7 de junho de 2014
Santa Catarina já registra desalojados e desabrigados
24 de julho de 2013
O frio exige cuidados
Atravessar o período de inverno, estação anual que começou em 22 de junho passado e vai até 21 de setembro próximo, exige cuidados especiais, para não comprometer a saúde. Isto é de importância vital, principalmente para conviver com as baixas temperaturas que estão por vir.
Na opinião do professor Nilton Nasser, chefe do Departamento de Medicina da FURB, alguns procedimentos são fundamentais para a manutenção da integridade física. A primeira é prevenir a mudança brusca de ambientes com temperaturas diferentes, de quente para frio e vice-versa. Segundo ele, o frio diminui a resistência corporal, podendo levar a doenças pulmonares. “Uma saída é se agasalhar bem, paras manter o corpo em sua temperatura natural, em 36,5º graus Celsius”, afirmou Nasser.
Um segundo cuidado, para o professor Nasser, que é dermatologista, é tomar muita água, para proteger a pele, pelo 1,5 litros por dia. Ele recomenda usar protetor labial, à base de manteiga de cacau. “Os banhos quentes devem ser rápido, de preferência, para manter a gordura natural da pele e evitar escamação”, disse ele.
Por último, mas não menos importante, é manter-se alerta para sintomas de gripe, tais como dor de cabeça, febre alta, coriza e dores no corpo. “Presente estes sintomas, é necessário procurar assistência médica”, disse Nilton Nasser.
Fonte: Furb
29 de janeiro de 2013
Como usar água da chuva na criação de animais
A captação e o armazenamento da água de chuva é uma ótima alternativa para diminuir os problemas causados por estiagens severas na criação de animais em algumas épocas do ano. Para aproveitar essa água, a sugestão da Embrapa Suínos e Aves de Concórdia (SC), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é a construção de cisternas. Pensando em facilitar o trabalho dos produtores interessados em instalar cisternas em suas propriedades, a Embrapa publicou o documento "Aproveitamento da água da chuva na produção de suínos e aves".
O armazenamento de água da chuva em cisternas é utilizado no Brasil há muito tempo, mas em Santa Catarina, a exemplo de outros estados e em virtude dos recentes períodos de estiagem, esta prática vem aumentando consideravelmente. As informações disponibilizadas pela Embrapa Suínos e Aves consideram dicas importantes de trabalhos realizados a campo. O documento mostra sugestões que podem orientar produtores ou técnicos no dimensionamento e construção de cisternas oferecendo aos animais água com qualidade.
Os interessados em instalar cisternas devem utilizar modelos e sugestões de construção que melhor se adaptem aos seus casos, principalmente em função da demanda de água na propriedade. As cisternas precisam receber os mesmos cuidados exigidos para as caixas d’água quanto a material e limpeza. É importante também que as primeiras águas coletadas da chuva sejam descartadas, porque elas arrastam as impurezas existentes nos telhados e nos encanamentos.
As vantagens no aproveitamento da água da chuva, além de combater a escassez de água em períodos de estiagem ou de maior demanda principalmente em regiões de produção intensiva de suínos e aves, são várias: reduz o consumo e o gasto com água potável na propriedade; é gratuita; evita a utilização de água potável na lavagem de pisos na suinocultura e na avicultura; e utiliza estruturas já existentes, como os telhados e as coberturas.
Para baixar gratuitamente o documento preparado pela Embrapa Suínos e Aves sobre o assunto, basta acessar o site www.cnpsa.embrapa.br e clicar nos links: Informações Técnico-Científicas -> Publicações -> Publicações da Série Embrapa -> Série Documentos -> DOC157 "Aproveitamento da água da chuva na produção de suínos e aves". Também é possível acessar a publicação diretamente no linkwww.cnpsa.embrapa.br/sgc/sgc_publicacoes/publicacao_v7r28u3f.pdf.
Fonte: Senar
7 de janeiro de 2012
Site vai monitorar o La Niña
O verão deve ser de tempo mais seco com chuva abaixo da média e mal distribuída, causando períodos de estiagem no Oeste e Meio Oeste, devido à influência da La Niña. A chuva abaixo da média registrada e o cenário previsto para o verão terão impacto na agricultura e abastecimento de água nessas regiões. No Planalto Sul, Planalto Norte e no Vale do Itajaí, a perspectiva é de chuva próxima a média. Já no Litoral, a chuva deve ocorrer com mais frequência, ficando entre a média a acima dela.
A Epagri lançou um site para monitoramento do La niña,. Além de acompanhar os índices de chuva no estado, o novo produto traz informações sobre o fenômeno e recomendações a extensionistas e agricultores que podem minimizar os impactos de uma possível estiagem. Importante ressaltar que os eventos de estiagem mais fortes ocorridos nos últimos anos no Estado não estavam relacionados com o La Niña. Em janeiro e fevereiro de 2011, mesmo com o La Niña, as chuvas ocorreram dentro na normalidade no Oeste e Meio Oeste.
O La Niña se caracteriza pelo resfriamento da água na região equatorial do Oceano Pacífico. Em Santa Catarina ele pode provocar diminuição dos volumes e alteração na distribuição da chuva. O fenômeno tem pouca influência no verão, mas deve se estender pela estação mais quente do ano intensidade fraca a moderada.
Com relação à temperatura, o verão deve ser típico na maioria das regiões, com tendência de madrugadas mais quentes no Litoral e mais agradáveis no Oeste e Meio Oeste. Pelo menos uma ou duas ondas de calor são esperadas no trimestre, podendo quebrar recordes.
Fonte: Gisele Dias - Assessoria de Comunicação Epagri/Ciram
12 de setembro de 2011
Enchentes em SC: FGTS poderá ser liberado
O prefeito João Paulo Kleinübing e o superintendente Regional da Caixa, Renato Scalabrin iniciaram a articulação para a instituição financeira poder liberar os recursos das contas vinculadas ao FGTS aos trabalhadores atingidos pela enchente da última semana.
O primeiro passo, de acordo com o executivo da Caixa, é o Governo Federal reconhecer o estado de emergência do município de Blumenau. Posteriormente, a Prefeitura irá entregar um documento ao banco, onde deverá constar a relação das áreas atingidas no evento. "Esta relação é necessária, pois, diferentemente do que ocorreu em 2008, apenas os atingidos pelas cheias é que terão o recurso do Fundo de Garantia liberado", esclarece o prefeito.
Após a entrega dos documentos, Prefeitura e Caixa deverão montar um centro de atendimento, onde os beneficiados deverão solicitar a liberação dos recursos. Nesta etapa, o trabalhador deverá obrigatoriamente apresentar o comprovante de residência. Segundo o Ministério da Integração, o valor máximo a ser liberado é de R$ 5,4 mil por contrato de trabalho. Na prática, isso significa que se o beneficiado tiver saldo em conta de dois contratos de trabalho distintos, poderá sacar um valor até maior do que o teto estabelecido. A previsão de pagamento dos recursos é até o final do mês de outubro.
Fonte: PMB
11 de setembro de 2011
Nove municípios em situação de calamidade pública em Santa Catarina
Nos municípios catarinenses atingidos pelas chuvas, o sábado (10) foi marcado pelo cenário da destruição, com ruas e casas arruinadas. A situação se agravou e mais quatro cidades decretaram estado de calamidade pública durante o dia, aumentando a lista para seis. Ao total, as chuvas já afetam 927 mil catarinenses, desalojando 153 mil e desabrigando 14 mil e duas mortes confirmadas.
Os municípios que decretaram estado de calamidade pública neste sábado foram o de Agronômica, Aurora, Ituporanga e Presidente Getúlio, todos no Vale do Itajaí. Brusque e Rio do Sul já haviam decretado a situação na sexta-feira (9), além de 37 municípios estarem em situação de emergência.
Vassoura, rodo, carrinho de mão, lágrima no rosto e a vontade de reconstruir a casa e a própria vida. Com a água já em situação baixa, os atingidos pelas chuvas passaram o dia limpando suas residências ou lojas, sempre com a voz embargada ao relembrar os momentos de tensão que sofreram nos últimos dias.
Já em Blumenau, a notícia que todos aguardavam foi confirmada na última medição do Rio Itajaí-Açu, às 18h deste domingo, quando o nível chegou a 7,98 metros, abaixo dos oito metros, tirando a cidade da situação de enchente. O limite foi ultrapassado por volta das 10h de quinta-feira, há três dias e meio. O pico máximo foi de 12,60, às 11h de sexta-feira.
10 de setembro de 2011
8 de setembro de 2011
31 de agosto de 2011
As águas de agosto
O mês de agosto de 2011 será lembrado pelos catarinenses, como um dos meses mais chuvosos dos últimos tempos, especialmente na faixa leste do estado, do Planalto ao Litoral, onde a chuva foi o dobro e até o triplo do esperado quebrando recordes de 24h e mensais em vários municípios. A Defesa Civil de Santa Catarina registrou desde a última segunda-feira (29), ocorrências em diversos municípios catarinenses causados pelas chuvas, ventos fortes e granizo.
Foi um mês marcado pela presença da umidade e da instabilidade devido a posição do jato subtropical (ventos fortes em altos níveis da atmosfera), que manteve o canal de tempestade em cima do nosso Estado, o que favoreceu a atuação e intensificação de frentes frias e sistemas de baixa pressão. Foi também um mês, em que os temporais com ventania, granizo e muita atividade elétrica (raios), característica mais frequente na primavera, causaram destruição em SC. Foram poucos dias de sol, consecutivos entre 1 e 4 dias, dependendo da região do estado.
Mais de 260 mil pessoas já foram afetadas pelos temporais no Estado, conforme relatório divulgado pela Defesa Civil. O número de municípios em situação de emergência também subiu: já são 12; os últimos a emitir o decreto foram Alfredo Wagner, Bom Jesus e Vítor Meireles. Nesta quarta-feira, a Defesa civil presta atendimento às famílias atingidas e começa a contabilizar os recursos para a reconstrução das cidades.
As chuvas, granizo e ventos fortes deixaram mais de 6 mil desalojados e 800 desabrigados em Santa Catarina. Dos 66 municípios afetados, Anchieta e Formosa do Sul, atingidos por granizo, decretaram Estado de Calamidade Pública. O Oeste foi a região que teve sua infraestrutura mais comprometida, segundo informações do diretor da Defesa Civil Estadual, major Márcio Luiz Alves.
Análise feita com base nas estações meteorológicas ativas monitoradas pela Epagri e INMET mostram os seguintes dados:
Quebra de recorde de 24h:
Lages: acumulado de 113,3mm, sendo o recorde anterior 2006 (88,6mm);
Matos Costa: acumulado de 87,0mm, sendo o recorde anterior 1997 (76,0mm);
Campos Novos: acumulado de 141,8mm, sendo o recorde anterior 2006 (104,2mm);
Florianópolis: acumulado de 92,1mm, sendo o recorde anterior 2005 (90,1mm).
Quebra de recorde mensal:
Blumenau: acumulado de 342,4 mm, sendo o maior acumulado desde que a estação meteorológica foi instalada;
Indaial: acumulado de 334,5 mm, superando o de 1998(307,3mm);
Itajaí: acumulado de 336,6 mm, superando o de 1984 (295,8);
Joinville: acumulado de 366,1 mm, superando 1998 (302,5);
Ituporanga: acumulado de chuva de 355,0 mm, superando o ano de 2002 (197,6 mm);
Lages: acumulado de 373mm, superando o ano de 1965 (320,5mm);
São Joaquim: acumulado de 372,9 mm, perdendo apenas para o agosto de 1965 (504,1mm);
Major Vieira: acumulado de 352,0 mm, superando 1998 (271,8 mm);
Matos Costa: acumulado de 335mm, superando 1998 (270,2mm);
Campos Novos: acumulado de 392,8mm, considerando o primeiro local da instalação da estação meteorológica o recorde foi em 1928 (485,4mm);
Florianópolis: com o maior acumulado do Estado de 425,3 mm, sendo o maior acumulado desde que a estação meteorológica foi instalada.
Fonte: Epagri/Ciram
15 de março de 2011
Gasolina vai a R$ 12 o litro
Sempre tem quem se aproveita das calamidades para lucrar mais. O excesso de chuva na região noroeste de Mato Grosso está deixando empresários e moradores preocupados com o impacto na economia local. Em Guariba, distrito de Colniza, município de 40 mil moradores situado a 1065 km de Cuiabá, o litro da gasolina disparou e chega a ser negociado a R$ 12 - normalmente, o preço varia de R$ 3,5 a R$ 4 -, segundo relatos de moradores e comerciantes ouvidos nesta terça-feira (15) pela Agência Sebrae de Notícias.
“A prefeitura está mandando combustível de avião para Guariba e o comércio local está parado”, informa Robério Cavalcante, secretário municipal de planejamento.
O distrito, de 7 mil habitantes, fica a 150 km da sede do município e está isolado. Para chegar até lá, é preciso atravessar o Rio Aripuanã de barco ou em canoas improvisadas, por causa da queda de uma ponte de 274 metros na rodovia MT-206. “A ponte que caiu sempre foi de madeira e é muito frágil”, relata o secretário.
Dono da Auto Peças Três Irmãos, Whemerson Vieira confirma a situação relatada pelo secretário. “Aqui em Guariba tudo tá muito caro, a renda acabou e o movimento está muito fraco”, resume.
A rede elétrica, alimentada por geradores que funcionam a base de óleo diesel, também foi atingida, e os moradores convivem com o racionamento de energia. Os cortes duram das 13h às 19h, e da meia noite às 7h.
No caso do distrito de Três Fronteiras – situado na divida entre Amazonas, Mato Grosso e Rondônia, a situação é mais complicada. Os rios Guariba e Água Branca estão seis metros acima do nível normal, e também é preciso atravessá-los de barco para chegar à localidade.
Os atoleiros nas estradas aumentam os custos dos fretes e comprometem os lucros, tanto dos comerciantes como das empresas transportadoras. Nos últimos dias, a chuva diminuiu de intensidade, mas continua castigando o município. Segundo estimativa do secretário, cerca 12 mil pessoas estão sem trabalhar, devido à dificuldade de comunicação e transporte na região.
A economia local está baseada na produção de café, madeira e gado. Pequenas propriedades e assentamentos dominam a atividade econômica e movimentam o comércio local. Há aproximadamente 150 lojas em Colniza, sendo 95% delas micro e pequenas empresas, de acordo com a Associação Comercial e Industrial da cidade.
“As estradas estão muito precárias. A cidade está deserta. A situação está muito difícil para todos os comerciantes, pois não paramos de pagar impostos e fretes, e as vendas pararam”, se queixa Vítor Pereira Assunção, presidente da Associação Comercial e Industrial de Colniza (Acic). A cidade não conta agência bancária, apenas um caixa eletrônico do Banco do Brasil e um posto do Sicred (Sistema de Crédito Cooperativo).
Fonte: www.agenciasebrae.com.br
8 de outubro de 2010
Festa do clima 10.10.10
A continuar o descaso dos humanos pela Pacha Mama, Gaia, a natureza, nos próximos anos o planeta terá de 100 milhões a 150 milhões de refugiados climáticos, mais um problema político mundial de graves consequências, alerta o teólogo brasileiro Leonardo Boff.
Neste domingo – 10/10/2010 – cidadãos e cidadãs de 187 países participarão de mais de 6.300 “festas de trabalho pelo clima”, integradas na Campanha 10.10.10 www.350.org e do Tempo da Criação, incentivado pelo Conselho Mundial de Igrejas (CMI).
As mobilizações em escala global incentivam ações locais para melhor cuidar do patrimônio universal – o planeta Terra. Tempo da Criação é um período de oração – a Semana Ecumênica de Oração pela Criação - e de promoção de estilos de vida simples e sustentáveis.
O Tempo da Criação inicia, a cada ano, em 1o de setembro, primeiro dia do ano da Igreja Ortodoxa, e prossegue até 4 de outubro, dia de São Francisco de Assis, na tradição católica. Este ano, excepcionalmente, o Tempo da Criação estende-se até o domingo, para integrar a campanha 10.10.10.
As religiões têm uma elevada tarefa pedagógica. “Elas ensinam a respeitar e a venerar e a pôr limites ao nosso desejo ilimitado. A elas cabe a missão de educar as pessoas para não respeitaram somente os textos sagrados e os lugares de veneração, mas a defender, respeitar a cada ser, pois ele saiu das mãos de Deus e revela possibilidades escondidas e realizadas do processo de evolução”, defende Boff.
O teólogo diz que as religiões, mais do que falar da natureza, deveriam se habituar a falar de criação, pois criação remete ao Criador. “O ato de criação não ocorreu no passado primordial. Ele está ocorrendo a cada momento. Se Deus não continuar dizendo ‘faça-se a luz’, ‘surjam as águas, os animais as plantas e fundamentalmente o ser humano’ tudo voltará ao nada. Assistimos a todo instante o milagre da criação e a emergência do céu e da Terra”, explica.
O movimento 10.10.10 quer chamar autoridades governamentais do mundo a se somarem na busca de soluções para as mudanças climáticas, e que cheguem a um novo tratado climático global, deixando de lado o lamento pelos resultados pífios alcançados na Conferência de Copenhague, em dezembro do ano passado.
Na Festa de Trabalho Global, no domingo, eventos programados em várias partes do planeta incluem o plantio de árvores na Tanzânia, a instalação de painéis solares na China, o passeio de bicicleta internacional da Jordânia para Israel. A mensagem dos participantes dessas ações é simples: nós estamos gerando soluções para as mudanças climáticas nas nossas comunidades.
Qualquer pessoa pode participar da festa do clima no domingo. Basta verificar quais ações estão previstas para a sua região e se inscrever acessando http://www.avaaz.org/po/global_work_party/?vl
Fonte: ALC
11 de agosto de 2010
Mais neve em Santa Catarina
Na primeira semana de agosto os catarinenses ganharam um presente especial: a neve que cobriu de branco nada menos que 16 cidades. Nos dias 4 e 5 o fenomeno ocorreu com uma força que não era observada há pelo menos 10 anos no Estado.
Segundo a Epagri/Ciram, a passagem de uma frente fria e atuação de uma intensa massa de ar Polar provoca um intenso declínio na temperatura e favorece a formação de neve no próximo final de semana nas áreas altas de SC.
O tempo fica instável nesta sexta feira(13/08), devido ao deslocamento de uma frente fria pelo estado catarinense, provocando chuva, rajadas fortes de vento e descargas elétricas, com melhora à noite.
No sábado ainda pode nevar nas áreas mais altas de SC. A massa de ar Polar atua em todo o estado, deixando a temperatura bastante baixa, ficando inferior a zero grau no Meio-Oeste e Planalto Catarinense, chegando a - 6ºC em Urubici e São Joaquim e a - 4ºC em Caçador, e não passam de 10ºC nas áreas próximas do Litoral. Os ventos, no final de semana, são do quadrante sul e sopram com intensidade moderada com rajadas fortes.
Alerta para o Mar: Na costa catarinense o mar fica muito agitado a partir de sábado, com altura de onda de 4,0 m no fim de semana.
Fonte: Marcelo Martins / Venize Teixeira – Meteorologistas da Epagri/Ciram
4 de agosto de 2010
Neve em Santa Catarina
Desde o ano de 2000 Santa Catarina não registrava neve em tantas cidades no mesmo dia. Nesta quarta-feira, 4 de agosto, nevou em pelo menos 9 cidades catarinenses: São Joaquim, Urubici, Urupema, Bom Jardim da Serra, Anita Garibaldi, Urussanga, Orleans, Ponte Alta e Santa Cecília. Apenas São Joaquim, Urubici e Urupema já tinham registrado neve nestes últimos 11 anos, nas outras 6 cidades foi a primeira vez que nevou neste período.
De acordo com os registros da Epagri/Ciram esta quarta-feira só é superada pelo dia 12 de julho de 2000, quando nevou em 10 cidades: Campos Novos, Chapecó, Curitibanos, Lages, Matos Costa, Ponte Serrada, São Joaquim, São Miguel do Oeste, Urupema e Xanxerê.
Desde 1999 São Joaquim registrou neve em 36 dias, o que a torna recordista no Estado. Em seguida aparece Urupema, onde nevou 19 dias desde 1999. Nesses últimos 11 anos o mês de agosto é que o mais teve neve em São Joaquim, com um total de 10 dias. Já em Urupema os registros da Epagri/Ciram apontam mais neve durante o mês de julho, com 6 dias.
Fonte: Gisele Dias – Assessoria de comunicação/Epagri/Ciram
1 de agosto de 2010
Um século de observações meteorológicas
Em janeiro de 1911 Santa Catarina ganhou as primeiras estações meteorológicas, data de início de uma bela história. Para marcar a passagem do primeiro século de observações meteorológicas em território catarinense o site da Epagri/Ciram inicia uma série de matérias, que serão publicadas mensalmente até janeiro de 2011, sempre na última semana de cada mês. A intenção é fazer um resgate histórico da meteorologia catarinense, bem como destacar o trabalho de personagens importantes que tornaram essa trajetória possível.
Uma pequena sala na sede da Epagri, em Florianópolis, guarda um patrimônio histórico que os catarinenses desconhecem. Lá estão, devidamente organizados, os dados coletados por estações meteorológicas convencionais em Santa Catarina desde 1911. Todos estas informações já foram digitadas e inseridas no banco de dados da Epagri/Ciram, que superou em 2010 a casa do 100 milhões de dados meteorológicos armazenados. Mas o que a pequena sala guarda é mais do que simples planilhas de papel. Naquelas páginas, muitas quase apagadas pelo tempo, está a dedicação de vários profissionais abnegados que ajudaram a construir esse acervo.
A meteorologia é uma ciência antiga que desperta o interesse da humanidade desde tempos remotos. A geógrafa da Epagri/Ciram Vera Lúcia da Silva reuniu em monografia um breve histórico da meteorologia, que indica que, desde a antiguidade até o século XVI os fenômenos meteorológicos eram atribuídos a causas sobrenaturais, com forte conotação religiosa, constituindo um símbolo do poder divino sobre o homem.
Já em 550 a.C. o filósofo grego Anaximandro conceituou pela primeira vez o vento como “um fluxo de ar”. No ano 340 a.C. Aristóteles publicou o Tratado de Meteorologia, explicando fenômenos como chuva, geada, granizo e neve, entre outros. Em 1597 teve início a observação científica da meteorologia, com a invenção do primeiro termômetro, por Galileu Galilei. Em 1639 surgiu o primeiro pluviômetro e, em 1643 foi inventado o barômetro de mercúrio. A partir daí os experimentos foram se sucedendo e oferecendo explicações racionais para os fenômenos meteorológicos que, até hoje, intrigam e assustam os homens.
Para saber mais acesse: http://ciram.epagri.sc.gov.br
18 de novembro de 2009
Órfãos de uma noite de horror
Ele é um dos “órfãos do tornado”. Verno Adam, 69 anos, produtor rural de Sede Flores, ainda treme quando relata o episódio de 7 de setembro, uma “noite de horror” em que um tornado arrasou sua propriedade. Ele, a mulher e um filho somente sobreviveram porque se abrigaram no porão da residência. Casa, criatório de suínos e outras edificações agrícolas foram destroçadas. Há 60 dias vivendo na casa da filha, Verno iniciou a penosa reconstrução. Ele quer voltar a produzir suínos, grãos e fumo no pequeno estabelecimento rural de 25 hectares. E deixar de ser “órfão do tornado”.
Para voltar a atividade econômica, esse produtor rural e outros 5.000 micro e pequenos agentes econômicos do extremo oeste catarinense ganharam, nesta semana, um aliado: o Sebrae e o projeto Recuperação Empreendedora. O projeto será desenvolvido em uma vasta região do extremo oeste de Santa Catarina, onde centenas de propriedades e empreendimentos rurais foram devastadas pela inclemência climática.
O município de Guaraciaba – situado na faixa de fronteira Brasil/Argentina – foi escolhido para o lançamento por ter sido o mais severamente atingido, com quatro mortos, 89 feridos e centenas de edificações residenciais, comerciais, industriais e agrícolas atingidas na cidade e em 24 comunidades rurais. O lançamento do projeto reuniu centenas de pequenos empresários e produtores rurais e foi coordenado pelos principais líderes do Sebrae catarinense – o presidente do conselho deliberativo, José Zeferino Pedrozo; o superintendente Carlos Guilherme Zigelli; o diretor técnico Anacleto Ângelo Ortigara e o coordenador regional Udo Trennepohl.
Utilizando vasto material fotográfico, o prefeito Ademir Zimmermann relatou a extensão dos estragos e a situação de calamidade que o município viveu e da qual ainda busca recuperar-se.
O projeto RECUPEAÇÃO EMPREENDEDORA atenderá, no mínimo, 80% das micro e pequenas empresas da indústria, 70% das micro e pequenas empresas de comércio e serviços e 60% das propriedades rurais atingidas. Para isso, o Sebrae investirá 1 milhão 130 mil reais – 800 mil reais do Sebrae Nacional e 330 mil reais do Sebrae de Santa Catarina – em consultoria e assistência que serão prestados de 16 de novembro de 2009 até 20 de dezembro de 2010.
Serão atendidos cerca de 5.000 empreendedores informais, empresários de micro e pequenas empresas dos setores industrial, comercial e de serviços, além de pequenos produtores rurais do extremo oeste catarinense. Terão preferência os 12 municípios mais afetados pelas intempéries - Anchieta, Campo Erê, Dionísio Cerqueira, Guaraciaba, Guarujá do Sul, Princesa, Saltinho, Santa Terezinha do Progresso, São Bernardino, São José do Cedro, São Miguel da Boa Vista e Tigrinhos.
O objetivo do projeto é apoiar e desenvolver ações para identificar, sensibilizar e principalmente prestar atendimento gerencial e técnico “negócio a negócio”, para a definição de projetos de recuperação dos empreendimentos.
“Vamos ajudar produtores e empresários atingidos pelo tornado e pelas chuvas a recuperarem a capacidade técnico-econômica, social e ambiental, a geração de renda e as oportunidades de trabalho, readquirindo ou elevando a qualidade de vida que desfrutavam antes das trágicas ocorrências”, antecipa o diretor técnico do Sebrae, Anacleto Ortigara.
O Sebrae disponibilizará inicialmente 16.000 horas de atendimento em gestão e técnica “negócio a negócio” para apoiar e desenvolver ações na recuperação dos empreendimentos atingidos pelo tornado e pelas chuvas. Serão prestadas duas modalidades de atendimento: serviços especializados na forma de um atendimento “negócio a negócio” com duas horas de duração para 4.000 empresas e, ainda, uma consultoria adicional para as empresas que apresentarem demandas mais especializadas com até 12 horas de atendimento individualizado.
Os projetos de reconstrução e de investimento serão financiados pelo Badesc, Banco do Brasil S.A., BRDE, Caixa Econômica Federal e Secretarias de Estado do Desenvolvimento Regional de Dionísio Cerqueira e de São Miguel do Oeste.
MARCOS A. BEDIN
MB Comunicação Empresarial/Organizacional
Av. Getúlio Vargas, 870-N, Ed. Central Park, sala 21, 2° andar, CHAPECÓ (SC)
Telefax (49) 3323-4244, celular (49) 9967-4244
15 de novembro de 2009
Depois do tornado, a recuperação
Há dois meses, um tornado destruiu uma vasta região do extremo oeste de Santa Catarina, devastando centenas de propriedades e empreendimentos rurais. Agora, o Sebrae lança uma ação intensiva e coordenada para auxiliar famílias de produtores e microempresários a retomarem a normalidade de suas atividades econômicas: às 15 horas desta segunda-feira, dia 16, será lançado no município de Guaraciaba, o projeto RECUPERAÇÃO EMPREENDEDORA para atender no mínimo 80% das micro e pequenas empresas da indústria, 70% das micro e pequenas empresas de comércio e serviços e 60% das propriedades rurais atingidas.
O ato será realizado no centro comunitário localizado ao lado da Prefeitura de Guaraciaba, reunindo prefeitos, produtores rurais e empresários da região. O presidente do conselho deliberativo do Sebrae/SC, José Zeferino Pedrozo; o superintendente Carlos Guilherme Zigelli, o diretor técnico Anacleto Ângelo Ortigara e o coordenador regional Udo Trennepohl farão a apresentação do projeto.
O Sebrae investirá 1 milhão 130 mil reais – 800 mil reais do Sebrae Nacional e 330 mil reais do Sebrae de Santa Catarina – em consultoria e assistência que serão prestados de 16 de novembro de 2009 até 20 de dezembro de 2010.
Serão atendidos cerca de 5.000 empreendedores informais, empresários de micro e pequenas empresas dos setores industrial, comercial e de serviços, além de pequenos produtores rurais do extremo oeste catarinense. Terão preferência os 12 municípios mais afetados pelas intempéries - Anchieta, Campo Erê, Dionísio Cerqueira, Guaraciaba, Guarujá do Sul, Princesa, Saltinho, Santa Terezinha do Progresso, São Bernardino, São José do Cedro, São Miguel da Boa Vista e Tigrinhos.
O objetivo do projeto é apoiar e desenvolver ações para identificar, sensibilizar e principalmente prestar atendimento gerencial e técnico “negócio a negócio”, para a definição de projetos de recuperação dos empreendimentos.
“Vamos ajudar produtores e empresários atingidos pelo tornado e pelas chuvas a recuperarem a capacidade técnico-econômica, social e ambiental, a geração de renda e as oportunidades de trabalho, readquirindo ou elevando a qualidade de vida que desfrutavam antes das trágicas ocorrências”, antecipa o diretor técnico do Sebrae, Anacleto Ortigara.
As etapas e respectivas ações compreendem a articulação e contratualização com parceiros locais (preferencialmente parcerias financeiras, para a ampliação das metas estabelecidas no projeto), o lançamento do projeto, a divulgação e sensibilização e o atendimento individual e especializado.
O Sebrae disponibilizará inicialmente 16.000 horas de atendimento em gestão e técnica “negócio a negócio” para apoiar e desenvolver ações na recuperação dos empreendimentos atingidos pelo tornado e pelas chuvas. Serão prestadas duas modalidades de atendimento: serviços especializados na forma de um atendimento “negócio a negócio” com duas horas de duração para 4.000 empresas e, ainda, uma consultoria adicional para as empresas que apresentarem demandas mais especializadas com até 12 horas de atendimento individualizado.
Dentre os potenciais parceiros do projeto estão Badesc, Banco do Brasil S.A., BRDE, Caixa Econômica Federal e Secretarias de Estado do Desenvolvimento Regional de Dionísio Cerqueira e de São Miguel do Oeste.
Fonte: Marcos A. Bedin
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23 de outubro de 2009
Mapa mostra os impactos das mudanças climáticas
Um novo mapa ilustrando as conseqüências globais, caso não seja mantida a variação de temperatura em 2 ° C, foi lançado ontem, 22 de outubro, pelo governo britânico, em parceria com o Met Office.
O mapa destaca alguns dos impactos que podem ocorrer se o aumento da temperatura média global for de 4 ° C acima da média. Antes das negociações internacionais sobre mudança climática, que acontecerão no mês de dezembro em Copenhague, o governo britânico está apontando para um acordo que limita as alterações climáticas, tanto quanto possível a 2 ° C. Aumentos de mais de dois graus terão enormes impactos sobre o mundo.
O mapa mostra que um aumento de quatro graus médio não vai se espalhar uniformemente em todo o globo. A terra vai aquecer mais rapidamente do que o mar e as altas latitudes, em particular no Ártico, terão maiores aumentos de temperatura. A temperatura média da terra estará 5,5 graus acima dos níveis pré-industriais.
Os impactos sobre a atividade humana mostrados no mapa são apenas uma amostra do que poderá ocorrer, e destaca os graves efeitos na disponibilidade de água, na produtividade agrícola, nas temperaturas extremas e secas, nos riscos de incêndios florestais e o aumento do nível do mar. Clique aqui ou na imagem para acessar o mapa.
Fonte: Met Office
22 de outubro de 2009
O planeta está doente
A região Sul do Brasil é mostra das desgraças ambientais. Ora chove em demasia, causando cheias, ora a chuva não aparece, provocando grande seca. “Já não se tem meio termo.”
A análise é do vice-presidente do Instituto Ecológica e consultor em mercado de carbono, Divaldo Rezende. “O planeta está doente”, declarou em entrevista para o Instituto Humanitas, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).
“É muito importante todo o trabalho de informação, de educação ambiental, para que as pessoas possam ter a percepção do que está acontecendo hoje no planeta”, defendeu.
A Conferência da ONU sobre mudanças climáticas, de 7 a 18 de dezembro, em Copenhague, deverá tomar decisões importantes para o futuro do planeta. Dentre esses temas, Rezende arrola a questão das energias renováveis, a mudança do uso da terra, a biodiversidade e a expansão da pesquisa e transferência de tecnologia para diminuir a emissão de carbono e contar com matriz elétrica limpa, sem queima de combustíveis.
Cerca de 80% das emissões dos gases de efeito estufa ainda são provenientes da queima de combustíveis fósseis, lembrou Rezende. Desmatamentos e queimadas, que dizem respeito ao uso da terra, também contribuem para a emissão dos gases de efeito estufa.
A biodiversidade, explicou Rezende, “tem uma relação muito direta com mudanças do clima. Muitas espécies acabam sendo extintas em função do clima, ou alteração do volume de água, de secas, e uma série de outros acontecimentos.”
Para o desenvolvimento de tecnologias limpas, a pergunta é de onde vem o dinheiro, de onde vêm os recursos para a transferência de tecnologia para reduzir os gases de efeito estufa. “Vários especialistas estão falando que o tamanho da conta é entre 200 e 400 bilhões de dólares”, informou Rezende.
O consultor espera que a COP15 (Conferência das Partes, e leva o número 15 pois é a décima quinta vez que ocorre uma discussão geral sobre mudanças climáticas), agendada para Copenhague, defina diretrizes a respeito da Redução às Emissões por Desmatamento e Degradação, programa que leva o nome de REDD.
As partes, às quais se refere a sigla COP15, são os países signatários, 89 Estados, entre eles o Brasil.
Reunidos em Belém do Pará no início do mês, representantes de organizações e movimentos sócio-ambientais, de quilombolas e de povos originários, de estudantes e de trabalhadores da agricultura famíliar pediram que o governo brasileiro rejeite a utilização de REDD “como mecanismo de carbono e que o mesmo não seja aceito como compensação às emissões dos países do Norte”.
O seminário “Clima e floresta – REDD e mecanismos de mercado como solução para a Amazônia?” defendeu a transição para um novo modelo de produção, distribuição e consumo, baseado na agroecologia, na economia solidária e numa matriz energética diversificada e descentralizada, que garantam segurança e soberania alimentar.
“Precisamos de acordos que obriguem os países do Norte a reconhecerem a sua dívida climática e a se comprometerem com a reparação da mesma”, defende o documento tirado do encontro.
Fonte: ALC
29 de setembro de 2009
Nível do Rio Itajaí-Açu em Blumenau dia 29/09/2009 as 15 horas
O nível do Rio Itajaí-Açu em Blumenau segue baixando, as 15 horas de hoje(29/09/2009), a medição registrou 7,32 metros.
Fonte: Defesa Civil de Blumenau
Nível do Rio Itajaí-Açu em Blumenau segue baixando
O nível do Rio Itajaí-Açu em Blumenau segue baixando, ao meio-dia, a medição registrou 7,60 metros.
Segundo a Defesa Civil o nível deve baixar gradativa e lentamente durante os próximos dias, se a chuva não retornar com intensidade.
Previsão do Tempo
Terça-feira (29/09): O tempo permanece instável com nebulosidade e condições de chuva fraca em SC. Temperatura mais baixa devido a influência de uma massa de ar frio.
Tendência para os próximos dias:
Quarta-feira (30/09): A massa de ar seco e frio mantém o tempo estável com aberturas de sol no Oeste e Meio-Oeste, com chance de pancadas isoladas de chuva na tarde e noite. Do Planalto ao Litoral, nebulosidade variável com chuva fraca e isolada. Temperatura baixa no Meio-Oeste e Planalto ao amanhecer e em elevação durante o dia. Vento de nordeste a sudeste, moderado com rajadas.
Quinta e sexta-feira (01 e 02/10): Uma nova frente fria passa por SC provocando pancadas de chuva com risco de temporal, especialmente a partir da noite de quinta-feira. Temperatura estável. Vento de noroeste a sudoeste, fraco a moderado com rajadas.
Fonte: EPAGRI/CIRAM
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