30 de novembro de 2013

Terapia por ondas de choque no tratamento da tendinite calcária

A terapia por ondas de choque vem apresentando excelentes resultados no tratamento de problemas músculo esqueléticos, tais como tendinites que não melhoram com os tratamentos habituais, dores musculares crônicas e falhas na consolidação de fraturas.

Caracterizadas por ondas acústicas de baixa, média ou alta energia, elas se propagam por meio do tecido até a região da dor, provocando um fenômeno chamado cavitação. Dessa forma, são rompidas microbolhas, que formam microrroturas no tecido inflamado, o que determina a liberação de substâncias antiinflamatórias locais e estimula o aumento na microcirculação. “É importante destacar que essas ondas atuam apenas em tecidos lesionados e não causam problemas em tecidos normais”, destaca o médico ortopedista e traumatologista de Chapecó, Joaquim Reichmann.

Os mecanismos de ação incluem efeito analgésico, alterações estruturais no tecido com aumento da atividade metabólica, estímulo do processo regenerativo do tecido e estímulo da formação óssea.

A tendinite calcária do ombro é uma das patologias em que a terapia por ondas de choque apresenta resultados significativos no tratamento. Caracterizada pela formação de depósitos de cálcio dentro dos tendões sadios do manguito rotador, a doença é explicada por várias teorias que determinam as causas, porém, a mais aceita está relacionada à presença de uma menor vascularização tendinosa, o que altera o metabolismo tecidual e, conseqüentemente, leva ao depósito de cálcio.Ondsch

Reichmann destaca que a doença predomina em mulheres de 30 a 50 anos. O lado direito é o mais atingido, no entanto, em 25 % dos casos a patologia atinge os dois lados do ombro. O principal sintoma é a dor, que pode variar de leve a intensa, podendo ser crônica ou aguda. “Não há relação entre o tamanho da calcificação e a intensidade dos sintomas, mas quando uma crise acontece, a pessoa pode perder os movimentos”, alerta.

A crise se manifesta quando o organismo “reconhece” a calcificação e tenta reabsorvê-la, causando tendinite e bursite por irritação química. Nesta fase, que pode durar dias ou semanas, a dor costuma ser intensa e só acaba quando o organismo “desiste” de tentar reabsorver a calcificação. Muitas vezes, a calcificação não é totalmente reabsorvida, fazendo com que o paciente fique sujeito a novas crises.

É comum o relato de pacientes que revelam sentir dor e limitação funcional há mais de dois anos. Isso leva ao desenvolvimento de atrofias, contraturas musculares e vícios posturais, que podem causar o desenvolvimento da síndrome do impacto (tendinite e bursite por compressão mecânica). “Ao sentir algum tipo de dor ou desconforto nos ombros, a orientação é que se procure um especialista, pois o diagnóstico precoce é essencial para obter os melhores resultados no tratamento”, enfatiza Reichmann.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

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24 de novembro de 2013

Bob Dylan: Like a Rolling Stone

G                    Am
Once upon a time you dressed so fine
Bm C D
You threw the bums a dime in your prime, didn't you?
G Am
People'd call, say, "Beware doll,
Bm C D
you're bound to fall" You thought they were all kiddin' you

C D
You used to laugh about
C D
Everybody that was hangin' out

C Bm Am G
Now you don't talk so loud
C Bm Am G
Now you don't seem so proud

C G D
About having to be scrounging for your next meal.

G C D
How does it feel
G C D
How does it feel
G C D
To be on your own
G C D
To be without a home
G C D
Like a complete unknown
G C D
Like a rolling stone

( G C D )

G Am Bm
Aww, You've gone to the finest school all right, Miss Lonely
C D
But you know you only used to get juiced in it
G Am Bm
Nobody has ever taught you how to live on the street
C D
And now you're gonna have to get used to it

C D
You said you'd never compromise
C D
With the mystery tramp, but now you realize

C Bm Am G
He's not selling any alibis
C Bm Am G
As you stare into the vacuum of his eyes

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17 de novembro de 2013

Você sabe o que é a plica sinovial?

O joelho, conhecido como a mais complexa articulação do corpo, é formado por ossos, nervos, músculos e cartilagens e, dificilmente apresenta problemas em pessoas que não praticam esportes. Já, os atletas que costumam forçar com movimentos de corrida ou mudanças de direção, rotações entre outras, estão sempre sujeitos a sofrer lesões. “Entre elas está a Síndrome da Plica (ou Prega) Sinovial”, salienta o médico ortopedista e traumatologista Joaquim Reichmann.

O médico esclarece que a Plica sinovial é uma dobra ou prega normal na membrana sinovial (membrana que envolve toda a articulação do joelho) que se projeta para dentro da articulação. Normalmente, ela permanece assintomática, mas em alguns casos, pode se tornar patológica (síndrome da plica siplicanovial).

Segundo Reichmann, as principais causas da síndrome da plica sinovial são: expressiva quantidade de estresses mecânicos sofridos durante a prática esportiva (impacto, carga etc); uso excessivo da articulação do joelho, por esforços repetitivos; desequilíbrio muscular do membro inferior, como o músculo vasto lateral fraco e/ou encurtado; traumas no joelho como quedas e entorses; e processos inflamatórios locais.

O médico destaca ainda que existem quatro tipos de plica sinovial: a suprapatelar (mais frequente), a medial, a inferior e a lateral (raríssima). Os sintomas incluem dor, estalidos durante o movimento do joelho, edema (inchaço) e, em casos mais graves, um certo bloqueio do movimento e "falha" do joelho durante caminhada ou corrida. A dor geralmente ocorre na região anterior e parte da região antero-medial do joelho (de dentro do joelho) que piora quando se realiza flexão do joelho, quando se permanece por períodos prolongados com o joelho flexionado e ao subir escadas.

O diagnóstico é feito pela história clínica, exame físico e Ressonância Magnética. O tratamento inicial geralmente é conservador (não cirúrgico). O primeiro passo deve ser o afastamento da atividade física, seguido por tratamento médico e fisioterapêutico. Em alguns casos, é indicada a artroscopia (cirurgia) para retirada da plica sinovial.

Reichmann orienta aos atletas para que parem imediatamente a atividade física em caso de dor, inchaço ou alguma dificuldade de movimento. Também destaca para que nenhuma medida seja tomada sem a certeza do diagnóstico.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

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