10 de maio de 2010

Pilates melhora saúde de gestantes

A prática de atividades físicas durante a gestação, desde que moderada, promove diversos benefícios à saúde tanto das futuras mamães quanto dos bebês. A escolha da atividade física pelas gestantes demanda atenção redobrada, uma vez que influencia diretamente na saúde e bem-estar do bebê. Por conta disso, visando à diminuição de impactos e o aumento da disposição corporal das mamães, a Physio Pilates desenvolveu um programa especial de pilates para quem deseja ter uma gravidez sadia e tranquila, desde as primeiras semanas até a recuperação pós-parto.

A instrutora de Pilates de Clínica Reichmann, Mariana Dias, explica que as mulheres que praticam pilates durante os meses de gestação apresentam menos desconforto, fadiga e falta de ar. “O método promove boa postura, ajuda na mecânica corporal, diminui a dor, principalmente na região lombar da coluna, e o risco de incontinência urinária, além de promover bem-estar para a mãe e o bebê e minimizar o risco de perda óssea”, argumenta.Pilates

A combinação dos exercícios é adaptada de acordo com as limitações e o perfil de cada pessoa. A fisioterapeuta que vai acompanhar a gestante durante a aula da uma atenção especial aos movimentos que envolvem os músculos do assoalho pélvico, que durante esse período ficam bem mais sensíveis e propensos à fraqueza. Mas eles não podem deixar de ser trabalhados, uma vez que desempenham importante papel durante o parto natural e também no processo de recuperação da gestante.

“Os exercícios praticados na aula de pilates buscam a interação entre o corpo e a mente. Os de relaxamento e consciência corporal, por exemplo, preparam a grávida para o momento do parto e têm por objetivo estreitar a relação da mãe com o bebê”, afirma Mariana.

De forma geral, os exercícios fortalecem a região abdominal, os músculos da coluna e o assoalho pélvico. Portanto, ajudam no equilíbrio muscular e postural, além de diminuir as dores lombares e melhorar o apoio para o útero. Exercícios para as pernas, pés e tornozelos, diminuem edemas e câimbras. As aulas de pilates têm duração de uma hora e o ideal é que sejam feitas, pelo menos, duas vezes por semana. A pratica pode ser mantida até poucos dias antes do parto, dependendo das condições físicas de cada uma. Porém, em casos de descolamento prematuro da placenta, sangramentos constantes e doenças cardíacas a atividade não é recomendada.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

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9 de maio de 2010

Público pode sugerir tema para o Prêmio de Redação Cooperjovem

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) vai lançar, nos próximos meses, a quarta edição do Prêmio Nacional de Redação do Programa Cooperjovem. Este ano o Prêmio terá a colaboração do seu público que pode sugerir, até o dia 30 deste mês, o tema das redações. A intenção é aumentar ainda mais o envolvimento de professores, coordenadores e cooperativas parceiras do Programa. Até hoje, mais de 50 mil alunos já participaram da iniciativa.

A divulgação será no dia 7 de maio no portal www.brasilcooperativo.coop.br. O perfil de quemcooperjovem sugeriu o mote definido para as redações também será divulgado. Para participar basta enviar o tema para cooperjovem@sescoop.coop.br, e ainda o nome, cidade e telefone de contato.

O Prêmio Nacional de Redação do Programa Cooperjovem é uma ação dirigida aos alunos da rede de ensino e cooperativas educacionais participantes da 1ª fase do Programa Coooperjovem no ensino fundamental. A premiação foi criada pelo Sescoop em conjunto com suas unidades estaduais, a partir da metodologia de construção participativa. (OCB)

Fonte: MARCOS A. BEDIN

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3 de maio de 2010

Depressão pode agravar a Osteoporose

Além dos diversos problemas emocionais e fisiológicos que a depressão provoca nos pacientes que sofrem desse mal, problemas ósseos também podem ser agravados com um quadro depressivo instalado. Uma das consequências da doença trata-se da diminuição da densidade mineral óssea, o que aumenta as chances de osteoporose.

O médico ortopedista e traumatologista, Joaquim Reichmann, cita estudos desenvolvidos por pesquisadores israelenses que avaliaram dados de mais de 2.300 pacientes com depressão e 21 mil pessoas sem a doença. “A relação entre depressão e problemas ósseos é a ativação do sistema nervoso simpático. A depressão aumentaria os níveis desses neurotransmissores no tecido ósseo, o que contribuiria para um pico de massa óssea menor, perda de tecido e osteoporose”, explica. Reichmann observa que a doença osteoporose1ainda favorece níveis mais elevados de cortisol na corrente sanguínea, o que causa uma redução nos níveis de densidade óssea.

Outro fator que justifica a associação da depressão a osteoporose são os hábitos do paciente. “Pessoas deprimidas provavelmente não estarão dispostas a desenvolver atividades físicas, podem aumentar o consumo de cigarro e álcool, ter distúrbios nutricionais, além da ingestão de remédios que é normal em função da doença”, argumenta.

A formação óssea é estimulada pela atividade física, e a falta de exercícios pode comprometer a densidade do osso. “É importante que o processo de remodelação óssea seja constante. Os ossos são tecidos vivos que estão o tempo todo sendo reabsorvidos e formados. Quando a pessoa se exercita, a regeneração ocorre com mais facilidade”, explica Reichmann.

Além do estimulo à prática de exercícios físicos, o médico orienta que pacientes depressivos deveriam ter a densidade óssea monitorada por especialista periodicamente.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

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