15 de dezembro de 2009

Saiba qual o distúrbio que atinge 90% das mulheres

Só quem já passou pela situação incômoda de ter o intestino preso, sabe quanto ela é desagradável e angustiante. De acordo com pesquisas cerca de 90% das mulheres são acometidas desse mal. O fisioterapeuta da Clínica Reichmann, Edson Bramatti, explica que o fato do intestino não funcionar direito pode desencadear outros problemas na pessoa.

    “Se o intestino não funciona direito podem ocorrer distensões na região abdominal”. Bramatti também alerta para o uso contínuo de laxantes, e diz que eles podem ser utilizados moderadamente. “Normalmente, quando a pessoa está com o intestino preso acaba tomando laxantes continuamente, de forma viciada, e isso também não faz bem à saúde”, explica.

    O fisioterapeuta destaca que o mais importante é normalizar a função intestinal, se possível sem medicamentos sendo a osteopatia uma ótima alternativa para o tratamento de intestino preso. “Além da eficácia no tratamento de distúrbios músculo-esqueléticos, a osteopatia também trata dos órgãos internos (vísceras), principalmente o intestino”.

    Existem também as chamadas alterações viscerais, como as aderências, resultado da conseqüência direta ou indireta de cicatrizes de cirurgias; as ptose, que se refere a lassidão ligamentar; relacionadas ao biótipo da pessoa, depressão nervosa, idade avançada, traumas, espasmos ou visceroespasmos.

    Bramatti diz que as manipulações da osteopatia no abdômen regularizam o intestino e o hábito intestinal e que a mobilidade dos órgãos internos correta é indispensável para o seu bom funcionamento. “A osteopatia visceral com mobilização manual normaliza a função, aumentando a vascularização dos tecidos e estimulando os nervos que fazem funcionar o intestino ou outras vísceras que apresentam distúrbios”, enfatiza.

    A osteopatia também é indicada em casos de gastrite, hepatite viral ou alcoólica, colites, hérnias de hiato e após cirurgias abdominais (cicatrizes).

Fonte: MARCOS A. BEDIN

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14 de dezembro de 2009

Você costuma revisar seu carro antes de viajar?

Com a chegada do verão e das férias muitos viajam à bordo de seus veículos, o que aumenta a circulação de carros e provoca, na maioria das vezes, congestionamentos. Para evitar aquela imagem desoladora, de famílias inteiras à beira da estrada à espera de um reboque ou de um mecânico para tirar dali o automóvel enguiçado e que, conseqüentemente, prejudique o trânsito, os especialistas orientam os mecânicos e motoristas sobre alguns itens que devem ser revisados, e procedimentos a serem tomados, antes da viagem.

Para escapar dessas armadilhas é importante verificar alguns itens. E não apenas os visíveis e óbvios, como pneus e luzes do veículo, mas principalmente componentes simples, que ficam escondidos sob a casca do automóvel e têm o poder de transformar o sonhado descanso da família num pequeno inferno.carroviagem

Confira alguns desses itens:

- Elementos de borracha

Esses itens quase sempre são esquecidos. E esta checagem deve ser feita mesmo em carros que rodam muito pouco. Esse material se decompõe naturalmente com o tempo: em geral, a vida útil é de, no máximo, cinco anos. Não são peças caras, mas podem criar problemas grandes. Uma rachadura, por mínima que seja, na mangueira do radiador, por exemplo, é capaz de detonar o sistema de arrefecimento. Correias também devem ser revisadas para evitar surpresas indesejáveis. Outro equipamento geralmente desprezado, mas que pode se tornar uma dor-de-cabeça, é o limpador de pára-brisas. Se as borrachas das palhetas estiverem gastas, a visibilidade na chuva fica seriamente comprometida. Nessa verificação entram as borrachas e também o encaixe da palheta na haste de fixação.

- Filtro de óleo


Seu papel é lubrificar, resfriar e, principalmente, limpar o motor graças à função detergente. Por isso, é muito importante, a cada troca de óleo, substituir também o filtro, em geral a cada 10 mil km. Do contrário, o resíduo de óleo sujo na caneca do filtro vai contaminar o óleo novo.


- Filtro de combustível


Em razão da baixa qualidade de combustíveis, o filtro pode ter o processo de saturação acelerado. Um filtro de combustível saturado pode provocar desde danos à bomba de combustível até a parada total do motor. Ou seja, a suposta economia no abastecimento pode trazer sérios prejuízos no sistema de alimentação do veículo, e também do bolso. Na hora da substituição do filtro deve-se levar em conta o combustível, álcool, gasolina ou flex. Existe um filtro para cada tipo de combustível.


- Carburador


Estudos feitos com combustíveis, em especial de alguns postos sem bandeira, revelaram que a má qualidade do produto atinge diretamente o carburador, principalmente os componentes à base de borracha nitrílica. Por isso, recomenda-se a manutenção preventiva, ou seja, limpeza ou regulagem, a cada seis meses ou 10 mil km, conforme o uso do veículo, em geral veículos com mais de 15 anos.

- Bomba d’água


É muito importante a manutenção do sistema de arrefecimento, mantendo-o sempre com a proporção adequada de aditivo e substituir todo o líquido uma vez por ano. As causas mais comuns de danos na bomba d’água são aquelas que comprometem a vedação do selo mecânico, desgaste por tempo de uso ou falta de manutenção no sistema de arrefecimento. A vida útil de uma bomba d’água, tanto original de fábrica quanto a de reposição, está diretamente ligada à manutenção prestada.


- Amortecedor


O amortecedor é responsável por manter os pneus em contato com o solo e garantir a estabilidade do veículo. É comum ouvir que o motorista perdeu a direção do carro. Numa curva, por exemplo, caso os amortecedores estejam desgastados, o carro pode perder a trajetória devido à falta de equilíbrio, ficando “solto”.

Fonte: Affinia Automotiva

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13 de dezembro de 2009

Chip orgânico: uma esperança para paraplégicos

Um tratamento promissor para pacientes paraplégicos começa a tomar corpo. Com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (FAPESC), foi inaugurado o novo Laboratório de Tecnologias Integradas (InteLab) da Universidade Federal de Santa Catatina, onde pesquisadores desenvolvem materiais que podem servir de suporte à regeneração da medula espinhal que, eventualmente, possa restaurar a transmissão de informação nervosa e a atividade locomotora.

“Num futuro próximo, pretendemos cultivar células tronco nestes biomateriais e paralelamentechip, produzir e caracterizar uma interface neuroeletrônica (chip orgânico), para então serem implantados na medula espinhal de animais”, disse a pesquisadora Janice Koepp, idealizadora do Projeto.


Ela acrescenta que os chips orgânicos permitiriam que um neurônio “conversasse” com outro, e ressalta que eles são feitos de polímeros, não de silício, o que resulta em um chip flexível e de baixo custo. Esta tecnologia de ponta será transferida da França a uma equipe interdisciplinar da UFSC a partir de março.


A Fapesc apóia projetos ligados ao chip orgânico há três anos, mas a inauguração do novo laboratório deve deslanchar o projeto “Desenvolvimento de Novas Estratégias para Tratamento de Lesão Medular Traumática”, coordenado pelo Prof. Dr. Giles Alexander Rae.

Informações adicionais: Prof. Dra. Janice Koepp , fone 3721 9448 – ramal 237, e-mail janice@intelab.ufsc.br.

Fonte: Heloísa Dallanhol/ Assessoria de Imprensa da Fapesc/UFSC

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