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21 de janeiro de 2013

Quem lê, viaja!

A Unoesc – Universidade do Oeste do Estado de Santa Catarina, está com uma campanha nas redes sociais que incentiva os alunos e usuários da biblioteca a lerem nas férias e despertarem o hábito e o gosto pela leitura. Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a leitura precisa ser uma tradição nacional, incentivada em casa e contar com investimento na formação de novos leitores. Os dados da Unesco, divulgados pela revista Superinteressante, apontam que, no Brasil, a média do número de livros lidos é de um por habitante/ano. Os brasileiros ficam atrás dos vizinhos argentinos e chilenos que lêem cinco livros por ano dos uruguaios que leem seis livros no mesmo período.

A diferença também é grande no número de livrarias disponíveis em cada país. No Brasil, é 1,25 para cada 100 mil habitante, enquanto no Chile e no Uruguai é 3,33 e na Argentina 2,5. Outro dado que chama a atenção é a diferença entre o valor médio dos livros: os brasileiros pagam em torno de R$ 10 a R$ 15 mais caro que os demais leitores desses três países.leia

Os índices de analfabetismo também são os mais preocupantes no Brasil. Aqui, eles chegam a 15%, contra 4% do Chile, 3% da Argentina e 2% do Uruguai.

A coordenadora geral de graduação da Unoesc Chapecó, professora Graziele Ninbla Trentin Scussiatto, lembra que o período de férias pode ser aproveitado para fazer outros tipos de leitura que são deixadas em segundo plano durante as aulas. “Geralmente, os alunos ficam restritos às leituras técnicas e obrigatórias das disciplinas. Variar as fontes de leitura é importante para a formação integral do profissional, que mais do que conhecimento técnico, precisa estar, constantemente atualizado, para enfrentar o mundo globalizado”, afirma.

A responsável pela biblioteca da Unoesc Chapecó, Viviane Disarz informa que a biblioteca conta com um acervo de mais de 20 mil obras e, no período de férias, o horário de funcionamento é das 13 às 19. Os livros que forem retirados agora poderão ser devolvidos até o dia 21 de fevereiro. A Biblioteca está localizada na universidade no bairro Seminário.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

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9 de dezembro de 2012

Professora lança livro sobre ensino para surdos

Ensinar língua portuguesa requer preparo, imagina então, como é ensinar para pessoas que não escutam. É sobre esse desafio que Veridiane Pinto Ribeiro, professora dos cursos de Licenciatura da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), trata no livro “Ensino de língua portuguesa para surdos: percepções de professores sobre adaptação curricular em escolas inclusivas”.  A obra será lançada no dia 15 de dezembro, na Associação de Surdos de Balneário Camboriú (Asbac).

A pesquisa, feita no Mestrado em Educação da Univali, apresenta um levantamento do ensino de português para turmas do 6º ao 9º, nas escolas inclusivas, estaduais e municipais, de Itajaí.

“A educação para surdos em Itajaí está passando por uma adaptação. São muitas as tentativas, mas ainda há muitas incertezas”, relata a autora. Para Veridiane, os professores que ensinam para turmas mistas, com ouvintes e não ouvintes, ainda carecem de auxílio e olivrosurdosrientações nas suas práticas diárias.

O livro é dividido em duas partes. Na primeira investiga a educação bilíngue, traça um perfil do professor e detalha o papel das escolas inclusivas. Na segunda, faz a relação das estratégias e práticas usadas pelos professores em sala de aula com as diretrizes dos documentos oficiais, com o objetivo é caracterizar a percepção dos professores sobre adaptação curricular.

“Ensino de língua portuguesa para surdos” é lançado pelas Editoras Prismas e Appris, e poderá ser adquirido no dia do lançamento, ou então, no site das editoras, no valor de R$ 42,00 .

Além de egressa do Mestrado em Educação, Veridiane Pinto Ribeiro é docente das disciplinas de Libras e Educação Inclusiva nos cursos de Licenciatura da Univali, e é professora do curso de intérprete do Núcleo de Estudos de Línguas e Literaturas Estrangeiras (Nelle) da universidade.

O lançamento da obra ocorrerá durante a noite cultural surda da Associação de Surdos de Balneário Camboriú (Asbac). Na ocasião, os integrantes da entidade farão exposição de artes plásticas, apresentação de teatro e interpretação de músicas em Libra. O evento terá início às 18h, dia 15, na Asbac, situada na rua Itália, em Balneário Camboriú.

Mais informações: (47)3341-7516, Mestrado em Educação.

Fonte: Univali

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24 de outubro de 2012

Portal da Biblioteca Digital do Patrimônio Ibero-Americano

Num exemplo de cooperação internacional, foi apresentada na última terça-feira, 19, a versão beta do portal da Biblioteca Digital do Patrimônio Ibero-Americano (BDPI), que reúne 136 mil itens. O projeto da Associação de Bibliotecas Nacionais da Ibero-América (Abinia)  integra os acervos das Bibliotecas Nacionais do Brasil, Chile, Colômbia, Panamá e Espanha, e permite a consulta aos acervos das mesmas através de ferramentas de buscas específicas.

Com a iniciativa, a Abinia pretende incentivar as bibliotecas associadas a promoverem a digitalização de suas coleções, aBDPI automação e padronização de seus catálogos, adaptando-os aos padrões internacionais. O portal ainda é uma versão beta (experimental) porque a Abinia espera incorporar nos próximos meses o maior número de bibliotecas nacionais da região.

O portal da BDPI apresenta seleção de documentos, livros, mapas, imagens, testemunhos das grandes viagens e explorações, mais de 15 mil gravações de som, cerca de 8,6 mil partituras, obras, monografias e periódicos sobre literatura, escritores e estudos literários. A Biblioteca Nacional da Espanha contribui com 87,5 mil registros, a do Chile com 21,5 mil registros, a do Brasil, que tem sede no Rio de Janeiro, com 19,5 mil registros, a da Colômbia com 7,1 mil registros e a do Panamá com 925 registros.

A BDPI pode ser acessada através do link http://www.iberoamericadigital.net/gdl/

Fonte: ALC

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27 de julho de 2012

Biblioteca itinerante beneficia cerca de 5 mil pessoas

O mundo encantado da leitura envolveu 4.925 pessoas em quatro meses, por meio do projeto contação de histórias e da kombi da Fundação Aury Luiz Bodanese. A iniciativa integra o programa “Amigo Energia” e conta com o apoio da Coopercentral Aurora Alimentos e do Instituto Guga Kuerten (IGK).

No período de janeiro a abril deste ano, foram desenvolvidas 22 ações, em diversos municípios, beneficiando centros de educação infantil, escolas, hospitais, entidades e outros espaços públicos.

Neste ano, as atividades foram intensificadas com o reforço da kombi, que é uma biblioteca itinerante onde os voluntários levam conhecimento de maneira lúdica à comunidade. “Percebemos, que neste ano, há uma procura maior porque essa iniciativa tem estimulado os participantes a gostarem de histórias e da leitura”, ressalta a presidente da Fundação, Isabel Cristina Machado.

Em janeiro, a “Ação Comunitária” atendeu moradores de Quilombo e dos municípios próximos. O evento contou com a presença de 232 pessoas que participaram do projeto contação de histórias, do programa Vivendo Saúde, do programa A Turminha da Reciclagem e de artesanato. Também receberam apoio jurídico e outras atividades socioculturais.

No mês de fevereiro, a kombi esteve em sete locais. No FACH I durante todo o dia os contadores de história interagiram com 280 colaboradores nas áreas de lazer, entrada de vestiário e no refeitório. Em Quilombo, 226 trabalhadores foram recepcionados com histórias temáticas e a biblioteca itinerante. Na Casa Maria Maria e Casa Dona Jeneci tiveram momentos de descontração 25 mulheres e crianças, que estão em estado de vulnerabilidade social e familiar. Vinte e nove alunos participaram da roda de leitura na Aquarela Pró-Autista. Em Erechim, fobibliotecaitinerram desenvolvidas duas ações: na Fábrica de Rações foi abordada contação de história com palestra sobre cooperativismo, que integrou 242 pessoas; no FAER II foi feita leitura, contação de histórias e outras atividades com 193 colaboradores. No município de São Carlos ocorreu capacitação para 50 coordenadores dos projetos das unidades da Aurora Alimentos.

Em março foram promovidas sete ações com a participação da kombi da Fundação. No município de Catanduvas, 1.330 crianças da pré-escola até o nono ano da rede municipal e estadual usufruíram da contação de história e do programa “A Turminha da Reciclagem”. Em Maravilha, a roda da leitura atendeu 40 pessoas na APAE. Em Chapecó, a kombi esteve na IACH e no FACH II com o objetivo de incentivar a leitura dos 326 participantes. Na Casa Acolhedora Dona Geneci e na Casa Acolhedora Dona Jurema o projeto beneficiou 24 crianças. Em Maravilha, 80 colaboradores da Unidade Aurora Alimentos conheceram os programas da Fundação. No município de Cunha Porã, 64 trabalhadores da Fábrica de Rações tiveram momentos de interação e de imaginação com os contadores de história.

No mês de abril, o projeto contação de histórias promoveu sete ações. Em Chapecó, as atividades foram desenvolvidas na Aurora Matriz com 65 crianças da dança; em Alto da Serra com 178 estudantes; na Praça Coronel Ernesto Bertaso com 200 alunos e no Centro de Convivência dos Idosos. Em São Miguel do Oeste foi realizado o projeto nos dias 11 e 27 de abril, com a integração de 598 participantes. No município de Quilombo a kombi atendeu 950 crianças das escolas Branca de Neve, Madre Paulina, Presidente Goulart, João Paulo I, APAE e CEIM Branca de Neve. Em Erechim, a roda de leitura integrou 250 crianças.

As escolas, entidades e instituições interessadas em agendar atividades de contação de histórias devem entrar em contato com a Fundação através do telefone 3321-3131 ou enviar e-mail para amigoenergia@falb.org.br

Fonte: MARCOS A. BEDIN

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20 de maio de 2012

Lançada cartilha para pessoas com Alzheimer

A sub-regional de Blumenau da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz) lançou na noite de terça-feira (15/5), na Biblioteca Universitária da FURB, uma ferramenta inédita no auxílio aos portadores da doença, estimados em 1 milhão no Brasil. A Cartilha de Atividades Abraz oferece uma série de exercícios mentais para auxiliar no tratamento dos pacientes.

O livro, que será vendido para sub-regionais de todo o país, traz diversas sugestões de atividades, do jogo de argolas até letras de música, de cruzadinhas a cálculos matemáticos. A capa foi produzida pelo artista Ottomar Theilacker, de Timbó, que convive com a doença há uma década e vem utilizando a arte como terapia.alzheimer

A sub-regional da Abraz em Blumenau faz reuniões quinzenais com cuidadores, familiares e com os próprios pacientes, com apoio do Programa de Educação Permanente (PROEP). Os encontros são sempre nas terças-feiras, das 18h às 20h, na sala 1 do Bloco H, Campus 1 da FURB.

O grupo também realiza atividades extras, como passeios, e faz palestras de prevenção e conscientização. “Muitos portadores de Alzheimer ainda são tratados como dementes, caducos, esclerosados, quando na verdade sofrem de uma doença que tem tratamento. A família precisa notar isso”, afirma Irene Joana Nerlich Sotto, coordenadora da sub-regional. Segundo ela, a doença pode se manifestar já aos 45 anos, mas normalmente ocorre a partir dos 65. “O momento de se aposentar é tido como chave para desencadear a doença. É preciso substituir o trabalho por outras atividades”, explica.

Contatos pelo telefone (47) 3336-1828 ou (47) 3321-0348 ou pelo e-mail edupermanente@furb.br

Fonte: FURB

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22 de novembro de 2011

Livro: Enfermagem em Santa Catarina, Recortes de uma História (1900-2011)

Será lançado nesta quarta-feira, dia 23, às 17h30min na Assembleia Legislativa de SC o livro Enfermagem em Santa Catarina, Recortes de uma História (1900-2011), organizado pelas professoras Miriam Susskind Borenstein e Maria Itayra Padilha. O livro foi produzido pelo Grupo do Estudos de História do Conhecimento da Enfermagem e Saúde (GEHCES), que existe desde 1995 e está ligado ao Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PEN) da UFSC.

Formada por 14 artigos, a obra está organizada em três partes. A primeira conta a história do GEHCES, explica como foram feitas as pesquisas históricas, baseadas em análise documental e entrevistas, e traz os relatos dos primórdios da enfermagem em Santa Catarina no início do século XX.

A segunda parte conta como foi o trabalho dos enfermeiros nos três hospitais de exclusão criados na década de 1940: Hospital Nereu Ramos, que cuidava de casos de tuberculose, a Colônia Santana, dedicada aos tratamentos psiquiátricos, e o Hospital Colônia Santa Teresa, para os tratamentos dos casos de hanseníase.enfermagemlivro

A terceira parte do livro aborda a enfermagem praticada na Maternidade Carmela Dutra e no Hospital Infantil Edith Gama Ramos, que atualmente chama-se Joana de Gusmão. No último capítulo o leitor pode conhecer alguns personagens que contribuíram para essa história. São pequenas biografias que dão a dimensão história e mostram que, para períodos diferentes foram criados hospitais diferentes, nos quais se praticava uma enfermagem diferente.

“Trata-se de uma obra densa e consistente com rigor científico e valor histórico sem precedentes, pois lega às futuras gerações o conhecimento acerca da profissão de Enfermagem e do contexto da saúde da população catarinense ao longo dos séculos XX e XXI”, escreve na apresentação a professora Marta Lenise do Prado.


Mais informações:

O quê: Lançamento do livro “Enfermagem em Santa Catarina, Recortes de uma História (1900-2011)”, Editora: Secco, 277 páginas.

Local: Assembleia Legislativa de Santa Catarina

Data e hora: 23/11/2011 às 17h30min

Contato: Profa. Miriam Borenstein – fones 3223-1050 e 9911-8543, email: miriam@nfr.ufsc.br

Fonte: Agecom

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20 de setembro de 2011

Portal Catarina está no ar

Quando o Núcleo de Pesquisas em Informática, Literatura e Linguística da Universidade Federal de Santa Catarina iniciou, em 1995, o que viria a ser a maior biblioteca digital de literatura brasileira do País, a grande discussão era se o meio eletrônico desbancaria o papel do livro impresso. Passados 16 anos, essa oposição entre velhas e novas tecnologias de leitura saiu de foco. O Portal Catarina, que a UFSC, através do NuPILL, lança no dia 7 de outubro, aposta no reforço que o meio digital pode dar à leitura e à própria expansão da literatura. Com acesso livre e gratuito, o banco de dados reúne informações e obras de 311 autores, representando o mais completo catálogo da literatura catarinense já publicado em qualquer meio.

O Portal entrará em completo funcionamento no endereço www.portalcatarina.ufsc.br, durante o I Seminário de Literatura e Meio Digital da UFSC, promovido pelo NuPILLnos dias 6 e 7 de outubro, com apoio da Secretaria de Cultura e Arte e como parte das comemorações do aniversário de 40 anos dos Cursos de Pós-graduação em Letras (Literatura Brasileira, Inglês e Linguística).Portalcatarina

São informações sobre 1.399 obras e 311 autores cadastrados de todos os tempos, escolas literárias e estilos, incluindo referência bibliográfica, local e ano da edição, editora, gênero, dados biográficos do escritor, profissão, gêneros que publicou e produção bibliográfica. São ainda 95 obras literárias digitalizadas que já estão sob domínio público. Um grande diferencial é a reunião de 2.937 documentos digitalizados de acervos pessoais dos escritores, dando testemunho de sua vida intelectual.

O navegador poderá entrar direto pelo Portal Catarina ou ter acesso ao banco catarinense pelo banco de dados geral doNuPILL (www.nupill.org), que mantém hoje o mais completo acervo digital de literatura brasileira, com informações sobre mais de 71 mil obras de mais de 16.500 autores, além de trazer 3.364 arquivos de obras digitalizadas que já se encontram em domínio público.Os usuários não precisam se inscrever nem pagar qualquer taxa e podem ler os arquivos online, fazer download ou inclusive imprimir as obras caso prefiram a leitura no papel.

Duarte Schutel, Horácio Nunes Pires, Araújo Figueredo, Virgílio Várzea, Cruz e Sousa (obra completa),Delminda Silveira, Maura Senna Pereira, Luiz Delfino e Ernani Rosas (obra poética) são alguns exemplos de autores que estarão com suas obras no portal. Além disso o Portal Catarina está aberto à atualização permanente e a inclusão de críticas e resenhas literárias sobre os autores em questão, que serão selecionadas e publicadas.

Fonte: www.secarte.ufsc.br

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28 de agosto de 2011

Perguntas e Respostas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o objetivo de informar o eleitor quanto ao funcionamento do processo eleitoral brasileiro, lançou a cartilha Perguntas e respostas – Guia do Eleitor, elaborada pela Assessoria de Imprensa e Comunicação Social da Corte.

A publicação tem um capítulo que esclarece as formas de exercício direto da soberania popular plebiscito e referendo, e explica as nuances de cada um. “A diferença principal entre os dois institutos é que o plebiscito é uma consulta prévia feita à população sobre a possibilidade de se adotar uma lei ou um ato administrativo, de modo que os cidadãos possam aprovar ou rejeitar as opções que lhe são propostas. O referendo é uma consulta feita à sociedade após aprovação de uma lei ou um ato administrativo, cabendo à população aceitar ou não a medida”, diz o texto.guiaeleitor

O guia aborda, ainda, conceito e informações sobre partido político: regras para a criação de partido, filiação e desfiliação partidária, fundo partidário, entre outros. “Partido político pode ser definido como uma entidade formada pela livre associação de pessoas, com uma ideologia em comum, cujas finalidades são assegurar, no interesse do regime democrático, a autenticidade do sistema representativo e defender os direitos humanos fundamentais”, esclarece a publicação.

Mais temas de interesse do eleitor são tratados no guia: votação no exterior, propaganda eleitoral, conduta vedada a agentes públicos, coligação e convenção partidária, justificativa eleitoral e informações sobre eleitores e candidatos.

Clique aqui para conhecer a cartilha.

Fonte: TSE

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15 de maio de 2011

Pensar e escrever o animal

Seja na metamorfose de um jovem em inseto ou no profundo mergulho interior de uma dona de casa ao encarar uma barata no armário, as artes e a literatura sempre tentaram esgarçar as grades com as quais a ciência e o comportamento antropocêntricos separam os homens das outras espécies. Meninos-pássaros, homem-jangada, esposas vegetais, mulher-pantera, pergaminho humano, matrix, avatares, indivíduos biônicos, água viva: o homem sempre experimentou existências híbridas no plano do imaginário, frutos do contágio e da contaminação.

Mesmo a ficção científica quando zoofóbica ou tecnofóbica manteve-se como linha de fuga, linguagem-refúgio para a existência de um ser além de classificações, irredutível, neutro, inumano. E seria preciso aludir ainda às lendas indígenas, à cultura oriental e à religiosidade pagã, onde o humano se pluraliza em outras Pensar-escrever-o-animal-3dformas de vida, desfilando guerreiros transformados em lua, noivas em nenúfar. É nesses lugares privilegiados de acesso ao imaginário e de projeção de mundos possíveis que as jaulas podem se abrir para que o humano encontre a natureza e a fera livre das amarras da pretensa racionalidade que sustenta a supremacia e a arrogância da espécie desde a idade média.

Essas experimentações do imaginário finalmente ecoaram para a ciência. Só no século XX e sobretudo neste século, quando as fronteiras entre o animal, o humano e a máquina foram mais seriamente tensionadas, parte emergente dela decidiu colocar em xeque os parâmetros em torno do conceito de humano com base no que supunha saber sobre os animais e outras espécies. Fruto de uma parceria entre a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina e a Fapemig, a obra Pensar/Escrever o Animal; ensaios de zoopoética e biopolítica vem a público com esse propósito. O lançamento em Florianópolis está marcado para segunda-feira (16), às 17 horas, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, como parte das comemorações dos 30 anos da editora promovidas pela Secretaria de Cultura e Arte. Organizada pela professora da Universidade Federal de Minas Gerais, Maria Esther Maciel, a obra é a primeira publicação no Brasil que expressa o pensamento contemporâneo multidisciplinar em torno de uma das questões mais emergentes da atualidade: a superação do antropocentrismo.

Fonte: UFSC

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27 de março de 2011

A Bíblia foi forjada?

Partes da Bíblia foram escritas por pessoas que mentiram sobre sua identidade, é o que afirma o escritor Bart Ehrman. Segundo ele muitos dos livros do Novo Testamento foram forjados por pessoas que fingiram ser os apóstolos Pedro, Paulo ou Tiago. Professor de estudos religiosos na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, Ehrman já escreveu 21 livros sobre religião, incluindo Verdade e Ficção em O Código Da Vinci, sobre o best-seller de Dan Brown, e O que Jesus Disse? O que Jesus Não Disse? – Quem mudou a Bíblia e por quê, que figurou entre os mais vendidos na lista do jornal The New York Times.

Ele também escreve no blog Huffington Post. Agora, em Jesus, Interrupted (ainda sem tradução), que será lançado no Brasil no segundo semestre, Ehrman tenta revelar as contradições da Bíblia, que provam, segundo ele, que o livro não foi enviado à humanidade por Deus.

Em seu novo livro, Porque os autores da Bíblia não são o que pensamos que são, o professor Ehrman afirma que a segunda Epístola de Pedro  foi forjada. "Alguém escreveu se passando por Pedro", escreve ele. Muitos estudiosos pensam que seis das 13 cartas supostamente escritas por Paulo foram realmente de autoria de alguém se passando por ele, afirma o professor Ehrman.

O Professor Ehrman afirma também que o autor do livro de Timóteo 1, que dizia ser dbibliae Paulo, mas que na realidade foi escrito por alguém, depois que Paulo já havia morrido. O autor teria usado o nome do apóstolo para resolver um problema que ele viu na igreja, segundo o professor Ehrman. "As mulheres exercendo autoridade sobre os homens. Isso tinha que parar ", escreve ele.

“O autor disse que as mulheres devem ser silenciosas e submissas, e lembrou a seus leitores sobre o que aconteceu pela primeira vez quando uma mulher foi autorizada a exercer autoridade sobre o homem, no incidente do jardim do Éden.

"Não, o autor argumentou, se as mulheres queriam ser salvas, elas devem se limitar a ter bebês (Tm. 1 2:11-15). "E por que isso importa? Como a passagem é usada ainda hoje pelos líderes da igreja para oprimir e silenciar as mulheres ", escreve o professor Ehrman.

'Por que não existem mulheres padres na Igreja Católica? Por que as mulheres não têm permissão para pregar em igrejas conservadoras? Por que existem igrejas hoje que não permitem nem mesmo que as mulheres falem? "Em grande parte, é porque alegadamente Paulo ensinou que as mulheres tinham de ser silenciosa, submissa e procriadoras. Só que a pessoa que ensinou isso não era Paulo, mas alguém que se passou por ele para iludir seus leitores”.

"Parece que alguns dos escritores do Novo Testamento, como os autores de Pedro 2, Timóteo 1 e Efésios, sentiram-se perfeitamente justificados em mentir, a fim de dizer a verdade", escreve ele.

"Mas hoje podemos pelo menos, avaliar e perceber o quão humano e falível, eles eram."

Fonte: Daily Mail

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24 de março de 2011

Eu quero ser empresário...Rico

“Mostrar a transformação do heróico empreendedor brasileiro, que entende do empreendimento, sabe trabalhar, mas não sabe ganhar dinheiro, num empresário com espírito empreendedor, que entende de empresas e sabe ganhar dinheiro”. Este é o objetivo do livro “Eu quero ser empresário...RICO!, de Joel Fernandes, que será lançado nesta sexta-feira, dia 25, às 14 horas, durante à Expen - Feira em Gestão, Serviços e Tecnologia, no Centro de Cultura e Eventos, em Chapecó. A iniciativa é organizada pelo Sebrae/SC.

Na obra, o autor sugere ao empresário que abandone a ideia de ser apenas um pequeno empreendeuqueroseremprricoedor e propõe um conceito inovador: empresário emergente. Neste conceito, Joel Fernandes desenvolve a ideia de que, para gerar riqueza e crescer continuamente é necessário que empresário esteja focado e pensando que o estudo, a criatividade e a perseverança são fundamentais para o sucesso.

Em 12 capítulos, o autor responde questionamentos como o que é uma empresa?; o que é emergente?; o que é empresa heróica?; o que é sobrevivente?; o que é empreender?; o que é ser dono de empresa sobrevivente?; o que é motivação do dono de empresa sobrevivente?; o que é a verdade sobre a heroica empresa sobrevivente no Brasil que ainda não se tornou rica?; entre outras.

Joel Fernandes também é autor da obra “Sua pequena empresa: muito além da sobrevivência” e “Empresário Rico também vai para o céu”. É graduado em engenharia, especialista em marketing e autor de vários artigos publicados na revista Empreendedor.

Mais informações no site www.euqueroserempresariorico.com.br

Fonte: MARCOS A. BEDIN

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13 de janeiro de 2011

Download: Cartilha para a produção agroecológica

Em formato de história em quadrinhos, a nova Cartilha do Produtor Rural,  lançada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FBB), traz o passo a passo de como construir uma unidade de Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (Pais).

O Pais é um projeto apoiado pelo Sebrae que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida e propoCartPaisrcionar sustentabilidade às populações atendidas. Inspirada numa comunidade de agricultores, a publicação, escrita em linguagem simples, explica com ilustrações como deve ser feita a escolha do terreno. O material  também fala da importância de se atuar em sociedade e cooperativas com outros agricultores para aumentar a renda familiar com a venda dos produtos orgânicos derivados do projeto.


A Cartilha destaca ainda as principais dúvidas que podem surgir no processo de implementação do Pais, entre elas o que fazer com os alimentos da colheita que sobram da refeição familiar. De acordo com Newman Costa, coordenadora de Projetos Orgânicos, Pais e Horticultura do Sebrae, a nova cartilha vai ser entregue em todos os pontos de atendimento da instituição e nas escolas técnicas. “A ideia é disseminar de forma simples a maneira de construir o Pais dentro de uma pequena comunidade”, diz Newman Costa.


O produtor que quiser ter acesso à nova publicação pode procurar um ponto de atendimento do Sebrae. A publicação também está disponível para download na página da internet:http://www.sebrae.com.br/setor/horticultura.

Acesse a página do Pais no Portal Sebrae

Fonte:

Agência Sebrae de Notícias

Assista ao vídeo que mostra como funciona o Pais:

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21 de dezembro de 2010

Qual a origem do Boi-de-Mamão?

A brincadeira do Boi-de-Mamão, que tanto encanta crianças e adultos por onde se apresenta, é uma das manifestações mais populares do litoral catarinense, revelando um auto dramático, encenado com alegre coreografia, ao som de uma cantoria que contagia e envolve todo o público.

Segundo alguns pesquisadores trata-se de uma versão do Bumba-Meu-Boi difundido no Noboidemamaorte e Nordeste do Brasil. No livro "Águas Passadas", de José Boiteux, consta como primeiro registro da brincadeira em Santa Catarina, o ano de 1871. A obra descreve uma dança realizada em Desterro (antigo nome de Florianópolis).

Mas uma nova pesquisa, afirma que o Boi-de-Mamão, pode ter chegado à Ilha de Santa Catarina por obra dos espanhóis que várias vezes estiveram em terras catarinenses entre os anos 1500 e 1800, e não por influência do bumba meu boi nordestino como defendem alguns pesquisadores. 

A surpreendente revelação é um dos assuntos do livro O Boi de Mamão, folguedo folclórico da Ilha de Santa Catarina – Introdução ao seu Estudo, do professor e folclorista Nereu do Vale Pereira, pesquisador do Núcleo de Estudos Açorianos da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC. A obra foi lançada na sexta-feira (17/12), às 16h30, no Largo da Alfândega, dentro da programação do Encontro de Bois de Norte a Sul -Ano 2.

Estudioso da cultura açoriana, o pesquisador também descarta a origem do folguedo nos Açores, contrariando o pensamento de muitas pessoas que divulgam a tradição. “Nos Açores não existe boi de mamão. Há brincadeiras com o boi de verdade, no campo ou na corda”, contesta o escritor. Segundo ele, o folguedo catarinense tem semelhança com práticas ibéricas ligadas às corridas de touro como o Juego de La Vaquilla ou Toro de Mimbre, feito com bois falsos para iniciar jovens nos exercícios taurinos na Espanha – e bem diferente da forma ritualística do bumba meu boi nordestino, de influência africana.

Com 188 páginas, a obra aborda as origens do boi de mamão como folguedo folclórico em Santa Catarina, assim como formas de organização da brincadeira, desde a construção dos personagens e confecção do figurino, além da seleção das cantorias e treinamento dos cantores e dançadores para sair às ruas. O livro traz ainda ilustrações de obras feitas por artistas espanhóis no século 18, que mostram imagens de brincadeiras com bois falsos confeccionados em madeira, couro ou tecido. O trabalho é resultado da vivência como participante deste folguedo popular e de mais de 30 anos de pesquisas sobre o tema nos Açores, Portugal continental, Brasil e Espanha.

Publicado pela Associação Ecomuseu do Ribeirão da Ilha, o livro tem apoio da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes (FCFFC), Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina (NEA/UFSC), Comissão Catarinense de Folclore, Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, Associação Literária Florianopolitana (ALIFLOR) e Academia Desterrense de Letras.

Natural de Florianópolis e descendente de açorianos, Nereu do Vale Pereira é economista, especializado em Planejamento Econômico, Sociologia e Planejamento Educacional, com pós-graduação em Ciência Humanas e Sociais. Foi professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), entre outras instituições, além de ter atuado como vereador e deputado, tendo sido um dos fundadores do Partido Democrata Cristão em 1947.

Presidente da Comissão Catarinense de Folclore, Nereu do Vale Pereira é autorde dezenas de livros, artigos e vídeos sobre a cultura açoriana, com ênfase em Florianópolis e no Ribeirão da Ilha, onde dirige o Ecomuseu. Também é membro de diversas instituições culturais, entre elas, o Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, Academia Desterrense de Letras (ADL), Academia Catarinense de Letras e Artes (ACLA), Associação Literária Florianopolitana (ALIFLOR) e Conselho Estadual de Cultura.

Fonte: UFSC

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6 de novembro de 2010

Encontro marcado com a escritora Urda Klueger

A escritora Urda Klueger estará em Chapecó para acompanhar a apresentação cultural dos estudantes que participaram da edição 2010 do Projeto Encontro Marcado. Promovido pela Unimed Chapecó, o Encontro Marcado conta com a parceria da GERED (Gerência Regional de Educação), Prefeitura Municipal, Fundação Cultural, Biblioteca Pública, Livraria das Faculdades e Sebo Panacéia. Seu foco é a formação de leitores, através de incentivo ao exercício da leitura de livros e crônicas de autores catarinenses em sala de aula.

O Encontro Marcado deste ano está incluso na programação em comemoração aos 70 anos da Biblioteca Pública de Chapecó. O cronograma inicia no dia 8 de novembro, às 19 horas, na biblioteca com abertura das atividades comemorativas.No dia 9, às 8h30, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nês (sala Agostinho Duarte), será realizado o “Encontro Marcado”. Durante o evento, os alunos apresentarão os trabalhos que produziram baseados nas obras da autora. Às 15h30,na Livraria das faculdades, haverá Happy Hour com a participação da escritora, escritores, gestores, parceiros e professores envolvidos no projeto. Às 19 horas,haverá confraternização com escritores e leitores chapecoenses no Sebo Panacéia.No dia 10, às 9 horas, Urda visitará a escola Marechal Bormann.Urda

Catarinense da cidade de Blumenau, Urda Alice Klueger nasceu em 16 de fevereiro de 1952. Seu primeiro grande sucesso foi "Verde Vale", que conta uma saga dos primeiros colonizadores de Santa Catarina. Outros trabalhos seus são "As brumas dançam sobre o Espelho do Rio" (hino à natureza, à liberdade e ao amor), "No Tempo das Tangerinas" (conta a vida dos colonizadores do Vale do Itajaí, durante a Segunda Guerra e como a vida resiste às angústias, "A guerra nunca acabava, mas o tempo das tangerinas voltava sempre."), "Vem, Vamos Remar" (sobre as enchentes de Blumenau), "Te Levanta e Voa" (sobre jovens a procura de seu destino), "Cruzeiros do Sul", "Recordações de Amar em Cuba II", "A Vitória de Vitória" (infanto-juvenil) e "Entre Condores e Lhamas". Urda escreve, com linguagem simples e objetiva, obras consistentes e seu texto tem sabor de poesia.

O objetivo do projeto Encontro Marcado é oportunizar aos alunos do ensino médio das escolas contempladas (Antônio Morandini, Marechal Bormann e Pedro Maciel) a aproximação com um escritor catarinense, vivenciando concretamente uma situação cultural e momentos de aprendizagem através da leitura, análise e interpretação dos textos de crônicas e contos do autor.

Para o desenvolvimento das atividades, a Unimed através do Setor de Responsabilidade Social, entregou 72 exemplares dos livros da autora às três escolas atendidas pelo projeto. “O encontro entre o escritor catarinense e os alunos que leram sua obra é a etapa mais emocionante e gratificante do projeto”, salienta a assistente social da Unimed Chapecó, Juciele Wrublewski.

As obras trabalhadas neste ano são Verde Vale, Cruzeiros do Sul, No tempo das tangerinas, No tempo da bolacha Maria, Crônicas de natal e Histórias da minha avó.

Subsidiado pela Federação das Unimeds de Santa Catarina desde 2005, o projeto iniciou em Chapecó no ano de 2008, quando a Unimed Chapecó adquiriu 100 exemplares do livro “Encontro de Abismos” do autor Júlio de Queiroz e repassou a três unidades escolares. Em 2009, a cooperativa forneceu 100 unidades do livro "13 CASCAES" do autor Fábio Brüggemann.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

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28 de outubro de 2010

Biblioteca Nacional completa 200 anos

Criada em 29 de outubro de 1810, a partir da coleção trazida por dom João VI, com a vinda da família real portuguesa para o Brasil, a Biblioteca Nacional celebra nesta sexta-feira (29) 200 anos de existência.

De um acervo inicial de cerca de 60 mil peças — já naquela época de valor inestimável — similar às melhores coleções reais europeias, a biblioteca abriga hoje mais de 9 milhões de obras, sendo considerada pela Unesco uma das dez maiores do mundo.

“A Biblioteca Nacional é o espelho de nossa memória bibliográfica”, afirmou a diretora do Centro de Referência e Difusão da instituição, Monica Rizzo, ao ressaltar a importância para o povo brasileiro do bicentenário.

O crescimento do acervo, ao longo desses 200 anos, foi impulsionado por força da legislação do Depósito Legal, pela qual os editores devem enviar um exemplar de tudo o que é publicado no País para a Biblioteca Nacional. 

BiblioNac

O acervo trazido para o País pela família real portuguesa, abrangia livros, manuscritos, mapas, estampas, moedas e medalhas, e foi inicialmente acomodado numa das salas do Hospital do Convento da Ordem Terceira do Carmo, na então Rua Direita, hoje Rua Primeiro de Março.

Há 100 anos, em 1910, era inaugurado o prédio em estilo eclético, com elementos neoclássicos, na Avenida Rio Branco, na Cinelândia, centro do Rio, onde a instituição funciona até hoje.

Atualmente, além dos 5 mil leitores presenciais por mês, que frequentam o prédio da Avenida Rio Branco e mais duas unidades na cidade, a Biblioteca Nacional tem cerca de 1 milhão de visitas mensais ao seu portal na internet.

Por meio do portal, o leitor pode acessar a biblioteca digital, e nela, pesquisar diversas obras, incluindo as de maior importância histórica e cultural do acervo.

Duzentas das obras mais representativas desse acervo estarão na exposição comemorativa do bicentenário, com abertura para o público no próximo dia 3 de novembro.

A mostra Biblioteca Nacional 200 anos: Uma Defesa do Infinito, montada em módulos temáticos, inclui raridades como a Bíblia de Mogúncia, datada de 1462, a obra impressa mais antiga existente no Brasil.

“A nossa intenção é a de tentar mostrar para o público um panorama das maiores preciosidades desse acervo, e também as curiosidades, e de alguma forma contar a história dessa coleção ao longo desses 200 anos”, disse Monica Rizzo. A exposição poderá ser visitada de segunda-feira a sábado, das 10 às 17 horas, com entrada franca.

Fonte: Agência Brasil

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20 de outubro de 2010

Cooperativismo ao alcance de todos

“Cooperativismo ao alcance de todos” é o título da obra reeditada neste ano pela Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). Organizada em 17 capitulos e 38 páginas, a obra concentra valiosas informações sobre a doutrina, a legislação e a prática cooperativista no Brasil.

Os capítulos tratam dos seguintes temas: uma lição de cooperação, exemplos de cooperação, conceituações, origens do cooperativismo, os precursores, a primeira cooperativa, os princípios, a expansão da ideia cooperativista, representação do sistema cooperativista, significado dos símbolos da cooperaçcartilhacooperão e o cooperativismo no Brasil e em Santa Catarina.

Outras abordagens consistem na nova fase do cooperativismo, no cooperativismo como forma de organização social e na estrutura de uma cooperativa.

A publicação é distribuida gratuitamente pela Ocesc e destina-se a professores e estudantes do ensino fundamental, cooperados, funcionários e cooperativas,líderes de comitês e demais interessados.

O trabalho foi originalmente elaborado por Alcyr Peters Hartung e, posteriormente, revisada e atualizada pela equipe técnca da Ocesc e do Sescoop, tendo a frente o presidente Marcos Antônio Zordan e o superintendente Geci Pungan, acompanhados dos colaboradores Paulo von Dokonal, Ramiro Hensel, Milton Dalago, Laércio Meneghini, Élvio Silveira, Valéria Hirasike, Alexandre Alves, Dione Palhares e Patrícia de Souza.

Por: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

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13 de novembro de 2009

Conhecendo os direitos dos animais

A obra “Conhecendo os direitos dos animais”, de autoria da advogada e professora universitária, Renata Braga Klevenhusen, com ilustrações da artista plástica chapecoense, Marlowa Pompermayer Marin , eLivroAnimais1ditado e publicado pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), será lançado, em Chapecó, nesta sexta-feira, dia 13, às 20 horas, na feira do livro no Centro de Cultura e Eventos de Chapecó.

O diretor da Unoesc, professor Eliandro Gustavo Bortoluzzi, diz que a instituição apoia projetos sociais que visem o bem da comunidade. “De fato, esta obra, de forma bem didática e ilustrativa, irá contribuir na formação cidadã das crianças”, destaca.

A iniciativa tem apoio da Associação Protetora dos Animais de Chapecó e Oeste Catarinense (Apache), ong da qual a ilustradora da obra é voluntária.

A presidente da Apache, Iara Lang, explica que a obra irá auxiliar no trabalho desenvolvido pela ong nas palestras já ministradas pelos voluntários nas escolas. Ela argumenta que se trata de uma cartilha com linguagem apropriada e ilustrações coloridas, que chamam a atenção das crianças. “A obra será uma ferramenta na educação e conscientização de estudantes, a partir dos quatro anos, sobre o cuidado com animais e posse responsável, despertando neles, inclusive, a vontade de se tornar um protetor dos animais”, afirma.

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Fonte: Marcos A. Bedin
MB Comunicação Assessoria de Imprensa
(49) 3323-4244, (49) 9967-4244
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15 de agosto de 2009

Os túneis secretos de Blumenau

Veja o vídeo de uma das mais instigantes e difundidas lendas urbanas da cidade de Blumenau.

O tema dos túneis é abordado no terceiro romance publicado por Fernando Henrique Becker Silva, intitulado “O Segredo do Meu Avô”.

Reza a lenda que o Teatro Carlos Gomes teria sido construído para receber Adolf Hitler no Brasil, ou ainda, para ser sede do III Reich nas Américas. Há comentários também que existem vários túneis secretos que cruzam o subsolo da cidade, o que permitiriam uma fuga emergencial do grande ditador alemão.

Veja o vídeo sobre esta lenda, feito pela Equipe Elite 007, como Prova da 17ª Gincana Cidade de Blumenau:


Para conhecer mais sobre os trabalhos de Fernando Henrique Becker Silva, acesse o site www.osegredodomeuavo.com.br. Nele, você pode situar-se por meio do mapa da cidade, ver fotos dos principais pontos mencionados no livro, contribuir para a construção da lenda dos túneis secretos de Blumenau, narrando suas experiências ou contando o que já ouviu a respeito, deixar um recado para o autor e desvendar o mistério lançado no final do livro.

Fonte: Jornal Metas

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13 de agosto de 2009

Livro: matemática também pode ser história

A obra focaliza, entre outros tópicos, a origem da idéia do número e os primeiros sistemas de numeração.

Fundamentos de Aritmética, de Hygino Hugueros Domingues, publicado pela Editora da Universidade Federal de SC, mostra que a teoria dos números possui uma grande importância histórica. De fato, segundo o autor, suas origens remontam à escola pitagórica, na qual a Matemática começou a ganhar a sua feição atual. Hugueros lembra que Elementos, de Euclides, a mais antiga obra matemática de caráter dedutivo a se preservar até nossos dias, dedica três dos seus trezes livros ao assunto. matematica1


Com a pretensão da auto-suficiência, a obra focaliza, entre outros tópicos, a origem da idéia do número, os primeiros sistemas de numeração, o surgimento da teoria dos números propriamente dita, o conceito de congruência, a representação decimal dos números racionais e irracionais e parte do corpo de números complexos.


Hygino Hugueros Domingues é formado em Matemática pela Universidade de São Paulo, trabalhou em várias instituições de ensino superior, entre as quais a Pontifícia Universidade Católica de Campinas e Universidade Estadual Paulista – Unesp. Como professor universitário atuou principalmente nas áreas de Álgebra Moderna, Topologia, Teoria dos Números e História da Matemática. Na PUC de São Paulo ministrou cursos de Álgebra Linear, Anéis e Módulos e Teoria de Galois.

É autor de Espaços métricos e introdução à topologia e Fundamentos de Aritmética e co-autor de Álgebra Moderna e Álgebra Linear e aplicações, publicadas pela Atual Editora. Traduziu para o português Tópicos de história da Matemática para uso em sala de aula, Ensinando e aprendendo Geometria e As idéias da Álgebra, obras editadas originalmente pelo The National Council of Teacher of Mathematics.

Mais informações pelos fones 37231-9408 e 3721-9605.
Fundamentos de Aritmética
Hygino Hugueros Domingues
Editora da UFSC
346p., R$ 40,00

Fonte: UFSC

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17 de julho de 2009

Cartilha para micro e pequenas empresas

Publicação desenvolvida pelo Sebrae em parceria com o IBQP mostra a importância do tema para tornar os negócios mais competitivos.

Inovar é um dos mais importantes requisitos para que as empresas possam crescer e se manter de forma sustentável no mercado. Para chamar a atenção sobre o assunto e mostrar que o tema é mais acessível do que parece, o Sebrae Nacional elaborou a cartilha ‘Inovação como Estratégia Competitiva da Micro e Pequena Empresa’.


A publicação tem tiragem de 105 mil exemplares e foi produzida pelas unidades de Capacitação Empresarial (UCE) e de Acesso à Inovação e Tecnologia (UAIT), em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP).cartilhamicro


Na opinião de Edson Fermann, gerente de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae Nacional, a cartilha se soma a uma série de ações que o Sistema Sebrae já realiza para desmistificar o tema. Para Fermann, sem inovação, os negócios correm o risco de estagnar. “A empresa que não inovar vai ficar para trás, perderá mercado e ainda corre o risco de não sobreviver”, alerta.


Alessandra Cunha, analista da UCE, explica que a cartilha servirá para mostrar aos proprietários de negócios de micro e pequeno porte que a inovação deve ser um objetivo constante. “Inovar não significa apenas apostar em alta tecnologia. As empresas podem inovar na gestão, em seus processos, no desenvolvimento de produtos e serviços, em sua estratégia de marketing”, exemplifica a analista. Alessandra ressalta que a cartilha apresenta uma linguagem lúdica e acessível.


Os conceitos de inovação no livreto são contados por meio da história fictícia do empresário do ramo de confecções João Pedro. Ele usa a inovação para atingir o sucesso nos negócios. Em um de seus depoimentos, o personagem diz: “Comecei observando qual era o diferencial de cada uma de minhas concorrentes. O que pude notar é que cada uma delas havia inovado”.


Mais adiante, João afirma: “Li, fiz cursos, procurei conhecer a realidade do mercado, compreender melhor o perfil do consumidor que freqüentava as academias. (...) Descobri, então, um mercado que ainda não tinha sido contemplado com produtos específicos: o mercado voltado à terceira idade”.


As cartilhas sobre o tema inovação foram enviadas para as unidades estaduais do Sebrae e ficarão à disposição do público nos pontos de atendimento. Quem assistir à palestra gerencial “Inovação como Estratégia Competitiva da Micro e Pequena Empresa” também ganhará o material. A publicação ainda ficará disponível na internet, no site da Biblioteca online do Sebrae (www.biblioteca.sebrae.com.br). Edson Fermann estima que pelo menos 25% das 400 mil empresas que integram projetos coletivos e individuais do Sebrae devem se beneficiar dos conhecimentos da cartilha.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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