26 de maio de 2009

Microcrédito gerou 22.000 novos empregos em SC

As 19 instituições de microcrédito de Santa Catarina emprestaram 573,3 milhões de reais a 217.000 pequenos empreendedores nos últimos dez anos. Esses recursos viabilizaram microempresas e pequenos negócios, permitindo a geração de 22.000 novos empregos e a manutenção de 190.000 postos de trabalho.

Os números que compõem esse panorama – levantados pela Associação de Agências de Microcrédito de SC – foram lembrados na última semana, durante solenidade que assinalou o décimo aniversário da Credioeste, a primeira agência de microcrédito do grande oeste catarinense.

Neste contexto, a Credioeste – com sede em Chapecó e atuação nos 20 municípios da Amosc – destacou-se por oferecer dinheiro barato e de fácil acesso para os microempreendedores e profissionais liberais. Nesses dez anos, foram atendidos 3.418 microempreendedores com a liberação de 5.752 empréstimos que totalizaram 18,3 milhões de reais em recursos emprestados para os setores de produção, comércio e serviços.

Ao fazer o balanço das atividades, o presidente da Credioeste, Ivonei Barbiero, assinalou que o grande mérito da instituição foi ajudar milhares de pequenos empresários e empreendedores a iniciar ou ampliar seu negócio. “Essa é a nossa visão de desenvolvimento: ajudar os pequenos negócios para que toda a região cresça homogeneamente.”

- “Nossa atuação é econômica mas tem evidente resultado social conforme estabelece o programa nacional de microcrédito produtivo e orientado, do qual fazemos parte, certificado pelo Ministério da Justiça e habilitado pelo Ministério do Trabalho”. O dirigente lembra que muitos tomadores de empréstimos não possuem caráter jurídico e, portanto, não têm acesso às linhas de crédito dos Bancos comerciais. De fato, dos atendimentos prestados, 42,17% são clientes formais e 57,83%, informais.

Também se manifestaram, na ocasião, a presidente da Ancredi e do Banco da Família, da Lages, empresária Isabel Baggio, que fez um diagnóstico do sistema de microcrédito catarinense, e o vice-prefeito José Cláudio Caramori, que destacou as origens da Credioeste e a cooperação do Badesc.

A solenidade consistiu, ainda, de exibição de audiovisual e entrega de placas em homenagem aos ex-presidentes Flávio Luiz Pansera, Roberto Kurtz Pereira, Celso Matiolo, Natanael Moreira de Mattos, Mirian Terezinha Felipi e José Nilo de Souza, além do atual dirigente Ivonei Barbiero.          

A gerente Márcia Biffi destaca que a agência opera com uma carteira de 814 clientes ativos e contribui para a geração de novos postos de trabalho: nesses dez anos foram criados 919 novos empregos e mantidos outros 8.755 em razão dos empréstimos concedidos. 75,91% dos créditos concedidos ficam entre 2 mil e 5 mil reais. A média das liberações situa-se em 3 mil 176 reais. O dinheiro captado destina-se, em sua maioria, à capital de giro e capital fixo.

Os principais setores atendidos pelas operações de crédito são produção, comércio e serviços. A maior parte – 63,90% - destina-se a utilização mista em empreendimentos em microindústrias, comercio e serviço. Há equilíbrio entre os tomadores de empréstimos: 52,59% são homens que movimentaram 8,6 milhões de reais e 47,41% são mulheres (6,6 milhões de reais).

A Credioeste localiza-se à avenida Porto Alegre, 828-D, em Chapecó e emprega 12 funcionários. Foi fundada em 19 de maio de 1999, resultado de articulações de um grupo de instituições formado pelo Badesc, Sebrae, Amosc, Amai, Amauc, FDRI, Fampesc, Fecedesc, FCDL, Instituto Saga, Acic,Epagri, Unoesc, Apaco, Celesc e SDR e Prefeituras de Concórdia, Xanxerê, Chapecó, Quilombo,Pinhalzinho, São Domingos, Planalto Alegre, Jardinópolis, Guatambu, Nova Itaberaba, Irati Serra Alta, Nova Erechim, Coronel Freitas, Ouro Verde, Xaxim, Abelardo Luz, Santiago do Sul, Marema, Cordilheira Alta, Ipuaçú, Seara e União do Oeste.

Por: Marcos A. Bedin
MB Comunicação
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25 de maio de 2009

Jogos de Cartas: Cálculo - Conheça as regras da mais difícil das paciências

O Cálculo talvez seja o jogo de paciência mais difícil de ganhar. É uma paciência que exige muita atenção por parte do jogador, pois sua vitória depende não apenas da colocação das cartas, mas também de uma previsão de jogadas. Ao contrário de outras paciências, como o Klondike, o naipe e a cor das cartas não são considerados no Cálculo. Utilizando um baralho comum, o jogador inicia o jogo abrindo sobre a mesa, uma ao lado da outra, 4 cartas: Ás, 2,3 e 4 de qualquer naipe ou cor. Essas cartas são chamadas de cartas-base, e sobre elas serão construídas as fundações ou sequencias de cartas até o Rei. Estas sequencias devem ser formadas da seguinte maneira:

1) Sobre o Ás colocam-se cartas em sequencia de 1: 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, J, Q e K.

2) Sobre o 2 colocam-se cartas em sequencia de 2: 4, 6, 8, 10, Q, Ás, 3, 5, 7, 9, J e K.

3) Sobre o 3 colocam-se cartas em sequencia de 3: 6, 9, Q, 2, 5, 8, J, Ás, 4, 7, 10 e K.

4) Sobre o 4 colocam-se cartas na sequencia de 4: 8, Q, 3, 7, J, 2, 6, 10, Ás, 5, 9 e K.

Após abrir as quatro cartas-base na mesa, o jogador deve embaralhar as e abrir as quatro cartas de cima do baralho, dispondo-as uma ao lado da outra a uma certa distância das cartas-base. Essas cartas formam a base dos 4 montes de reserva, sobre os quais serão colocadas as cartas que não forem imediatamente utilizadas nas fundações. Para as fundações só podem ir as cartas da mão ou as cartas de cima, e apenas as de cima, dos montes reservas.cartasBar

Quando terminar um monte de reserva inicia-se em seu lugar um novo monte, abrindo-se para isso a primeira carta de cima do baralho. O jogador será vitorioso se conseguir colocar todas as cartas da mão e dos montes de reserva, nas fundações. Uma regra muito importante dessa paciência é que o jogador pode escolher qualquer monte de reserva para colocar a carta que acabou de abrir e que não serviu para nenhuma fundação. E é justamente essa colocação que exige maior raciocínio, pois a distribuição das cartas nos montes pode facilitar ou dificultar sua retirada para as fundações.

A melhor estratégia é tentar colocar as cartas nos montes reservas na sequencia inversa à das fundações para que fiquem mais próximas das cartas-base. Para a fundação do Ás, por exemplo, a melhor ordem seria K, Q, J, 10 etc. Já as cartas de mesmo valor devem, preferencialmente, serem colocadas em montes diferentes, pois se uma delas ficar obstruída, o jogador poderá lançar mão da carta de outro monte. Os Reis, ao contrário, podem ser colocados no mesmo monte, dessa forma se não saírem logo no início do jogo, o que seria melhor, obstruirão apenas um dos montes de reserva. Conseguir tudo isso é muito difícil, mas o bom jogador deve tentar sempre. E se você conseguir jogar com uma outra estratégia, que tal nos contar? Bons jogos.

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Jogos de Cartas: Conheça o Tute

Jogos de Cartas: O baralho espanhol

Jogos de Cartas: Saiba como nasceu a paciência

Fonte de pesquisa: Todos os Jogos, Editora Abril, 1978.

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Você usaria este banheiro? Veja as fotos

Imagine que você está andando tranquilamente pelas ruas da cidade, e bate aquela dor de barriga. Aí você encontra este banheiro público. Você conseguiria se aliviar nele ?

Nesta primeira foto uma senhora está entrando no banheiro. Veja que legal.

banho1

Agora que você viu do lado de fora, veja do lado de dentro...

banho2

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