19 de novembro de 2009

Segurança nas Redes Sociais

Para conscientizar os usuários dos diversos riscos que podem ser encontrados na Internet e em outros ambientes informatizados, o Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (Cais) da Rede Nacional de Pesquisa (RNP/MCT) promove anualmente o Dia Internacional de Segurança em Informática (Disi).

Este ano, o Disi tem como tema Segurança nas Redes Sociais e se realiza no próximo dia 2 de dezembro, na Universidade Federal da Bahia (Ufba), em Salvador. A inscrição já está aberta e podisi1de ser feita no endereço http://www.rnp.br/eventos/disi/.

O Disi integra as comemorações do Computer Security Day, promovido em todo o mundo desde 1988. A programação, a ser divulgada em breve, inclui atividades como palestras, e debates.O evento será transmitido ao vivo no site do Disi.

O Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (Cais) atua na detecção, resolução e prevenção de incidentes de segurança na rede acadêmica brasileira, além de elaborar, promover e disseminar práticas de segurança em redes. Criado em 1997, o Cais também divulga informações e alertas de segurança e participa de organismos internacionais na área.

Responsável pela introdução da Internet no Brasil, em 1992, a RNP opera a rede acadêmica nacional, a rede Ipê. Sua missão é promover o uso inovador de redes avançadas no País. Mantida pelos ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e da Educação (MEC), atua no desenvolvimento e na prestação de serviços em três áreas: infraestrutura de redes de alto desempenho, aplicações avançadas e formação de recursos humanos em redes.

A rede Ipê é uma infraestrutura de alto desempenho para colaboração e comunicação em educação e pesquisa que alcança os 26 estados e o Distrito Federal, interligando cerca de 600 instituições de ensino superior e de pesquisa e beneficiando mais de um milhão de usuários.

A RNP está conectada às redes acadêmicas latino-americana (RedClara), europeia (Géant) e norte-americana (Internet2), além de ter conexão própria à Internet mundial.

Serviço:

Evento: Dia Internacional de Segurança em Informática 2009
Tema: Segurança nas Redes Sociais
Data: 2 de dezembro de 2009
Local: Auditório João Gonçalves, Pavilhão de Aulas da Federação I, Ufba, Salvador (BA)
Inscrições: no site
http://www.rnp.br/eventos/disi/.

Fonte: www.14bis.mil.br

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Empresário é ator social

Os empresários e suas organizações, na consecução de seus objetivos, direta ou indiretamente trabalham para promover o desenvolvimento sustentado da comunidade local ou regional nas quais estão inseridos. E isso faz da empresa uma eterna protagonista de práticas éticas e morais necessárias na construção de uma sociedade mais justa e menos desequilibrada. Há muito tempo os empresários compreenderam que nenhuma empresa e nenhum empreendimento terão sucesso em uma sociedade devastada pela insegurança e pela miséria.

Refletindo essa compreensão da sociedade contemporânea, pela décima-sétima vez consecutiva, a Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic) promove (dia 19, às 20h30, no Clube Recreativo Chapecoense) um dos mais concorridos eventos do setor econômico em Santa Catarina – a escolha do Empresário do Ano a quem será outorgado o “Troféu Nelson Galina”. É uma homenagem ao empresário, como agente dinamizador da sociedade e à empresa, como organização humana capaz de gerar bens e riquezas indispensáveis à vida em comunidade.

A empresa e empresário são os principais agentes de transformação da sociedade e vêm assumindo, hodiernamente, novos papéis, especialmente quando se constata que a sociedade não tem sido bem sucedida na diminuição das desigualdades sociais e na solução de um processo crescente de exclusão não simplesmente econômico, mas das possibilidades de acesso a novas formas de trabalho, a novas formas de conhecimento, a criação de uma sociedade mais justa. Um dos desafios da empresa, na atualidade, é vencer a aparente contradição entre a sobrevivência e o crescimento, sem descuidar a humanização do trabalho e o resgate da dignidade da pessoa humana.

A cidadania empresarial pode ser entendida como uma matriz que contempla basicamente os aspectos legais, econômicos, éticos e, especialmente, o auxílio à sociedade, colaborando com seu desenvolvimento sustentado e na manutenção das condições necessárias à vida. Numa empresa-cidadã não existe a separação entre o planejamento estratégico e as políticas sociais. O social impregna a visão, a missão e os valores da empresa-cidadã.

Responsabilidade social é uma forma de conduzir a empresa de forma sintonizada com as carências e potencialidades da comunidade, não negando nem ignorando os problemas estruturais e conjunturais que a afetam. Para isso, é preciso ajustar a missão da organização de forma a não prejudicar os superiores interesses da coletividade.

A prática demonstra que perseveram nas políticas de responsabilidade social as cooperativas e empresas com reconhecida conduta ética, com genuína sensibilidade social, sincero desejo de colaborar na redução das mazelas sociais e tradição em participação comunitária. Aquelas que vislumbraram nessa prática apenas uma “jogada de marketing”, geralmente desistem dessa atividade tão logo apagam-se os refletores da mídia.

Ao contrário do que possa parecer, o interesse pela comunidade reflete-se no desempenho da organização ao focalizar a cadeia de negócios da empresa e englobar preocupações com todos seus públicos – acionistas, funcionários, prestadores de serviço, fornecedores, consumidores, comunidade, governo e meio-ambiente.

O empresário-empreendedor é quem dinamiza, amplia, fortalece e faz crescer a economia. Por isso, a homenagem vai além do fator econômico e alcança aquele que valoriza e exerce ações de responsabilidade social-empresarial, que, no Brasil, já se caracteriza como uma prática moderna de gestão corporativa. Os empresários compreenderam que é necessário reduzir os elevados índices de desigualdades sociais na busca de padrões de eficiência exigidos pelos mercados nacional e internacional. Essa nova mentalidade empresarial prevê que, em face de inoperância do Estado, deve o setor privado substituir as funções sociais, sobretudo a universalização do acesso a serviços básicos de saúde, educação e bem-estar social. Para que haja desenvolvimento sustentável, todos os atores sociais devem assumir seu papel, cumprindo seus compromissos e respeitando os padrões éticos estabelecidos pela coletividade.

A eleição do Empresário do Ano se configura como uma das mais legítimas e fundamentadas iniciativas porque é uma escolha lastrada no voto da comunidade empresarial, tendo como balizador um conjunto de valores e princípios ético. A credibilidade e o prestígio da comenda derivam da forma democrática e transparente como se elege o homenageado e pelos critérios observados na escolha.

Criado em 1993, a outorga do Troféu Nelson Galina tornou-se um dos momentos mais importantes do calenVicenzo_2dário anual de eventos da Associação Comercial e Industrial de Chapecó porque a honraria foi inspirada no desejo de homenagear lideranças de todos os setores da atividade humana que colaboram de forma efetiva e decisiva para o desenvolvimento econômico, social e cultural do município. Grande, pequeno ou microempreendedor – todos podem votar e ser votados.

 

Por: Vincenzo Francesco Mastrogiacomo/Presidente da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC)

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

Av. Getúlio Vargas, 870-N, Ed. Central Park, sala 21, 2° andar, CHAPECÓ (SC)

Telefax (49) 3323-4244, celular (49) 9967-4244

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18 de novembro de 2009

Órfãos de uma noite de horror

Ele é um dos “órfãos do tornado”. Verno Adam, 69 anos, produtor rural de Sede Flores, ainda treme quando relata o episódio de 7 de setembro, uma “noite de horror” em que um tornado arrasou sua propriedade. Ele, a mulher e um filho somente sobreviveram porque se abrigaram no porão da residência. Casa, criatório de suínos e outras edificações agrícolas foram destroçadas. Há 60 dias vivendo na casa da filha, Verno iniciou a penosa reconstrução. Ele quer voltar a produzir suínos, grãos e fumo no pequeno estabelecimento rural de 25 hectares. E deixar de ser “órfão do tornado”.

Para voltar a atividade econômica, esse produtor rural e outros 5.000 micro e pequenos agentesVernoAdam econômicos do extremo oeste catarinense ganharam, nesta semana, um aliado: o Sebrae e o projeto Recuperação Empreendedora. O projeto será desenvolvido em uma vasta região do extremo oeste de Santa Catarina, onde centenas de propriedades e empreendimentos rurais foram devastadas pela inclemência climática.

O município de Guaraciaba – situado na faixa de fronteira Brasil/Argentina – foi escolhido para o lançamento por ter sido o mais severamente atingido, com quatro mortos, 89 feridos e centenas de edificações residenciais, comerciais, industriais e agrícolas atingidas na cidade e em 24 comunidades rurais. O lançamento do projeto reuniu centenas de pequenos empresários e produtores rurais e foi coordenado pelos principais líderes do Sebrae catarinense – o presidente do conselho deliberativo, José Zeferino Pedrozo; o superintendente Carlos Guilherme Zigelli; o diretor técnico Anacleto Ângelo Ortigara e o coordenador regional Udo Trennepohl.

Utilizando vasto material fotográfico, o prefeito Ademir Zimmermann relatou a extensão dos estragos e a situação de calamidade que o município viveu e da qual ainda busca recuperar-se.

O projeto RECUPEAÇÃO EMPREENDEDORA atenderá, no mínimo, 80% das micro e pequenas empresas da indústria, 70% das micro e pequenas empresas de comércio e serviços e 60% das propriedades rurais atingidas. Para isso, o Sebrae investirá 1 milhão 130 mil reais – 800 mil reais do Sebrae Nacional e 330 mil reais do Sebrae de Santa Catarina – em consultoria e assistência que serão prestados de 16 de novembro de 2009 até 20 de dezembro de 2010.

Serão atendidos cerca de 5.000 empreendedores informais, empresários de micro e pequenas empresas dos setores industrial, comercial e de serviços, além de pequenos produtores rurais do extremo oeste catarinense. Terão preferência os 12 municípios mais afetados pelas intempéries - Anchieta, Campo Erê, Dionísio Cerqueira, Guaraciaba, Guarujá do Sul, Princesa, Saltinho, Santa Terezinha do Progresso, São Bernardino, São José do Cedro, São Miguel da Boa Vista e Tigrinhos.

O objetivo do projeto é apoiar e desenvolver ações para identificar, sensibilizar e principalmente prestar atendimento gerencial e técnico “negócio a negócio”, para a definição de projetos de recuperação dos empreendimentos.

“Vamos ajudar produtores e empresários atingidos pelo tornado e pelas chuvas a recuperarem a capacidade técnico-econômica, social e ambiental, a geração de renda e as oportunidades de trabalho, readquirindo ou elevando a qualidade de vida que desfrutavam antes das trágicas ocorrências”, antecipa o diretor técnico do Sebrae, Anacleto Ortigara.

O Sebrae disponibilizará inicialmente 16.000 horas de atendimento em gestão e técnica “negócio a negócio” para apoiar e desenvolver ações na recuperação dos empreendimentos atingidos pelo tornado e pelas chuvas. Serão prestadas duas modalidades de atendimento:  serviços especializados na forma de um atendimento “negócio a negócio” com duas horas de duração para 4.000 empresas e, ainda, uma consultoria adicional para as empresas que apresentarem demandas mais especializadas com até 12 horas de atendimento individualizado.

Os projetos de reconstrução e de investimento serão financiados pelo Badesc, Banco do Brasil S.A., BRDE, Caixa Econômica Federal e Secretarias de Estado do Desenvolvimento Regional de Dionísio Cerqueira e de São Miguel do Oeste.

MARCOS A. BEDIN

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