprio negócio. A empresa sempre teve como diferencial a criação de um ambiente multicultural, no qual a música era apenas uma das atrações. Com o sucesso, Leonardo Feijó, Áureo César e Daniel Koslinski começaram, em 1999, três anos depois da primeira festa, a promover encontros em um casarão abandonado do avô de Léo, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro.

Com a apresentação de novas bandas de rock, sala de jogos, bazar de moda, sala de estar e bar, a Casa da Matriz logo se transformou em ponto de encontro de um público que procurava diversão alternativa. Nos primeiros três anos, mais de cinco mil pessoas visitaram o lugar, que a cada dia oferecia um programa diferente. E, o que começou como uma ação entre amigos, se transformou no Grupo Matriz, que reúne 10 empreendimentos, que recebem cerca de 50 mil pessoas por mês.

Gostar do que faz é apenas um dos segredos de sucesso, adverte Leonardo. “Não dá para pensar em um negócio de forma romântica. Pesquisar para conhecer o mercado é fundamental. Íamos a muitas festas e ouvíamos não só os freqüentadores, mas também os artistas e produtores. Foi a partir destas informações que consolidamos a opção de oferecer espaço para artistas de outras áreas, como teatro e artes plásticas”, diz Leonardo.

A lista do empresário também inclui atendimento de excelência, muita criatividade e cautela na aplicação do dinheiro. O que era pura intuição mostrou-se uma estratégia sólida. A primeira festa foi realizada com apenas R$ 2 mil. “Fomos testando a fórmula e arriscando cada vez mais um pouquinho”, recorda Leonardo.

Com a demanda crescente, a expansão parecia natural. A alternativa foi buscar dinheiro nos bancos, opção dificultada pela natureza do negócio, já que casas noturnas são consideradas empresas de alto risco.

Como já pertencia à Associação de Bares e Restaurantes de Botafogo, Feijó procurou a instituição, que ajudou na formatação do projeto para captação de financiamento, além de participar de vários cursos de administração. Com o crescimento sólido, o empreendimento atraiu outros investidores financeiros. Isso trouxe vantagens extras, como diz Leonardo, "dinheiro mais barato e aliança com pessoas que se identificam com a proposta".

Outro diferencial importante do Grupo Matriz é a localização dos empreendimentos. A procura é sempre por casarões abandonados. Restaurar e adaptar o espaço não é a opção mais barata, mas o investimento tem compensado. “O ponto comercial mais óbvio nem sempre é o melhor. Preservar esses lugares tem tudo a ver com a nossa proposta. O mercado bateu a nossa porta, aproveitamos a chance e continuamos em expansão”, comemora o empresário.

Grupo Matriz - (21) 2226 6342 http://matrizonline.oi.com.br/

Fonte: Agência Sebrae de Notícias
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4 de janeiro de 2009

Em que ano estamos ?

Todo ano, quando chega dezembro, nos preparamos para as festas de Natal e Ano Novo. Compras, presentes, planos para o ano seguinte, o balanço do ano que está findando e as famosas listas de resoluções e promessas para o ano que vem chegando.

Mas nem todos celebram a chegada do ano novo em dezembro. Para algumas culturas, a virada de ano nada tem a ver com dezembro. Os católicos zeraram a contagem de anos no nascimento de Jesus e hoje comemoram a chegada do ano de 2009.

Os judeus, que ainda esperam pelo seu Messias, prosseguiram a contagem e já estão no 5769. O Rosh Hashaná, ano novo judaico, ocorreu em setembro último com os habituais rituais da religião.

Já os chineses, com menor diferença de tempo do Ano Novo oficial, comemoram a virada do ano em fins de janeiro ou início de fevereiro, conforme se apresenta a primeira lua nova depois do início do inverno, já que o calendário chinês é lunissolar. Cada ano recebe o nome de um entre doze animais, equivalentes aos signos do zodíaco. Estamos agora no ano do porco e a partir de 7 de fevereiro, inicia-se o ano do rato.

Os islâmicos irão comemorar em maio próximo, a chegada do ano de 1429. A contagem de anos no Islã começou na época em que o profeta Maomé deixou a cidade de Meca para estabelecer-se em Medina, viagem chamada Hégira pelos islâmicos, que aconteceu no ano de 622 D.C. de acordo com o calendário gregoriano. A matemática não fecha porque o calendário islâmico é lunar e somente no Irã, que apesar de começar também no ano da Hégira, adotou o calendário solar que conhecemos e se aproxima portanto do ano 1387.

Tá achando confuso ? Até 50 anos atrás, a Índia, contava com mais de 30 calendários diferentes, quando um comitê governamental foi instituído para unificá-los. Desde então, a Índia adotou oficialmente o calendário solar de 365 dias, com a diferença que determinaram que seu ano zero corresponde ao ano 78 D.C., início da era Saka. Assim os indianos estão em 1929, mas muitas regiões ainda utilizam os seus calendários tradicionais para as celebrações.


Fonte: Jornal CineSemana
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200 anos de nascimento de Louis Braille é lembrado em selo postal

Na abertura da programação filatélica de 2009, os Correios colocam em circulação a partir de segunda-feira (5), um selo comemorativo em homenagem ao bicentenário de nascimento de uma personalidade fundamental na emancipação e desenvolvimento dos deficientes visuais: Louis Braille, criador do sistema de leitura e escrita pelo tato.

O selo apresenta, em destaque, uma reprodução do busto de bronze de Louis Braille, instalado em um memorial em frente à prefeitura de sua cidade-natal, Coupvray, na França. No lado esquerdo do selo, dois dedos indicadores aparecem sobre uma página escrita no Sistema Braille, com a inscrição "Louis Braille". No lado direito, estáum mapa-múndi, em referência à longa trajetória da implantação do Sistema Braille em todo o planeta. Sobre o mapa está um conjunto de objetos que compõem uma reglete, o mais antigo - e o mais utilizado até hoje - aparelho de escrita em Braille. O design do selo ficou a cargo do artista Ricardo Cristofaro, que utilizou as técnicas defotografia e computação gráfica na elaboração da imagem.

Louis Braille

Louis Braille (1809-1852) perdeu a visão aos três anos de idade em razão de um acidente na selaria de seu pai. O garoto teve a atenção despertada quando, em 1821, o capitão Charles Barbier de la Serre apresentou aos alunos de sua escola um sistema de escrita e leitura que havia desenvolvido para a comunicação noturna entre ossoldados do exército francês e que poderia também ser utilizado pelas pessoas cegas.

O sistema de Barbier, formado por pontos salientes, apresentava a desvantagem de ser apenas fonético, mas Louis Braille o utilizou como base para o desenvolvimento de um sistema de escrita e leitura, cuja primeira versão foi por ele apresentada em 1825.

O Sistema Braille, baseado na combinação de seis pontos em relevo, permitia a representação do alfabeto e dos números, da simbologia aritmética, fonética e musicográfica e adaptava-se plenamente às peculiaridades da leitura tátil, pois cada caractere podia ser percebido pela parte mais sensível dos dedos, por meio de apenas um contato. Em 1837, Louis Braille apresentou a versão final do sistema, que, embora tenha levado algumas décadas para ser aceito na França, já havia se difundido pela Europa e por outras partes do mundo antes do final do século XIX.

Fonte: Assessoria de Comunicação da ECT.
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Ciclone extratropical provoca estragos em Florianópolis e engarrafamento na 101

A passagem de um ciclone extratropical pelo Litoral catarinense provoca estragos em Florianópolis. Com o vento forte, uma árvore caiu sobre a pista na Avenida Beira-Mar Norte e deixou o trânsito lento no sentido Centro - universidade no final da tarde deste sábado. 

O tráfego de veículos ficou em apenas uma faixa próximo à casa do governador, no bairro Agronômica, por cerca de uma hora. A situação já foi normalizada.

Pela manhã, um barco pesqueiro foi jogado contra a areia no Pântano do Sul e não conseguiu ancorar na baía. A embarcação ficou encalhada e só foi resgatada com o auxílio de um trator.

BR-101 tem 100 quilômetros de engarrafamentos

A BR-101 tem 100 quilômetros de engarrafamentos entre Florianópolis e a divisa com o Rio Grande do Sul, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Dois pontos da rodovia estão completamente bloqueados e sem desvios. A água sobre a pista interditou os kms 404, em Maracajá, e 409, em Araranguá, ambos no Sul de Santa Catarina.

Em Palhoça, na Grande Florianópolis, o congestionamento começa no km 217, no sentido norte-sul, e vai até Paulo Lopes. O trânsito está lento desde as 10h e as filas chegam a 54 quilômetros. 

Na altura das cidade de Tubarão e Capivari de Baixo, sentido sul-norte, a rodovia está com uma lâmina de 30 centímetros de água. Os carros trafegam lentamente pela região e o engarrafamento chega a 35 quilômetros.

No km 324, em Capivari de Baixo, o trânsito no sentido norte-sul está sendo desviado para a pista principal, que estava interditada para obras., mas não está alagada. Os carros passam lentamente.

A BR-101 Norte, de Tijucas à Itajaí, também está com engarrafamento no sentido sul-norte desde a manhã de sábado. O tráfego de veículos não está interditado, mas o trânsito é lento.

Fonte: ClickRBS

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3 de janeiro de 2009

Chuvas continuam castigando Santa Catarina

O Vale do Itajaí ainda não se recuperou dos estragos causados pelas chuvas de novembro/2008 e agora é o sul de Santa Catarina que é castigado. Os mais de 200 milímetros de chuva registrados nas últimas 24 horas, em alguns pontos do Sul do Estado, já provocaram problemas em pelo menos seis municípios da região. Para auxiliar nos trabalhos de resposta das prefeituras, o Departamento Estadual de Defesa Civil encaminhou, na manhã deste sábado (3), uma equipe técnica para as cidades mais atingidas. A previsão de mais chuva intensa, até domingo, mantém o alerta do departamento, que também está envolvido nos trabalhos de reconstrução do desastre que assolou Santa Catarina no mês de novembro.

A chuva desta semana, intensificada na madrugada de hoje, destruiu pontes, danificou estradas e deixou comunidades isoladas no município de Turbo, que já encaminhou à Defesa Civil o decreto de situação de emergência. Em Nova Veneza, Tubarão, Araranguá e Criciúma também há registro de problemas relacionados à chuva, sendo que diversas comunidades estão isoladas e alumas famílias tiveram que abandonar suas residências. Famílias também precisaram sair de suas casas em Jaguaruna, onde o rio Jaguaruna transbordou alagando diversas ruas.

De acordo com o diretor estadual de Defesa Civil, major Márcio Luiz Alves, não se tem o número de desabrigados e desalojados no Sul do Estado, pois o nível dos rios continua subindo e ainda há pessoas sendo retiradas de suas residências. “Sempre que há risco as famílias são retiradas por medida de segurança, quando a situação normalizar as pessoas poderão retornar”, explica.

Segundo os meteorologistas da Epagri/Ciram há previsão de mais chuva, com acumulado previsto, em torno, de 100mm até domingo, para o litoral. “Com essa previsão, persiste o risco de alagamentos e deslizamentos no litoral, sendo maior para o litoral Sul”, ressalta o diretor.

A Defesa Civil do Estado continua trabalhando com o seu plantão reforçado, 24 horas. No caso de emergência as pessoas devem fazer contato com o 199 (Defesa Civil Municipal). Qualquer sinal de deslizamento, como movimentação do solo, declínio de árvores ou rachaduras deve ser comunicado. No caso de alagamentos, o contato com a água deve ser evitado para prevenir doenças.
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Obra poética em tinta & braile homenageia a natureza amazônica

Árvores tagarelas, gigantes, libélulas e grilos cantores, e a própria Amazônia, uma mulher de cabelos verdes, são apenas alguns personagens da viagem pelo mundo das palavras, proposta na obra Livro para pescaria com linha de horizonte, que enxerga com os olhos da imaginação.

Lançado para o público infanto-juvenil, a obra não exclui os adultos como leitores potenciais. De autoria do poeta e engenheiro florestal Paulo Vieira, produzido em braile e tinta, reúne uma coleção de poesias, cuja inspiração brotou da exuberância da natureza, que mesmo exaltada pela delicadeza da publicação, pede mais atenção sobre os riscos da destruição que tem enfrentado a cada dia.

A publicação, editada pela Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/DF) em parceria com a Embrapa Amazônia Oriental (Belém/PA),  tem 80 páginas pelas quais os leitores são convidados a deslizar as pontas dos dedos pelo papel e pescar estrelas, conversar com pássaros, formigas e vários entes mágicos da floresta.

Em uma homenagem à Amazônia, o livro, importante instrumento de educação ambiental, foi o Destaque no 4º Prêmio da Casa da Cultura Mário Quintana, em 2006. As ilustrações e projeto gráfico são de autoria de D’Arcy Albuquerque e a tradução da Fundação Dorina Nowill. 

A história da natureza e sua constante transformação é acompanhada pelas aventuras do tio Paulo e de seus sobrinhos, personagens que, pela familiaridade com o universo infantil, conquistam a atenção da garotada. Acompanha a obra impressa, CD com a narração sonora da história.

Livro para pescaria com linha de horizonte pode ser adquirido por R$ 70,00, na Livraria Embrapa, por meio do endereço eletrônico vendas@sct.embrapa.br ou pelos telefones (61) 3448 4536 e (61) 3340 9999.

Mais informações:
Kátia Marsicano – 03645 MTb JPDF
Embrapa Informação Tecnológica
Contatos:61 3448590



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