27 de julho de 2009

Leilão de Jóias no Rio de Janeiro

Tomador do empréstimo pode renegociar o pagamento até a data do leilão

A Caixa Econômica Federal realiza nos dias 27 e 28 desse mês, o sétimo leilão de jóias de 2009 no Rio de Janeiro. O evento oferta 8.599 contratos de penhor vencidos há mais de 30 dias.

Os lotes serão vendidos pela maior oferta, considerando o valor da dívida e o valor da avaliação. Neste leilão, o lote mais barato está avaliado em R$ 63,00 - um colar de ouro, pesando 2,10g. Já o mais caro - uma partida de diamantes de 10,03g - foi avaliado em R$ 23.100,00. A exposição ocorre no edifício-sede da CAIXA, na Avenida Rio Branco174, 3º andar, de 10h às 15h.

Os clientes titulares dos contratos incluídos no leilão poderão regularizar a situação com a CAIXA até o dia 28 de julho, durante o horário bancário, inclusive por meio dos equipamentos disponíveis nas salas de autoatendimento. Após a regularização, as peças são retiradas automaticamente do processo de alienação e os lances são anulados. A prioridade é sempre do titular do contrato.

Os interessados em participar da licitação deverão dar lances nos dois dias, em qualquer agência da CAIXA, nos terminais de autoatendimento, no horário de funcionamento dessas salas. Podem participar pessoas física e jurídica, mediante identificação e cadastramento em qualquer agência da CAIXA.

O resultado do leilão será divulgado no dia 29 (quarta-feira), a partir das 12 horas, no mesmo local da exposição  e no site do banco na internet. O pagamento deverá ser efetuado no dia do resultado, integral ou parcialmente, com um sinal de 20% sobre o valor ofertado.

O catálogo de licitação de jóias contendo a descrição dos lotes poderá ser adquirido no local do leilão, ou capturado na internet, no endereço: www.caixa.gov.br.

SERVIÇO:

Leilão de Jóias

Local: Av. Rio Branco, 174/3º andar

Exposição de jóias: dias 27 e 28 de julho (segunda e terça-feira) – das 10h às 15h

Lances: dias 27 e 28 de julho, nos terminais de autoatendimento das agências da CAIXA, até às 20 h.

Resultado: dia 29 de julho (quarta-feira), a partir das 12h, no próprio local de exposição ou no site da CAIXA.

Fonte: Assessoria de Imprensa da CAIXA – Regional Rio de Janeiro

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26 de julho de 2009

Projeto em Minas recupera áreas devastadas

Região que engloba as cidades históricas de Minas tem mais de mil voçorocas ou dois mil hectares de crateras.

O solo brasileiro está cheio de cicatrizes gigantescas. São as voçorocas, crateras provocadas pela erosão devido às fortes chuvas em solos onde a vegetação é escassa e não protege mais. Grande parte delas é provocada por estradas rurais mal planejadas, retirada da vegetação de um solo susceptível à erosão, utilização desordenada da atividade agrícola nas queimadas descontroladas e no excesso de animais na pastagem.


Antes elas se restringiam às zonas rurais dos municípios, muitas em propriedades privadas. Mas há alguns anos elas vêm chegando às áreas rurais, ameçando engolir escolas, asilos, casas particulares. Segundo dados da Embrapa Solos, a erosão causa a perda de 822,7 milhões de toneladas de terra e prejuízo de US$ 4 bilhões por ano ao País.vocoroca1


Em Minas Gerais, o Projeto 'Maria de Barro' está transformando as enormes fendas desérticas na área urbana de 28 municípios nas bacias hidrográficas do Alto Rio Grande e Rio das Mortes, entre eles, São João Del Rey, nazareno, Mariana, Tiradentes. A região possui fatores peculiares de degradação do solo. A herança histórica do Ciclo do Ouro, entre os séculos 17 e 18, com a exploração das riquezas minerais sem controle, deixou grande parte daquela região devastada.


“O que nos chama a atenção é que em Nazareno, por exemplo, existe uma voçoroca de 600 metros de comprimento e 30 de profundidade, atrás da cidade, que já faz parte da paisagem e do cotidiano do município. As pessoas convivem com a degradação sem se incomodar”, diz o engenheiro agrônomo, Vinicius Martins Corre. Ele é o coordenador do Projeto 'Maria de Barro' e ministrou palestra durante o Encontro de Gestores da Carteira de Orgânicos do Sebrae Nacional, em São Paulo durante a Bio Brasil Fair 2009.


Nas regiões urbanas, as crateras viram lixos e depósitos de entulho da construção civil. Em 78% das propriedades rurais dessas regiões mineiras há ocorrência de voçorocas, que agravam o empobrecimento e a migração de agricultores, bem como o assoreamento dos rios, diz Correa.


“Começamos a buscar soluções em 1999, com a utilização de tecnologia sócio-ambiental na recuperação da voçoroca urbana ‘Córrego do Cravo’, em Nazareno”. Com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Ministério do Meio Ambiente, prefeituras e parceiros, da ordem de R$ 2,5 milhões (em cinco anos), o objetivo do projeto é criar ‘laboratórios modelos demonstrativos’ de recuperação de voçorocas em todos os municípios parceiros.


Um levantamento do Projeto Maria de Barro mostra que existem atualmente 1.150 voçorocas (2 mil hectares) na região, o que representa 3,61% do território. Só em São João Del Rey são 370 voçorocas. O projeto recupera a área degradada por meio de técnicas de proteção das nascentes, estruturas de contenção de encostas feitas em eucaliptos e bambu, sacos de terra e o plantio de árvores, gramíneas e leguminosas.


“Nas encostas delas, sempre no sentido de cima para baixo, são plantados capim-gordura, aveia preta, feijão-guandu, crotalária, que somam 70 espécies de leguminosas, que ajudam a descompactar o solo”, diz o engenheiro agrônomo. Seis áreas já foram totalmente recuperadas. Segundo Vinicius Correa, o grande objetivo é transformar essas grandes áreas devastadas em parques ecológicos, trilhas de visitação, plataformas de pesquisas e áreas de lazer.


“Queremos converter as voçorocas em fator de desenvolvimento econômico, social e cultural para os beneficiários, através da criação de espaços públicos para as comunidades, capacitação em recuperação ambiental, conscientização ecológica, inclusão digital e geração de trabalho”. Cerca de 75 mil pessoas são beneficiadas com a recuperação de erosões e a preservação de nascentes e matas ciliares.

Serviço:
Projeto Maria de Barro - (35) 3842-1407
http://www.projetomariadebarro.org.br

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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Tenha tempo para tudo

No mundo atual, repleto de informações, oportunidades e cobranças, a administração do tempo torna-se cada vez mais importante.

Para conseguir cumprir todas as tarefas em casa ou no local de trabalho e manter uma qualidade de vida equilibrada, sem tanto estresse, é preciso se organizar nas atividades diárias. Por isso, é importante fazer primeiro sempre as tarefas mais difíceis, enquanto se está mais disposto, deixando para o final do dia as atividades que exigem menos esforço.

Evite o acúmulo de trabalho. Quando começar a fazer um trabalho procure sempre ir até o fim. Se deixar para depois, corre o risco de perder muito tempo para retomá-lo.

A organização do tempo também é importante. Quem organiza melhor o tempo e equilibra as atividades de casa e do trabalho consegue mais espaço na agenda para cuidar de si mesmo, fazer atividades físicas e tratar da própria saúde. Também tem mais oportunidade para o convívio familiar, ou mesmo para simplesmente não fazer nada e descansar.

Distribua as atividades ao longo da semana de modo que consiga conciliar tempo para tudo: trabalho, lazer, família e saúde. Os benefícios com certeza vão aparecer no corpo e na mente.

Fonte: Informativo Viacredi

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