22 de dezembro de 2009

Condomínios: segurança deve ser redobrada nas férias

O período de férias é um momento de descanso e afastamento das rotinas diárias, no entanto essa tranqüilidade pode se transformar em problemas se algumas providências não forem tomadas. Diariamente, é possível acompanhar através dos noticiários, os fatos lamentáveis de criminalidade que assolam a comunidade.

Os condomínios, dos mais simples aos de alto padrão, também têm sido alvos de assaltos, arrombamentos, furtos e invasões. Preocupado com essa questão, já que número desse tipo de empreendimento também é crescente em Chapecó, o presidente do Sindicato do Mercado Imobiliário do Oeste de Santa Catarina (Secovi-Oeste/SC), Paulo Jorge Lise, orienta algumas ações a serem adotadas para garantir maior segurança entre os moradores.condom

Lise destaca que, dentre as ações importantes a serem desenvolvidas por síndicos e administradores, está a organização e manutenção de adequados e eficientes sistemas de segurança. Outra dica é que os vigilantes sejam orientados a estarem sempre alertas durante o expediente e criar o hábito de não transmitir informações sobre moradores do condomínio, utilizar de forma correta os meios de segurança existentes, conhecer a localização do telefone público mais próximo para emergências, permitir a entrada de prestadores de serviços em horários pré-determinados e com identificação, não ficar na calçada com as chaves da portaria no bolso e ao atender entregadores de encomenda ou prestadores de serviços, manter os portões fechados. “São atitudes que parecem simples, porém, eficazes”, declara.

Mas só isso não basta. Os moradores devem estar conscientes da sua parcela de responsabilidade com a questão segurança. Aos condôminos cabem alguns cuidados básicos como: não esquecer a porta sem trancar, obter informação de antecedentes de empregados domésticos, não permanecer em horários impróprios do lado de fora da portaria, manter veículos fechados, com alarme acionado e não deixar roupas, equipamentos eletrônicos e documentos dentro do veículo. Também é importante informar ao zelador sobre grandes períodos de afastamento (férias, por exemplo) e proibir acesso de estranhos durante o período.

Fonte: MARCOS A. BEDIN

MB Comunicação Empresarial/Organizacional

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20 de dezembro de 2009

Musculação na Terceira Idade?

Nos últimos anos, a busca pela atividade física passou a ser uma necessidade para as pessoas de uma maneira geral. Sedentários, obesos, não obesos, idosos ou simplesmente aqueles que fazem exercícios físicos só aos fins de semana, buscam cada vez mais uma vida saudável e produtiva no diz respeito a atividade física.

Isto se deve ao fato de que o exercício físico torna-se a fórmula necessária para se solucionar os problemas diários, como por exemplo, o estresse, a falta de disposição e a prevenção de muitas doenças. Em relação as pessoas da chamada terceira idade, a procura por uma modalidade ou atividade esportiva tem aumentado muito durante os últimos anos.

Fazer musculação ainda é uma prática que nos dá uma idéia de corpos musculosos e vigorosos, embora já exista mudanças nesta visão. A prática de musculação ou da atividade localizada com sobrecarga vem crescendo entre as pessoas acima dos 60 anos, inclusive sendo recomendada por profissionais da área de saúde. Segundo a Fundação Nacional de Osteoporose, a doença do novo milênio é a osteoporose, e a atividade física, principalmente a musculação, é a melhor forma de se prevenir e, em alguns casos, até de reverter quadros desta doença.muscul140

A grande eficiência em estimular a massa muscular e óssea apresentada pelos exercícios localizados com carga, chamados genericamente de exercícios resistidos e geralmente realizados com pesos, chamou a atenção de pesquisadores para a possibilidade de sua utilização na promoção da saúde, particularmente nos casos de idosos em que a Osteopenia(perda de mineral ósseo geralmente resultante do processo de envelhecimento tanto em homens como em mulheres), e a Sarcopenia(redução de massa muscular associada com a idade), são importantes. Esta idéia foi estimulada pela constatação de que a mobilidade articular geralmente limitada do idoso também melhorava rapidamente.

Apesar de uma resistência natural a esta proposta, pois os exercícios, poderiam fazer com que a pressão arterial pudesse aumentar excessivamente, estudos realizados por Santarém(1998), documentaram não apenas a eficiência, mas também a segurança dos exercícios, quando devidamente orientados, e não praticados de forma contínua. O trabalho de musculação evidenciou benefícios positivos na densidade óssea, reduzindo consideravelmente, o risco de Osteoporose e também beneficiando no que diz respeito a melhoria de doenças cardiovasculares.

A atividade física bem orientada aos idosos, tem um destaque importantíssimo e especial à execução de tarefas básicas do cotidiano, porque faz com que ocorra um fortalecimento geral da musculatura, articulações e tendões, proporcionando o aumento dos níveis de disposição, diminuindo o risco de quedas numa simples caminhada, trazendo ao idoso uma vida mais independente. A musculação é na verdade um dos, senão o melhor, exercício físico para os idosos, pois fortalecem não só as estruturas músculo-articulares, mas melhoram também o aspecto mental e psicológico do idoso.

Fonte: Dr. Helio C. G. Reis/ Ortopedista(47)3348-2771/Saúde em dia

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De Ushuaia, na Argentina a Puerto Montt, no Chile, em pedaladas

Percorrer 2.800 quilômetros que separam as cidades de Ushuaia, na Argentina e Puerto Montt, no Chile, em pedaladas. Esse é o desafio do projeto EcoAustral2010, que será empreendido por seis estudantes. Com apoio da Universidade Federal de Santa Catarina, do Núcleo de Educação Ambiental do Centro Tecnológico da Universidade, Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e da Associação dos Cicloviários da Grande Florianópolis, os cicloviajantes farão o trajeto em 31 dias.


A meta é promover o uso da bicicleta como veículo de transporte sustentável e ecológico, além de conhecer e promover seu uso dentro das unidades de conservação. A expedição vai também permitir que o grupo conheça e documente práticas de conservação dos recursos naturais e de desenvolvimento sustentável ao longo do percurso.bike140


Devido a limitações financeiras e aos compromissos acadêmicos e profissionais, o grupo optou por iniciar a travessia a favor do vento, retornando em direção a Puerto Montt. Os estudantes sairão de Florianópolis de ônibus, no dia 27 de dezembro, em direção à cidade de Ushuaia, onde será iniciada a expedição de bicicleta.


De Puert Montt, localizada às margens do Oceano Pacífico, a equipe seguirá em direção à Santiago, de ônibus, de modo a participar da Bicicletada e acompanhar a obra do Plan Santiago en Bicicleta, junto dos engenheiros do Ministério dos Transportes do Chile.


Outros pontos marcantes serão o Parque Nacional Los Glaciares (neste local parte a maioria dos passeios que leva os turistas para o famoso glaciar Perito Moreno, um dos maiores espetáculos da natureza), o Parque Nacional Torres del Paine (ainda no Chile) e o Parque Nacional Terra do Fogo, já na cidade de Ushuaia, na Argentina.


Ao longo do percurso o grupo vai mapear, visitar e documentar as Unidades de Conservação. O registro da viagem será feito em fotos e vídeos para posterior divulgação em palestras e exposições em escolas, universidades e eventos.


“O ideal seria que pudéssemos utilizar a bicicleta desde nossas casas até o destino final, voltando também de bicicleta. Mas foi decidido que a equipe fará o trajeto de Florianópolis até o Chile em ônibus coletivo, pois assim teremos a oportunidade de conhecer um maior número de cidades, de ecossistemas, de unidades de conservação e de centros de educação ambiental”, explica o estudante de Engenharia de Produção Civil da UFSC, Mauricio Almeida, um dos integrantes do projeto. A equipe retorna da Argentina também de ônibus coletivo, evitando os perigos das estradas do sul do Brasil.


Essa não é a primeira vez que os estudantes encaram desafio desse tipo. Este ano parte do grupo pedalou 1.200 quilômetros em uma travessia continental do Oceano Pacífico ao Oceano Atlântico, proposta no projeto Travessia Pacífico-Atlântico – O desafio pela sustentabilidade.

Por: Arley Reis / Jornalista da Agecom/UFSC

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