14 de outubro de 2009

Jogos de Cartas: El Gato

De origem espanhola, o El Gato combina a dinâmica dos jogos de vaza com o acaso dos jogos baseados exclusivamente na sorte.

Como em qualquer jogo do mesmo tipo a vaza é formada por uma carta de cada um dos jogadores. A originalidade do El Gato está no fato de que os jogadores não podem escolher que carta jogar; eles são obrigados a jogar as cartas na mesma ordem em que foram recebidas.

O El Gato é jogado com o Baralho Espanhol, do qual se retiram os Reis e Cavaleiros dos quatro naipes. Portanto, joga-se com 40 cartas, e podem participar de dois a dez jogadores, desde que o seu número permita a exata divisão das 40 cartas. Após embaralhar, o carteador distribui todas as cartas, uma de cada vez, começando pelo primeiro jogador à sua esquerda. As cartas de cada jogador são colocadas na mesa, com face para baixo e a ordem em que foram recebidas não pode ser alterada.

O primeiro jogador à esquerda do carteador, inicia o jogo, descartando na mesa a primeira carta do seu monte, sendo seguido pelos demais jogadores. Depois que todos descartarem uma carta, a vaza será recolhida pelo jogador que descartou a carta de maior valor, sendo que os naipes têm valor igual. O vencedor da vaza recolhe as cartas sem alterar a ordem, colocando-as embaixo de seu monte.

O objetivo do jogo é ficar sem nenhuma carta na mão, e o perdedor será aquele que ficar com todas as cartas. Como a ordem das cartas recebidas e ganhas na vaza não pode ser alterada, o El Gato é um jogo de cartas que depende exclusivamente da sorte.

Quando duas cartas de valor igual são jogadas na mesma vaza, ocorre a guerra. Se estiverem jogando apenas dois jogadores, eles deixam momentaneamente de lado as cartas empatadas, e iniciam uma nova vaza, sendo que o vencedor é obrigado a recolher as cartas das duas vazas. Quando o empate envolve mais de dois jogadores, ele é decidido por meio de uma vaza jogada apenas entre estes jogadores e o vencedor ficará com todas as cartas.

Se um jogador envolver-se em uma guerra ao jogar sua última carta, para participar do desempate ele deverá receber, fechada, a primeira carta do monte de seu adversário. Essa carta é que será jogada na vaza de desempate.

Fonte de pesquisa: Todos os Jogos, Editora Abril, 1978.

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13 de outubro de 2009

Oktoberfest 2009: recorde de público

No domingo, dia 11, a 26ª Oktoberfest bateu novo recorde de público.

O Parque Vila Germânica, local onde acontece a festa, recebeu 128,740 mil pessoas, número ainda mais impressionante que o de sábado, 10, quando as bilheterias registraram 112,358 mil festeiros. A quantidade de visitantes deste domingo foi a maior desde 1993, quando 150 mil pessoas estiveram na festa em um único dia.

O público, que chegou ao local já no final da manhã, encontrou um layout diferenciado na área externa do Parque. Um novo sistema para acesso a festa foi desenvolvido pela Comissão de Segurança em parceria com a Polícia Militar.

Um trajeto especial foi montado e, para garantir a segurança dos festeiros, o percurso foi monitorado pela PM. O resultado, explica o presidente do Parque Vila Germânica, Norberto Mette, foi uma festa tranqüila e sem tumultos. “Nossa maior preocupação é que o público possa desfrutar de um evento calmo e confortável, sem problemas e confusões”.

Números da festa

Nos primeiros 11 dias da Oktoberfest, 509,082 pessoas passaram pelo Parque Vila Germânica. O consumo de chope foi de 298,339, uma média de 0,5 litros por pessoa.

A expectativa para os 18 dias de festa é de que o número de visitantes chegue a 700 mil pessoas.

Ass.Imprensa Pref. de Blumenau

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11 de outubro de 2009

Victor e Léo na Efapi 2009

Neste domingo, dia 11, o público da Efapi 2009 poderá curtir uma das duplas de maior sucesso nos últimos tempos.

Com características próprias, colocam o pé no pop, sem perder a essência da música sertaneja, Victor e Leo sabem fazer música gostosa, que à primeira audição cativa - refrões que ficam na cabeça, melodia deliciosa, astral em cima sem precisarem recorrer à agressividade ou à adrenalina. Nos discos, assim como nos shows, o corpo e o peso do som impressionam pelo fato de não usarem guitarras ou sintetizadores. Todos esses ingredientes saltam aos olhos neste lançamento, "Borboletas", terceiro disco da dupla pela SONY BMG.

Com o trabalho anterior, "Ao Vivo em Uberlândia", eles alcançaram maior visibilidade nacional. E não foi uma visibilidade qualquer - Victor & Leo estão entre os três artistas que mais venderam no ano passado. Suas músicas são as mais procuradas em sites de letras, foram os ringtones mais baixados pelos celulares do país, seus vídeos no Youtube foram vistos mais de 20 milhões de vezes e seus shows em 2007 arrebanharam mais de 3,5 milhões de espectadores.

Recentemente, a dupla lança o novo disco "Borboletas", que começa com a música que dá título ao trabalho. Em três minutos temos um som empolgante, sem ser agressivo, melodia cativante e um refrão que fica na cabeça: "Borboletas sempre voltam/ E o seu jardim sou eu".

Depois, o disco abre passagem para uma balada que caminha em crescente e ganha força no refrão, "Lado Errado". A terceira faixa, "Timidez", é uma balada conduzida pelo acordeom, que ganha roupagem de forró. Victor divide a autoria da quarta música, "Tanta Solidão", com Leo. A ousadia aparece no meio da canção, em um refrão conduzido por contra-baixo e percussão. Tamanha identidade musical pode ser explicada por um trabalho autoral onde a dupla interpreta, produz e assina os arranjos. Aliado a isso, Victor desenvolveu uma maneira própria de tocar e solar o seu violão que se transformou no eixo do som que fazem.

"Nada Normal" é uma balada que se basta ao vocal melodioso. Ponto alto do disco em talento de composição. A versão em espanhol dessa música já é das mais tocadas na América Latina. Já "Sem Trânsito, Sem Avião" é uma música para se acompanhar assobiando, cheia de balanço: "Descalço, sem se preocupar/ Se solte e venha para o sertão", empolga o refrão.

A dupla parte para o country rock em "Luz, Paixão, Rodeio". E em "Noite Estelar", oitava faixa do álbum, a dupla une tradição e renovação com um charmoso chamamé. "Razão do meu Astral" é uma balada mais delicada, com tom de paixão. "Você Sabia", a terceira canção assinada em dupla, impressiona pela riqueza em melodia e seu refrão arrebatador. O arremate da obra, "Deus e Eu no Sertão" e "Tem que Ser Você" - música de grande sucesso da trilha da novela global "A Favorita" -, fazem com que a cabeça balance inconscientemente ao ritmo delas, numa cadência envolvente.

Dos trabalhos anteriores, a dupla emplacou cinco hits nas rádios - "Fada", "Vida Boa", "Amigo Apaixonado", "Fotos" e "Tem que Ser Você". "Borboletas" é mais uma para a coleção de músicas prontas para engrossarem esse rol. "Nosso trabalho partiu do interior para todo o Brasil naturalmente, de pessoa para pessoa, sem qualquer investimento", lembra a dupla, que sempre faz de seus shows um meio para passar mensagens de fé e positividade.

Fonte: Marcos A. Bedin
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