1 de junho de 2010

Recuperação mais rápida e diminuição da dor estão entre as vantagens da cirurgia videoartroscópica

Novas tecnologias surgem constantemente para facilitar o trabalho dos médicos e melhorar os resultados na saúde dos pacientes. Na ortopedia de ombro, por exemplo, os procedimentos por cirurgia videoartroscópica têm apresentado inúmeras vantagens. Entre os benefícios estão menor agressão à anatomia (musculatura e estruturas nobres do ombro); curta internação hospitalar; menor intensidade de dor; estética (menor cicatriz); início precoce da fisioterapia e retorno mais rápido às atividades; baixo índice de complicações; chance de melhor resultado pós-operatório.

“A videoartroscopia permite que o cirurgião visualize todas as estruturas do ombro de forma ampliada . As estruturas consideradas normais podem ser avaliadas por mais de um ângulo para se ter certeza de que estejam realmente normais e no caso de visualizar alguma outra alteração, esta pode ser tratada na mesma cirurgia”, afirma o médico ortopedista e traumatologista, Joaquim Reichmann – que utiliza o método há alguns anos em Chapecó.video140

Reichmann explica que a cirurgia videoartroscópica (também chamada de artroscopia) é um procedimento que inicialmente surgiu como um meio de fazer diagnóstico e com o desenvolvimento de novos materiais, pinças e maior habilidade do cirurgião, a artroscopia passou a ser uma técnica cirúrgica. “A técnica possibilita fazer a cirurgia com mini-cortes, com auxílio de uma câmera digital e um monitor”, expõe.

O médico observa que praticamente todas as doenças de ombro podem ser tratadas pela artroscopia. Entre elas estão a síndrome do impacto (tendinite, bursite), rotura do manguito rotador, tendinite calcária, luxacão recidivante, SLAP lesion e capsulite adesiva. “Até alguns tipos de fraturas, tumores e artrose já podem ser tratados por vídeo”, complementa Reichmann.

Sobre a necessidade efetiva da utilização do procedimento de videoartroscopia para tratamento de doenças, Reichamm adverte que, mesmo sendo uma cirurgia menos agressiva, o correto é sempre tentar primeiro o tratamento medicamentoso e fisioterapêutico. “A cirurgia deve ser feita quando os medicamentos e a fisioterapia não obtém sucesso”, pondera o médico.

Antes da cirurgia, o paciente deve ser avaliado pelo anestesista no consultório para saber se pode passar pelo procedimento cirúrgico com segurança. A anestesia é feita através de um bloqueio próximo ao ombro associado a anestesia geral em doses bem leves. O paciente interna duas horas antes da cirurgia e tem alta no mesmo dia.

Após o procedimento, a dor costuma ser leve e alivia com uso de analgésicos e bolsa de gelo. O paciente utiliza uma tipóia simples e pode retirá-la de acordo com orientações específicas e o tipo de patologia. Há necessidade de fisioterapia no pós-operatório, variando o início e a duração de acordo com a gravidade de cada caso.

Reichmann afirma que os resultados do procedimento são muito bons, tendo em média 95% de excelentes ou bons resultados. No entanto, ele enfatiza que o próprio paciente tem papel fundamental na recuperação. “É imprescindível que o paciente faça as consultas e fisioterapia pós-operatória, respeite o período de repouso e tenha motivação para buscar a cura. A melhora é gradativa, contínua, e o resultado final pode levar alguns meses”.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

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30 de maio de 2010

31 de maio: Dia Mundial sem Tabaco

O Dia Mundial sem Tabaco de 2010 será celebrado nesta segunda-feira 31 de maio. A Organização Mundial da Saúde (OMS) escolheu como tema “Gênero e tabaco com ênfase no marketing para mulheres”, com o objetivo de alertar sobre as estratégias que a indústria do tabaco utiliza para atingir o público feminino e os males que o cigarro causa à saúde e ao meio ambiente. As mulheres se tornaram um dos alvos prediletos da publicidade do tabaco.

No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) desenvolveu peças promocionais para uma campanha com o slogan “Mulher, você merece algo melhor que o cigarro!”. As peças trazem a imagem de flores como um contraponto ao cigarro: as flores representam proteção ao meio ambiente, beleza e qualidade de pulmaovida, contrastando com o cigarro, sinônimo de desmatamento, envelhecimento precoce e problemas de saúde.


O INCA estima que o tabagismo seja responsável por 40% dos óbitos nas mulheres com menos de 65 anos e por 10% das mortes por doença coronariana nas mulheres com mais de 65 anos de idade. Uma vez abandonado o cigarro, o risco da doença cardíaca começa a decair – após um ano, reduz-se à metade e, após dez anos, atinge o mesmo nível de quem nunca fumou. 


Entre as mulheres que convivem com fumantes, principalmente seus maridos, há um risco 30% maior de desenvolver câncer de pulmão em relação àquelas cujos maridos não fumam. Além disso, o risco de infarto do miocárdio, embolia pulmonar e tromboflebite em mulheres jovens que usam anticoncepcionais orais e fumam chega a ser dez vezes maior que o das que não fumam e usam esse método contraceptivo.


As gestantes também devem ficar alertas. Abortos espontâneos, nascimentos prematuros, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos, complicações com a placenta e episódios de hemorragia ocorrem mais frequentemente quando a mulher grávida fuma. Tais problemas se devem, principalmente, aos efeitos do monóxido de carbono e da nicotina exercidos sobre o feto, após a absorção pelo organismo materno.


Os riscos para a gravidez, o parto e a criança não decorrem somente do hábito de fumar da gestante. Quando é obrigada a viver em ambiente poluído pela fumaça do cigarro, ela absorve as substâncias tóxicas, que, pelo sangue, passa para o feto. Quando a mãe fuma durante a amamentação, a nicotina passa pelo leite e é absorvida pela criança.


A mulher e o cigarro - Com a participação cada vez maior da mulher no mercado de trabalho, seu papel social também foi se alterando rapidamente. Ela passou a ter mais poder, tanto aquisitivo, quanto de decisão dentro da sociedade.


Em decorrência de todas essas mudanças, a mulher tornou-se um dos alvos prediletos da publicidade da indústria do tabaco, que passou a divulgar o cigarro como símbolo de emancipação e independência. Isso fez e continua fazendo com que o número de mulheres fumantes aumente cada vez mais. Veja mais no
hotsite do 31 de maio.

Fonte: Portal da Saúde

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Multa ao vivo na TV

Ela não perdoa nem repórteres que estão ao vivo na televisão. Gayle Anderson, da TV KTLA de Santa Mônica, na Califórnia (EUA), fazia uma reportagem sobre o carro ideal para uma viagem quando uma guarda começou a multar os carros estacionados.

A repórter até tentou argumentar com a guarda que tinha pago a permissão para deixar os carros ali mas, como a mulher-multa não deu muita bola, a jornalista levou o fato na esportiva.

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