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1 de março de 2014

Negócios ligados ao Carnaval crescem 116%

O número de formalizações nas atividades ligadas ao Carnaval mais do que dobrou entre 2011 e 2013 nas cidades onde acontecem as maiores folias carnavalescas do país. Nesse período, de acordo com levantamento feito pelo Sebrae, o número de microempreendedores individuais (MEI) que abriram negócios de olho na folia passou de 33,8 mil para 72,9 mil, crescimento de 116%.

O Sebrae analisou segmentos que vão desde montagem de estruturas metálicas e palcos a confecções de roupas e sapatos especiais nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Salvador. O presidente da instituição, Luiz Barretto, credita boa parte do aumento a uma nova postura dos contratantes de serviço. “Vem crescendo entre as escolas de sambas e blocos a prioridade de contratação de prestadores de serviço e fabricantes de produtos carnavalescos quem tenham Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ)”.carnaval

As atividades que mais tiveram destaque foram a de fabricação de calçados e roupas diferenciados e a de produção musical. “Essas são atividades que geram oportunidades de mercados para outros períodos que não apenas o carnaval, por isso é tão importante a formalização”, destaca o presidente do Sebrae. Barretto ainda lembra que para se manter no mercado é preciso se capacitar e prestar atenção nas oportunidades que surgem.

Além do apoio à formalização, o Sebrae tem investido na capacitação desses negócios por meio de cursos gratuitos. O objetivo é aumentar a qualidade e a produtividade dessa categoria de empreendimento. A figura jurídica do MEI foi criada há quase cinco anos e até o momento aproximadamente 3,7 milhões de autônomos se formalizaram.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias - ASN

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21 de julho de 2013

Santa Catarina

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10 de fevereiro de 2013

Carnaval é festa, alegria e prevenção

Estamos vivendo os dias da maior festa popular brasileira que toma conta dos sambódromos, ruas e clubes do país. Diversão, alegria e alto astral fazem parte dessa, que é uma das épocas mais divertidas e esperadas do ano. No entanto, o que muitos não se dão conta é que a diversão deve estar associada a alguns hábitos preventivos, tanto para evitar a contaminação com alguma das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), quanto para evitar problemas como a intoxicação alimentar, desidratação, acidentes, entre outros.

O médico coordenador do Centro Clínico da Unimed Chapecó, Tiago Peliser,explica que as altas temperaturas do verão são um dos principais fatores que ocasionam a intoxicação alimentar, causada pelo consumo de comida ou água contaminada. Os sintomas podem ser diarréia, febre, náuseas e vômitos, que podem levar a desidratação. Para evitar este tipo de problema durante os dias quentes do carnaval, é necessário estar atento à segurança, qualidade e conservação dos alimentos.

Segundo o médico, a insolação associada à desidratação é outro problema frequente neste período. A causa está relacionada à baixa ingestão de líquidos aliada à exposição excessiva no sol e ao tempo quente. “A recomendação é beber no mínimo dois litros de água por dia, aplicar protetor solar no mínimo 30 minutos antes de se expor ao calor e evitar as horas com maior concentração solar (entre 11 e 16 horas), além de usar chapéus, óculos de sol e roupas leves”.

Outro problema frequente é o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, que contribui para o aumento das situações de sexo desprotegido, acidentes de trânsito, além de outros danos à saúde. “Recomendamos ingestão moderada de bebidas alcoólicas e alimentos de fácil digestão. O ideal é não permanecer mais de três horas sem se alimentar e priorizar alimentos como frutas, sucos e barras de cereais”, orienta Dr. Peliser.Carnaval

Além de consumir maior quantidade de água do que normal, outras boas opções podem ser a água de coco e as bebidas isotônicas, que contribuem na reposição dos minerais perdidos com a transpiração.

A preocupação de especialistas a respeito da relação sexual sem preservativo vem aumentando nos últimos anos. O motivo é que dados da pesquisa Juventude, Comportamento e DST/Aids, realizada pela Caixa Seguros com o acompanhamento do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), revela que 40% dos jovens entrevistados não consideram o uso de camisinha um método eficaz na prevenção de DST ou gravidez; 36% não usaram preservativo na última vez que tiveram relações sexuais e somente 9,4% foram a um centro de saúde nos últimos 12 meses para obter informações ou tratamento para DST.

O uso de preservativo é um método seguro para evitar não somente as DSTs como também para impedir a gravidez indesejada. Portanto, Dr. Peliser lembra que levar a camisinha nas festas de carnaval é uma recomendação antiga para que as pessoas curtam a festa sem preocupações. No entanto, é preciso estar atento com alguns cuidados para a conservação do produto. O atrito com objetos, como a carteira e as altas temperaturas, podem danificar o material da camisinha. “Orientamos que os foliões evitem permanecer muito tempo com o preservativo na carteira ou bolsa. O ideal é colocá-la na carteira ou bolsa momentos antes de sair para a festa”, conclui o médico.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

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2 de novembro de 2012

A deletéria concentração de eventos

Quem examinar o calendário geral de eventos observará uma elevadíssima concentração no segundo semestre do ano. Refiro-me a eventos de toda natureza – científicos, culturais, empresariais, esportivos, religiosos, educacionais etc. Somente uma pequena parcela desses eventos realmente deveria freqüentar a segunda metade do calendário gregoriano -  por fundadas razões históricas, como festas e comemorações, pelo clima (ações  econômicas relacionados com a sazonalidade agrícola) ou pela dinâmica intrassetorial (como as feiras que antecedem importantes efemérides de nosso calendário comercial, especialmente o Natal).

         Entretanto, a maior parte dessas iniciativas poderia ser antecipada para o primeiro semestre, sem qualquer prejuízo em sua realização . Centenas de congressos, seminários, simpósios, encontros, assembléias, reuniões são efetuadas na segunda metade do ano por puro comodismo, hábito,  condicionamento ou indolência na planificação. Inicia-se a preparação no primeiro para consumar o evento no segundo semestre, sem nenhuma razão objetiva para isso.

         Mas, afinal, qual é o problema em concentrar eventos no segundo semestre do ano? São diversos. O primeiro é de ordem material. Tomando-se por base as cidades de médio e grande porte verifica-se que os inúmeros agentes econômicos envolvidos com eventos ficam relativamente ociosos no primeiro semestre e sobrecarregados no segundo. A rede hoteleira é o exemplo mais cabal: na primeira metade do ano a taxa de ocupação média fica abaixo de 50%, depois, com a concentração típica da segunda metade, sobe ao extremo. Em muitas ocasiões não supre totalmente a demanda, levando os leigos à falsa conclusão de que a rede hoteleira é insuficiente e, portando, são necessários mais estabelecimentos do gênero.Festas

         Idêntica conclusão se obtém ao examinar outros fornecedores de serviços para eventos. O transporte aéreo apresenta limitações de vôos e de capacidade (poltronas/passageiros) com crônicas dificuldades de superação. Raros são os casos em que se torna economicamente viável e tecnicamente possível a contratação de vôos charter para suprir demanda especifica de um evento.

         A indesejada concentração de eventos também causa percalços no mercado de fornecedores de sonorização, decoração, infraestruturação e ambientação dos locais, assessoria de comunicação, cerimonial & protocolo, cerimonialistas, recepção, segurança e, especialmente, fornecedores de alimentação. Coquetéis,coffee breakes, jantares e almoços representam uma face essencial dos eventos,  e que muitas vezes determinam seu sucesso ou fracasso. Não é incomum congressos e seminários de alto conteúdo científico e cultural serem negativamente avaliados em razão de deficiências no aspecto da alimentação.

           Essa concentração gera o encarecimento dos serviços ou a incapacidade dos agentes locais atenderem as demandas, exigindo-se a contratação de prestadores de outras regiões, cujos custos obviamente são maiores. Centros de convenções, auditórios e salões nobres são locais relativamente escassos, razão pela qual os respectivos aluguéis sobem às alturas no segundo semestre. Outro aspecto importante: com a concentração de muitos eventos de agosto a dezembro, os meios de comunicação não conseguem dar o  merecido tratamento jornalístico e, portanto, boas iniciativas ficam sem visibilidade na mídia leiga ou especializada.

         Diante dessa constatação fica evidente que se não há razões objetivas e imperativas para  a execução de um evento no segundo semestre, existem  inúmeras vantagens concretas para sua  realização na primeira metade do ano. Pense  sobre isso.

Por: Marcos A. Bedin - Jornalista, diretor da MB Comunicação e diretor regional Oeste da Associação Catarinense de Imprensa (ACI)

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9 de junho de 2012

Novas regras para Protetor Solar

Os produtos de proteção solar utilizados pela população brasileira ganharam novas regras para garantir a proteção da pele dos usuários. Uma das principais mudanças é que o valor mínimo do Fator de Proteção Solar (FPS) vai aumentar de 2 para 6 e a proteção contra os raios UVA terá que ser de no mínimo 1/3  do valor do FPS declarado. O FPS mede a proteção contra os raios UVB, já o FP UVA mede a proteção contra os raios UVA. Para tais comprovações, as metodologias aceitas pela Anvisa foram atualizadas  e foi estabelecida uma metodologia específica para a comprovação contra raios UVA, que, até então, não estava definida.

A resolução RDC 30/12, publicada nesta segunda-feira (4/6) pela Anvisa, também aumenta os níveis dos testes exigidos para comprovar a eficácia do protetor. Pela norma, alegações, como resistência à água, terão que ser comprovadas por metodologias específicas depraiafinidas no novo regulamento. Os fabricantes poderão indicar em seus rótulos as expressões "Resistente à água", " Muito Resistente à água", "Resistente à Água/suor" ou "Resistente à Água/transpiração", desde que comprovem essa característica.

O rótulo dos protetores solares terá mudança ainda em suas informações obrigatórias. A orientação sobre a necessidade de reaplicação será obrigatória para todos os produtos, mesmo aqueles mais resistentes à água. Além disso, fica vedada qualquer alegação de 100% de proteção contra as radiações solares ou a indicação de que o produto não precisa ser reaplicado.

O prazo de adequações dos fabricantes à norma é de dois anos. A nova regra segue os novos parâmetros para protetores solares adotados em todo o Mercosul.

Fonte: Anvisa

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28 de dezembro de 2011

Festas de fim de ano: Barulhos nos condomínios podem trazer incômodos

Fim de ano é significado de festa, diversão, encontro das famílias e dos amigos. Mas esse período nem sempre é de tranquilidade. Algumas situações podem causar problemas quando o encontro não agrada a todos, especialmente se houver muito barulho e se o evento ocorrer em um condomínio. As festas podem ser amistosas ou podem resultar em encrencas, mas é preciso ter moderação tanto por conta de quem organiza e também de quem não foi convidado.

Música alta, fogos de artifício, bebida e conversas em tom elevado de voz podem formar um conjunto de ações desagradáveis. Por isso, a recomendação do presidente do Sindicato do Mercado Imobiliário do Oeste (Secovi/Oeste), Armelindo Carraro, é que se houver algum problema mais sério a primeira saída é buscar resolver a situação de forma amigável.barulho9

O dirigente explica que, de maneira geral, comportamentos inadequados em condomínios estão suscetíveis a multas ou se ocorrerem com frequência podem resultar na saída do morador barulhento do prédio. Mas é preciso tolerância nesse período de festa de fim de ano. “É um momento diferente para todos, de alegria e comemorações. No entanto, as pessoas precisam ter consciência que para tudo existe um limite”, salienta.

O código civil determina que o condômino que agir de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos vizinhos pagará multa. A multa é prevista no ato constitutivo ou na convenção interna do condomínio, não podendo ser superior a cinco vezes o valor das contribuições mensais, independentemente das perdas e danos que se apurarem.

Carraro esclarece ainda que a legislação não estipula diferenças de horário e limite de ruídos. Ou seja, por mais que esse período exige tolerância, as pessoas permanecem com o direito de cobrar menos barulho. “O importante é que todos tenham bom senso e mantenham limites toleráveis de ruídos, respeitando o direito dos moradores”, finaliza Carraro.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

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6 de novembro de 2011

73ª Festa das Flores de Joinville

Com o tema “Joinville: 160 anos de uma história de amor”, a 73ª Festa das Flores de Joinville acontecerá entre os dias 11 e 16 de novembro, no Complexo Expoville, em Joinville - SC. O mais tradicional evento do calendário turístico e cultural do estado de Santa Catarina, com entrada franca, além da tradicional exposição de flores que irá expor mais de 15 mil espécies, entre elas 5 mil orquídeas.

A Festa oferece o concurso da rainha, as apresentações culturais, a mostra de Ikebanas, o Mercado de Plantas, as Oficinas de Cultivo, a Feira de Artesanato, a Praça Gastronômica, a Mostra de Paisagismo, o Roteiro Turístico em propriedades de Flores, além de diversas outras atrações. Paralelamente acontece um mercado de plantas com fornecedores de todo Brasil.

Quatro shows nacionais são a principal novidade. No dia 11, o público terá a oportunidade de assistir a banda Capital Inicial; no dia 12 será a vez de Michel Teló; no dia 14 Luan Santana; e no dia 15 Lenin73festaflorese. Apenas para os três primeiros haverá venda de ingressos e o show do Lenine será um presente para Joinville, com entrada franca.
 

A Festa das Flores de Joinville nasceu com o objetivo de manter a tradição do cultivo e encanto pelas flores. Há mais de sete décadas, a cidade rende sua homenagem às orquídeas, todos os anos, no mês de novembro. É a festa oficial da cidade, prestigiada anualmente por cerca de 180 mil pessoas, vindas de todo o Brasil e do exterior.


São mais de 4,5 mil exemplares de orquídeas, selecionadas entre expositores nacionais e internacionais. Além da exposição de plantas ornamentais e flores, o evento promove também workshops sobre cultivo de plantas, Mercado de Flores e Plantas; de Artesanato, Mostra de Paisagismo, apresentações folclóricas e musicais e shows. Possui espaço infantil e uma diversificada Praça Gastronômica.


A Festa das Flores de Joinville é considerada a mais antiga do gênero no Brasil. Desde 2008, acontece a cada dois anos, a Exposição Internacional. O evento é realizado pela Agremiação Joinvilense de Amadores de Orquídeas (AJAO) e pela Prefeitura Municipal de Joinville, por meio da sua Fundação Turística.

Para mais informações acesse o site www.festadasflores.com.br

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5 de outubro de 2011

Em outubro, Santa Catarina é só festas

No mês de outubro, Santa Catarina transforma-se no melhor e mais animado destino turístico do País. Em diferentes cidades do Estado acontecem dezenas de festas típicas de grande e médio porte, que chegam a reunir mais de dois milhões de pessoas. São as chamadas “Oktoberfestas”, onde a dança, a música, a comida típica e o chope, resgatam as tradições herdadas dos imigrantes alemães, italianos, portugueses, açorianos, austríacos, entre outras etnias, que formaram a base do povo catarinense.


Tudo começou com a Oktoberfest de Blumenau, cidade fundada em 1850 no Vale do Rio Itajaí-Açú, com o propósito de levantar o ânimo de seus moradores abalados por duas grandes enchentes em 1983 e 1984. Depois de três edições, a  festa estava consolidada e a partir de 1987 ganhou a simpatia nacional, passando a receber, em média, 750 mil visitantes a cada edição. Seu sucesso foi o ponto de partida para a criação de outros eventos do gênero em cidades próximas, que pela sua organização e interesse despertado na população local e nos turistas, permitiram consolidar um verdadeiro “Circuito de Festas” na Santa e Bela Catarina.festas outubro 2011

Não é difícil fazer todo o circuito. Em uma semana é possível visitar boa parte das festas, principalmente porque as distâncias entre as cidades sedes são pequenas, oscilando entre no máximo 170km e no mínimo 35km de via rodoviária, entre as que se situam próximas do litoral.

É o caso de Blumenau, sede da Oktoberfest; de Brusque, com a Fenarreco; de Itajaí, com a Marejada; de Jaraguá do Sul, com a Schützenfest e a Festa do Imigrante de Timbó. Mais para o interior acontece a Tirolerfest , em Treze Tílias e no norte do Estado a Oberlandfest em Rio Negrinho. A Oktoberfest, em Itapiranga,  se realiza próximo da divisa com a Argentina. Já na Capital, Florianópolis, ocorre a Fenaostra e no Sul de Santa Catarina, em Forquilhinha, festeja-se a Heimatfest (Festa das Origens).

Confira aqui o calendário das festas

Fonte: Santur

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30 de dezembro de 2010

Blumenau e a Sommerfest 2011

Blumenau não tem praia, mas tem criatividade para atrair milhares de turistas durante o verão e assim aproveitar seus espaços para realização de eventos. A Sommerfest, que traduzido do alemão quer dizer “Festa de Verão”, é o período que se inicia com o Reveillon de Blumenau e segue até o dia 4 de março.

A programação da festa inclui opções de lazer, cultura, gastronomia e compras, além das seis Noites de Oktoberfest, com desfiles típicos, realizadas nas quintas-feiras no setor 1 do Parque Vila Germânica. No período da SommerfLogoSommerest, a rede hoteleira e o comércio de Blumenau oferecem descontos especiais, o que torna a vinda à cidade ainda mais interessante. 

Uma das grandes novidades da edição de 2011 é o Festival Gastronômico, que ocorrerá de 4 de janeiro a 8 de fevereiro. Entre os participantes estão restaurantes, pizzarias e butiquins, totalizando 16 locais. Os estabelecimentos criarão pratos diferenciados no período da festa que contenham ingredientes típicos da região, com preços acessíveis. Os clientes que degustarem do cardápio receberão um livro de receitas com os ingredientes e modo de preparo de todos os pratos produzidos durante o festival.


Mas é no Parque Vila Germânica que acontece uma das mais animadas atrações da Sommerfest, as Sommerbierfest “Noites de Oktoberfest”. Realizada sempre às quintas-feiras, essas noites reproduzem com fidelidade o que acontece na festa de outubro. A festa ocorre a partir do dia 6 de janeiro e terá edições nos dias 13, 20 e 27 de janeiro e 3 e 4 de fevereiro, sempre a partir das 19h30min, no setor 1 do Parque Vila Germânica. Confira abaixo a programação completa da Sommerfest.

sommerfest2011

Mais informações: secturismo@blumenau.sc.gov.br ou no sitewww.parquevilagermanica.com.br

Veja aqui a Programação Sommerfest 2011

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29 de dezembro de 2010

Acredite, nesta cidade a água mineral é grátis

Todos os anos milhares de pessoas escolhem a cidade de Laguna, no litoral sul de Santa Catarina,  para passar a virada de ano. O local preferido do público é a areia do Mar Grosso, e a exemplo dos outros anos, a expectativa é de um público superior de 150 mil pessoas.

Um palco será montado em frente à rua Tubarão, antigo calçadão onde, para animar o público, a partir das 22h, a atração será a dupla João e Mateus, sertanejo universitário, acompanhados da banda. A meia-noite, fogos de artifícios irão colorir o céu do Mar Grosso, e depois, será a vez da banda Industrial Nacional dar as boas-vindas ao ano de 2011.

A história de Laguna começou há seis mil anos com os primeiros registros de comunidades pré-históricas, os sambaquis, chamado pescadores-coletores, formações elevadas compostas de conchas, ossos, restos de fogueiras e artefatos, alguns com 35 metros de altura. Durante os séculos XVII e XVIII, as disputas de terras entre as metrópoles portuguesa e espanhola resultaram no Tratado de Tordesilhas (1494). Desse conflito entre metrópoles, uma extensa colônia passava a se formar.

agualaguna

Agora o que chama a atenção em Laguna, é que a comunidade e turistas encontraram uma forma de economizar. Ao invés de comprar água mineral nos mercados e distribuidoras vão direto na fonte, mais precisamente, na Fonte da Carioca, no centro histórico. Revitalizada este ano pelo Governo Municipal e Iphan, o espaço tem seis vertentes de água, que por mês, liberam dois milhões de litros de água mineral.

O vai e vem de pessoas com garrafas plásticas e comum no final e início do dia. Desde o ano de 1863, através da construção com paredes brancas, que os habitantes do município e visitantes utilizam a água, que surge da terra.


O público conhece a casa das nascentes, que ganhou vidro e revestimento cerâmico. Os velhos canos de PVC, que transportavam a água da Fonte da Carioca, e as torneiras foram substituídos por material inoxidável. A nova estrutura oferece maior segurança sanitária para a população, preservando a qualidade da água. Mas, a Vigilancia Sanitária alerta os consumidores sobre os cuidados com o manuseio, validade do garrafão e também deixar o líquido em local arejado.

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Fonte e fotos: Prefeitura Municipal de Laguna

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15 de dezembro de 2010

Condomínios: segurança deve ser redobrada no período de férias

O período de férias é um momento de descanso e afastamento das rotinas diárias. No entanto, essa tranqüilidade pode se transformar em problemas se algumas providências não forem tomadas. Diariamente, é possível acompanhar através dos noticiários, os fatos lamentáveis de criminalidade que assolam a comunidade.

Os condomínios, dos mais simples aos de alto padrão, também têm sido alvos de assaltos, arrombamentos, furtos e invasões. Preocupado com essa questão, já que número desse tipo de empreendimento também é crescente em Chapecó, o presidente do Sindicato do Mercado Imobiliário do Oeste de Santa Catarina (Secovi-Oeste/SC), Paulo Jorge Lise, orienta ações a serem adotadas para garantir maior segurança entre os moradores.condom

Lise destaca que, dentre as ações importantes a serem desenvolvidas por síndicos e administradores, está a organização e manutenção de adequados e eficientes sistemas de segurança. Outra dica é que os vigilantes sejam orientados a estarem sempre alertas durante o expediente e criar o hábito de não transmitir informações sobre moradores do condomínio, utilizar de forma correta os meios de segurança existentes, conhecer a localização do telefone público mais próximo para emergências, permitir a entrada de prestadores de serviços em horários pré-determinados e com identificação, não ficar na calçada com as chaves da portaria no bolso e ao atender entregadores de encomenda ou prestadores de serviços, manter os portões fechados. “São atitudes que parecem simples, porém, eficazes”, declara.

Mas só isso não basta. Os moradores devem estar conscientes da sua parcela de responsabilidade com a questão segurança. Aos condôminos cabem alguns cuidados básicos como: não esquecer a porta sem trancar, obter informação de antecedentes de empregados domésticos, não permanecer em horários impróprios do lado de fora da portaria, manter veículos fechados, com alarme acionado e não deixar roupas, equipamentos eletrônicos e documentos dentro do veículo. Também é importante informar ao zelador sobre grandes períodos de afastamento (férias, por exemplo) e proibir acesso de estranhos durante o período.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

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31 de julho de 2010

Jogos de Cartas: Lift Smoke

Esse jogo, muito simples e divertido, é há muitos anos um dos passatempos favoritos dos ingleses. É um jogo individual, ou seja, nele não há parcerias, e dele podem participar de 4 a 6 pessoas. Para jogá-lo, utiliza-se um baralho comum de 52 cartas, que têm valor decrescente do Ás até o dois.

Antes de se iniciar o jogo, cada jogador pinga um determinado número de fichas no centro da mesa e, em seguida, escolhe-se o carteador pelo sistema de sorteio da maior carta. O carteador distribui para cada jogador tantas cartas quanto for o número de participantes, uma de cada vez.

A distribuição das cartas se faz no sentido horário que é também o sentido do jogo. A última carta distribuída, que pertenceria ao carteador, é colocada na mesa, aberta, para indicar o trunfo. O resto do baralho é colocado no centro da mesa, coma as cartas fechadas. Antes de descartar sua primeira carta, o carteador deve recolher a carta que lhe pertence e que está marcando o trunfo.cartbar200

O jogador à esquerda do carteador abre a primeira vaza, descartando qualquer carta. Os demais são obrigados a seguir o naipe, descartando uma carta do mesmo naipe da carta descartada pelo primeiro jogador. No caso de não terem cartas do naipe em jogo, podem jogar uma carta de trunfo ou qualquer outra carta. Ganha a vaza quem descartar a maior carta do naipe em jogo ou o maior trunfo.

O ganhador da vaza antes de iniciar a vaza seguinte, deve comprar uma carta do baralho, após o que inicia a próxima rodada. Lembrando que apenas o ganhador da vaza é que deve comprar uma carta do baralho. Quando acabam as cartas de um jogador, ele é eliminado do jogo, que continua a ser disputado pelos jogadores que ainda têm cartas.

O vencedor da mão será o último jogador a permanecer no jogo, isto é, o único que ainda terá cartas. Além de ganhar as fichas pingadas na mesa no início da mão, o vencedor será também o carteador da próxima mão.

Bons jogos!

Fonte de pesquisa: Todos os Jogos, Editora Abril, 1978.

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5 de junho de 2010

Jogos de Cartas: Seven-up

Chamado em inglês de Seven-up, esse jogo é provavelmente originário da região de Kent, na Inglaterra, onde teria surgido há mais de 300 anos. Segundo os historiadores de jogos, sua rápida difusão deveu-se à grande popularidade que os jogos de azar desfrutaram nos círculos aristocratas e burgueses da Inglaterra e de outros países da Europa a partir do século XVI.

Por volta de 1700, o Seven-up foi levado para os Estados Unidos por imigrantes ingleses e, no início da século XIX, tornou-se o jogo de cartas mais popular entre os norte-americanos. No decorrer do século XIX, porém, foi perdendo seu prestígio para o Pôquer. Mas, mesmo assim, ainda é bastante praticado nos Estados Unidos, com as denominações de Seven-up, High-low-jack, Old sledge entre outras.

Do Seven-up podem participar de dois a quatro jogadores. Se forem 2 ou 3, cada um joga independentemente; e, se forem 4, joga-se em duplas. Para jogar o Seven-up utiliza-se um baralho comum de 52 cartas e o valor delas, em ordem decrescente, é o tradicional do Ás ao 2.cartbar200

O objetivo de cada jogador, ou dupla, é fazer 7 pontos antes dos adversários. O carteador deve distribuir 6 cartas para cada jogador, de 3 em 3, e fechadas sem que nenhum jogador olhe suas cartas. Quando jogam apenas 2 jogadores, depois de terminada a distribuição, o carteador vira a carta de cima do monte do baralho, cujo naipe determinará o trunfo daquela mão.

Quando jogam 3 ou quatro, o processo de escolha do trunfo é feito da seguinte forma: após a distribuição e o carteador virar a carta do trunfo, apenas o carteador e o primeiro jogador à sua esquerda podem olhar as suas cartas e decidir se aceitam ou não o trunfo. O primeiro a se manifestar é o jogador à esquerda do carteador. que pode dizer “Fico” ou “Peço”.

Se ele falar “Fico” o naipe da carta virada será o trunfo, então os demais jogadores podem olhar suas cartas e o jogo tem início. Caso ele falar “Peço”, ele ao carteador o direito de decidir sobre o trunfo. O carteador então, pode também, aceitar a carta virada ou, então, concordar em que se determine um outro naipe para o trunfo. Caso o carteador aceite o naipe, o jogador à sua esquerda terá como vantagem a marcação de 1 ponto para si ou sua dupla.

Se o carteador decidir escolher outro trunfo, ele deverá distribuir mais 3 cartas para cada jogador e, em seguida, virar a próxima carta do monte que será o novo naipe de trunfo. Caso essa carta seja do mesmo naipe da primeira, repete-se o processo de distribuir mais 3 cartas para cada jogador, até que surja um novo naipe, que será obrigatoriamente aceito. Caso o baralho se esgote sem que surja um novo naipe, o carteador recolherá as cartas, recomeçando o processo. Os demais jogadores só poderão olhar suas cartas após ser decidido o trunfo. Se a primeira carta virada para marcar o trunfo for um Valete, o carteador marca 1 ponto para si ou sua dupla. Também se for recusado o primeiro naipe e no processo de escolha virar um Valete de naipe diferente o carteador também marcará 1 ponto, mas não marcará se a segunda carta virada for um Valete do naipe rejeitado.

Após esses procedimentos inicia-se o jogo propriamente dito, no qual os jogadores tentarão ganhar o maior número possível de vazas. A primeira mão é aberta pelo jogador à esquerda do carteador, que pode descartar qualquer carta que tiver na mão. O jogador seguinte deverá seguir o naipe, mas se não tiver cartas desse naipe, poderá descartar uma carta de trunfo ou de outro naipe qualquer. A vaza é ganha pelo jogador, ou dupla, que descartar a carta mais alta do naipe em jogo ou o trunfo mais alto. Uma carta que não acompanhe o naipe em jogo e nem seja de trunfo não tem nenhum valor.

No Seven-up existem quatro possibilidades do jogador, ou duplas, marcarem pontos:

1) Alto – quando um jogador recebe, na distribuição das cartas, o trunfo mais alto daquela mão, marca um ponto para si ou sua dupla.

2) Baixo – quando um jogador recebe na distribuição das cartas, o trunfo mais baixo daquela mão, marca um ponto para si ou sua dupla.

3) Valete de trunfo – quando o carteador vira uma carta para determinar o naipe de trunfo e essa carta for um Valete, ele marca um ponto para si ou sua dupla. Mas se o Valete de trunfo se encontrar, ao final de uma mão, numa das vazas ganha por algum jogador, este marca 1 ponto a seu favor ou de sua dupla.

4) Game – o jogador ou dupla que, ao final da mão, obtiver o maior número de pontos na contagem do valor das cartas pertencentes as vazas que ganhou, marca 1 ponto.

Para efeito de contagem de pontos, as cartas têm os seguintes valores:

Ás – 4 pontos

Rei – 3 pontos

Dama – 2 pontos

Valete – 1 ponto

Dez – 10 pontos

As demais cartas não valem pontos.

Bons jogos.

Fonte de pesquisa: Todos os Jogos, Editora Abril, 1978.

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6 de dezembro de 2009

Jogos de Cartas: Relógio

Os jogos de cartas do tipo paciência sempre permitem ao jogador aumentar o seu conhecimento sobre o baralho e sua intimidade com as cartas. Além disso, constituem excelente exercício, pois exigem muita persistência para conseguir um resultado favorável ao jogador. O Relógio é uma paciência que confirma a regra, pois a vitória do jogador é muito difícil e depende muito da sorte.

Utilizando um baralho comum de , sem os curingas, o jogador deverá distribuir as cartas, uma a uma e fechadas, formando 13 montes com 4 cartas cada. Doze destes montes devem ser dispostos em forma de círculo, de modo que cada um represente um número do mostrador do relógio e o 13º monte devecartbar200 - Cópia ser colocado no centro do círculo.

Cada carta do baralho, independente da posição que lhe couber pela distribuição, representa determinada hora do relógio: o Ás corresponde a uma hora, o 2 a duas horas, e assim por diante; o Valete a 11 horas e Dama a 12 horas, sendo que Rei é destinado ao centro do relógio. O objetivo do jogo é colocar todas as cartas em seus lugares corretos.

O jogador inicia o jogo pelo monte central, virando a primeira carta de cima e colocando-a no seu lugar correspondente no relógio. Se for um sete, por exemplo, deverá colocar esta carta, aberta, debaixo do monte das 7 horas, ficando parcialmente coberta. Em seguida deve virar a primeira carta de cima do monte em que colocou a carta aberta, e procede como na vez anterior. Assim prossegue o jogo até que todas as cartas estejam colocadas.

Se o jogador virar uma carta e ela pertencer ao mesmo monte, ela deverá ser colocada, aberta, embaixo do monte, e o jogador abrirá outra carta do mesmo monte. Quando a quarta carta de um monte for aberta, o jogador reinicia virando uma carta do monte central. No Relógio, o jogador só pode vencer se virar todas as cartas de todos os montes antes que os quatro Reis apareçam, o que é extremamente difícil. Para melhorar as chances do jogador, a regra prevê que um Rei, apenas uma vez durante o jogo, pode ser trocado por outra carta ainda fechada. E aí vai encarar?

Fonte de pesquisa: Todos os Jogos, Editora Abril, 1978.

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6 de novembro de 2009

Jogos de Cartas: Duvido

Rápido, simples e divertido, o Duvido é um jogo para adultos e crianças. Também chamado de Desconfio, pode ser jogado com um baralho comum, espanhol ou qualquer baralho que seja dividido em naipes. O Duvido pode ser jogado por dois jogadores, mas torna-se mais interessante se for disputado por quatro ou mais pessoas. O objetivo de cada um dos jogadores é livrar-se de todas suas cartas antes dos adversários.

Escolhido o carteador, este distribui todas as cartas, uma a uma e começando pelo jogador à sua esquerda. O fato de um ou mais jogadores ficarem com um número de cartas diferente, quando não der divisão exata, não tem importância para o jogo.cartbar200

O próprio carteador inicia o jogo, escolhendo uma de suas cartas,e colocando-a fechada no centro da mesa e dizendo aos demais qual o naipe desta carta. Acontece, porém, que essa informação pode ser verdadeira ou falsa, ou seja, ele pode dizer copas, por exemplo, mas a carta é de um outro naipe qualquer. O jogador seguinte também deve colocar uma carta fechada sobre a carta anteriormente descartada e declara o mesmo naipe que o jogador anterior. Também esta informação pode ser falsa ou verdadeira. E assim o jogo se sucede, com todos os jogadores colocando sua carta fechada e declarando o seu naipe que, durante esta rodada, deverá ser sempre o mesmo.

Na verdade, vários jogadores podem estar mentindo e descartando cartas de outros naipes. A qualquer momento do jogo cada um dos jogadores pode desconfiar da afirmação do jogador que descartou. Neste caso ele diz “Duvido” e vira a carta descartada. Caso o jogador tenha descartado uma carta de um naipe diferente que declarou, será obrigado a recolher todas as cartas da mesa, ficando com elas em sua mão. Mas se o naipe corresponder ao que foi declarado, o jogador que duvidou é quem recolherá o monte de cartas.

Quando dois ou mais jogadores duvidarem, tem prioridade o que falou primeiro. No caso de um ou mais jogadores duvidarem juntos, tem preferência aquele que for o primeiro a jogar na sequência. O jogador que recolheu as cartas é quem inicia a próxima rodada procedendo da mesma forma como no início do jogo. Será vencedor o primeiro jogador que conseguir descartar todas as suas cartas. Boas jogadas!

Fonte de pesquisa: Todos os Jogos, Editora Abril, 1978.

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14 de outubro de 2009

Jogos de Cartas: El Gato

De origem espanhola, o El Gato combina a dinâmica dos jogos de vaza com o acaso dos jogos baseados exclusivamente na sorte.

Como em qualquer jogo do mesmo tipo a vaza é formada por uma carta de cada um dos jogadores. A originalidade do El Gato está no fato de que os jogadores não podem escolher que carta jogar; eles são obrigados a jogar as cartas na mesma ordem em que foram recebidas.

O El Gato é jogado com o Baralho Espanhol, do qual se retiram os Reis e Cavaleiros dos quatro naipes. Portanto, joga-se com 40 cartas, e podem participar de dois a dez jogadores, desde que o seu número permita a exata divisão das 40 cartas. Após embaralhar, o carteador distribui todas as cartas, uma de cada vez, começando pelo primeiro jogador à sua esquerda. As cartas de cada jogador são colocadas na mesa, com face para baixo e a ordem em que foram recebidas não pode ser alterada.

O primeiro jogador à esquerda do carteador, inicia o jogo, descartando na mesa a primeira carta do seu monte, sendo seguido pelos demais jogadores. Depois que todos descartarem uma carta, a vaza será recolhida pelo jogador que descartou a carta de maior valor, sendo que os naipes têm valor igual. O vencedor da vaza recolhe as cartas sem alterar a ordem, colocando-as embaixo de seu monte.

O objetivo do jogo é ficar sem nenhuma carta na mão, e o perdedor será aquele que ficar com todas as cartas. Como a ordem das cartas recebidas e ganhas na vaza não pode ser alterada, o El Gato é um jogo de cartas que depende exclusivamente da sorte.

Quando duas cartas de valor igual são jogadas na mesma vaza, ocorre a guerra. Se estiverem jogando apenas dois jogadores, eles deixam momentaneamente de lado as cartas empatadas, e iniciam uma nova vaza, sendo que o vencedor é obrigado a recolher as cartas das duas vazas. Quando o empate envolve mais de dois jogadores, ele é decidido por meio de uma vaza jogada apenas entre estes jogadores e o vencedor ficará com todas as cartas.

Se um jogador envolver-se em uma guerra ao jogar sua última carta, para participar do desempate ele deverá receber, fechada, a primeira carta do monte de seu adversário. Essa carta é que será jogada na vaza de desempate.

Fonte de pesquisa: Todos os Jogos, Editora Abril, 1978.

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3 de outubro de 2009

Jogos de Cartas: Copas Básico

Copas é denominação genérica dada a um grande número de jogos, cuja característica básica é evitar que se ganhe Copas, ou outras cartas, durante a partida.

Segundo alguns especialistas, esses jogos, são provavelmente originários de um jogo que se tornou muito popular na Europa no século XVIII, o Reverse. Neste jogo, o principal objetivo é evitar a tomada da Grande Quinola, o Valete de Copas, ou da Pequena Quinola, a Dama de Copas. Além disso, o jogador não deve ganhar nenhuma vaza ou, então, tem que ganhar todas. O nome Reverse vem exatamente da característica de não ganhar vazas, que é, na realidade, o reverso do objetivo usual na maior parte dos jogos de cartas.

Na segunda metade do século XIX, o Reverse cedeu lugar ao Copas Básico, que, embora seja um jogo muito simples, exige uma boa dose de atenção e raciocínio para ser bem jogado. No século XX, o Copas Básico tornou-se bastante popular, e dele surgiram inúmeras variantes.

O Copas Básico pode ser jogado por um mínimo de três e um máximo de sete jogadores, mas o número ideal é quatro. Usa-se um baralho normal de 52 cartas, e, para que o número de cartas distribuidas seja igual, costumam-se retirar os 2 de ouros, espadas e paus. Quando jogam 3 pessoas, retira-se um 2 de qualquer destes naipes; se forem 4 ou 6 jogadores, não se retira nenhum; quando jogam 7 pessoas, retiram-se essas 3 cartas. O 2 de Copas nunca deve ser retirado. Os valores de cartas são, em ordem decrescente, Ás, Rei, Dama, Valete e do 10 ao 2.

Para iniciar o jogo, o carteador distribui todas as cartas, uma de cada vez e fechadas, no sentido horário. O primeiro jogador à esquerda do carteador, inicia o jogo, descartando uma carta qualquer, os demais jogadores deverão, na sua vez, descartar uma carta do mesmo naipe e caso não a tenham, poderão descartar uma de qualquer naipe. Ao final da rodada, as cartas jogadas na mesa constituem uma vaza, que será ganha pelo jogador que tiver descartado a carta de maior valor do naipe em jogo. A rodada seguinte será iniciada pelo jogador que venceu a vaza anterior e a mão termina quando todas as cartas de Copas tiverem sido descartadas.

Ao final de cada mão, faz-se a contagem dos pontos de cada jogador, atribuindo-se um ponto para cada carta de Copas que ele ganhou. O carteador da próxima mão será o primeiro jogador à esquerda do que foi o carteador anterior. Costuma-se jogar até que um dos participantes faça um número preestabelecido de pontos, 50, por exemplo. O vencedor será o jogador que tiver o menor número de pontos quando a partida terminar, isto é, quando um dos jogadores atingir o número de pontos preestabelecido.

Fonte de pesquisa: Todos os Jogos, Editora Abril, 1978.

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12 de setembro de 2009

Jogos de Cartas: Mate

O Mate é um dos poucos jogos de cartas que depende única e exclusivamente do raciocínio dos jogadores.

Em 1915, G. Capellen publicou em Hanover, na Alemanha, um pequeno livro intitulado Dois Novos Wargames. Um desses jogos era uma variante do Xadrez, e o outro o Mate. Mas, como na época a Europa e o mundo estavam mergulhados na Primeira Guerra Mundial, não havia muito interesse pelos jogos, e o livro não fez sucesso. Quando a guerra acabou, as livrarias desfizeram-se dos exemplares que tinham em estoque, e apenas um livreiro alemão, por insistência de sua mulher, conservou um volume.

Um dia, apareceu na livraria um homem que já há muito se dedicava à pesquisa de jogos, principalmente aqueles que durante algum tempo tinham estado em moda e haviam sido esquecidos. Esse arqueólogo dos jogos era Sid Sackson, que se tornou amigo do livreiro e de sua esposa, a qual lhe mostrou a obra de Capellen, insistindo para que a comprasse. Como o livro era escrito em alemão, Sackson não ficou muito animado, mas acabou comprando o livro.

Mais tarde, Sackson conseguiu traduzi-lo para o inglês e encantou-se com a engenhosidade do Mate, descobrindo que o único volume conhecido desta obra, além do seu, encontrava-se na Biblioteca Real de Haia, na Holanda. Sackson publicou o Mate em seu famoso livro A Gamut of Games, e foi assim que este brilhante jogo de cartas chegou até nós.

Do Mate participam 2 pessoas e usam-se apenas 20 cartas, que são as seguintes: Ases, Reis, Damas, 10 e 7 dos quatro naipes. Nesse grupo de cartas que é conhecido como Baralho Simples de Mate os Ases são as cartas de maior valor, seguidas dos 10, Reis, Damas e 7. Os naipes também tem valores, na seguinte ordem: Paus, Espadas, Copas e Ouros.

Escolhido o carteador, este embaralha as cartas e inicia sua distribuição começando pelo adversário e dando 10 cartas para cada um, 5 de cada vez e todas fechadas. O próprio carteador é quem inicia o jogo colocando na mesa uma carta qualquer. Em seguida seu adversário joga uma carta que deve ser do mesmo naipe ou do mesmo valor da carta inicial. A isso chama-se movimento. O vencedor de cada movimento será o jogador que descartar a carta de maior valor, considerando-se tanto a ordem de valor das cartas como dos naipes. Os jogadores são obrigados a seguir o naipe, só podendo jogar uma carta do mesmo valor se não tiverem cartas do mesmo naipe. É sempre o vencedor de um movimento que inicia o movimento seguinte com a carta que quiser.

O jogo continua dessa forma até que um dos jogadores inicie um movimento  com uma carta que seu adversário não tenha condições de seguir, nem em naipe nem em valor. Nesse caso, quem jogou a carta, deu um Mate em seu adversário, terminando a primeira mão. Caso sejam jogadas todas as cartas sem que seja dado o Mate a mão termina empatada.

Para a segunda mão os jogadores trocam suas cartas entre si. Ou seja, as cartas com que um jogador jogou a primeira mão passam para seu adversário, e vice-versa. Elimina-se assim qualquer vantagem ou desvantagem eventual na distribuição das cartas. O jogador perdedor da primeira mão é quem inicia a segunda mão descatando a carta que quiser. No caso de empate na primeira mão, a segunda será iniciada pelo jogador que não iniciou a primeira.

Pontuação

Quando ocorre o Mate os pontos são contados da seguinte forma: o valor da carta que deu o Mate é multiplicado pelo número do movimento em que o Mate foi dado. Para fins de contagem de pontos, é o seguinte o valor das cartas: Ás= 11 pontos; 10= 10 pontos; Rei= 4 pontos; Damas= 3 pontos e o 7= 7 pontos. Portanto se um jogador der o Mate com um Ás no quinto movimento, ele conta 11 X 5 = 55 pontos. Quando correr um empate na mão ninguém marca pontos. Os jogadores devem combinar antes do início da partida até quanto pontos vão jogar.

Agora que você já sabe como jogar o Mate, boas jogadas!

Fonte de pesquisa: Todos os Jogos, Editora Abril, 1978.

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7 de agosto de 2009

Jogos de Cartas: Gin Rummy

Conheça a história do jogo de cartas que já foi o preferido dos astros e estrelas de Hollywood.

Enquanto a guerra incendiava a Europa no início dos anos 1940, Hollywood continuava a ser a Meca do Cinema, fabricando seus sonhos de celulóide. E, entre um e outro papel de herói, heroína ou vilão, os atores e atrizes divertiam-se em suas horas de lazer com o jogo de carta Gin Rummy. Foi o bastante para que esse jogo ganhasse uma extraordinária popularidade nos Estados Unidos, tornando-se, em curto espaço de tempo, no jogo da moda.

No final da guerra, o Gin Rummy chegou à Inglaterra, onde logo conquistou um grande número de aficcionados, sobretudo entre gente famosa, como o líder político Sir Winston Churchill. Apesar de todo esse sucesso, o Gin Rummy não era propriamente uma novidade. Esse jogo já havia sido muito popular nos Estados Unidos no início do século XX, mas passara por um período de hibernação durante a década de 1930 até ressurgir como o jogo preferido dos monstros sagrados do cinema e dos artistas de rádio norte-americanos. cartbar140

A difusão dos jogos de cartas da família Rummy, entre eles a Canastra e o Gin, ocorreu no Século XX de forma bastante rápida, graças à excelente qualidade desses jogos. Os especialistas em jogos de cartas ainda não chegaram a uma conclusão definitiva a respeito da origem dos jogos da família Rummy, mas a maioria deles concorda que o ancestral comum de todos esses jogos é um jogo espanhol, chamado Con Quién?.

Em meados do século XIX, esse jogo teria cruzado a fronteira mexicana e penetrado nos Estados Unidos com o nome de Conquian, tornando-se popular com a denominação americanizada de Coon Can. Os estudiosos têm tido grande dificuldades em reconstituir esta história e reconhecem que até mesmo essa versão mais consagrada dá margem a contestações. Alguns argumentam que a evolução do jogo teria ocorrido de forma inversa e outros que o sentido do nome Con Quién? nada tem a ver com o jogo.

David Parlett, um dos maiores especialistas mundiais em jogos de cartas, prefere acreditar que a denominação Con Quién? teria evoluído para a perda de significado ao entrar em território norte-americano. Além disso, considera irrelevante o fato de a denominação não corresponder exatamente à sua mecânica, pois isto acontece com um grande número de jogos de cartas.

O Gin Rummy, entretanto, que é um dos jogos mais conhecidos da família Rummy, tem uma origem conhecida. Segundo os especialistas, ele teria sido inventado no ano de 1909 por Elwood T. Baker, professor de Whist, outro jogo de cartas, na cidade de Nova York. O nome teria sido uma sugestão de seu filho, associando as bebidas Gin e Rum, já que a maioria dos jogadores afirmava que o nome Rummy era uma referência a esta bebida. O jogo popularizou-se e espalhou-se rapidamente pelo o mundo, sendo ainda hoje considerado por muitos experts, como o melhor jogo de cartas para duas pessoas.

Fonte de pesquisa: Todos os Jogos, Editora Abril, 1978.

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18 de julho de 2009

Jogos de Cartas: Go bum é um jogo fácil e divertido

O Go Bum é um jogo de cartas divertido e muito simples de se jogar, sendo que suas regras lembram o jogo de dominó.

Do Go Bum podem participar adultos e crianças. O número de jogadores pode variar de 2 a 6, e deve-se usar um baralho comum de 52 cartas.

Primeiramente escolhe-se um carteador, através de sorteio. O carteador distribui 7 cartas fechadas para cada jogador, uma de cada vez, começando pelo primeiro jogador à sua esquerda. As cartas que sobrarem são colocadas fechadas no centro da mesa, formando um monte que será utilizado pelos jogadores no decorrer do jogo.cartabaralho150

No Go Bum, o objetivo de cada jogador é livrar-se de todas as suas cartas antes de seus adversários. O jogo é iniciado pelo primeiro jogador à esquerda do carteador, que deve descartar uma carta, colocando-a aberta no centro da mesa. O jogador seguinte deverá descartar uma carta do mesmo naipe ou do mesmo valor. Se, por exemplo, o primeiro jogador descartou um 7 de Espadas, os jogadores seguintes, em sua vez de jogar, são obrigados a descartar uma carta qualquer de Espadas ou um 7 de qualquer naipe.

Se um jogador não tiver cartas do mesmo naipe ou do mesmo valor, ele deverá comprar cartas no monte até que encontre uma adequada. Quando não houver mais cartas para comprar e o jogador não tiver carta adequada para jogar, ele passa a vez para o jogador seguinte e não joga. Depois que todos os jogadores descartarem ou não uma carta, completando a rodada, comparam-se todas as cartas para ver quem jogou a carta mais alta. Este jogador é quem abrirá a próxima rodada. Se dois ou mais jogadores descartarem cartas do mesmo valor e essas forem as mais altas, terá prioridade para abrir a próxima rodada aquele descartou primeiro.

O jogo prossegue dessa maneira, e as cartas descartadas vão formando uma pilha aberta. O jogador que primeiro ficar sem cartas na mão será o vencedor, pois ele conseguiu o Bum. Caso os jogadores quiserem marcar pontos e combinar uma pontuação para o jogo, normalmente até 250 pontos, o jogador que fizer o Bum ganha os pontos das cartas que os outros jogadores ainda tiverem na mão.

Para a marcação de pontos as cartas devem ser contadas da seguinte maneira: Damas, Reis e Valetes valem 10 pontos cada; o Às vale um ponto e as demais cartas valem os pontos correspondentes aos seus índices numéricos. O Go Bum também pode ser jogado em duplas, sendo que neste caso, conta-se para a dupla vencedora somente as cartas da dupla adversária. Bom jogo.

Fonte de pesquisa: Todos os Jogos, Editora Abril, 1978.

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