19 de setembro de 2009

Como a Acupuntura bloqueia a dor

Experiências feitas no University College, de Londres, e nas universidades de Southampton e York, com grupos de voluntários, obtiveram excelentes resultados.

A Acupuntura pode eliminar a dor desativando a região do cérebro que comanda esse tipo de sensações e funcionar como anestesia, de acordo com pesquisas de cientistas britânicos.

Pesquisadores do University College, de Londres, e das universidades de Southampton e York, realizaram experiências com grupos de voluntários em quem colocaram agulhas em pontos determinados do dorso da mão.

Em alguns casos, a agulha foi introduzida superficialmente, à uma profundidade de apenas um milímetro, enquanto em outros chegou-se a um centímetro de profundidade.

Os cientistas, que examinaram com um scanner o cérebro dos voluntários durante os testes, descobriram que a introdução superficial da agulha ativava as áreas do córtex motor, o que representa uma reação normal à dor.

Pelo contrário, se fosse colocada mais a fundo, o sistema límbico do cérebro era desativado, eliminado a dor, e o paciente só sentia uma espécie de formigamento.

Mark Lythgoe, neurocientista do University College londrino, que supervisionou os testes, qualificou a descoberta de importante porque mais uma vez fica demonstrado o efeito físico da Acupuntura no cérebro.

A professora Kathy Sykes, da Universidade de Bristol, foi testemunha de uma operação realizada com o coração aberto praticada em um paciente que, graças à Acupuntura, não teve que ser anestesiado. O fato foi abordado em sua tese.

Fonte: AmbaNews/University College of London

Leia Mais ►

18 de setembro de 2009

As relações de poder

Não me sai da cabeça a imagem de um fiel da igreja do Bispo Macedo que doou R$ 60.000,00 à instituição.

Por: Návia T. Pattussi/Psicanalista/naviat@terra.com.br

Este cidadão está aposentado por invalidez referida a problemas mentais e justifica que fez tal doação por que o pastor lhe assegurou que se assim o fizesse Deus lhe livraria do tormento emocional que grassa sua vida.

A situação parece absurda, pois foge à nossa capacidade de raciocínio uma postura como essa: uma relação de total submissão e entrega por parte de um, ao mesmo tempo que uma posição de exercício de poder quase que absoluto, uma violência simbólica, por parte do outro. Sim, pois a violência pode ser real, se demonstrada de uma forma concreta através de agressões físicas, ou simbólica quando dissimulada através de palavras doces ou de atos que escondem as reais intenções de explorar o outro ou de submetê-lo a serviço dos próprios prazeres ou interesses, sem que ele se dê conta disso. Acho essa, uma das situações mais perniciosas, pois desse tipo de violência é mais difícil, quando não, impossível do sujeito se defender. Temos também como exemplo disso os casos de pedofilia onde a exploração do outro se faz através da demonstração de um suposto afeto.

Usar o outro, sem o seu consentimento ou tendo a sua anuência através de argumentos enganosos a mim fere o mínimo princípio de respeito ao próximo. Porém, como alguém pode se deixar enganar dessa forma? Existe um mecanismo poderoso, muito conhecido pelas psicoterapias, que se chama “sugestão” onde o paciente submete-se cegamente ao poder e saber do terapeuta, o que é semelhante ao que ocorre numa relação amorosa, onde os amantes entram numa espécie de “transe” e de fantasias de toda a ordem. Mas o problema não é se essas relações são reais ou fantasiosas mas o quanto o detentor do poder pode se utilizar da fragilidade ou do estado de êxtase do outro para explorá-lo ou dirigi-lo. Essa uma questão ética premente no nosso dia a dia de terapeutas e nos exige um alerta constante.

Esses fatos colocam em xeque a relação que temos com a realidade e as pessoas, pois na verdade sempre corremos o risco de ver somente o que queremos ou suportamos enxergar. Por certo o mundo não é cor de rosa como imaginávamos na infância, mas é difícil “enterrar” isso e viver na crua ostensividade dos fatos que são a prova da factibilidade ou não do que pensamos.

Porém, viver mais com os “pés no chão”, como se diz, também pode nos revelar uma outra forma de estar no mundo nos fazendo pensar em estratégias e nos tornando menos vulneráveis ao poder que colocamos no outro, que tanto pode ser uma pessoa como uma instituição. Sim, pois o poder de alguém não é inato. Se ele assim aparece é por que alguém coloca o poder lá. Quem faz o líder, o ditador ou o explorador é aquele que assim o vê e esse olhar pode ser mudado.

Fonte: Marcos A. Bedin
MB Comunicação
Assessoria de Imprensa
(49) 3323-4244, (49) 9967-4244
mb@mbcomunicacao.com.br

Leia Mais ►

LG II GD335: O celular islâmico

O celular carrega o Corão, com música e imagens de texto que desliza na tela seguindo a recitação, e permite a sua tradução para várias línguas.

O Conselho Superior Islâmico aprovou o celular dotado de “funções islâmicas”, ofertado pela coreana LG aos muçulmanos, um mercado potencial estimado em 1,5 milhão de pessoas, de Casablanca até a Indonésia. O LG II GD335 traz, ainda, o anúncio das horas de oração, o convite à oração e tem, embutida, uma bússola eletrônica que indica a direção de Meca.

Outra sofisticação dirigida exclusivamente ao consumidor islâmico é a calculadora do celular, que determina com exatidão a quantidade de “zakat” – esmola, um dos cinco pilares do Islã -, que o seguidor de Maomé deve destinar aos pobres de acordo com o volume de seus ganhos anuais.

A sueca Nokia e a norte-americana Apple correram na frente nesse mercado e ofereceram aplicações específicas para o mês de Ramadã, nono mês do calendário islâmico, quando os muçulmanos praticam o jejum, o quarto dos cinco pilares do Islã. Esse é um tempo de renovação da fé e da prática mais intensa da caridade.

“No ano passado, mais de dois milhões e meio de muçulmanos baixaram em seu celular as aplicações para o Ramadã e, com base nos pedidos dos nossos clientes, melhoramos neste ano a oferta de novas aplicações”, disse para o La Repubblica o vice-presidente da Nokia para o Oriente Médio e África, Chris Braam.

A Igreja Católica e setores dela também têm recorrido às novas tecnologias de comunicação. O papa Bento XVI criou o sítio web “pope2you”, como ferramenta para enviar preces aos enfermos.

A Associação do Senhor Jesus (ASJ), seccional brasileira com sede em Campinas, São Paulo, e que se dedica à evangelização, contratou empresa de tecnologia para criar um sítio de relacionamentos com conteúdo essencialmente católico.

A página “nação católica” tem, segundo o jornalista James Cimino, da Folha de São Paulo, mais de 13 mil usuários e funciona como o Orkut, com perfis e comunidades, como a que está dedicada aos jovens de perfil atlético, que, contudo, não cultuam o corpo, mas a alma.

Fonte: ALC

Leia Mais ►

Recomendo

Arquivo do Blog