7 de janeiro de 2009

Criciúma comemora 129 anos

Para marcar a passagem dos 129 anos do início da colonização do município, a Prefeitura de Criciúma, por meio da Fundação Cultural (FCC), promoveu na noite de ontem(6/01/2009) uma comemoração em homenagem aos homens e mulheres desbravadores, que deram início à história da cidade.

Com uma exposição de fotos que retratam a cidade de Criciúma, a população criciumense foi recebida no Criciúma Shopping, e contou também com a participação da Banda do 28° GAC e da Associação Coral de Criciúma.

Ao canto dos parabéns a cidade por todos os presentes ao evento, as velas do bolo que tinha 50 quilos foram apagadas, e um brinde com champagne foi acompanhado pelos presentes.

Breve Histórico

Criciúma tem seu nome originado de um vocábulo indígena, utilizado para designar uma graminácea, semelhante à taquarinha, abundante no centro da cidade. O local era habitado por indígenas carijós e xoklengs. A partir de 1880 recebeu muitos imigrantes europeus e pouco a pouco, os indígenas foram desaparecendo.

A história de Criciúma começou a ser registrada a partir da vinda dos primeiros imigrantes europeus em 1880. A cidade foi composta basicamente por sete etnias: afro-descendentes, portuguesa, polonesa, alemã, árabe, italiana e espanhola. Para festejar essa diversificação cultural foi criada a Quermesse de Tradição e Cultura, atualmente Festa das Etnias, que proporciona espaço para várias manifestações culturais.

O trabalho agrícola foi a primeira atividade econômica nesta região e o comércio já se desenvolvia no final do século XIX. Vinculada ao pequeno comércio, a passagem de tropeiros e ao cruzamento de estradas que alcançavam vários pontos do nascente município, surgiu a praça principal da cidade - Praça Nereu Ramos - que recebeu urbanização e ajardinamento na década de 1930.

A partir de 1913, foram desenvolvidas atividades carboníferas, marco econômico e social na história de Criciúma. A mineração não só ofertou empregos fixos, como atraiu um grande contigente de mão-de-obra, pessoas que vieram do litoral e região próxima da serra, num momento em que o lugar não dispunha de infra-estrutura para receber tantas pessoas. A população praticamente triplicou entre as décadas de 1940-1950, o que acarretou um problema social, pois o aglomerado de pessoas, juntamente com a poluição do carvão, desembocou em problemas de falta de água potável, saneamento básico, motivando ploriferação de várias doenças.

Hoje as indústrias de cerâmica, vestuário, alimentícia, calçado e construção civil se consolidarame no cenário da cidade, que antes era reconhecida pela extração do carvão.
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