28 de fevereiro de 2009

O bilhetinho maldito

Pedrinho estava indo pra escola quando tropeçou numa pedra, caiu e achou um bilhetinho. Então ele leu o bilhetinho e levou pra escola. Chegando lá a professora perguntou por que ele tinha se atrasado e ele respondeu:
- Quando eu tava vindo pra escola eu cai e achei esse papelzinho.
- Então deixe eu ver esse papelzinho. Depois de ler o papelzinho ela falou:
- Que desaforo! Já pra diretoria.
E lá foi o Pedrinho pra diretoria. Chegando lá a diretora perguntou:
- O que você está fazendo aqui, Pedrinho?
- É que quando eu tava vindo pra escola, eu tropecei numa pedra e achei esse bilhete; trouxe pra escola, a professora leu e me mandou pra cá.
Depois de ler o tal bilhete a diretora falou
- Tá expulso, já pra tua casa!!
Chegando em casa sua mãe perguntou o que ele estava fazendo tão cedo em casa.
- É que quando eu tava indo pra escola eu tropecei numa pedra, achei esse bilhetinho, levei ele pra escola, a professora leu, me mandou pra diretoria e a diretora me mandou pra casa.
E depois de ler o tal papelzinho a mãe dele falou:
-Que desaforo, menino, vai lá no serviço do seu pai falar com ele.
Chegando lá, o pai de Pedrinho perguntou o que ele estava fazendo lá e ele respondeu:
- É que eu tava indo pra escola, tropecei, achei esse bilhete, levei pra escola, a professora leu, me mandou pra diretoria, a diretora leu, me mandou pra casa, a mãe leu e mandou eu vir pra cá.
Depois de ler o bilhete, seu pai falou:
- Que desaforo, menino, tá expulso de casa
Então sem saber o que fazer Pedrinho vai para baixo de um viaduto. Chegando em baixo do viaduto, um mendigo que lá estava, perguntou o que ele estava fazendo ali e Pedrinho respondeu:
- É que quando eu tava indo pra escola eu tropecei, achei esse bilhetinho, levei o bilhete pra escola, a professora leu, me mandou pra diretoria, a diretora leu, me mandou pra casa, minha mãe leu, me mandou falar com meu pai que me expulsou de casa e então eu vim pra cá. O mendigo, então, leu o bilhetinho, chamou o policial, então o policial perguntou pra Pedrinho por que ele estava ali e ele respondeu:
- É que eu tava indo pra escola quando eu tropecei, encontrei esse bilhetinho, levei pra escola, a professora leu, me mandou pra diretoria, a diretora leu, me mandou pra casa, a minha mãe leu, me mandou falar com meu pai, meu pai leu,me expulsou de casa e eu vim pra cá, o mendigo leu e chamou o senhor aqui. O guarda, depois de ler o bilhete, disse:
- Está preso!
Chegando na cela, um outro preso que ali estava, perguntou o que ele estava fazendo lá e Pedrinho respondeu:
- É que eu tava indo pra escola e tropecei e encontrei esse bilhete então eu levei pra escola, a professora leu e me mandou pra diretoria, a diretora leu e me mandou pra casa, minha mãe leu e me mandou falar com meu pai, meu pai leu e me expulsou de  casa e eu fui pra de baixo de um viaduto, um mendigo leu e chamou o guarda, o guarda leu e me prendeu aqui. O preso então, depois de ler o bilhetinho chamou o carcereiro,chegando lá o carcereiro perguntou pro Pedrinho o que ele estava fazendo ali então ele respondeu:
- É que eu tava indo pra escola, tropecei, achei esse bilhete, levei pra escola, a professora leu, e me mandou pra diretoria, a diretora leu, me mandou pra casa, minha mãe leu e me mandou falar com meu pai, meu pai leu, me expulsou de casa então   eu fui pra debaixo de um viaduto, chegando lá eu encontrei um mendigo que
leu, e chamou o guarda, que leu e me prendeu, depois o preso leu e chamou o senhor. Depois de ler o bilhete o carcereiro falou:
- Já pra cadeira elétrica!!!
Chegando no céu, São Pedro perguntou:
- O que você está fazendo aqui meu filho?
- É que eu tava indo pra escola tropecei e achei esse bilhete, levei pra escola a professora leu, me mandou pra diretoria, a diretora leu, me mandou pra casa, minha mãe leu  mandou eu ir falar com meu pai, meu pai leu me expulsou de casa então eu fui pra debaixo de um viaduto, lá eu encontrei um mendigo que leu e chamou o guarda, que leu e me prendeu, Na cela um preso leu e chamou o carcereiro que depois de ler mandou eu ir pra cadeira elétrica e eu vim parar aqui.
Depois de ler o bilhetinho São Pedro falou:
- Já pro inferno!!!!
Chegando lá o diabo perguntou por que ele tava lá e ele respondeu:
-É que eu tava indo pra escola quando eu tropecei numa pedra e achei esse bilhete, levei pra escola, a professora leu, me mandou pra diretoria, a diretora leu e me mandou pra casa, minha mãe leu, me mandou falar com meu pai, meu pai leu me expulsou de casa então eu fui pra debaixo de um viaduto, chegando lá um mendigo leu, chamou o guarda, o guarda leu e me prendeu chegando na cela um preso leu, chamou o carcereiro, o carcereiro leu, me mandou pra cadeira elétrica, chegando no céu São Pedro leu e me mandou pra cá.
E na hora que o diabo pegou o bilhetinho pra ler, o papel queimou. Fim.

Fonte: recebido por email.

Leia Mais ►

Leilão de jóias

A Caixa Econômica Federal realiza nos próximos dias 02 e 03 de março mais um leilão de jóias no Rio de Janeiro, referente a contratos vencidos entre 03/11/2008 e 01/12/2008 e que não foram resgatados ou renovados por seus proprietários.

São 9.417 lotes que farão parte dessa licitação, sendo que 5.400 deles estarão expostos ao público. A expectativa é de que até a data do evento grande parte dos contratos seja renegociada.

A exposição ocorre no edifício-sede da CAIXA, situado à Avenida Rio Branco, 174/3º andar, no horário das 10 às 15 horas. São contratos provenientes de 24 agências: Copacabana, Ipanema, Leblon, Rio Sul, Inhangá, Leme, Laranjeiras, Madureira, Ouvidor, Penha, Bonsucesso, Guanabara, Galeão, 14 Bis, Freguesia, Passeio Shopping, Nilo Peçanha, Barra Mansa, Nova Friburgo, Resende, Araruama, Alcântra, São Francisco e Praça Seca.

Os lotes serão vendidos pela maior oferta, considerando o valor da dívida e o valor da avaliação. Neste leilão, os lotes mais baratos estão avaliados em R$ 63,00. São sete lotes com o mesmo valor, dentre eles um que contém quatro alianças de ouro, pesando 2,50 gramas. Já o lote mais caro está avaliado em R$ 7.853,00 (sete mil oitocentos e cinqüenta e três reais). Trata-se de um colar, um pendente, duas pulseiras, de ouro e ouro branco, com peso de 251,40 gramas.

Os lances deverão ser feitos nos dias 02 e 03 de março, em qualquer agência da CAIXA, nos terminais de autoatendimento, no horário de funcionamento dessas salas. Podem participar do leilão pessoas físicas e jurídicas. Para isso, são necessários a identificação e o cadastramento em qualquer agência da CAIXA.

O resultado do leilão será divulgado no dia 04 (quarta-feira), a partir das 12 horas, no mesmo local da exposição, além do site da CAIXA (www.caixa.gov.br). O pagamento deverá ser efetuado no dia do resultado, integral ou parcialmente, com um sinal de 20% sobre o valor ofertado.

Em se optando pelo pagamento de sinal, o restante deverá ser integralizado em 48 horas, ou seja, até o dia 06, das 10 às 16 horas. Para os pagamentos em cheque, as jóias somente serão liberadas após a sua compensação. As peças somente poderão ser retiradas após a quitação.

O catálogo de licitação de jóias contendo a descrição dos lotes poderá ser adquirido no local do leilão, ou capturado na internet, no endereço: www.caixa.gov.br.

SERVIÇO:

Leilão de Jóias: Av. Rio Branco, 174/3º andar

Exposição de jóias: dias 02 e 03 de março (segunda e terça-feira) – das 10 às 15h

Lances: nos terminais de autoatendimento das Agências da CAIXA, limitado às 20 horas

Resultado: dia 4 de março (quarta -feira), a partir das 12h, no próprio local de exposição ou no site da CAIXA.

Fonte: Assessoria de Imprensa da CAIXA - Regional Rio de Janeiro

Leia Mais ►

27 de fevereiro de 2009

Entrevista com o gestor estadual do Sistema de Inteligência Setorial do Sebrae/SC, Douglas Luís Três, sobre Inteligência Competitiva

Inteligência Competitiva é uma técnica cujo objetivo é adiantar tendências e mostrar caminhos para que empresas e instituições possam se antecipar aos concorrentes. Criada há 30 anos por Porter, a utilização de inteligência competitiva ainda é, de acordo com o gestor estadual do Sistema  de Inteligência Setorial do Sebrae/SC, Douglas Luís Três, “restrita aos grandes players”, ou seja, a IC – que em suma significa ‘saber antes’, ainda é privilégio de poucos, limfoto 4itada, na maioria das vezes, a grandes empresas.

O projeto de SIS (www.sebrae-sc.com.br/sis) leva a micro e pequenos empresários catarinenses informações estratégicas para auxiliá-los em seus planos de gestão e na tomada de decisões. O projeto atende quatro setores da economia catarinense: vestuário, calçados femininos, móveis seriados de madeira e apicultura, cada um deles ligado a um respectivo APL (Arranjo Produtivo Local). Nesta entrevista, Douglas Luís Três avalia o andamento do SIS e indica os rumos do projeto para 2009.

Em que momento o SEBRAE percebeu a necessidade de oferecer a inteligência competitiva aos empresários catarinenses de vestuário, calçados, móveis e mel?

Douglas - Quando o SIS foi lançado, em 2007, a proposta de um projeto de IC setorial não era nova para a diretoria nem para as gerências do SEBRAE/SC, pois o projeto resultou de pesquisas e avaliação de possibilidade que começaram dois anos antes. O diagnóstico foi de que os setores contemplados pelo projeto careciam de ações que impulsionassem um incremento inovador, como a inteligência competitiva, à gestão das micro e pequenas empresas.

Como você avalia a participação e o uso do SIS pelos empresários cadastrados até agora?

Douglas - Modesto. Temos um longo caminho a percorrer até que os empresários brasileiros, principalmente os das micro e pequenas empresas, incorporem o uso de relatórios de gestão na hora de tomar decisões estratégicas para suas empresas. O esforço de nossa parte é direcionado para a divulgação dos benefícios que a ferramenta pode oferecer ao tomador de decisão. Os empresários precisam ‘enxergar’ suas empresas e o cenário a seu redor por uma lente diferente daquela até então usada. Eles estão evoluindo nessa perspectiva, mas o processo é lento. Faltam-lhes ações mais pragmáticas, da governança como um todo, que os ofereçam soluções que correspondam as suas expectativas. O SIS é um excelente ponto de partida nessa caminhada.

Há pretensões de expandir o SIS para outras regiões do país?

Douglas - Sim. Pelos relatórios de acesso ao sistema, sabemos que pessoas de todo o país estão acessando o portal do SIS. Além disso, recebemos visitas de internautas do Reino Unido, Espanha, Portugal, Estados Unidos, Alemanha e Suécia. A estratégia do projeto para 2009 é mobilizar a governança nacional dos setores no sentido de buscar maior aderência por parte dos empresários de outros estados.

O que significa para o SEBRAE/SC ser um dos precursores de núcleos de inteligência competitiva setorial no país?

Douglas - No Brasil, como exemplo, tínhamos a experiência do NICS Farma [IC setorial para o setor farmacêutico], no Rio de Janeiro, muito bem consolidada. Mas, dentro do sistema SEBRAE, o SEBRAE/SC é o pioneiro nesta metodologia. Colhemos o bônus da vanguarda, mas amargamos o ônus de tatearmos em um terreno pouco sinalizado e cheio de percalços. Oferecemos aos empresários cadastrados uma tecnologia customizada, restrita apenas para os grandes players do setor. Isso é um grande desafio, motiva-nos a cada passo.

Como foi feita a seleção do público-alvo do projeto?

Douglas - No SEBRAE/SC temos um planejamento plurianual, no qual buscamos contemplar setores que oferecem maior capacidade de resposta aos nossos investimentos e estímulos. No caso do SIS, analisamos o orçamento disponível para cada região e chegamos aos setores que seriam o foco do projeto.

Se, em determinada região, todos os empresários de um mesmo setor aderirem ao uso da IC, eles continuarão tendo vantagens uns sobre os outros?

Douglas - Absolutamente. A vantagem competitiva que os empresários buscam depende de características como o posicionamento de mercado, que é resultado de um esforço no sentido de buscar a liderança por custo, diferencial ou enfoque. A diferenciação e o baixo custo são vantagens que a empresa adquire por saber lidar melhor com as condições de mercado do que seus concorrentes. Nas regiões onde o projeto atua percebemos empresas se posicionando de forma diferente. Isso, por si só, garante que uma mesma informação pode ser estratégica para uma, mas não para outra empresa. Nosso esforço concentra-se em fazer com que o empresário entenda essa dinâmica e, sabendo efetivamente quem são seus concorrentes, defina suas estratégias. O mercado é amplo e tem espaço para muita gente, porém só sobreviverão os mais rápidos, ágeis e com melhor estratégia.

Por que o foco inicial de vestuário em SC foi Criciúma e não o Vale do Itajaí, se, tradicionalmente, a região é tida como referência da indústria têxtil e da moda no estado?

Douglas - Essa é uma questão interessante. A região da AMREC (Associação dos municípios da Região Carbonífera), tradicionalmente, é uma região que dedica seu esforço empreendedor para atividades como a cerâmica. Porém o SEBRAE vem acompanhando a movimentação da economia naquela região e percebeu que o setor de confecções já está entre os 05 mais importantes, se considerado o valor adicionado fiscal, número de empregos gerados e empresas constituídas. Ao mesmo tempo em que o setor desponta como uma das principais atividades econômicas, também carece de apoio e tecnologia (de produção e gestão). Nesse sentido nosso esforço inicialmente tem sido direcionado para atender essa parcela de empresários. Para o ano de 2009 a intenção é levar o projeto para as demais regiões do estado, incluindo o Alto Vale e Vale do Itajaí.

Por: Marcos A. Bedin
MB Comunicação
Assessoria de Imprensa
(49) 3323-4244, (49) 9967-4244
mb@mbcomunicacao.com.br

Leia Mais ►

Recomendo

Arquivo do Blog