13 de novembro de 2010

Campanha de superação do racismo

Pela Rede Afrokut será lançada, no dia 21 de novembro, a Campanha de Superação do Racismo na Educação Infantil nas Igrejas. A campanha tem por propósito levar o debate sobre preconceito e discriminação para as escolas dominicais e escolas bíblicas das igrejas evangélicas brasileiras. 

 

A campanha integra a programação da 7ª edição da Semana Nacional Evangélica de Consciência Negra (Senecon). Na Semana também será lançado o Curso Pastoral da Negritude, de 60 horas e a distância, voltado à formação e capacitação de pessoas para o ministério e pastorais de negritude cristã nas igrejas.

Com o patrocínio da Fundação Luterana de Diaconia (FDL) e da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese), a Senecon tem por objetivo envolver as igrejas evangélicas na questão racial e da negritude.

No sábado, 6, o Santuário Nacional de Aparecida, São Paulo, recebeu romeiros da 14ª Romaria das Comunidades Negras, organizada pela Pastoral Afrobrasileira, da Igreja Católica. “Mãe Negra Aparecida somos protagonistas de um novo tempo” foi o lema da Romaria.

Olhar as Sagradas Escrituras na perspectiva da negritude é a proposta do livro Bíblia e Negritude – Pistas para uma Leitura Afro-Descendente, editado pelo Centro de Estudos Bíblicos (Cebi).
No livro, Edmilson Schinelo indaga se fiéis que participam regularmente da vida da igreja ao menos ouviram a hipótese de que Simão de Cirene, aquele que ajudou Jesus a carregar a cruz, era negro. 

“Ora, Cirene fica no norte da África, mas alguma vez você ouviu em prédica ou sermão, na catequese, na escola dominical ou no ensino confirmatório, que um africano ajudou Jesus a carregar a cruz?” Estudiosos alegam que Simão era um judeu na diáspora, mas com que argumentos? – pergunta.
Moisés casou-se com uma africana, segundo o livro de Números 12, um africano de nome Ebed-Melec liderou movimento para libertar o profeta Jeremias, que fora jogado numa cisterna, de acordo com o relato de Jeremias 38.

“Queremos e podemos descobrir as raízes negras do povo hebreu e de toda a Bíblia”, porque o livro dos livros, antes de ser europeu, ele é afro-asiático, afirma Edmilson. Ele não nega a contribuição européia ao continente americano e assinala que negros e latinos querem seguir trocando saberes com o Velho Continente. “Mas denunciamos o cristianismo branco e opressor, com teologias que chegam ao absurdo de justificar a escravidão negra, feita pelos brancos, e que continuam, muitas vezes, negando nossas raízes.”

Fonte:ALC
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12 de novembro de 2010

Sustentabilidade é assunto também nos salões de beleza

Os salões de beleza há muito tempo deixaram de ser um lugar onde os assuntos giravam em torno da cor do esmalte, do corte de cabelo da atriz famosa ou da mudança do visual para a próxima estação. Uma ação do Núcleo dos Profissionais da Beleza, nesta semana, incluiu os salões de beleza, definitivamente, no tema “sustentabilidade”.

O especialista Itamar Cechetto foi um dos palestrantes do workshop “Mechas Sustentáveis” com Roll Meches Colors. Ele apresentou dados de uma pesquisa realizada no Estado de São Paulo que aponta o volume de resíduos produzidos pelos salões. Entre os principais vilões desse lixo, está o papel alumínio, utilizado para fazer mechas.

Estima-se que no Brasil existam em torno de 250 mil estabelecimentos de beleza, com CNPJ, produzindo por ano mais 15 mil toneladas somente de papel alumínio, que acaba sendo jogado no lixo comum e levado para os aterros sanitários ou lixões.
Luiz Cintra durante demonstração de corte(foto MB Comunicações)


Com a ferramenta apresentada durante o workshop, o papel alumínio seria substituído pelo “roll meches” e cada kit desse produto introduzido no mercado equivale a cerca de 60 quilos de papel alumínio. O roll meches é um polímero com durabilidade de dois anos. “Tudo começa pela mudança de comportamento. Não dá pra usar a sustentabilidade para fazer marketing. Tem que ser verdadeiro”, aconselhou Cechetto.

         Outro palestrante foi o especialista Luiz Cintra que abordou os temas visagismo, técnicas de corte, tendências, marketing pessoal e empresarial, moda e beleza.Visagismo é a arte de criar uma imagem pessoal personalizada, baseada no princípio de que o rosto deve expressar quem a pessoa é, com harmonia e estética, além de revelar suas qualidades.

Fonte: MARCOS A. BEDIN
MB Comunicação Empresarial/Organizacional
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11 de novembro de 2010

6 toneladas de lixo eletrônico recebem destino correto

A natureza agradece. A ação desencadeada pela CDL Chapecó, através do programa Recicla CDL, em parceria com o Senac, Fatma, empresa Realtec e Programa Oficina Educativa Verde Vida, arrecadou no último sábado, 6.350 quilos de lixo eletrônico.

As quase 10 toneladas de equipamentos estão no Verde Vida onde serão desmontados e encaminhados para reciclagem. “Essa iniciativa, além de conscientizar a população a dar o destino correto para esses materiais, proporciona saúde ao meio ambiente”, ressalta o diretor de eventos da CDL Chapecó, Claudinei Pacheco. 

 Chapecó deu um exemplo de cidadania para todo o estado e até para o país. As pessoas entenderam o objetivo do Recicla CDL e atenderam ao chamado. Equipamentos que até então ficavam acumulados em casa ocupando espaço agora serão destinados corretamente, sem agredir a natureza”, comemora a coordenadora, Mariana Gerhardt.

Foram arrecadados milhares de aparelhos celulares, CPU’s, placas mãe, de rede e som, centrais telefônicas, drives de computador, fontes e transformadores, processadores cerâmicos e sintéticos, HD (disco rígido), CD’s e DVD’s, cabos de força e dados, teclados e mouses, impressoras, aparelhos de DVD, som vídeocassete, monitores e televisores, hubs, pilhas e baterias, no break e baterias de automóveis, eletrodomésticos e cobre. 

Cada computador utiliza materiais diversos que podem ser reciclados. Um computador mediano é feito de elementos básicos, como plásticos e metais, mas também de componentes extremamente danosos à saúde, como chumbo, cádmio, belírio, mercúrio, etc.
Lixo Eletrônico(Foto Mb Comunicação)


O mercúrio, utilizado em computadores, monitores e TVs de tela plana pode causar danos cerebrais e ao fígado. O chumbo, componente mais usado em computadores, além de televisores e celulares, pode causar náuseas, perda de coordenação e memória. Em casos mais graves, pode levar ao coma e à morte.

Fonte: MARCOS A. BEDIN
MB Comunicação Empresarial/Organizacional
mb@mbcomunicacao.com.br
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